UMA CILADA PARA ROGER RABBIT (1080p / Dual Áudio) – 1988

WHO FRAMED ROGER RABBIT (EUA) – 1988
ANIMAÇÃO LONGA-METRAGEM – COMÉDIA – CRIME
DIREÇÃO: Robert Zemeckis
IMDb: 7,7 http://www.imdb.com/title/tt0096438/

BRrip – 1080p – RMZ – Dual Áudio + Versão Reduzida (Reencodada)

Postado por Don Costa

Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: BRrip 1080p, (1920*1040) 1,85:1, AVC, 23.976 fps, 9049 kbps.
                 Áudio: Português – 48,0 KHz, AC-3, 2 canais, 16 bits, 192 kbps
                            Inglês – 48,0 KHz, DTS, 6 canais, 24 bits, 1509 kbps
Tamanho: 7,79 GB
Duração: 103 min.
Legendas: 1 – Português (só músicas)
                2 – Inglês (só músicas)
                3 – Português – completo
                4 – Português (com músicas em inglês)
                5 – Inglês (selecionáveis)
Áudio: Português (Herbert Richers) – RMZ / Inglês.
Servidor: Mega (dividido em 40 partes)
Remasterização, legendas e postagem: Don Costa

VERSÃO REDUZIDA (REENCODADA):

Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: BRrip 1080p, (1920*1040) 1,85:1, AVC, 23.976 fps, 3500 kbps.
                 Áudio: Português – 48,0 KHz, AC-3, 2 canais, 16 bits, 192 kbps
                            Inglês – 48,0 KHz, DTS, 6 canais, 24 bits, 1509 kbps
Tamanho: 3,73 GB
Duração: 103 min.
Legendas: 1 – Português (só músicas)
                2 – Inglês (só músicas)
                3 – Português – completo
                4 – Português (com músicas em inglês)
                5 – Inglês (selecionáveis)
Áudio: Português (Herbert Richers) – RMZ / Inglês.
Servidor: Mega (dividido em 20 partes)
Remasterização, legendas e postagem: Don Costa

VERSÃO POSTADA ORIGINALMENTE:

PASTA COM ARQUIVOS: UMA CILADA PARA ROGER RABBIT

VERSÃO REDUZIDA (Reencodada):

PASTA COM ARQUIVOS: UMA CILADA PARA ROGER RABBIT

AMOSTRA DE DUBLAGEM:

O detetive de carne e osso Eddie Valiant (Bob Hoskins) é contratado para descobrir o que está acontecendo com o coelho Roger Rabbit e sua mulher Jessica, suspeita de infidelidade. Quando Marvin Acme é encontrado morto, Roger é o principal suspeito do crime no mundo real. Para piorar a situação, um vilão quer acabar de uma vez por todas com Roger, Jessica e todos os desenhos animados.

Bob Hoskins … Eddie Valiant
Christopher Lloyd … Judge Doom
Joanna Cassidy … Dolores
Charles Fleischer … Roger Rabbit / Benny The Cab / Greasy / Psycho (voz)
Stubby Kaye … Marvin Acme
Alan Tilvern … R.K. Maroon
Richard LeParmentier … Lt. Santino
Lou Hirsch … Baby Herman (voz)
Betsy Brantley … Jessica’s Performance Model
Joel Silver … Raoul
Paul Springer … Augie
Richard Ridings … Angelo

IMAGENS DO FILME:

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO:

Neste arquivo eu tentei unir a melhor imagem possível com a melhor qualidade de dublagem encontrada. O arquivo de vídeo, no formato 1,85:1, é quase um Full HD, com mínimas faixas pretas nas partes superior e inferior. É uma pena que eu não tenha encontrado uma dublagem em 6 canais. Eu queria um arquivo de altíssima qualidade para fazer jus à memória do protagonista. Porém, vai com todas as opções de legendas já costumeiras.

Esta é uma singela homenagem ao ator Bob Hoskins que faleceu há pouco mais de 1 mês, no dia 29 de Abril, depois de ter sido hospitalizado devido á uma pneumonia. Em 2011, ele foi diagnosticado com mal de Parkinson, se aposentando no ano seguinte.

Robert William Hoskins Jr. tinha 71 anos e ficou bastante conhecido pelos filmes “Uma cilada para Roger Rabbit” (1988), “Super Mario Bros.” (1993) e “Mona Lisa” (1986), pelo qual ganhou o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes.

Sua última aparição no cinema foi como um dos anões em “Branca de Neve e o caçador” (2012), estrelado por Kristen Stewart.

Hoskins começou a carreira no teatro, mas logo passou a atuar na TV britânica, nos anos 70. Depois, partiu para Hollywood. Destacou-se, na década seguinte, em “Cotton club” (1984), de Francis Ford Coppola, e “Brazil: O filme”, de Terry Gilliam.

Pelo mesmo “Mona Lisa” que lhe valeu o reconhecimento em Cannes, foi indicado ao Oscar de melhor ator e faturou um Globo de Ouro e o Bafta, considerado o Oscar britânico.

Neste arquivo que envio na postagem, provavelmente seu trabalho mais conhecido, na pele do detetive Eddie Valiant, Hoskins “contracenou” com personagens de desenho. Considerado revolucionário, o longa mistura animação e live-action (atores de verdade).

A produção ganhou três Oscars (montagem, efeitos sonoros e efeitos visuais).

O longa foi dirigido por Rober Zemeckis, o mesmo da trilogia “De volta para o futuro” (1985-1990) e de “Forrest Gump, o contador de histórias” (1994).

Outros trabalhos populares de Hoskins são “Minha mãe é uma sereia” (1990), “Hook: A volta do Capitão Gancho” (1991), “Nixon” (1995), no qual interpretou J. Edgar Hoover, e “Círculo de fogo” (2001).

Em “Super Mario Bros.”, baseado no game da Nintendo, assumiu o papel do protagonista. O personagem Luigi, irmão de Mario, ficou com John Leguizamo.

O ator deixa esposa e quatro filhos.

É realmente uma pena que esses grandes atores não sejam eternos e atemporais, tais como os desenhos com os quais Hoskins contracenou neste filme. Eles não morrem de verdade (A Morte do Superman), não envelhecem de verdade (Turma da Mônica Jovem), e dão alegria e diversão para várias gerações.

Esse último tópico, porém, Hoskins conseguiu realizar. Os filmes em que atuou, incluindo “Uma Cilada Para Roger Rabbit”, são um legado que trouxe, traz e trará toda essa alegria e diversão para nossos pais, para nós e para nossos descendentes.

O nosso muito obrigado ao ator pela brilhante carreira e por todas estas belas obras cinematográficas que deixou para o mundo do cinema.

E descanse em paz, Mr. Hoskins.

INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES SOBRE O FILME:

– Apesar de ser considerado um “filme para a família”, o texto primoroso de Jeffrey Price e Peter S. Seaman (baseado no livro Who Censored Roger Rabbit?, de Gary K. Wolf), foi concebido para o público adulto.

– Spielberg não conseguiu liberar em tempo Popeye, Tom e Jerry, Luluzinha, Gasparzinho e os personagens do estúdio Terrytoons (com exceção do Super Mouse). Porém, o produtor foi fundamental na hora de convencer a Warner Bros. a liberar suas criações para a Disney. Além dos US$ 5 mil pagos por cada personagem, o filme precisava atender algumas exigências, como dar o mesmo tempo em cena para personagens icônicos da Warner e da Disney. É por isso que Pernalonga e Patolino dividem a tela com Mickey e Pato Donald, garantindo que os personagens tivessem o mesmo número de frames.

Personagens Disney e Warner ficaram o mesmíssimo tempo em cena.

– Muitos dos personagens usados no filme não tinham sido criados até 1947, ano em que o filme é situado.

– Os personagens da Disney que aparecem são: Mickey (1928), Minnie (1928), Pluto (1930), Pato Donald (1934), Pateta (1932), Bafo de Onça (1925), Horácio (1929), Clarabela (1929), Merry Dwarfs (1929), Huguinho, Zezinho e Luisinho (1937), Clara (1934), as flores e árvores de “Flores e Árvores” (1932), Lobo Mau e os Três Porquinhos (1933), Peter Porco de “A Galinha Esperta” (1934), Toby Tortoise, Max Hare e as coelhinhas de “A Tartaruga e a Lebre” (1935), os órfãos de “Em Benefício dos Órfãos” (1934), Chapeuzinho Vermelho de “O Super Lobo Mau” (1934), Jenny Wren de “A Flecha do Amor” (1935), Elefante Elmer (1936), Branca de Neve, os sete anões e a bruxa de “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), Wynken, Blynken & Nod (1938), Ferdinando, o Touro (1938), Pinóquio e o Grilo Falante de “Pinóquio” (1940), as vassouras, os cupidos, o bebê pégaso, a avestruz e a hipopótamo de “Fantasia” (1940), Sir Giles e o “Dragão Relutante” (1941), Dumbo, a Sra. Jumbo, Casey Jr. e os corvos de “Dumbo” (1941), Bambi (1942), Chicken Little (1943), Zé Carioca (1942), o pelicano de “The Pelican and the Snipe” (1944), Pedro de “Música, Maestro!” (1946), Br’er Bear, as marmotas e o bebê de piche de “Canção do Sul” (1946), a arpa cantante de “Como é Bom de Divertir” (1947), os animais de “Johnny Semente-de-Maçã” (1948), a ovelha Danny de “Tão Perto do Coração” (1949), Sr. Toad e seu cavalo Cyril de “Dois Sujeitos Fabulosos” (1949), Sininho de “As Aventuras de Peter Pan” (1953), Malévola de “A Bela Adormecida” (1959) e os pinguins de “Mary Poppins” (1964).

– Os personagens da Warner que fazem aparições no filme são: Pernalonga (1940), Patolino (1937), Gaguinho (1935), Piu-piu (1942), Frajola (1945), Eufrazino (1945), Frangolino (1946), Marvin, o Marciano (1948), Papa-Léguas (1949), Coiote (1949), o buldogue Marco Antônio (1952), Sam Sheepdog (1953) e Ligeirinho (1955). Da Paramount aparecem Koko, o palhaço (1919) e Betty Boop (1930). Walter Lantz emprestou Pica-Pau (1940) e a MGM liberou Droopy (1943).

– Foi a primeira e única vez em que três grandes estúdios se envolveram diretamente para criar um único filme: Touchstone Pictures (Disney), Amblin Entertainment e a Warner Bros., além de colaborações da Paramount, da Metro-Goldwyn-Mayer e da Walter Lantz.

O maior número de personagens de estúdios diferentes já reunidos em um filme.

– No cinema, quando Eddie Valiant (Bob Hoskins) revela a Roger o seu passado, o curta em exibição é “Ginástica Patética”, que seria lançado apenas em 1949 (dois anos depois do que se passa a história). A produção afirma ter escolhido o curta, apesar da imprecisão histórica, por se tratar da “coisa mais louca” encontrada no acervo da Disney.

Pateta. O “mais louco” da Disney no curta “Ginástica Patética” (1949).

– Durantes as filmagens, o dublador Charles Fleischer dizia as falas de Roger Rabbit fora das câmeras, mas completamente dentro do personagem. O figurino incluía orelhas de coelho, luvas amarelas e macacão laranja. Para ajudar os atores, modelos de borracha em tamanho real eram usados para que os atores humanos tivesse noção do tamanho e das formas do seu colega de cena imaginário. Baseados nestas visões, durantes os intervalos na filmagem, alguns funcionários do estúdio faziam comentários sobre os pobres efeitos especiais do “filme do coelho”.

Charles Fleischer (Roger Rabbit) e Betsy Brantley (Jessica Rabbit – corpo).

O ator Joel Silver ensaiando com os bonecos de referência.

– Durante as filmagens, um dos maiores desafios foi a interação dos personagens animados com os objetos e atores reais. O efeito final foi resultado de duas técnicas: alguns objetos, como o charuto do bebê Herman e os pratos que Roger quebra na própria cabeça, eram movimentados no set por meio de máquinas de movimento presas a um operador. Na pós-produção, o personagem era simplesmente desenhado sobre a máquina. A cena do clube Ink & Paint seguia na mesma linha, os copos movimentados pelo bartender polvo são controlados como marionetes e as bandejas dos pinguins garçons eram grudadas em bastões. Tanto os bastões como os fios foram removidos e os desenhos foram adicionados. Já na sequência que se passa em Toontown, a tela azul foi a técnica escolhida, com Bob Hoskins interagindo com o mundo que seria criado na pós-produção.

Eventualmente, eram necessárias interações físicas entre os desenhos e os atores. Nestes casos, atores de verdade eram usados como base sobre os quais os desenhos eram adicionados, como no caso de várias cenas de Jessica Rabbit, onde a atriz Betsy Brantley interpretou a personagem.

Cena acabada com desenho sobre braço mecânico.

Cena do braço mecânico antes do acabamento.

Cena pronta com desenho sobre braço robótico.


Operador testando braço robótico com charuto.

Cena pronta com desenho preenchendo espaços entre objetos controlados por fios.

Marionetes em cena pré-acabada.

David Alan Barclay, perito em marionetes, operando, por meio de fios, alguns dos vários objetos acima do set.

Cena acabada com os pinguins garçons.

Cena base com operadores manipulando as bandejas por baixo do set, através de hastes articuladas.

Cena acabada com interação entre Jéssica e Marvin Acme


A atriz Betsy Brantley interagindo como Jéssica Rabbit, antes de receber a cobertura de tinta.

– A pós-produção levou 14 meses para ser concluída. Com 326 animadores contratados e 82.080 frames de animação desenhados, o filme tinha uma das maiores sequências de crédito da década de 80. A tarefa era especialmente complexa, pois os produtores e o diretor não queriam que os desenhos se transformassem em seres tridimensionais. Eles deveriam ser seres bidimensionais interagindo num mundo tridimensional. Foi necessária a união de várias técnicas de animação e muitas camadas de diferentes materiais para dar profundidade aos desenhos sem “tridimensioná-los”.

Abaixo, a sequência de confecção de um único frame:


1ª passo em transparência.


2ª passo em transparência.


3ª passo em película.


4ª passo em película com acabamento final.


Restauração para bluray (5ª passo).

– “Uma Cilada Para Roger Rabbit” foi uma das produções mais caras da década de 1980. Com um orçamento inicialmente previsto para US$ 29,9 milhões (um recorde para um filme de animação), o filme chegou a custar US$ 70 milhões e só não foi cancelado por conta dos esforços de Steven Spielberg. O investimento foi recompensado, conseguindo a segunda maior bilheteria de 1988 (atrás apenas de Rain Man) e arrecadando um total de US$ 329,8 milhões.

– Quando Eddie leva Roger para a sala secreta do bar para cortar as algemas, o coelho bate na lâmpada e o lustre começa a balançar. Os animadores, então, precisaram dedicar muito trabalho extra para que as sombras do cômodo real fossem compatíveis com as sombras da animação.

Hoje, “Bump the Lamp” (algo como Esbarrar na Lâmpada) é uma expressão usada por muitos animadores da Disney para descrever o esforço dedicado aos detalhes da animação, em coisas que a maior parte do público nem chega a notar.

– Jessica Rabbit reúne quatro femme fatales em uma. O escritor Gary K. Wolf baseou Jessica em Red, criada por Tex Avery. Já o animador Richard Williams buscou inspiração em Rita Hayworth e Veronika Lake. Por sugestão do diretor Robert Zemeckis, Lauren Bacall também serviu de inspiração para o visual da personagem.

                            
                                            Red (Tex Avery)                                   Rita Hayworth

                            
                                              Veronika Lake                                       Lauren Bacall

– Sete anos se passaram até que Uma Cilada para Roger Rabbit saísse do papel. O mesmo processo lento acompanha a sequência, planejada desde o sucesso do original nas bilheterias. Depois de muitas versões de scripts e testes de efeitos especiais rejeitados, o último roteiro ainda aguarda a aprovação da Disney.

Contudo, se depender da persistência de Zemeckis, a continuação tem chances de sair do papel.

Em 1982, o diretor foi rejeitado pela Disney pois seus filmes anteriores, “Febre de Juventude” (1978) e “Carros Usados” (1980), foram fracassos de bilheteria. Em 1985, ele foi finalmente contratado para a direção de “Uma Cilada para Roger Rabbit”, apoiado pelo sucesso de “Tudo Por Uma Esmeralda” (1984) e “De Volta Para O Futuro”(1985).

– “Who Framed Roger Rabbit” pode ser traduzido como “Quem Armou para Roger Rabbit”. Então a tradução nacional é bem adequada ao sentido proposto do título original. To frame é uma expressão comumente utilizada em filmes pra descrever quando alguém joga a culpa em um laranja.

– Para que o Juiz Doom ficasse mais assustador, Robert Zemeckis instruiu Christopher Lloyd a não piscar durante as cenas.

– Mae Questel, uma das dubladoras originais de Betty Boop nos anos 30, fez a dublagem da personagem no filme.

Abaixo, os rostos por trás das vozes de alguns personagens. As imagens dos atores/dubladores não são atuais e nem são todas de uma mesma época, servindo, somente, para referência.

Alguns dublaram mais de um personagem. Outros, dublaram um mesmo personagem em momentos diferentes.


                        Charles Fleischer


         Kathleen Turner                   Amy Irving                                               Betsy Brantle                                                       (voz – diálogos)                 (voz – música)                                       (corpo – interagindo)


                    Mel Blanc


                    Lou Hirsch


               April Winchell


                      Mae Questel


              Tony Anselmo


                 Joe Alaskey


                   June Foray


                  Russi Taylor


              Richard Williams


                 Wayne Allwine


                   Frank Sinatra


               David L. Lander


                  Fred Newman


   Morgan Deare

PRÊMIOS:

Oscar:
Venceu: Melhor Efeitos Visuais , Melhor Som, Melhor Efeitos Sonoros e Melhor Edição.
Indicado: Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia.

Bafta:
Venceu: Melhor Efeitos Visuais.

Prêmio Saturno:
Venceu: Melhor Filme de Fantasia, Melhor Diretor e Melhor Efeitos Sonoros.

Fontes: allmovie.com, The Making of Who Framed Roger Rabbit, omelete.com.br, disney.com, aveleyman.com, e theguardian.com

10 comentários para UMA CILADA PARA ROGER RABBIT (1080p / Dual Áudio) – 1988

  • claudiocardoso  Disse:

    Mistura de ação real com animação que deu muito certo, Parabéns Don Costa pelo grande trabalho perante a este grande filme.legal a homenagem ao Bob.

    • Don Costa  Disse:

      Oi Cláudio.
      Desde o início do cinema, os cineastas vinham tentando fazer essa mistura de maneira cada vez mais realista. Embora tímidas, interações como a de Mickey e do maestro Stokowski em “Fantasia” (1940) ou de Julie Andrews e Dick Van Dike com os animais animados do parque em “Mary Poppins” (1964), já encantavam a platéia.
      Mas “Uma Cilada para Roger Rabbit” elevou esse realismo à um estágio nunca visto antes. Aliás, me arrisco a dizer que essa perfeição não foi alcançada nem antes e nem depois, mesmo com o uso de computadores nas animações.
      Esse filme é uma obra de arte de um dos mais injustiçados diretores do cinema. E não digo isso em relação à industria cinematográfica, uma vez que ele teve seu talento reconhecido com a premiação por “Forrest Gump” (1994), mas digo em relação ao público mesmo. É impressionante como algumas pessoas com quem converso sobre cinema desconhecem o diretor, embora se lembrem facilmente de vários de seus filmes.
      Robert Zemeckis não tem a mesma grife de um Spielberg ou de um Cameron, mas para mim ele é tão importante quanto.
      Exemplo de artista que está à frente de seu tempo.
      Quanto ao Bob, por mais homenagens que prestemos, ainda ficaríamos devendo.
      Grande abraço.
      Abraços.

  • Leandro  Disse:

    Fantastico Don! Suas postagens são otimas! Entretanto, ficou faltando uma cereja nesse bolo: a dublagem da SC feita para o VHS…

    • Don Costa  Disse:

      Olá Leandro.
      Grato pela mensagem.
      Na verdade eu até queria fazer um tri-áudio deste filme, porém não encontrei a dublagem da SC disponível na internet.
      Eu até encontrei o VHS à venda por menos de R$20,00 e pensei em adquirir. Mas falou mais alto a minha determinação em não me envolver financeiramente com esse meu hobby. “Nunca pagar por ele. Nunca receber por ele”. O único gasto permitido é o de tempo. Prazerosamente gasto. Alguns projetos levam semanas. E o único recebimento permitido são as mensagens de apoio dos amigos do site, como você.
      Todos nós aqui somos viciados em cinema e, como todo viciado, se perdermos o controle, já era.
      Se eu gastasse esses R$20,00 para adquirir esse áudio, em pouco tempo estaria gastando centenas ou até milhares de reais em arquivos raros, programas de edição e equipamentos melhores. E tem muita coisa que eu quero. Principalmente arquivos.
      Então eu vou esperar esses arquivos ficarem disponíveis para trabalhar com eles. Muitas das minhas postagens surgiram assim.
      E é exatamente o que vai acontecer neste caso. Quando o arquivo surgir, farei um tri-áudio.
      Bom divertimento e um grande abraço.

  • Wagner S.  Disse:

    Justíssima homenagem Don. Bob Hoskins deixou um legado de ótimas e inesquecíveis interpretações como a do detetive Eddie Valiant. Obrigado por compartilhar conosco esta excelente remaster. Abraço!

    • Don Costa  Disse:

      Verdade, amigo Wagner.
      Este e outros atores que se foram deixaram obras magníficas e um pouco de tristeza por já não estarem entre nós.
      Na minha idade, estas coisas começam a acontecer com uma frequência cada vez maior. Mês retrasado, li a notícia de que um dos guitarristas do AC/DC, Malcolm Young, estava deixando a banda devido à problemas de saúde. Talvez definitivamente.
      Só então me caiu a ficha de que os integrantes de todas as minhas bandas favoritas estavam com, pelo menos, 60 anos de idade. B. B. King tem quase 90. E isso vale, também, para os atores.
      A lista de atores fantásticos com mais de 50 anos é imensa. Já a lista de atores com menos de 50 anos de que eu gosto é muito menor. Veja, não estou falando de talento e sim pelos que nutro maior empatia.
      Cada geração tem a sua lista.
      Resta-me a providência de assistir à todas as novas performances dos que ainda estão na ativa, e o consolo de rever as obras dos que já se aposentaram ou já se foram. Nesta segunda opção, o Tela de Cinema tem se mostrado imbatível no resgate da memória destas obras e destes artistas. Uma verdadeira máquina do tempo.
      Um grande abraço pra você.

  • Julian  Disse:

    Excelente postagem, filme divertidíssimo e a qualidade está impecável! Obrigado pela versão em tamanho reduzido, assim fica mais fácil para guardar (com tanto filme legal que aparece a cada dia ter espaço nos HDs é sempre um problema pra mim, rsrs). 😉

  • Neil gemeos  Disse:

    uffa!conclui todas as partes agora!meu Deus que Belíssimo trabalho eu ja tinha esse filme mais fiz questão de baixar nessa qualidade,afinal de contas eu sou fã numero 1 do filme desde quando ele foi lançado no cinema,vcs estão de parabens

  • douglasrafael  Disse:

    Incrível a qualidade dessa remasterização, Don Costa!! Assisti na TV de 32 do meu amigo. Ficou um espetáculo! Muito obrigado! 😀

    • Don Costa  Disse:

      Sou eu quem te agradeço, Douglas, por prestigiar o Tela de Cinema.
      Esse filme é simplesmente fantástico e merece ser apreciado com a melhor qualidade possível.
      Mas o projeto ainda não está completo. Existe uma outra dublagem e, quando eu a encontrá-la, atualizarei esta postagem para um Tri-Áudio.
      Muito obrigado pelo comentário.
      Abraços.

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