UM VÍRUS CHAMADO: SOCIUS SEMPER

Quase sete anos compartilhando, três anos de blog e rumo ao quarto (se Deus quiser), mas confesso que as vezes tenho vontade de desistir dessa jornada (desejo antigo, mas nunca consolidado), sei que o blog continuaria sem mim, pois o Tela de Cinema já não é meu, ele já tem vida própria, e isso é um fato, basta perceber o número de colaboradores sempre crescente.

Entre os motivos que alimentam minha ânsia de desistir, posso destacar três, que diria serem os principais:

A ingratidão daqueles que sempre criticam. Criticam o servidor, o tamanho do arquivo, a qualidade da imagem, criticam se tem logo do blog na imagem, se o arquivo está dividido em partes, se o arquivo está em parte única, criticam por que tem muita informação nas postagens, criticam por que precisam criticar algo e não conseguem olhar nada além do próprio umbigo, mas essas mesmas pessoas não criticam o fato de não desembolsarem um único centavo para ter acesso ao acervo que se encontra aqui.

A inveja daqueles que não acham nada útil para fazerem de suas vidas e perdem seu tempo para falar mal do blog e me difamar/ameaçar, gente mesquinha e pequena que sempre procura gerar intrigas e mal estar, que usa a chat de box de seu blog para me ofender moralmente, citando inclusive meu nome, que se foda esse escroto que foi expulso da arca de Noé.

O tempo que dedico ao blog, que me priva de realizar outras atividades e que é demasiado.

Senhores (as) eu não desisti ainda por uma única razão: COMPARTILHAR É LEGAL!

Uma ação gera uma reação, me satisfaz ler o comentário de um senhor (a) de oitenta anos grato pela oportunidade de rever um clássico esquecido da infância ou juventude, me alegra ler comentários de pessoas agradecidas pelo esforço que não somente eu faço, mas que todos que se dedicam ao blog fazem, me anima saber que o que se faz aqui é contagioso e observar que mais e mais pessoas se engajam nessa luta e dividem aquilo que tem.

Sejam ingratos, sejam invejosos e que me falte tempo, por enquanto esses motivos pesam menos na balança do que o valor do compartilhamento.

Obrigado aos amigos que colaboram, aos amigos que nos incentivam, aos amigos que comentam, aos amigos que estendem a mão e aos amigos que ficam felizes com nosso trabalho. Lógico, obrigado também aos que criticam, aos que tem inveja, pois sem vocês a vida não teria graça!

* Em tempo, SOCIUS SEMPER, do latim, traduzindo: compartilhando sempre.

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