XANADU (1080p/Dual Áudio) – 1980

“Xanadu” (EUA) – 1980
Fantasia – Musical – Romance
DIREÇÃO: Robert Greenwald
IMDB: 5,0 http://www.imdb.com/title/tt0081777/

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1080p – BRrip – Dual Áudio – Dublagem BKS Remasterizada em 5.1 + Versão Reduzida + Trilha Sonora.

Postado por Don Costa

DADOS DO ARQUIVO:

Versão Maior:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 23976 FPS, 6000 Kbps.
Áudio: Português – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 6 canais, 640 kbps.
Inglês – 48,0KHz, DTS, 24 bits, 6 canais, 1509 kbps.

Tamanho: 5,43 GB

Duração: 95 min.

Legendas: Português – automático (na parte sem dublagem)
Português – completo
Português – completo com músicas em inglês e tradução simultânea
Português – só músicas
Português – só músicas em inglês com tradução simultânea
Inglês – só músicas
Inglês – completo / selecionáveis

Áudio: Português – Dublagem BKS Remasterizada em 5.1.
Inglês – 5.1.

Servidor: Mega (dividido em 23 partes)

Versão Reduzida:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 23976 FPS, 2000 Kbps.
Áudio: Português – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 6 canais, 384 kbps.
Inglês – 48,0KHz, AC3, 16 bits, 6 canais, 384 kbps.

Tamanho: 1,85 GB

Duração: 95 min.

Legendas: Português – automático (na parte sem dublagem)
Português – completo
Português – completo com músicas em inglês e tradução simultânea
Português – só músicas
Português – só músicas em inglês com tradução simultânea
Inglês – só músicas
Inglês – completo / selecionáveis

Áudio: Português – Dublagem BKS Remasterizada em 5.1.
Inglês – 5.1.

Servidor: Pcloud (dividido em 08 partes)

Remasterização, legendas e postagem: Don Costa.

LINKS:

Links: Arquivo maior: Pasta com os arquivos (Mega): Download

Links: Arquivo menor – versão reduzida: Pasta com os arquivos (Pcloud): Download

Link: Trilha Sonora (FLAC) (234MB): Download

Amostra da dublagem BKS remasterizada:

Senha para tudo: teladecinema.net

EM CASO DE ARQUIVO CORROMPIDO:

Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
Para executar essa recuperação faça o seguinte:
Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02 do arquivo menor.
Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed. Xnd1980BR1080DÁRMZ51DCVR.part2.rar”.
Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “Xnd1980BR1080DÁRMZ51DCVR.part2.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte problemática novamente.
Abraços.

SINOPSE:

Kira (Olivia Newton-John), musa grega da dança, vem à Terra ajudar o artista Sonny Malone (Michael Beck) a realizar seu grande sonho de abrir uma inovadora casa noturna. O experiente dançarino Danny McGuire (Gene Kelly) também contribui na empreitada, mas tudo se complica quando Kira acaba se apaixonando por Sonny, contrariando as ordens de Zeus.

SCREENS:

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ELENCO:

Olivia Newton-John … Kira
Gene Kelly Gene Kelly … Danny McGuire
Michael Beck … Sonny Malone
James Sloyan … Simpson
Dimitra Arliss … Helen
Katie Hanley … Sandra
Fred McCarren … Richie

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO:

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 5,43 Gb e outro menor com 1,85 Gb. Ambos têm dois áudios e as únicas diferenças entre eles são a bitragem de vídeo e as qualidades dos áudios. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Já os áudios do arquivo menor possuem qualidades um pouco inferiores aos do arquivo maior, a fim de diminuir o seu tamanho total. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Também envio a trilha sonora do filme.

A REMASTERIZAÇÃO

Em Março deste ano foi lançado o bluray do filme Xanadu nos Estados Unidos. Projeto antigo de remasterização que estava parado comigo aqui há anos, finalmente encontrei um release de qualidade, baseado agora neste lançamento, para criar um dual áudio à altura das expectativas dos fãs da obra. Obviamente, depois de tanto tempo de espera, uma remasterização mais básica melhorando e sincronizando o áudio de TV-rip existente não seria o suficiente. Teria que ter a criação de uma dublagem em 5.1 canais, mesmo com todo o trabalho que a criação de um áudio assim pede.

Dessa forma, iniciei o processo filtrando fortemente todos os ruídos, estalos, cliques e chiados típicos de todo TV-rip. O próximo passo foi transformar a dublagem stéreo em um único canal mono, que seria inserido no áudio 5.1 inglês substituindo o canal central original. Depois fui consertando os erros e falhas no áudio, oriundos das transmissões analógicas antigas gravadas pelos nossos queridos VHSs. A maioria das falhas pode ser consertada inserindo material do áudio original inglês para cobri-las. Nas partes onde as falhas aconteciam em cima das falas procurei ao longo do filme por falas idênticas, ou pelo menos aproximadas, copiei estes trechos e substitui as partes faltantes por eles, ajustando a amplificação, o timbre e a velocidade das falas para encaixar o melhor possível. Infelizmente, um trecho de aproximadamente dez segundos, a partir de 24:26, ficou sem dublagem, que não foi encontrada em nenhum outro arquivo que achei na internet. Neste trecho, as legendas entrarão automaticamente.

Para aumentar a qualidade geral do áudio, vários trechos inteiros onde não havia diálogos foram substituídos pelos trechos equivalentes do áudio original do canal central inglês, o que gerou um grande ganho de fidelidade e pureza no resultado final.

Também foi necessária a edição dos diálogos em inglês existentes nos demais canais, substituindo-os pela dublagem, mas mantendo as suas características. Porém eu mantive as vozes de conversas ao fundo originais em inglês nos pontos onde há aglomeração de pessoas, pois a maioria dos diálogos era ininteligível e a substituição provocaria uma queda de qualidade nestes trechos. Por último, foi necessária a sincronização segundo a segundo ao longo de todos os noventa e cinco minutos de projeção.

Ao final do processo o arquivo foi salvo em um codec AC-3 com 640 kbps para utilização no arquivo maior, e em codec AC-3 com 384 kbps para uso no arquivo menor. O resultado final não ficou perfeito, mas acredito que agradará à maioria dos fãs deste simpático musical de baixo orçamento, mas que contou com a participação de talentos geniais nos longínquos anos 80.
Abaixo a imagem gráfica do resultado final capturada do Audacity. Para melhor comparação, eu mantive, na imagem, o canal central original inglês (em cinza) junto com os demais canais e o canal central introduzido com a dublagem remasterizada (todos em azul). Notem como a qualidade do canal central introduzido (azul) ficou bem próxima da do canal central original (cinza).

ImagemO gráfico acima deixa clara a diferença entre o canal dublado introduzido e os demais canais originais do áudio inglês.

A TRILHA SONORA:

Este é um caso atípico em que a trilha sonora superou, em muito, o sucesso do próprio filme. O filme foi muito criticado na época de seu lançamento e não foi bem nas bilheterias. Ele só foi alcançar o sucesso merecido através de home vídeo, com exibições constantes nas TVs de vários países e os lançamentos em VHS, DVD, e agora, bluray.

Porém a trilha sonora foi um sucesso estrondoso já em seu lançamento, ganhando vários discos de ouro e de platina ao redor do mundo. A união da voz afinadíssima de Olivia Newton-John com a sonoridade quase eletrônica dos britânicos do Electric Light Orchestra (ELO), em plena era das discotecas, transformou o disco em um campeão de vendas. A canção “Magic” foi para o 1º lugar nas paradas de singles pop dos EUA. No Reino Unido, o álbum da trilha sonora chegou ao número dois, e o single “Xanadu” foi número 1 por duas semanas em Julho de 1980.

Com o passar dos anos, tanto o filme como o disco se tornaram clássicos, principalmente devido aos saudosistas dos anos 70/80, que mantiveram o interessa na obra e passaram este interesse para as novas gerações.

O disco possui as dez principais músicas mostradas no filme em suas versões originais, divididos entre o lado “A”, predominantemente para Olivia Newton-John, e o lado “B”, majoritariamente para o ELO. Para manter o máximo de qualidade, o arquivo que envio com a trilha está no formato FLAC (sem perdas) e, por conta disso, possui um tamanho muito maior que o equivalente à um arquivo MP3 com a mesma duração, totalizando 234 MB.

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MUSAS:

Imagem As nove musas com o deus Apolo (ao centro com a túnica azul), na pintura do renascentista Giulio Romano.

Musas são divindades da mitologia Grega, geralmente vistas como as responsáveis por trazer inspiração a todos os artistas de todas as artes. Abaixo, uma descrição mais completa dessas divindades a partir das palavras do escritor, professor e classicista Junito de Souza Brandão:

“As Musas pertencem originariamente à família das ninfas: são as fontes inspiradoras que comunicam aos homens a faculdade poética e lhes ensinam as divinas cadências. O seu número tem variado bastante segundo os tempos e as localidades; mas primitivamente eram apenas três, Melete (A Meditação), Mneme (A Memória) e Aoide (O Canto). Habitualmente são nove irmãs que Hesíodo diz terem nascido de Zeus e Mnemósina, a Memória.

“Na Pieria, Mnemósina, que reinava sobre as colinas de Eleutério, unida ao filho de Crono, deu à luz essas virgens que proporcionam o esquecimento dos males e o fim das dores. Durante nove noites, o prudente Zeus, deitando-se no leito sagrado, dormiu ao lado de Mnemósina, longe de todos os imortais. Um ano depois, tendo as estações e os meses percorrido o seu curso, bem como os dias, Mnemósina deu à luz nove filhas animadas do mesmo espírito, sensíveis ao encanto da música e trazendo no peito um coração isento de inquietações; deu-as à luz perto do pico elevado do nervoso Olimpo no qual elas formam coros brilhantes e possuem pacíficas moradas.
Ao seu lado, postam-se as Carites e o Desejo nos festins, em que a sua boca, expandindo amável harmonia, canta as leis do universo e as respeitáveis funções dos deuses. Orgulhosas da belíssima voz e dos seus divinos concertos, subiram ao Olimpo; a terra negra ecoava-lhes os acordes, e sob os seus pés se erguia um ruído sedutor, enquanto elas rumavam para o autor dos seus dias, o rei do céu, o senhor do trovão e do raio ardente, o qual, poderoso vencedor de seu pai Crono, distribuiu eqüitativamente entre todos os deuses as incumbências e honras. “Eis o que cantavam as Musas moradoras do Olimpo, as nove filhas do grande Zeus, Clio, Euterpe, Talia, Melpômene, Terpsícore, Erato, Polímnia, Urânia e Calíope, a mais poderosa de todas, pois serve de companheira aos veneráveis reis.

Quando as filhas do grande Zeus querem honrar um desses reis, filhos dos céus, mal o vêem nascer derramam-lhe sobre a língua um delicado orvalho, e as palavras lhe fluem da boca como verdadeiro mel. Eis o divino privilégio que as Musas concedem aos mortais.” (Hesíodo).
As Musas eram respeitadíssimas e o talento dos artistas tido como dom das nove irmãs. Nas suas estátuas, liam-se inscrições como a seguinte : “Ó deus, o músico Xenocles mandou erguer-vos esta estátua de mármore, monumento da gratidão. Todos dirão: ‘Na glória que lhe proporcionou o seu tlento, Xenocles não se esqueceu daquelas que o inspiraram’.” (Teócrito).
Após a derrota dos Titãs, os deuses pediram a Zeus que criasse divindades capazes de cantar condignamente a grande vitória dos Olímpicos. Zeus partilhou o leito de Mnemósina durante nove noites consecutivas e, no tempo devido, nasceram as nove musas. Há outras tradições e variantes que fazem delas filhas de Harmonia ou de Urano e Geia, mas essas genealogias remetem direta ou indiretamente a concepções filosóficas sobre a primazia da Música no universo. As musas são apenas as cantoras divinas, cujos coros e hinos alegram o coração de Zeus e de todos os Imortais, já que sua função principal era presidir ao Pensamento sob todas as suas formas: sabedoria, eloqüência, persuasão, história, matemática, astronomia.

Para Hesíodo, são as musas que acompanham os reis e ditam-lhes palavras de persuasão, capazes de serenar as querelas e restabelecer a paz entre os homens. Do mesmo modo, acrescenta o poeta de Ascra, é suficiente que um cantor, um servidor das musas celebre as façanhas dos homens dos passado ou os deuses felizes, para que se esqueçam as inquietações e ninguém mais se lembre de seus sofrimentos.
Havia dois grupos principais de Musas: as da Trácia e as da Beócia. As primeiras, vizinhas do monte Olimpo, são as Piérides; as outras, as da Beócia, habitam o Hélicon e estão mais ligadas a Apolo, que lhe dirige os cantos em torno da fonte de Hipocren, cujas águas favoreciam a inspiração poética.
Embora em Hesíodo já apareçam as nove Musas, esse número variava muito, até que na época clássica seu número, nomes e funções se fixaram: Calíope preside à poesia épica; Clio, à história; Polímnia à retórica; Euterpe, à música; Terpsícore, à dança; Érato, à lírica coral; Melpômene, à tragédia; Talia, à comédia; Urânia, à astronomia.
Atributos das Musas – Para compreendermos as honras que os antigos prestavam às Musas, devemos lembrar-nos de que nas épocas primitivas a poesia é um dos agentes mais poderosos da civilização. A arte representa as Musas sob a forma de jovens cobertas de longas túnicas; usam, às vezes, plumas na cabeça, como recordação da vitória obtida contra as sereias, mulheres-pássaros. As Musas foram sendo, pouco a pouco, caracterizadas por atributos especiais, e a arte reservou a cada uma delas um papel particular.
Clio, a musa da história, está caracterizada pelo rolo que segura.
Calíope preside aos poemas destinados a celebrar heróis. A escultura a representou sentada num rochedo do Parnaso; parece meditar e prepara-se para escrever versos em tabuinhas que segura numa das mãos.
A máscara trágica, a coroa báquica e o coturno de que está calçada Melpômene a dão a reconhecer por musa da tragédia. Usa, às vezes, os atributos de Heracles para exprimir o terror ; a sua coroa báquica lembra que a tragédia foi inventada para celebrar as festas de Baco. Há no Louvre uma estátua colossal de Melpômene que pertence à mais bela época da arte grega.
Terpsícore, Musa da poesia lírica, da dança e dos coros, está habitualmente coroada de louros e toca lira para animar a dança.
A máscara cômica, a coroa de Hera, o cajado de pastor, de que se serviam os atores na antiguidade, o tímpano ou tambor em uso nas festas báquicas são os atributos comuns de Talia, musa da comédia.
Erato é a Musa da poesia amorosa, e em geral empunha uma lira. Tinha Erato grande importância nas festas que se realizavam por ocasião das núpcias.
A Musa que preside à música, Euterpe, empunha uma flauta. Temos no Louvre várias estátuas de Euterpe notáveis. A Musa da música está, por vezes, acompanhada do corvo, ave de Apolo.
Urânia, Musa da astronomia, segura um globo numa das mãos e na outra um rádio, varinha que servia para indicar os sinais vistos no céu.
Polímnia, Musa da eloqüência e da pantomima, está sempre envolta num grande manto e em atitude de meditação. Muitas vezes tem uma coroa de rosas. Uma belíssima estátua do Louvre a mostra apoiada ao rochedo do Parnaso, com a cabeça sustida pelo braço direito. Está figurada na mesma posição num baixo-relevo representando a apoteose de Homero.
Nos monumentos antigos, Apolo aparece freqüentemente como condutor das Musas. Chama-se, então, Musagete, e usa uma longa túnica. Esse tema agradava bastante aos artistas da Renascença, que o representaram com freqüência. O belo quadro de Mantegna, que o catálogo do Louvre designa sob o nome de Parnaso, representa Apolo fazendo dançar as Musas ao som da lira, na presença de Ares, Afrodite e Eros colocados sobre uma elevação. No canto, Hermes empunhando um longo caduceu apóia-se sobre o cavalo Pégaso. Rafael, no célebre afresco do Vaticano, também coloca as Musas sob a presidência de Apolo, conforme à tradição, que as faz seguir o deus da lira. O próprio Apolo dança com as Musas, na famosa ronda das Musas, pintada por Jules Romain.

O lugar das Musas era naturalmente assinalado nos sarcófagos, assim como as máscaras de teatro que ali vemos freqüentemente esculpidas. A vida era considerada um papel que cada um desempenhava ao passar pela terra, e quando era bem desempenhado, conduzia à ilha dos Venturosos.

Todos esses velhos usos desapareceram pelo fim do império, e o papel civilizador que se atribuíra às Musas foi esquecido. Um dos últimos escritores pagãos, contemporâneo das invasões bárbaras, o historiador Zózimo, fala da destruição das imagens das Musas do Helicão, que haviam sido conservadas ainda na época de Constantino. “Então, diz ele, fez-se guerra às coisas santas, mas a destruição das Musas pelo fogo foi um presságio da ignorância em que o povo iria tombar.”
Dioniso, tão freqüentemente quanto Apolo, está representado conduzindo o coro das Musas, e até parece que acabou por ter mais importância em tal papel do que o deus de Delfos. A inspiração vem da ebriedade divina, e aliás Dioniso é o inventor do teatro. No coro das Musas, a declamação não podia deixar de ocupar o seu posto ao lado da invenção.
O magnífico túmulo conhecido pelo nome de Sarcófago das musas, no Louvre, foi descoberto no começo do século XVIII, a uma légua de Roma, na estrada de Óstia. O baixo-relevo principal representa as nove Musas, caracterizadas pelos seus atributos distintivos. Calíope, empunhando o cetro está em companhia de Homero e Erato conversa com Sócrates: eis o tema dos dois baixos-relevos que ornam as faces laterais. Na lousa, vê-se um festim dionisíaco, em alusão às alegrias da vida futura.”

Por Junito de Souza Brandão.

XANADU:

Imagem Mapa com a localização de Xanadu.

Apesar do filme se basear em um personagem da mitologia grega, o termo “Xanadu” não tem relação com essa mitologia, sendo introduzido o conceito lendário de outra cultura do passado. Xanadú, Xanadu, Zanadu ou Shangdu (Shàngdū em pinyin) era a capital de verão do Império Mongol de Kublai Khan, império que chegou a ocupar grande parte da Ásia.

Achados arqueológicos concluíram que a cidade estava situada na atual província da Mongólia Interior, na China. A cidade era dividida em três: a “cidade exterior”, a “cidade interior” e o palácio, onde Kublai Khan permanecia durante o verão. Acredita-se que o Palácio de Xanadu era parte da Cidade Proibida, em Pequim. Os restos atuais mais visíveis são as muralhas em terra bem como a plataforma circular de azulejos no centro da cidade interior.

Os cãs mongóis abriram o império a viajantes ocidentais, permitindo a alguns exploradores, como o veneziano Marco Polo (que a visitou em 1275) falar sobre as maravilhas do Oriente aos europeus. Xanadu converteu-se em uma metáfora de opulência, graças ao poema “Kubla Khan” de Samuel Taylor Coleridge.Hoje, o sítio arqueológico de Xanadu é considerado Patrimônio Mundial pela Unesco.

Imagem Patrimônio Mundial pela Unesco, Xanadu encanta o imaginário do ocidente há mais de sete séculos.

TRADUÇÃO – KUBLA KHAN, DE SAMUEL TAYLOR COLERIDGE

Kubla Khan é um poema escrito por Samuel Taylor Coleridge, poeta inglês, em homenagem ao grande líder mongol Kublai Khan e seu palácio de verão, Xanadu. O poema descreve eloquentemente Xanadu e o rio sagrado Alph, às vezes de forma subjetiva, outras, de forma direta, e através desse relato fala de seus próprios sentimentos. Esse poema é uma prova do fascínio que o Ocidente tinha pelo Oriente, ou mais além, do fascínio que o homem tem do desconhecido.
Essa tradução tenta ao máximo respeitar a métrica e o esquema de rimas do poema original, e toma algumas liberdades onde o tradutor achou que elas seriam bem-vindas.

KUBLA KHAN
Samuel Taylor Coleridge (Original – Inglês)

“In Xanadu did Kubla Khan
A stately pleasure-dome decree:
Where Alph, the sacred river, ran
Through caverns measureless to man
Down to a sunless sea.

So twice five miles of fertile ground
With walls and towers were girdled round:
And there were gardens bright with sinuous rills,
Where blossomed many an incense-bearing tree;
And here were forests ancient as the hills,
Enfolding sunny spots of greenery.

But oh! That deep romantic chasm which slanted
Down the green hill athwart a cedarn cover!
A savage place! As holy and enchanted
As e’er beneath a waning moon was haunted
By woman wailing for her demon-lover!
And from this chasm, with ceaseless turmoil seething,
As if this earth in fast thick pants were breathing,
A mighty fountain momently was forced:
Amid whose swift half-intermitted burst
Huge fragments vaulted like rebounding hail,
Or chaffy grain beneath the thresher’s flail:
And ‘mid these dancing rocks at once and ever
It flung up momently the sacred river.
Five miles meandering with a mazy motion
Through wood and dale the sacred river ran,
Then reached the caverns measureless to man,
And sank in tumult to a lifeless ocean:
And ‘mid this tumult Kubla heard from far
Ancestral voices prophesying war!

The shadow of the dome of pleasure
Floated midway on the waves;
Where was heard the mingled measure
From the fountain and the caves.
It was a miracle of rare device,
A sunny pleasure-dome with caves of ice!

A damsel with a dulcimer
In a vision once I saw:
It was an Abyssinian maid,
And on her dulcimer she played,
Singing of Mount Abora.
Could I revive within me
Her symphony and song,
To such a deep delight ‘twould win me
That with music loud and long
I would build that dome in air,
That sunny dome! those caves of ice!
And all who heard should see them there,
And all should cry, Beware! Beware!
His flashing eyes, his floating hair!
Weave a circle round him thrice,
And close your eyes with holy dread,
For he on honey-dew hath fed
And drunk the milk of Paradise.”

KUBLA KHAN
Samuel Taylor Coleridge (Tradução – Português)

“Em Xanadu erigiu Kubla Khan
Um domo de prazer decretado
Onde o rio sagrado Alph corria
Em cavernas que o homem não mediria
Em um mar pelo sol não explorado.

O solo fértil se estendia
Com ameias trançadas ao dia
Nos jardins e trilhas sinuosas
Florescia uma árvore de incenso
Em florestas tão misteriosas
Com raras manchas ensolaradas.

Mas ah! O profundo abismo romântico
Na colina, coberta de madeira cortante
Lugar selvagem! Santo, como um cântico
Pois, a lua em prantos é amaldiçoada
Por uma dama e seu demoníaco amante
E do abismo, inquieto e fervente
Como se a terra respirasse inocente
Uma fonte surgiu, no momento forçada
E vindo de seu jato interrompido
Fragmentos caíram como granizo
Ou grãos que somem sem aviso
E dentre as rochas em sua dança
Correu acima o rio sem temperança
Seguindo seu caminho sinuosamente
E dentre a madeira o rio corria
Até as cavernas que o homem não mediria
E afundou em tumulto num mar sem vida
E nesse tumulto, Kubla ouviu da terra
Vozes ancestrais profetizando guerra!

A sombra do prazeroso domo, ela
Flutuava por dentre as ondas
Onde foi ouvida com cautela
Da fonte e das cavernas sem sondas
Era um milagre, com todo o direito de Sê-lo
O domo de prazer, ensolarado e feito de gelo!

Uma donzela e um saltério
Eu tive essa visão um dia
Era uma abissínia escrava
E com seu saltério, ela tocava
Cantando do monte Abora
Ah! Se pudesse tê-la dentro de mim
Sua música e sinfonia
Um êxtase tão profundo viria a mim
Que com sua música e sua harmonia
No ar, o domo talvez eu construa
Prazeroso domo! Ensolarado e de gelo
E todos que ouviram os veriam então
E todos gritariam Atenção! Atenção!
Seus olhos brilham, seu cabelo flutua
Teça um círculo a sua volta com riso
E feche seus olhos com medo e castidade
Pois ele se alimentou do mel da eternidade
E bebeu o leite do Paraíso.”

INFORMAÇÕES SOBRE O FILME:

De acordo com o folheto de duas páginas incluído no DVD, o filme foi originalmente concebido como um filme de patinação-disco de baixo orçamento. O iminente lançamento de “Boogie Roller” (1979) e “Skatetown, U.S.A” (1979) levou a muitas mudanças no roteiro para evitar comparações com ambos os filmes. Entre as mudanças está a mistura entre os estilos musicais dos anos 1940 e 1980. Foi a estréia na direção de Robert Greenwald.
Imagem “Boogie Roller” (1979) e “Skatetown, U.S.A”. Filmes com temáticas idênticas lançados pouco antes de “Xanadu”.

O orçamento original para o filme era de US$ 4 milhões, mas os custos subiram para US$ 13 milhões. O produtor executivo da Universal, Ned Tanen, demitiu o produtor Joel Silver, que imediatamente começou a trabalhar para o seu amigo e mentor Lawrence Gordon, que também era um produtor do filme, e que acabou colocando Joel Silver novamente no projeto. Os sets do clube Xanadu custaram US$ 1.000.000 para serem construídos.

O filme foi feito para lançar a carreira de Olivia Newton-John como uma estrela solo. Devido ao seu fraco desempenho nas bilheterias norte-americanas, o projeto foi abandonado. A atriz não estrelaria outro musical até “Score: A Hockey Musical” (2010), 30 anos depois. Seu próximo filme, “Embalos a Dois” (1983) não era um musical, embora ela cantasse canções para a trilha sonora.

Depois que Kira diz à Sonny que ela é uma das musas gregas, ela começa a dizer: “Meu nome real é Terp…”, mas Sonny a interrompe, e ela nunca revela seu verdadeiro nome. Contudo, pelo início da frase, por estar ajudando Sonny a abrir uma danceteria e por ser, obviamente, uma dançarina, concluímos que se trata de Terpsícore, a musa grega da dança.
Imagem Terpsícore, musa da dança, é a verdadeira identidade de Kira.

Gene Kelly e seu número de dança com Olivia Newton-John, totalmente coreografado por ele, foi filmado após as filmagens terem terminado. Ele pediu um set fechado com apenas a presença dele mesmo, Newton-John, um cinegrafista, um coreógrafo com quem ele tinha grande amizade, e outros dois membros da produção. Esta seria a última aparição do ator no cinema e ele queria autonomia total para se despedir das telas da maneira que melhor desejasse.
Imagem Despedida de um gênio. Poucos eleitos puderam acompanhar a última gravação de Gene Kelly para o cinema.

Andy Gibb, irmão mais novo dos irmãos que formavam o grupo Bee Gees (ele sempre seguiu carreira solo e nunca se integrou ao grupo), foi originalmente escalado para interpretar Sonny, mas acabou perdendo o papel para Michael Beck. John Travolta também foi convidado para o papel. Michael Beck não teve que fazer um teste para protagonizar este filme. Os produtores gostaram do seu desempenho em “Warriors – Os Selvagens da Noite” (1979) e o contrataram imediatamente após as recusas e testes dos outros atores contatados. Michael Beck não canta neste filme. Beck foi dublado pelo cantor Cliff Richard.
Imagem Andy Gibb era um dos ícones da música pop nos anos 70/80.

Segundo entrevistas dadas por Olivia Newton-John, o roteiro foi escrito durante as filmagens, sofrendo várias modificações e adaptações. A atriz fraturou o cóccix durante as filmagens da seqüência de dança “Suddenly”, devido à uma queda. Mas as filmagens não atrasaram, pois o diretor adiantou as filmagens das cenas em que a atriz não aparecia.

De acordo com as informações especiais do lançamento em DVD, a seqüência da animação foi adicionada porque os cineastas precisavam incluir uma canção extra escrita para o filme. Ter um desenho animado feito para a canção era mais fácil e mais barato do que tentar criar toda uma seqüência com atores reais.
Imagem A curta animação ajudou a não deixar o orçamento estourar ainda mais.

Danny McGuire brinca quando diz “eles costumavam ter luta livre aqui”, ao ver o local escolhido por Sonny para que a danceteria fosse aberta. O local em questão não era um cenário criado para o filme. Trata-se do “Pan-Pacific Auditorium”, famoso local de entretenimento em Los Angeles. Inaugurado em 1935, o local abrigou de shows de música a apresentações esportivas nas décadas seguintes, inclusive o polêmico show que Elvis Presley fez em outubro de 1957. Já decadente na década de 70, o local chegou a abrigar, realmente, edições de luta livre. Na época das filmagens ele se encontrava abandonado e nunca mais foi reaberto. Um grande incêndio em 1989 destruiu completamente o local, pondo fim à história de um dos mais conhecidos centros de entretenimento da Califórnia.
Imagem O Pan-Pacific Auditorium em quatro momentos: Inauguração (no alto à esquerda), competições esportivas (no alto à direita), shows de música (acima à esquerda) e destruição (acima à direita).

Como Xanadu é uma fantasia terrestre, muitos dos efeitos especiais elaborados tiveram de ser trabalhados com sucesso em ambientes naturais e cenas de rua. Por exemplo, uma musa sai como um raio cônico live-action de dentro da superestrutura metálica de um grande edifício. Robert Greenwald disse que os efeitos de Xanadu eram muito mais difíceis do que seus efeitos mais impressionantes criados para aventuras espaciais. Joel Silver, Robert Greenwald, e Victor J. Kemper queriam efeitos especiais mais elaborados, mas isso se tornou impossível quando a Universal Pictures antecipou o lançamento do filme do Natal de 1980 para o verão (Julho) do mesmo ano.

A cena dos patinadores na Discoteca Xanadu incluiu 60 patinadores. A patinadora olímpica Peggy Fleming, medalha de ouro nas olimpíadas de 1968 realizadas na Cidade do México, no México, ajudou a planejar as cenas de patinação.
Imagem Peggy Fleming, campeã olímpica e coreógrafa cinematográfica.

“Do not Walk Away”, a seqüência animada no filme, apresenta cenas quase idênticas à algumas da animação “A Polegarzinha” (1994), por exemplo, a cena de uma menina andando sobre uma folha. Ambos foram dirigidos por Don Bluth.

Olivia Newton-John conheceu Matt Lattanzi, que teve um papel menor, durante as filmagens. Depois, Lattanzi acompanhou Newton-John para a Austrália em uma visita promocional para Xanadu (1980), e conheceu seus pais. Eles se casaram em 1984, tiveram uma filha, Chloe Lattanzi, e se divorciaram em 1995.
Imagem Matt Lattanzi (em destaque à esquerda) e a família Lattanzi doze anos depois.

O mural no filme não existe e foi criado na pós-produção. A imagem da pintura foi sobreposta sobre a fachada de uma loja instalada num beco em Dudley Avenue e Ocean Front Walk, em Santa Monica, Califórnia. A cena em que Sonny se aproxima do mural e o toca não foi feita no beco, e sim no estúdio.
Imagem Mural criado no pós-produção (no alto) e sua versão no estúdio (acima).

A versão da Broadway para “Xanadu” estreou no Helen Hayes Theater em 10 de julho de 2007, e continuou por 512 apresentações. Foi indicado para o Tony Awards 2008 de Melhor Musical.

O personagem de Gene Kelly “Danny McGuire” tem o mesmo nome de seu personagem em Cover Girl (1944), além de ambos serem donos de clubes, mas não fica claro se ele está prestando uma homenagem ao filme anterior, se está usando-o como referência ou se ele está representando o mesmo personagem 35 anos depois.

Entre as mulheres, somente Olivia Newton-John canta neste filme. As três cantoras que sobem ao palco na sequência da década de 1940 fazem movimentos labiais, mas são dubladas pela atriz, que faz três passagens vocais para completar a música.
Imagem Olivia Newton-John faz três passagens de voz para dublar as três cantoras da década de 40.

Mesmo com todo o cuidado na pós-produção, alguns erros acabam permanecendo no filme pronto. Na cena de dança no salão durante a música “Whe never You’re Away From Me”, é possível vislumbrar o cinegrafista utilizando uma camiseta preta refletido no espelho. Em outra falha, perto do final de “Dancin ‘”, quando os dois dançarinos dos anos 80 se encontram com os dois dançarinos dos anos 40, um tecido branco está por trás deles e vários pares de sapatilhas brancas e azuis e pernas vestidas de jeans são visíveis por trás dele, na parte inferior.
Imagem Como em toda produção, pequenas falhas fazem a alegria dos fãs.

O filme abre com o logotipo da Universal como era na década de 1930, com um pequeno monomotor da época circulando o globo; então torna-se um avião de passageiros dos anos 50; em seguida, aparece o Concorde, mais moderno avião da época; depois, pela quarta passagem, ele se transforma em uma nave espacial. Em toda esta abertura, passagens instrumentais de ” Whe never You’re Away From Me” e “Xanadu” tocam ao fundo, com estilos musicais correspondentes ao período de cada aeronave.

Das nove atrizes que interpretaram as musas que aparecem no filme, apenas uma, além da própria Olivia Newton-John, seguiu carreira como atriz. Trata-se de Sandahl Bergman, a musa nº 1(a quarta a sair do mural). A atriz, que estreou no cinema um ano antes em “O Show Deve Continuar“ (1979), ficou bastante conhecida dois anos depois quando estrelou, ao lado de Arnold Schwarzenegger, o cultuado filme “Conan, o Bárbaro” (1982), interpretando a personagem Valéria. Pelo filme, a atriz foi premiada com o Globo de Ouro de “Nova Estrela Feminina” e com o Saturn Awards de “Melhor Atriz”. Hoje ela está aposentada das telas e seu último trabalho foi em 2003 com o filme “Crime de um Detetive”.
Imagem Sandahl Bergman como uma das musas em “Xanadu” (no alto) e ao lado de Schwarzenegger em “Conan, o Bárbaro” (acima).

Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, elantiguomundo.com, michaelmosaics.com, mitologia.templodeapolo.net, ppcorn.com, ambar-muebles.com, lafire.com, notcoming.com, shadowstosoul.blogspot.com.br, whc.unesco.org, chinadaily.com.cn, maps.maphill.com, movies.yahoo.com, retrocinema.wetcircuit.com, mubi.com, 2ontheaisle.wordpress.com e onlyolivia.com.

42 comentários para XANADU (1080p/Dual Áudio) – 1980

  • cidadaok  Disse:

    Fantástico!
    Obrigado, Don Costa, pelo presente.
    Grande abraço.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Cidadaok.
      Musicais não são a minha preferência, mas neste caso eu conheci a trilha sonora antes do filme. Sempre gostei do som do ELO e da voz espetacular da Olivia Newton-John. A trilha sonora deste filme é fantástica. Assim, apesar de quase metade do filme ser cantado, eu acabei curtindo bastante o filme como um todo, já que gostava da trilha. Com a passagem dos anos, fui apreciando ainda mais todos os seus pontos, até ele se tornar um clássico para mim.
      Estava ansioso por este lançamento em bluray para poder fazer esta remasterização, uma vez que tinha pouca esperança de que ele fosse lançado dublado no Brasil. Por enquanto, não há sinais de lançamento deste filme em bluray por aqui, e se o fizerem, provavelmente será com uma redublagem,
      Então, espero que a remasterização agrade aos marujos do site tanto quanto me agradou.
      Muito obrigado pelo comentário.
      Tenha um bom fim de semana.

  • SERAFIM.WILLBEND  Disse:

    Don eu tinha este filme como projeto futuro, mas a demanda é grande voce sabe fico feliz pois queria 1080p e agora este presente, muito tankyou

    • Don Costa  Disse:

      Olá Serafim.
      A quantidade de colaboradores do Tela de Cinema já cresceu tanto que às vezes os projetos se cruzam. Já aconteceu comigo algumas vezes, e agora acontece novamente. Mas não deixe o seu projeto de lado por causa disso. Se tem uma coisa que aprendemos com a queda do Megaupload é que quanto mais opções tivermos para baixar uma determinada obra, melhor. O que importa é que todos tenham acesso à esse importante conteúdo cultural disponibilizado pelo Tela, seja com quantas versões forem. E mesmo que sejam versões iguais de um mesmo filme, no mínimo os marujos terão duas ou mais opções de servidores de download, diminuindo as chances dos filmes ficarem sem links on line.
      Muito obrigado pelo comentário e pelas palavras de apoio.
      Agora lá vou eu para outro projeto.
      Grande abraço.

  • Falcao_Negro  Disse:

    Incrível postagem!!
    Baixando a versão maior com orgulho!!
    Muito obrigado por esse grande presente camarada Don Costa!!
    Um forte abraço.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Falcao.
      Eu aguardava ansioso por este lançamento em bluray.
      Porém, apesar de a imagem ter ficado muito superior à de um DVD, a restauração feita pela Universal em alta definição me pareceu ter um resultado um pouco irregular. As cenas claras e coloridas estão impecáveis, assim como as cenas em movimento. Mas as cenas com pouca luz pareceram-me um tanto granuladas, apesar de bem definidas, gerando a sensação de uma imagem esbranquiçada. Eu não tenho uma boa visão, mas já fiz tantas remasterizações que me acostumei à observar detalhadamente estas imagens em alta definição para poder classificar as restaurações entre boas, muito boas e perfeitas. As restaurações de “O Mágico de Oz” (1939) e “…E O Vento Levou” (1939), por exemplo, estão perfeitas. Não importam a iluminação, os movimentos ou as cores na tela. A qualidade da imagem está sempre impecável. Já a restauração de “Tropas Estelares” (1997) possui pequenas irregularidades nos ponto onde o CGI é usado em cenas movimentadas junto com os atores de carne e osso, o que a classifica como uma restauração muito boa. Já a restauração de “Xanadu” parece ter sofrido o mesmo problema que a restauração de “Mutação” (1997), com uma tênue falta de nitidez nas cenas escuras, o que me faz classificá-la como boa, mesmo no arquivo maior. Mas nada que atrapalhe o prazer dos fãs de se assistir à esse filme, pois a imagem, mesmo assim, está muito, muito superior ás opções que tínhamos até agora.
      Obrigado por comentar, amigo Falcao.
      Tenha um bom fim de semana.

  • toni costa  Disse:

    que bom poder rever este ! , muito obrigado por disponibilizar e parabens pelo exelente post. Dom Costa umotimo final de semana .

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, Toni xará?
      Nunca entendi o porquê este filme não foi bem nas bilheterias. Tinha tudo para ser um campeão de vendas. Musicais estavam em alta, pipocavam discotecas pelo mundo afora, patins eram uma febre (em alguns lugares era mais fácil encontrar gente patinando do que andando à pé), Olivia Newton-John era conhecida mundialmente e o ELO não parava de tocar nas rádios. Talvez uma divulgação maior à época traria uma melhor sorte ao longa, já que ele foi ganhando público conforme era exibido pelas tvs e lançado em home vídeo. Mas, com o orçamento estourado, gastos extras com mais divulgação estavam fora de questão naquele momento.
      Seja como for, o tempo o transformou em um “cult”, e hoje o filme tem o seu público cativo, além de um lugar reservado nas videotecas de todo amante de cinema.
      Muito obrigado pelo seu comentário, Toni.
      Forte abraço.

  • gloria  Disse:

    Nossa Don Costa, você não é a Universal mas …arrebentou!!!
    Postagem Magnifica. Deveria ter um dia da semana aqui em Sampa
    para os cinemas passarem esses filmes
    Certamente eu iria bater cartão,como não tem…
    Tem os marujos do Tela, que nos presenteiam com verdadeiras obras de arte
    muito obrigada Marujos

    • Don Costa  Disse:

      Muito boa noite, Glória.
      Voltar a ver esses clássicos na tela grande seria realmente algo extraordinário. Mas esbarra na mesma questão que impede outras ações, como relançamentos em alta definição de dublagens clássicas ou exibições de programas e novelas antigas em canais como o “Viva”, por exemplo. A complexa legislação sobre direitos autorais. Um dono de cinema que quiser exibir um clássico como este terá que pagar um valor tão alto para as distribuidoras que o lucro só viria depois de várias sessões lotadas, o que nem sempre é garantido. Por isso que, quando estes filmes são relançados no cinema, geralmente é em festivais custeados por patrocinadores, ou em inúmeras salas simultaneamente pela própria distribuidora em datas especiais, o que garantiria o faturamento.
      Mas que bom que temos uma ferramenta como o Tela de Cinema, que nos permite compartilhar as nossas preciosidades com os demais marujos e marujas amantes da sétima arte.
      Muitíssimo obrigado por prestigiar minha postagem, amiga Gloria. Espero que o arquivo, aqui disponibilizado, te agrade tanto quanto me agradou.
      Um grande e forte abraço para você.

  • C,TaxiDriver  Disse:

    Só assistir uma vez esse filme, foi mais ou menos há 10 anos, se não me engano, em VHS emprestado por uma amigo. Bons tempos aqueles. Aproveitando seu belíssimo post, baixarei para rever e tê-lo em minha coleção. Muito obrigado e forte abraço.

    PS: Tem uma música muito boa (pelo para mim, rsrs), sobre Xanadu.

    https://www.youtube.com/watch?v=SEuOoMprDqg&ab_channel=RushVEVO

    • Don Costa  Disse:

      Cláudio, pode aproveitar e se deleitar, pois a dublagem é a mesma.
      Só que agora está em alta definição.
      Rapaz, a primeira vez que eu ouvi a bateria nervosa de Neil Peart, ainda nos anos 80, eu pensei que eram dois bateristas tocando ao mesmo tempo. A música, “Tom Sawyer”, não saiu da minha cabeça por meses. Por sorte, tempos depois, ela foi usada como tema de abertura do seriado “Profissão, Perigo”, o que me ajudou a identificar o grupo responsável por aquele som e, finalmente, comprar o meu primeiro disco do “Rush”. Esse trio canadense toca como se fosse uma orquestra. É simplesmente incrível o som produzido por apenas três integrantes, inclusive ao vivo. “Xanadu” está entre as minhas favoritas. Sugiro o disco ao vivo “Exit… Stage Left”. De ponta à ponta, simplesmente imperdível.
      Muito obrigado pelo comentário, Grande Cláudio.
      Um bom domingo para você.

  • benhurpaz  Disse:

    Fiquei muito impressionado com a pesquisa, minuciosa feita. Hoje eu tive uma verdadeira aula sobre o filme Xanadu, Fiquei muito curioso para assistir este filme! A pesar de não fazer muito o meu gênero! A outro ponto que eu não posso esquecer, e o belo trabalho em que você Don Costa, teve para mix e editar. Parabéns pelo encoder.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Benhurpaz.
      Xanadu é um musical típico dos anos 70/80, estilo que, na época, tendia a se distanciar um pouco dos musicais mais “cinematográficos” dos anos 50/60, experimentando uma linguagem mais moderna, quase teatral, para contar suas histórias. Deixaram de lado um pouco os dramas que eram as bases dos antigos musicais, mas sem eliminá-los por completo, e investiram em histórias temáticas, mas mantendo o romance e a fantasia. Diminuíram as canções solos dos protagonistas e aumentaram as canções performáticas de grupos inteiros, inseridas de modo quase aleatório, mas sempre dentro de um contexto. Às vezes você ficava com a impressão de estar assistindo à uma peça na Broadway ao invés de um filme no cinema. Você consegue identificar este estilo em produções como “Jesus Cristo Superstar” (1973) ou “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978).
      No caso de “Xanadu”, a temática é a discoteca de patinação, verdadeira febre na época. Tanto os protagonistas, quanto os coadjuvantes aparecem patinando em boa parte das cenas, e as canções, predominantemente “disco” conduzem os atos durante toda a projeção.
      O filme é direcionado à um público bastante específico, que gosta bastante de musicais ou de filmes dos anos 70/80. Mas talvez ele te conquiste justamente por ser tão específico, já que hoje em dia poucos apostam na produção de filmes que não tenham potencial para atingir um grande público e conseguir uma gorda bilheteria.
      É uma opção diferente da maioria dos filmes, e também das músicas, produzidos nos últimos 30 anos.
      Vale a pena uma conferida.
      Agradeço-te muito por prestigiar a minha postagem. Comentários como o seu são um importante incentivo para que continuemos com esse trabalho de compartilhamento.
      Forte abraço.

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Farra.
      Novamente te agradeço por prestigiar a minha postagem.
      Tenha um bom domingo.

  • Hiure  Disse:

    Muito obrigado Don Costa. Show de bola. Trabalho primoroso como sempre. 🙂 Quando vi esse filme pela primeira vez foi sem pretensão nenhuma. Vi por causa do lendário Gene Kelly e acabei tendo uma boa surpresa. Alem de ver ele dançando brilhantemente mesmo ja depois de “velho”, toda o encanto do filme me prendeu a atenção. Também curiosa a presença do Michael Beck, do ótimo filme “Selvagens da noite”. Abraço amigo!

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, amigo Hiure.
      Para mim, Gene Kelly e Fred Astaire são os dois maiores atores dançarinos do cinema. Tinham estilos diferentes. Gene Kelly era mais “solo” e Fred Astaire mais “acrobático”. Enquanto Kelly deslizava pelo palco, Astaire flutuava nele. Mas o talento inegável de ambos era equivalente, não só como exímios dançarinos, mas também na difícil arte da atuação. Neste filme aqui postado, Kelly já somava 68 anos. Não tinha mais a mesma energia de outrora, necessária para acompanhar a jovem balzaquiana Olívia Newton-John na velocidade dos movimentos e na força dos passos. Mas lá estava toda a leveza e a elegância de um mestre da dança, em uma mais que honrosa despedida do cinema, ambiente a partir do qual, durante ininterruptas quatro décadas, criou inúmeras obras de arte que encantaram gerações de cinéfilos. Xanadu pode não ser uma dessas obras de arte, mas possui alguns méritos. Entre eles, está o de conter as últimas imagens cinematográficas de um dos maiores atores do cinema.
      Muito obrigado pelo comentário, amigo Hiure.
      Um grande e forte abraço para você.

  • Johnahex  Disse:

    Eu era pré-adolescente na época,não cheguei a assistir esse filme e nem sabia da sua existência,assistia sim Tarô Kid ou Robô Gigante,mas a música “Xanadu” toda hora tocava na rádio, e, eu não tinha como não ouvir,chegava a enjoar de tanto repetir!! Realmente foi a época de glória da Olivia Newton-John.Hoje sim,posso vislumbrar o potencial desse filme através de sua postagem Don,muito obrigado!!!

    • Don Costa  Disse:

      Graaaaannnde Joel!!
      Rapaz, a minha discoteca em casa é composta, majoritariamente, do velho e bom rock de base, americano e inglês, dos mais pesados como Black Sabbath e Led Zeppelin, aos mais complexos como Pink Floyd e Yes, passando, logicamente, pelo som curto e grosso de grupos como Ramones e The Cult. Mas vou te contar: o que eu já dancei ao som de Olivia Newton-John, ELO, Diana Ross, Donna Summer, Bee Gees, The Jackson 5, Patti LaBelle e tantos outros ícones da música pop daquela época dava para superar as horas de dança de Gene kelly em toda a sua carreira no cinema. Geralmente preferíamos as mais lentas, dançando beeeemmmmm apertado, onde as meninas, e nós também, saíamos direto para o pronto-socorro a fim de colocar a coluna no lugar e curar a fratura de uma ou outra costela.
      Não entendo as danças de hoje. Nas comemorações que acontecem à céu aberto aqui no bairro, todo mundo dança separado (aliás, nem sei de dá para dançar funk abraçado). À distância, a impressão é de algo que perdeu toda a graça de outrora. Mas os jovens parecem se divertir bastante. Cada um com sua época, né? Mas enfim, praticamente todo mundo conheceu o filme através da trilha sonora, e não o contrário. Musicais já não eram tão populares, mas as rádios sempre foram facilmente acessadas por quase todo mundo. Assim, trilhas bem sucedidas como esta suplantavam, em muito, os próprios filmes. Se as músicas tivessem um estilo popular então, a aceitação seria muito maior que a do filme, com certeza. Esse fenômeno acontecia até com filmes de grande sucesso, como “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978) ou “Os Embalos de Sábado à Noite” (1977). As trilhas destes filmes não saíam das rádios. Todo mundo conhece uma ou outra música delas. Mas nem todos viram os filmes. Peculiaridades interessantes de uma arte em constante evolução.
      Muito obrigado pelo comentário, amigo Joel.
      Tenha uma boa semana.

      • Johnahex  Disse:

        Eu particularmente,sem ofender a ninguém,acho que a juventude atual está sendo corrompida gradativamente desde o berço.A imagem da criança são os pais,e,isso vai refletir até a maturidade,sem falar na mídia!Nós somos retrógrados e caretas Don,eles são modernos!

        • Don Costa  Disse:

          Talvez o grande ponto da questão seja a facilidade de acesso á informação, sem necessariamente um filtro de qualidade dessa informação. Na nossa época as informações eram mais selecionadas antes de chegarem aos meios de comunicação e, consequentemente, até nós. Hoje você mesmo cria um site, com as idéias mais absurdas possíveis, e lança na rede ao alcance de todos. Pessoas muito sugestionáveis, principalmente os bem jovens, são facilmente cooptados por estas idéias, refletindo diretamente em seu comportamento. Resta aos pais um monitoramento mais próximo dos filhos e muita conversa para que, desde pequenos, consigam separar o joio do trigo, uma vez que limitar o acesso á informação, hoje, é impossível.
          Estou bastante curioso para ver o comportamento das próximas gerações.
          Grande abraço, careta Joel!!

          • MARCOS F.  Disse:

            PESSOAL, AMIGOS, IRMÃOS DO PEITO E CARETAS GRAÇAS A DEUS, PRA FICAREM MAIS TRANQUILOS VOU CONTAR UM ACONTECIMENTO RECENTE E BASTANTE PROMISSOR.
            SENTEM-SE, QUE “LÁ VEM A HISTÓRIA”rsrsrsr
            QUASE TODO DIA, LEVO MEU FILHO PRA ESCOLA, ÀS 13:15H DEIXO ELE NO PÁTIO PRA CORRER, CORRER E CORRER… ELE TÊM 7 ANOS (É IMPRESSIONANTE COMO A GURIZADA FAZ TUDO LITERALMENTE NA CORRIDA NESTA IDADE!), MUITO BEM, O QUE ACONTECE É QUE AS 13:30H DÁ O SINAL E ATÉ SEMANA PASSADA TODOS CONTINUAVAM CORRENDO. A BRINCADEIRA É “PEGA-PEGA”, E CORRIAM ATÉ O MOMENTO EM QUE A PROFESSORA CHEGAVA (MAIS UNS 5 MINUTOS). POR ISSO ACABAVAM INDO PRA AULA TOTALMENTE SUADOS. ASSISTI SEM NADA DIZER NA ESPERANÇA QUE MUDASSEM POR CONTA PRÓPRIA. O QUE NÃO ACONTECEU. ENTÃO DISSE PRO MEU FILHO QUE:
            A BRINCADEIRA ERA ATÉ O SINAL E QUE A PARTIR DO SINAL COMEÇAVA A AULA, POIS ESTE PERÍODO DA FILA ERA PRA BAIXAR A POEIRA, ACALMAR, E ASSIM FICAREM PRONTOS PRO APRENDIZADO. ELE ENTENDEU E FEZ O QUE EU DISSE, POUCOS SEGUNDOS DEPOIS TODOS OS OUTROS COLEGAS ESTAVAM NA FILA TAMBÉM. E ESTÃO ASSIM A MAIS DE UMA SEMANA.
            ENTENDERAM COMO FUNCIONA?
            OS PAIS PRESENTES, OS FILHOS BEM EDUCADOS E O BOM EXEMPLO MULTIPLICANDO OS BONS COSTUMES. ASSIM AMIGOS, TENHO ESPERANÇA E CONSERVO O OTIMISMO NO FUTURO!

            • Don Costa  Disse:

              Marcos, se eu corresse hoje o que eu corria quando tinha sete anos infartava em cinco minutos. Aliás, se eu tivesse que correr atrás do meu garoto aos sete anos de idade infartava também. Portanto, deixemos esta tarefa mais árdua para as esposas enquanto ficamos na sombra e água fresca (espero que nenhuma maruja do site esteja lendo isso). Mas a velocidade deles tende a diminuir nos próximos anos. Esperemos que isso aconteça antes que VOCÊ infarte.
              Brincadeiras à parte (fazendo brincadeira com infarte, vê se pode!!), é mais ou menos o que eu disse acima. Os pais são importantíssimos na educação dos filhos. Parece óbvio, mas tem um detalhe: a qualidade dos pais. Anos atrás vi uma reportagem sobre uma mãe que espancava um cãozinho poodle na frente do filho, ainda criança, e o ensinava a melhor forma de como fazer isso (o cão foi resgatado, adotado por outra família e vive bem). Em outra reportagem vários jovens de classe média alta (entre 16 e 19 anos), espancaram uma doméstica que aguardava o transporte em um ponto de ônibus para ir trabalhar. Eles estavam vindo de uma festa às 5:00. Não me lembro se tinham consumido algo. Acabaram presos (os menores apreendidos). Na delegacia, um dos pais das “crianças” estava revoltado pelo fato dos agressores estarem presos pois, segundo ele, “eram apenas crianças, estudantes de bem que erraram, ao confundirem uma trabalhadora honesta com uma prostituta”. Interessante o juízo de valores do pai. Não me lembro se a mulher sobreviveu.
              Exemplos assim são muitos. Então só podemos torcer para que os pais conscientes, decentes e de boa índole sejam a imensa maioria neste planeta de ninguém. E que venham as novas gerações.
              E você, amigo Marcos, dê um passo definitivo na salutar opção de dar ao seu guri liberdade de escolha e não o influencie na difícil decisão futura que ele terá de tomar em breve, que será entre torcer para o Internacional ou para o Grêmio, sim?
              Grande abraço.

              • MARCOS F.  Disse:

                HEHEEE… O PIÁ GOSTA DE AZUL, É A COR PREFERIDA DELE, E EU QUE PREFIRO O VERMELHO, E SOU COLORADO, DISSE O QUE PRA ELE?
                HUM?
                “ENTÃO SEJA GREMISTA MEU FILHO!!” kkkkkk
                ABRAÇÃO PRA TI TMB CARO AMIGO!

              • Johnahex  Disse:

                É aquilo que falei anteriormente Marcos e Don “a imagem das crianças são os pais”,e Don melhorou “a qualidade dos pais”.Como um grupo de jovens incendeia um ser humano por brincadeira? http://noticias.r7.com/brasil/noticias/tragedia-de-indio-galdino-queimado-vivo-em-brasilia-completa-15-anos-20120420.html Sabem porque? Porque NÃO houve educação!E também porque são pais mal educados!Não adianta ter dinheiro e ser mal educado.E vocês deveriam torcer pelo Fluminense Footbal Club,esse é o time!Bom…eu acho,rs,rs,rs…

  • netsfera  Disse:

    Don costa, eu já acompanho o seu trabalho de MESTRE há bastante tempo. Não posso dizer que estou surpreendido, porque isso soaria repetitivo, além do que, esse adjetivo é o mínimo que posso dizer. Eu estou ASSOMBRADO! MARAVILHADO! Dublagens nacionais são verdadeiros documentos históricos! E você é um MESTRE na arte de trabalhar com esses documentos. Eu amo suas postagens, ainda mais porque sou historiador e adoro todo e qualquer tipo de curiosidades sobre o filme. E é por isso que mais uma vez, digo que você é um MESTRE. Você pesquisa e reúne curiosidades fantásticas, de encher os olhos! MUITO OBRIGADO por disponibilizar um trabalho fabuloso como esse. Guardarei no meu HD, junto com outras produções suas!

    • Don Costa  Disse:

      Muito boa noite, amigo Netsfera!
      Você não faz idéia do quanto suas palavras agradam aos meus olhos (seriam ouvidos, mas na verdade estou lendo as palavras, né?). Já recebi alguns comentários de historiadores, como você, e de professores também. Fico muito feliz em saber que minhas postagens tenham atingido uma importância grande o suficiente para serem comentadas por vocês. Os comentários são importantíssimos para quem posta, pois são a única forma de retorno que temos para avaliar se o nosso trabalho está atingindo o objetivo principal que é o de disponibilizar arquivos de material áudio-visual, principalmente raros e dublados, ao alcance de todos. As dublagens são muito pouco valorizadas no Brasil pelas empresas que detém tais arquivos, embora também sofram com questões relacionadas à legislação de direitos autorais. Em muitos casos, esses arquivos, quando disponíveis na rede, se encontram em péssimo estado, cabendo aos remasterizadores tentar restaurá-los o melhor possível. E esse é um trabalho que faço com todo o prazer. É quase como se eu trouxesse aquelas vozes de volta à vida. Ouvir uma remasterização como a de “Xanadu” pronta me dá uma imensa satisfação, que só não é maior do que o fato de saber que outras pessoas compartilham do mesmo sentimento em relação à tais arquivos.
      Novamente eu te agradeço em nome de todos os marujos do Tela, por disponibilizar o seu tempo para opinar nas postagens de vários colaboradores do site, sempre de maneira educada e gentil.
      Muito obrigado.
      Um forte abraço pra você.

  • lilbarby  Disse:

    trabalho superior, parabens !! 🙂

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, amigo Lilbarby!
      Na verdade, você tem um pouco de crédito não só nesta, mas em todas as minhas postagens. Eu fazia algumas remasterizações antes, mas só me interessei em praticar esse hobby com mais frequência depois de conhecer o Tela de Cinema. E eu fui conhecer o Tela justamente através de uma postagem sua: “Um Lobisomem Americano em Londres”. Eu estava procurando este filme dublado, digitei estes termos no Google e cheguei na página de sua postagem. Na época o Tela era apenas um blog, e parecia pequeno à primeira vista, mas eu fiz questão de deixar ali o meu depoimento e agradecimento pela postagem. O meu comentário foi o primeiro. Ainda está ali, com o meu primeiro nome, Antonio, comentada em 28 de fevereiro de 2013, às 10:16 pm, Don Costa é uma abreviação dos meus sobrenomes utilizado para cadastrar e-mails e redes sociais, pois entrei tarde nestas ferramentas e todas as combinações de meu nome e sobrenome já estavam ocupadas, menos esta.
      Então, aos que comentam elogiando as minhas postagens, informo que parte da responsabilidade pela minha entrada no Tela de Cinema é do grande amigo Lilbarby.
      Muito obrigado por comentar em minha postagem, e também pela postagem de “Um Lobisomem Americano em Londres”, que acabou me trazendo para a grande família do Tela de Cinema.
      Forte abraço.

  • ROBERTO ALVES  Disse:

    Don Costa o que eu percebi é que voce faz esse trabalho com o coração – é onde está o segredo desta obra e outra suas ser um sucesso. Aproveito para agradecer também aos outros remasters aqui do tela que se dedicam para trazer o melhor da 7ª arte pra os aficionados como eu – Valeuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

    • Don Costa  Disse:

      Acertou em cheio, Roberto!
      Na verdade não só eu, mas todos os os marujos do Tela, fazem este trabalho fantástico simplesmente por paixão pelo cinema. Incluem-se aí os colecionadores que enviam suas raridades, os remasterizadores que dedicam boa parte do seu tempo trabalhando nestes arquivos, os administradores que dão duro 24 horas revezando-se para manter o site ativo e organizado, e os colaboradores que enviam todo o material que possuem para serem postados, além, é claro, dos visitantes que fazem questão de comentar em cada postagem, com elogios, críticas e informações. Todos fazemos tudo isso de graça, sem nenhum benefício, a não ser o da satisfação de colaborar com o acervo do Tela de Cinema, transformando-o em uma enorme comunidade de cinéfilos.
      Acredito que a maior parte do sucesso de minhas postagens se deva, na verdade, à popularidade dos filmes e séries com as quais trabalho, possuindo uma enorme quantidade de fãs sedentos por arquivos de qualidade e dublagens clássicas. Logicamente, quando acrescentamos muitas informações e curiosidades à estes arquivos já populares, a postagem acaba chamando bastante a atenção.
      Mas eu realmente gosto muito do que faço, e o amigo pode ter a certeza de que cada uma das postagens que envio ao Tela é fruto de muita dedicação e um enorme carinho com estas obras de arte que nos encantam desde a infância. Considero o cinema uma das grandes maravilhas criadas pelo homem. Uma ferramenta que consegue, pelo menos visualmente, transformar sonhos em realidade.
      Muito obrigado pelo comentário e pelas palavras simpáticas ao meu trabalho.
      Um forte abraço para você.

  • Fabio J.S  Disse:

    Criei essa conta pois eu precisava e muito comentar.Peço desculpa por antecedência,caso eu seja meio ” desbocado”.Mas cara,é simplesmente lindo.A qualidade impecável(e olha que estamos falando de um filme antigo)que não perde em praticamente nada,em relação aos mais recentes.O som,impressionante,áudio 5.1, testado e aprovado com louvor.Sem contar que você deu uma verdadeira aula,com resumo do filme,os bastidores,curiosidades,dentre outras.Que deixaria qualquer revista,ou críticos,ou mesmo aqueles que falam tudo sobre os filmes,no chinelo,e fácil.
    Eo mais impressionante:De graça.Digo impressionante pois tento imaginar(pois não faço a mínima ideia de como se faça)o trabalho que dá,em fazer todo esse processo.Softwares,computadores potentes,gasto com energia,alimentação,pois saco vazio não para em pé,não é?E você disponibiliza de bom grado,a todos que curte bons filmes,ou que como eu,deseja rever alguns filmes que assisti quando criança,mas que nunca mais passou.E quando passa,é com qualidade da época,e recheado de comerciais,cortando assim,boa parte do filme.E você,nos traz em altíssima qualidade,mesmo no arquivo pequeno,que foi o que baixei,que nem sequer um pontinho em falso,na tela que indique queda na qualidade.O som,então impecável.E você ainda diz,que a qualidade não ficou muito boa?Deve ser porque você é perfeccionista.Pois na minha humilde opinião,ficou além do perfeito.Sem chiados,ruídos ou coisa do tipo.Não devendo em nada aos filmes recentes,como disse acima.
    Eu só posso lhe agradecer,por nos trazer essa obra prima do cinema,com uma qualidade tão espetacular,maravilhosa,e indiscutivelmente perfeita.Posso afirmar com certeza,perfeita sim.Se para grandes empresas especializadas,deixar um filme dessa época com essa qualidade,imagine pessoas como você.Veja,não estou desmerecendo seu excelente trabalho.Mas uma empresa tem investimento,e máquinas dedicadas para tal,e pelo que vi você tem a dedicação,o carinho,a paixão pelo que faz.
    Parabéns e meu muito obrigado.Mesmo não lhe conhecendo,tenha certeza,terá minha eterna gratidão.
    Fábio de Jesus.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Fábio.
      Acredite, eu fiquei tão feliz com o seu comentário, quanto você ficou feliz com o filme. Talvez até mais.
      De fato o trabalho para uma postagem destas é enorme, e só não é maior que a satisfação que eu tenho em saber que agradou tanto à um fã da obra como você.
      Os marujos do Tela de Cinema tem o compromisso de resgatar e compartilhar o maior número possível de obras clássicas, de todas as épocas, com todas as dublagens disponíveis, garantindo que as novas gerações tenham acesso à elas. É um trabalho abnegado que envolve não só os remasterizadores como eu, mas também os colecionadores, os administradores do site e também os visitantes como você, que também tem uma importância enorme no processo, pois dedicam um pouco do seu tempo para se cadastrar e comentar. Comentários como o seu indicam que estou no caminho certo e que o trabalho feito nesta postagem deve ser repetido e aprimorado nas postagens futuras.
      A questão da qualidade do áudio é que, para se conseguir um trabalho de remasterização de qualidade, deve-se ter uma referência de qualidade ainda maior. Neste caso, a palavra “perfeição” só pode ser atribuída ao áudio original inglês, remasterizado por profissionais, com equipamentos e softwares profissionais, e material obtido a partir do arquivo original. Esse é o áudio nota 10. Qualquer trabalho feito a partir dele tem uma perda de qualidade e, portanto, uma nota menor. Eu não poderia considerar o resultado do meu trabalho como nota 10, mesmo porque o material dublado com que trabalhei tinha uma qualidade muito inferior. Eliminei os ruídos e chiados de fundo, mas não houve ganhos de pureza e fidelidade nas vozes, pois isso só é obtido em equipamentos profissionais de ponta. Assim, mediante estes critérios, posso classificar este áudio resultante com uma nota 8,5, tomando por referência o áudio original inglês.
      Nós temos uma responsabilidade muito grande quanto á veracidade das informações em cada postagem. Você já visitou aqueles sites que postam filmes onde informam que a qualidade da imagem é, digamos,10 e a do áudio é, por exemplo, 8? Daí você baixa o arquivo e descobre que a imagem 10 é de um DVD e o áudio 8 é de uma captação direta da sala de cinema com crianças chorando, gente conversando e o cara do lado da pessoa que está captando o som (às vezes é a própria pessoa) comendo pipoca. Pelo critério deste site, o que seria um áudio de qualidade, digamos, 3? O som da transmissão de uma TV da casa do vizinho captada pelo celular com uma britadeira trabalhando na rua em frente?
      Por essas e outras procuramos manter critérios de qualidade que atendam às expectativas dos marujos e visitantes do site. Vocês, fãs, não são simplesmente público de cinema. Vocês, como nós, são apaixonados pelas obras da sétima arte e merecem todo o respeito que pudermos disponibilizar, seja nos arquivos em si, seja nas informações sobre eles. E esse respeito você encontra aqui no Tela de Cinema.
      Muito obrigado pelas palavras simpáticas ao meu trabalho e por prestigiar o site como um todo.
      Um grande abraço para você e tenha uma boa sessão.

  • Fabio J.S  Disse:

    Olá,que bom que respondeu,fico muito feliz,mas,permita-me discordar um pouco de você.
    Entendo,que o áudio original,seja 10,mas espero que entenda meu ponto de vista.Claro,sou leigo e muito,mas,vamos lá.
    O som original,é melhor,mas para um filme dessa época,alguns detalhe,ruídos,como chiados eram audíveis.Você dá esse tratamento e mais transforma 2 canais em 5,de forma impressionante.E digo 10 pois uma coisa é fazer um trabalho deste por dinheiro,nada contra,mas tipo a empresa vai ganhar por isso,talvez nem fique bom no final.Mas você fez por dedicação,amor,carinho.E pelo que vi no filme,observando detalhes,você teve um trabalho absurdo.O senhor é modesto,gostei disso,ora mas faça-me um favor,diante de tudo que fez,do trabalho investimento,dedicação,atenção em tudo que faz,em hipótese alguma,irei aceitar sua ideia de áudio nota 8.É nota 10 e não se fala mais nisso.E antes que tente cogitar alguma resposta,aviso:Teimosia é uma das minhas virtudes,rs.
    Não adianta amigo,seu trabalho é excelente,digno de uma empresa de altíssimo nível.Não é pra qualquer um.Eo carinho que você aplica nos seus trabalhos,sua dedicação,sua experiência,o amor com que faz,é o que nos dá a certeza,de que terá um resultado magnifico.
    Sem querer abusar de sua vontade,mas já abusando,eu gostaria de saber se existe alguma possibilidade,num futuro não muito distante espero,você fazer o mesmo trabalho e postagem do filme Grease?
    Parabéns amigo,meus parabéns de coração.Não cheguei a pensar que veria filmes como esse,com uma qualidade tão impressionante,como esta.

    • Don Costa  Disse:

      Muito boa tarde, Fábio.
      Compreendo perfeitamente seu ponto de vista.
      Você é um grande fã do filme e deve tê-lo assistido inúmeras vezes. Porém, como ele nunca foi lançado dublado em mídia digital, todas as vezes em que você o assistiu dublado, o áudio tinha uma qualidade muito inferior, pois era proveniente de uma transmissão ou gravação da TV ou de uma fita VHS. Obviamente, ao assistir à este filme através do arquivo desta postagem, a qualidade do áudio dublado se mostrou muito maior que tudo o que você tinha ouvido até então. Como a sua referência anterior era basicamente analógica e antiga, o moderno áudio digital em 5.1 canais baseado em um arquivo DTS foi realmente um choque de qualidade. Deste ponto de vista, o áudio apresentado aqui está com uma qualidade para lá de 10.
      Mas esta qualidade só é alcançada quando nós, remasterizadores, tomamos como referência a qualidade perfeita do áudio DTS ou Dolby Digital original. Nós nunca tomamos como referência o arquivo pior, e sim o melhor.
      Há outro detalhe. Eu, por exemplo, tenho alguns problemas de audição, como um zumbido constante, porém ainda baixo, mas que me impede de verificar com perfeição a pureza do som, por melhores que sejam as minhas caixas de som. Então, o que eu faço para chegar à um bom resultado é verificar graficamente a qualidade do meu trabalho. Faço isso através dos gráficos dos programas que uso, onde comparo cada trecho do áudio original com o áudio da dublagem e “enxergo” as diferenças dons sons através dos picos e vales dos gráficos. Dessa forma eu “vejo” trecho por trecho se os chiados e demais ruídos foram eliminados, se os sons reais estão na amplificação adequada, ou se as inserções e cortes foram precisos. E é comparando os dados do gráfico que classifico o meu trabalho com relação ao áudio original inglês. Alguns pontos falhos podem não serem facilmente percebidos durante a audição do filme, mas aparecem, mesmo que sutilmente, nos gráficos.
      Há também mais um outro detalhe. No sistema 5.1 os profissionais conseguem separar as faixas colocando os sons que eles desejam em cada uma das 5 caixas do sistema (o subwoofer não possui sons, e sim efeitos de “graves” para complementar os demais canais, como pode ser visto no gráfico no início da postagem). Em seu home theater, durante uma cena bucólica onde, por exemplo, um pássaro sai de uma árvore que está trás da câmera do lado esquerdo para outra árvore do lado direito, também atrás da câmera, tem os sons do seu voo e canto passando da caixa traseira esquerda (volume alto) e dianteira esquerda (volume baixo), para a caixa central (volume baixo) até chegar às caixas dianteira direita (volume baixo) e traseira direita (volume alto), fazendo com que você consiga identificar perfeitamente o movimento do pássaro mesmo sem vê-lo. Mas isso só é possível quando os seis canais são perfeitamente editados. Essa edição não existe em áudios mono onde o áudio dos sons do voo e canto do pássaro pode ser identificado, mas seu movimento não. Quando você introduz este áudio mono em um sistema 5.1 como o que eu fiz aqui, este efeito é prejudicado devido ao voo e ao canto do pássaro ficarem muito evidentes no canal central, embora ainda seja um efeito bem eficiente.
      Eu tento compensar essa perda mantendo os sons originais nos demais canais onde a dublagem se fixa no canal central e edito as dublagens apenas nos demais canais quando isso é possível. Em um trecho deste filme, quando Danny e Sonny estão comemorando com champagne em frente à porta de Xanadu após o início das reformas (58:38), Kyra grita por trás das câmeras (Helô…). Esse áudio estava apenas em um canal traseiro. Assim, eu peguei a dublagem do grito (Oi…) e o inseri na mesma posição do “Helo” e somente neste canal para manter o efeito surround, corrigindo sua amplificação, timbre e demais características. Depois editei o áudio dublado do canal central para que no lugar do “OI” ficassem apenas os sons que constavam no canal central original em inglês. Assim procurei “imitar” a edição profissional feita na criação destes áudios de 6 canais. Edições como esta foram feitas ao longo de todo o filme, mas estas edições sempre provocam pequenas perdas de qualidade visíveis nos gráficos dos programas.
      Essas remasterizações servem para termos uma idéia de como seriam estes áudios se eles existissem em lançamentos nacionais, mas não chegam à perfeição obtida pelos profissionais da área. E nós do Tela de Cinema temos uma responsabilidade muito grande no tocante á veracidade das informações apresentadas em cada uma de nossas postagens.
      Mas é claro que a opinião do fã é a que vale nestas horas, pois são para vocês que nosso trabalho, no fim das contas, é dedicado. Se o fã diz que é 10, é 10 e ponto final.
      Fábio, o filme Grease já foi postado aqui no site em um tri áudio de excelente qualidade. Geralmente repostamos filmes somente se pudermos acrescentar algo, como uma nova versão (Bluray, DVD), um novo áudio ou uma remasterização muli-canal. Eu tenho uma fila enorme de filmes e seriados para remasterizar e, como você deve ter notado, uma remasterização multi-canal a partir de um áudio gravado da TV requer um trabalho gigantesco que pode levar meses. Grease é um que está na fila, mas não posso te adiantar uma data para a postagem. Provavelmente ainda não saia este ano. Xanadu ficou anos na fila porque eu queria um vídeo de qualidade e seu bluray só foi lançado em Março. E a remasterização só ficou pronta em um mês porque eu já tinha adiantado bastante o serviço nos anos anteriores. Mas vamos ver o que eu consigo fazer aqui. Às vezes eu demoro para encontrar um determinado ítem para uma remasterização e acabo passando outra na frente. Quem sabe numa destas seja Grease.
      Novamente muito obrigado pelo comentário e por prestigiar o nosso site.
      Um grande abraço para você.

  • Edu Goonies  Disse:

    Olá amigos!
    Baixei o arquivo mais consta erro no rar 2 e 23. Fiz o procedimento para corrigir, mais sem sucesso. Se possível agradeço a equipe atenciosa do Tela para corrigir o arquivo. Forte abraço e vida longa ao tela!

    • Sparrow  Disse:

      Lendo os outros comentários se percebe que o problema ocorreu apenas com você, então vamos lá:

      Se baixou pelo Mega usando o MegaDownloader, saiba que as vezes o gerenciador tem dificuldade de realizar o download, que não se completa corretamente, nessa situação você deve baixar novamente, só que pelo navegador.

  • Edu Goonies  Disse:

    Muito obrigado Sparrow pela dica. Realmente deu certo!
    Vida longa ao Tela!

  • alexfilmes  Disse:

    ótimo Post Don Costa; parabéns.
    estou tendo dificuldade como o pCload devido a restrição de Download.

    • Don Costa  Disse:

      Bom dia, Alex!

      Para contornar a restrição, basta abrir uma conta gratuita no Pcloud e transferir (Gravar no pCloud) os arquivos para a sua conta recém aberta.

      Depois é só baixar estes arquivos a partir da sua própria conta.

      Por favor, avise-nos quando conseguir completar os downloads.

      Abraços.

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