UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES (Dual Áudio / 1080p) – 1981

AN AMERICAN WEREWOLF IN LONDON – 1981
COMÉDIA – HORROR
DIREÇÃO: John Landis
ROTEIRO: John Landis
IMDb: 7,6 http://www.imdb.com/title/tt0082010/

RMZ – DUBLAGEM CLÁSSICA – DUAL ÁUDIO + V. REDUZIDA + TRILHA SONORA EXPANDIDA

“Adição: Novos Links p/V. Red., T. Sonora e Sample”

Postado por Don Costa

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VERSÃO MAIOR

Formato: MKV
Qualidade: BRrip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 23976 fps, 10.100 kbps
Tamanho: 7,52 GB
Duração: 97 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
1o Português (Dublagem Clássica RMZ)– 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 2 canais, 192 kbps
2o Inglês – 48,0 KHz, DTS, 24 bits, 6 canais, 755 kbps
Servidor: Mega (dividido em 39 partes)
Créditos do áudio dublado e primeira remasterização:
Lilbarby, com base nos áudios de Givaldo Dias, Jack Bauer, Marciel Noronha e Marcos Vinicius

Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

VERSÃO REDUZIDA

Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 23976 fps, 2.000 kbps
Tamanho: 1,99 GB
Duração: 97 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
1o Português (Dublagem Clássica RMZ)– 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 2 canais, 192 kbps
2o Inglês – 48,0 KHz, DTS, 24 bits, 6 canais, 755 kbps
Servidor: pCloud (dividido em 9 partes)

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NOTA – Informações sobre os arquivos (Don Costa):

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 7,52 Gb e outro menor com 1,99 Gb. Ambos têm dois áudios e a única diferença entre eles é a bitragem de vídeo. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior.

NOTA – Comentário de Lilbarby, o primeiro remasterizador:

“Pela primeira vez remasterizado em estéreo, as fontes do áudio dublado foram provenientes dos releases upados por Jack Bauer (uncut version) e Marciel Noronha (cortado, mas com qualidade melhor). Vários passos foram necessários para que eu pudesse melhorar a qualidade do áudio das fontes usadas (Equalizer, DeClipping, etc…). Eu decompus a trilha original DTS em Inglês de 6 canais de áudios separados e troquei o canal central por minha trilha em português. Depois da sincronização AV e acomodação dos volumes, todos os canais foram codificados para um DD 5.1, e depois transferidos para um AAC, áudio estéreo. Essa remasterização exigiu muito trabalho e empenho, mas tudo foi feito com muita atenção e carinho. Todos os amigos que conhecem essa obra prima do terror sabem que esse esforço valeu a pena.”

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PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 39 PARTES): UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES (VERSÃO MAIOR)

PASTA VERSÃO RED. (PCLOUD – 9 PARTES): UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES (VERSÃO REDUZIDA)

*Link (Meocloud): Trilha Sonora Expandida

Senha para tudo:

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AMOSTRA DE DUBLAGEM:

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David Kessler (David Naughton) e Jack Goodman (Griffin Dunne) são colegas de colégio, que vieram dos Estados Unidos para conhecer a Inglaterra. Pedindo carona nas estradas, eles chegam a uma pequena cidade. Lá vão ao bar, sendo friamente recepcionados pelos moradores locais. A situação piora ainda mais quando Jack pergunta o porquê do local ter velas e um pentágono na parede.

Ao deixar o local, eles caminham por uma estrada deserta e enevoada. Logo percebem que um animal está cercando-os e são atacados por um enorme e desconhecido animal. Jack é morto mas David consegue sobreviver e é internado num hospital em Londres. Ao voltar a si, tempos depois, ele não se lembra do acontecido. Então David começa a receber visitas mal-assombradas do seu amigo morto Jack, que explica que ele foi atacado por um lobisomem e agora se tornará também um monstro. Jack quer que David se suicide antes da próxima lua cheia, não apenas para evitar a transformação, mas também para libertar ele próprio da sua condição de morto-vivo…












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Informações sobre o filme:

Este é o primeiro filme a ganhar o Oscar de Melhor Maquiagem. Essa categoria foi criada em 1981. Rick Baker venceu devido ao extraordinário trabalho feito no filme, que gerou um grande impacto no mundo do cinema. A própria criação da categoria no Oscar foi, em muito, influenciada pelo sucesso da maquiagem em “Um Lobisomem Americano em Londres”. Esse foi um dos dois filmes de lobisomem que venceram o Oscar de Melhor Maquiagem. O segundo, também com Rick Baker sendo premiado, foi “O Lobisomem” (2010). William Tuttle foi o primeiro artista de efeitos de maquiagem a receber um Oscar (na época um prêmio honorário) por seu trabalho em “As Sete Faces do Dr. Lao” (1964).


Rick Baker (centro) no Oscar de 1982 ao lado de Vincent Price e Kim Hunter.


Rick Baker (esquerda) e Dave Elsey premiados pelo trabalho em “O Lobisomem”.


Às vezes sozinho (esquerda), às vezes com um assistente (centro), William Tuttle desenvolveu um extraordinário trabalho que lhe valeu o Oscar honorário por “As Sete Faces do Dr. Lao” (direita).

Apenas quatro americanos foram autorizados pelo governo britânico a trabalharem nas cenas rodadas em Londres: o diretor John Landis, o maquiador Rick Baker e os atores David Naughton e Griffin Dunne. As três primeiras autorizações de trabalho foram concedidas pelo governo britânico, sem problemas. Mas o sindicato dos atores local questionou a necessidade de uma autorização de trabalho para o ator Griffin Dunne, alegando que já havia abundância de jovens atores americanos vivendo na Grã-Bretanha que poderiam interpretar o papel de Jack. Foi só quando o diretor/roteirista Landis ameaçou reescrever o roteiro e mudar o título do filme para “Um Lobisomem Americano em Paris” é que o sindicato reconsiderou o pedido e o consulado concedeu à Dunne sua autorização de trabalho.


Os únicos americanos trabalhando no filme em Londres, da esquerda para a direita: John Landis, Rick Baker, David Naughton e Griffin Dunne. No alto, fotos dos anos 80. Acima, imagens atuais.

Enquanto John Landis estava tentando conseguir levantar recursos para fazer este filme, Rick Baker ficou cansado de esperar (mais de oito anos) e decidiu usar o que ele estava preparando para este filme em outro filme do gênero: “Grito de Horror” (1981). Mas logo pós iniciar esse trabalho, Baker recebeu um telefonema de Landis dizendo: “Eu tenho o dinheiro. Vamos fazer ‘Um Lobisomem Americano’!”. Depois de uma acalorada discussão com gritos e ofensas de ambas as partes, Baker decidiu deixar “Grito de Horror” nas mãos de seu assistente Rob Bottin passando a atuar apenas como consultor, enquanto embarcava para Londres para trabalhar no filme de Landis. A amizade de ambos já vinha de longa data e as discussões sobre trabalho eram normais.


Em “Grito de Horror”, o fantástico trabalho de maquiagem (centro) de Rob Bottin (esquerda), garantiu um resultado tão bom quanto o do filme de Landis.

John Landis escreveu o roteiro para este filme após um incidente durante a filmagem de “Os Guerreiros Pilantras” (1970) – época em que ele era um assistente geral – na zona rural da Iugoslávia. Enquanto passava por uma estrada secundária com um colega, Landis encontrou um funeral tradicional cigano. O corpo estava sendo enterrado numa sepultura profunda, com os pés voltados para baixo, enquanto era envolvido em cordões de alhos e rosários para que ele não ressuscitasse do mundo dos mortos. O diretor começou a pensar na imagem de um morto-vivo que saísse da cova e começasse a visitar os amigos enquanto seu corpo se decompunha. Esse foi o mote inicial do roteiro. O lobisomem, motivo da morte do personagem, foi imaginado depois e tornou-se o ponto central no roteiro final.


O ator Griffin Dunne transformando-se num zumbi. A imagem de um morto-vivo saindo da cova foi a idéia que deu origem ao filme.

Os executivos da Universal Pictures queriam que Dan Aykroyd interpretasse David e John Belushi o personagem Jack, mas o diretor John Landis recusou.


Os jovens Dan Aykroyd e John Belushi estavam cotados para protagonizarem o filme.

John Landis contratou David Naughton após vê-lo em um comercial de TV do Dr. Pepper, um refrigerante criado no Texas, muito popular nos Estados Unidos. O ator já estrelava muitas campanhas publicitárias e o sucesso do filme foi tão bom para ele quanto para as empresas que o contratavam.


Um simples comercial de refrigerante protagonizado por Naughton (esquerda), trouxe grandes dividendos para o ator e para a marca (centro), que intensificou a campanha publicitária (direita).

As filmagens ocorreram em fevereiro e março de 1981, seguindo a ordem das cenas do próprio longa-metragem.

A trilha sonora do filme ficou a cargo do genial Elmer Bernstein. Extremamente versátil, o compositor tem centenas de trabalhos em todo tipo de filme ao longo de mais de 5 décadas de carreira. Filmes épicos (Os Dez Mandamentos – 1956), dramas (O Sol é Para Todos – 1962), westerns (O Último Pistoleiro – 1976), aventuras (Os Caça-Fantasmas – 1984) e até comédias (Oscar – Minha Filha Quer Casar – 1991) fazem parte do seu repertório. Mas talvez sua música mais conhecida no Brasil seja o tema de “Sete Homens e Um Destino” (1960), utilizada durante anos nas propagandas do cigarro Marlboro. Em “Um Lobisomem Americano em Londres” a duração total da partitura original do compositor é de sete minutos, para grande surpresa dos aficionados das músicas temas de cinema, que pediam uma versão completa desta música por anos, mas que não estava presente na trilha sonora original. Em 2011, a PolyGram lançou uma trilha sonora expandida do filme, com todas as versões de todas as músicas que aparecem nele, mesmo que por poucos segundos. Só “Blue Moon” tem seis versões diferentes. O lançamento dessa versão foi um grande presente para os fãs do compositor que morreu em 2004. É essa trilha de versão expandida que estou enviando junto com o filme.


Bernstein com John Landis em 1982, em 2002 e a capa da versão expandida da trilha sonora.

John Landis tentou, sem sucesso, que outras três canções integrassem a trilha sonora de “Um Lobisomem Americano em Londres”. “Moonshadow” não teve sua inclusão autorizada por Cat Stevens, que resolveu que ela não mais seria incluída em filmes após sua conversão ao islamismo. Bob Dylan não autorizou que “Blue Moon” fosse usada em um filme de classificação “R” e “Blue Moon”, de Elvis Presley, não pôde ser usada pois estava indisponível devido aos processos judiciais ainda em andamento que envolviam sua propriedade após sua morte em 1977.


Cat Stevens (esquerda), Bob Dylan (centro) e Elvis Presley não puderam colaborar com a trilha sonora do filme.

A cena em que o lobisomem corre por Piccadilly Circus foi rodada com a ajuda da policia, que interrompeu o tráfego normal e limitou o acesso do público ao local em que as gravações ocorreram. Todos tomaram seus lugares, iniciaram as filmagens utilizando várias câmeras e foi tudo recolhido e limpo em pouco mais de meia hora. Foi a primeira vez depois de muitos anos que filmagens foram autorizadas no local. Precisamente, desde as gravações de “O Golpe do Século” (1967). Na época o diretor Michael Winner liberou o uso de uma bomba de fumaça não autorizada, fazendo com que ele e vários integrantes da equipe técnica fossem presos. Contudo, a experiência cordial de John Landis em trabalhar com a polícia de Chicago em “Os Irmãos Cara de Pau” (1980) ajudou a superar a relutância oficial para aprovar as filmagens, especialmente porque ele estava trabalhando dentro de um plano, utilizando um modelo em escala da área, além de croquis, segundo o qual o tráfego seria minimamente perturbado.


Experiências anteriores e um plano que incluía croquis (acima), ajudaram o diretor à conseguir a liberação da área para as filmagens.

A personagem Alex possui vários itens em sua decoração que demonstram sua admiração pela cultura norte-americana. Humphrey Bogart pode ser visto em dois cartazes. Há um de Casablanca (1942) na sala de estar e um do próprio Bogart, em preto e branco, na cozinha. Também existem quatro miniaturas de personagens Disney espalhados pela sala de estar. Duas do Mickey, uma da Minnie e outra do Pato Donald.


Cartaz de “Casablanca”…


…poster de Humphrey Bogart,…


…e personagens Disney denunciam a admiração de Alex pela cultura norte-americana.

O episódio do programa de TV “O Show dos Muppets” exibido durante o pesadelo de David existiu realmente e trata-se do episódio “Señor Wences” (1980), mas a parte mostrada jamais foi exibida na TV americana. É por isso que os norte-americanos muitas vezes pensam que este é um episódio falso, até porque Miss Piggy e Kermit, The Frogg (Caco, o Sapo), estão creditados no filme.


Trecho não exibido nos EUA…


…e personagens creditados levaram o público norte-americano a pensar que o episódio era falso.

O diretor John Landis aparece em uma pequena ponta, já perto do final do filme, ao ser atingido por um carro e atirado contra uma vidraça em Piccadilly Circus.


A cena com o diretor canastrão (na opinião dos colegas) fazendo uma ponta.


A sequência da cena a partir de outro ângulo.


A performance do diretor teve direito à notas (não muito boas) dadas pelo pessoal da produção.

Ao término dos créditos finais há uma mensagem de congratulações ao casamento entre o príncipe Charles e a princesa Diana. Ela foi incluída porque, na cena em que David é preso, ele grita que o príncipe Charles é homossexual. A cena foi gravada meses antes do casamento entre Charles e Diana.

O maquiador Rick Baker usou seu cachorro, Bosko, para definir o visual dos lobisomens.

O cantor Michael Jackson ficou tão impressionado com “Um Lobisomem Americano em Londres” que fez questão de que seu responsável fosse contratado para dirigir o videoclipe da canção “Thriller”. Assim, John Landis, sua esposa Deborah Nadoolman (figurinista), Rick Baker (efeitos especiais de maquiagem), Robert Paynter (cinegrafista) e Elmer Bernstein (música) foram contratados.


O impressionante trabalho da equipe de Landis, ajudou “Thriller” a se tornar um dos maiores videoclipes da história, alavancando ainda mais a já consagrada carreira do astro americano.

Em 1997, a “BBC Radio 1” transmitiu a história do filme como se fosse um drama de rádio, no Dia das Bruxas. Foi transmitido em pequenos trechos ao longo do dia. Brian Glover, John Woodvine e Jenny Agutter reprisaram seus papéis na versão radiofônica. A transmissão também foi uma homenagem à Glover que havia falecido em Julho daquele ano, logo após o término das gravações.


Brian Glover, John Woodvine e Jenny Agutter. Reprise radiofônica e homenagem à Glover.

Em 2005, quando completou 21 anos, foi relançado nos cinemas da Austrália.

Seu orçamento foi de, apenas, US$ 10 milhões.

John Landis relatou que quando ele foi aprovar uma transferência de alta definição do filme para DVD, em meados dos anos 2000, ele ficou surpreendido por ver o quão sangrento o filme realmente era.

David Naughton informou que a cena da cama de hospital vista na floresta foi a mais difícil e dolorosa de se fazer. Naquela época, eles usavam lentes de contato de vidro, que incomodavam bastante, doíam e saíam do lugar constantemente. O que era para ser uma cena simples, de poucos segundos, levou horas. A cada tomada mal sucedida era necessária a intervenção do maquiador Rick Baker para ajustar o acessório.


A cena em questão (esquerda) e o trabalho meticuloso do maquiador. Cuidado redobrado para não ferir o ator.

O filme pornô fake “See You Next Wednesday” foi a primeira coisa a ser filmado durante a produção, mas, durante anos, muitos achavam que o filme era real, principalmente pelos cartazes na fachada do cinema e pela propaganda no metrô, que seguiam o estilo das produções locais.


Uma perfeita caracterização na fachada…


…somada à propaganda padrão da época, com cartazes no metrô…


…ao lado de produções reais (no destaque, Airplane – Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu), confundiram muitos espectadores que procuraram o falso filme por anos.

Rick Baker alegou ter ficado inicialmente decepcionado com o pouco tempo filmado na transformação do rosto do lobisomem, depois de ter passado meses trabalhando no mecanismo. John Landis necessitou apenas de uma tomada com duração de cerca de sete segundos. Baker achava que tinha desperdiçado seu tempo, até ver o filme com o público aplaudindo a cena durante aqueles sete segundos.

Durante a pré-estréia do filme a marquise informava, “do mesmo diretor de O Clube dos Cafajestes (1978)”. Devido à isso, muitas pessoas na platéia acharam que estavam vendo uma comédia, principalmente depois da cena inicial com os dois protagonistas viajando com ovelhas. Mas várias correram para fora do cinema, após algumas cenas, quando descobriram que era um filme de terror. Elas estavam realmente com medo.

Frank Oz, tecnicamente, aparece com dois personagens neste filme: O Sr. Collins, que é o homem do consulado que fala com David no hospital, e a voz de Miss Piggy em “O Show dos Muppets: Señor Wences (1980)”, que aparece no pesadelo de David.

Rick Baker e John Landis tiveram vários desentendimentos sobre qual design o lobisomem deveria ter. Baker queria que fosse um lobisomem de duas pernas dizendo que ele achava que lobisomens tradicionais são bípedes. Já Landis queria um “cão de quatro patas do inferno”. A visão de Landis prevaleceu, mas Baker conseguiu criar seu lobisomem bípede em seu outro projeto paralelo nos EUA: “Grito de Horror”.


A visão de um lobisomem bípede ficou em “Grito de Horror” (esquerda com o diretor Joe Dante), enquanto Landis preferiu o “cão do inferno” (centro e direita) em seu filme.

Ao tentar ligar para casa, David dá ao operador um número de telefone (516-472-3402) que contém um código de área de Long Island, Nova York . É também um caso raro, em que um número de telefone real é usado. Em muitos países, o uso de telefones, nomes ou endereços reais em obras fictícias é vetado por lei.

Quando David telefona para falar com sua família, ele fala com sua irmã Rachel. Durante a conversa, eles falam sobre o seu irmão Max. Max e Rachel são os nomes dos filhos do diretor John Landis.

John Landis teve de evitar filmar qualquer nudez frontal completa de David Naughton durante a cena da transformação ou nas outras cenas em que ele estava nu. Não apenas para evitar uma restrição ainda maior ao filme, mas porque o personagem David Kessler era um judeu, portanto, circuncidado. Já o ator não era.

A cena em que David estava na jaula com os lobos foi filmada em uma única tomada, já que o ator não queria voltar para a jaula dos animais, por mais que os tratadores insistissem na docilidade dos mesmos.

O hospital em que David é levado depois de ser atacado por um lobisomem era um hospital em desuso – Princess Beatrice Hospital, em Londres (sala 21, Piso 4). O edifício é agora utilizado como uma clínica para desabrigados.

Fachada do Princess Beatrice Hospital nos dias atuais

A atriz Elizabeth Bradley, que interpretou a mulher que David encontra no zoológico, não foi informada de que o ator estaria nu. Avisaram-na, simplesmente, de que o ator iria aparecer e dizer algo. A expressão de espanto/constrangimento/incredulidade da atriz era real.


A veterana atriz não tinha nenhuma fala, mas sua expressão vale por mil palavras.

Assim como há diferenças entre o português brasileiro e o de Portugal, elas existem entre o inglês norte-americano e o britânico. John Landis teve vários problemas de comunicação no set com a equipe de efeitos especiais. Em um deles, ele lhes disse para tirar a cabeça do Inspector Villiers e jogá-lo sobre o capô (hood – em inglês USA) de um carro. Eles olharam para ele, intrigados, e depois de vários minutos de tentativas frustradas de comunicação, incluindo gestos e mímicas, ele pegou a cabeça e atirou-a sobre o capô de um dos carros, no eles responderam: “Oh, você quer dizer o capô” (bonnet – em inglês UK).

David Naughton disse que a cena da transformação levou seis dias para ser concluída, sendo cerca de dez horas por dia gastos em aplicar a maquiagem, cinco horas de trabalho no set e três horas na remoção da maquiagem. Rick Baker estima que apenas meia hora de filmagens foram feitas durante toda aquela semana. O focinho era a última cena a ser filmada e não necessitava do ator, já que era uma cabeça animatrônica. Na verdade, essa foi a última cena filmada em toda a produção e foi realizada após a festa de encerramento com o elenco e a equipe começando a irem para casa. Baker ficou chateado por a maior parte da equipe e o elenco não estarem ali presentes na filmagem, mas foi recompensado com as congratulações após todos assistirem a cena no filme. Até hoje a cena é considerada por muitos como a melhor cena de transformação de lobisomens do cinema, sendo insuperável até mesmo pelas produções atuais que utilizam imagens geradas por computador.


Da confecção do molde à aplicação no set foram dias de trabalho.


Dias de filmagem alternando ator e partes animatrônicas.


Dez horas de maquiagem para cada cinco de trabalho no set não tiraram o bom humor do grupo.


Uma das principais cenas, utilizando uma cabeça animatrônica, foi acompanhada por apenas alguns dos membros da produção.

Griffin Dunne ajudou bastante o marionetista na versão “zumbi” de seu personagem Jack na cena do cinema pornô, dizendo as suas falas em tempo real. O mecanismo era bastante complicado de ser operado e o ator facilitou o trabalho ao falar o texto e adequar as expressões seguindo os movimentos do boneco.


A colaboração do ator foi vital para a performance realista da complicada marionete.

John Landis inicialmente queria que o tempo em que o lobisomem aparecesse na tela fosse o mínimo possível, surgindo só em algumas cenas, apenas o suficiente para dar uma impressão de algo enorme e feroz. A longa cena do lobisomem perseguindo Gerald Bringsley no metrô até a escada rolante foi um exemplo disso. Esse sistema foi usado com grande sucesso por Steven Spielberg em “Tubarão” (1975), onde o monstro, de fato, aparecia muito pouco. A decisão de Landis em mostrar o lobisomem tanto quanto foi mostrado foi devido ao fato do diretor ter ficado impressionado com o monstro criado por Rick Baker. Isso exigiu de Baker a produção extra de várias partes do corpo da besta que seriam filmadas no restante do filme. Também foi necessária muita criatividade para filmar estes trechos de maneira realista com um custo baixo. Na cena em que o lobisomem ataca as pessoas no meio do trânsito, hora é o mecatrônico sendo empurrado como um “carrinho de mão”, hora é o próprio Baker manipulando a cabeça-fantoche enquanto é empurrado numa cadeira de rodas.


Rick Baker, sua equipe e um arsenal criado para dar vida à criatura nas telas.


Empurrando o animatrônico com rodinhas (em destaque) ou sendo empurrado numa cadeira de rodas. Talento e muita criatividade produziram um filme fantástico à um custo bem baixo.

O próprio Rick Baker manipulou a cabeça do lobisomem na cena do ataque ao Inspector Villier. Ele tinha pleno conhecimento da rigidez e da força de cada parte da cabeça do boneco, e estava preocupado em não causar ferimentos o ator Don McKillop.


Preocupado em não ferir o ator, o próprio Baker manipulou a cabeça do lobisomem.

Em uma entrevista com Mick Garris em “Take One”, John Landis afirmou que, em uma pré-visualização, ele incluiu uma cena em que mostrava bem mais da sequência onde os três “sem tetos” no ferro-velho foram mortos. As pessoas reagiram tão fortemente, e em voz alta pelo resto da pré-visualização, que ele ficou com medo de que as pessoas perdessem alguns dos pontos chave da trama no final do filme. Ele acrescentou que sentiu ter cometido um erro ao cortar essa cena, porque ela poderia ter feito o filme se destacar ainda mais.

Uma das peças usadas no filme, um animatrônico em tamanho original de corpo inteiro do lobisomem, foi dado por Rick Baker ao amigo e colecionador Bob Burns para que fizesse parte do seu, já bem expressivo, acervo. Com o passar dos anos a peça se deteriorou, pois os materiais usados na época em sua confecção eram muito frágeis. Em 2008, Burns chamou o renomado restaurador e designer Tom Spina e relatou sobre a condição de deterioração da peça. Chamada de “Oscar” (nome dado ao lobo por Bob, em reconhecimento ao prêmio de Melhor Maquiagem recebido por Baker em 1981), a peça passou por meses de um intenso e delicado trabalho de restauração até voltar à sua aparência original. Hoje ela se encontra no museu particular de Bob Burns e é emprestada de tempos em tempos para eventos e outros museus.


O meticuloso trabalho do talentoso restaurador Tom Spina (esquerda) salvou a icônica peça de um dos melhores filmes de terror já produzidos.


Hoje exposto no museu particular de Bob Burns, o trabalho de Rick Baker ainda impressiona… e assusta!

Fontes: imdb.com, mubi.com, twitter.com/TheRickBaker, aintitcool.com, therpf.com, tomspinadesigns.com, aveleyman.com, bionicdisco.com, drpepper.com, theapricity.com, ocregister.com, theguardian.com, datab.us, universalmusic.com, movie-locations.com, moviemistakes.com, muppet.wikia.com, funtrivia.com, azkhan.de e elmerbernstein.com.

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Joe Belcher … Truck Driver
David Naughton … David Kessler
Griffin Dunne … Jack Goodman
David Schofield … Dart Player
Brian Glover … Chess Player
Lila Kaye … Barmaid
Rik Mayall … 2nd Chess Player
Sean Baker … 2nd Dart Player
Paddy Ryan … First Werewolf
Jenny Agutter … Nurse Alex Price

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# país: EUA / Reino Unido
# duração original: 97 min. / 92 min. (heavily cut)
# produção: PolyGram Filmed Entertainment e Lyncanthrope Films
# distribuidora: Universal Pictures…

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41 comentários para UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES (Dual Áudio / 1080p) – 1981

  • Zachary Foxx  Disse:

    Don Costa…. Do Costa….. juro que soltei um sonoro P***Q**P**** aqui quando vi essa postagem…..

    Se perguntar o por que, só digo que tenho o DVD de aniversário dos 25 anos do filme e comprei isso tem um mês mais ou menos:
    http://www.ebay.com/itm/An-American-Werewolf-in-London-Steelbook-Region-Free-Blu-Ray-New-Sealed-/311234496669?ssPageName=STRK%3AMEBIDX%3AIT&_trksid=p2047675.l2557&nma=true&si=0%252FESKNjrwiCf5zpdBBzdwMh6j1A%253D&orig_cvip=true&rt=nc

    Tem algum corte no áudio? Já tenho umas 2 versões deste filme mas baixando essa….. conhecendo a qualidade dos seus release… :D!

    MUITO OBRIGADO!!!

    Ahhhh, desculpe, deu um problema no meu note e só resolvi esta semana. Gravei 5 DVDs e o último vou gravar amanhã para te mandar…. se o arquivo não fosse tão grande e tantas partes eu já teria upado para o Mega ou outro server.

    Desculpa a demora!

    Abraços

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigo Zachary Foxx.
      Demorei demais para enviar esta postagem. Só para upar os arquivos levei duas semanas. Eu já tinha remasterizado este release desde novembro passado. Mas eu tinha outros projetos na frente e as pesquisas sobre o filme, além da montagem da postagem, também consomem muito tempo. Talvez se eu tivesse postado no fim do ano você não precisasse ter comprado este DVD.
      Quanto à dublagem, apesar das excelentes colaborações dos amigos que forneceram os áudios e do espetacular trabalho feito pelo grande Lilbarby, ela ainda não está perfeita. Há um pequeno trecho de poucos segundos, durante um dos pesadelos de David, que não está dublado. Mas é só. Todo o restante está dublado e esta ainda é a dublagem mais completa que existe desse filme, como você pode perceber pela amostra. A imagem também está perfeita.
      Não tenha pressa com os DVDs. Assim que for possível você manda.
      Grato pela mensagem e um grande abraço.

  • Zachary Foxx  Disse:

    Perai…… agora que vi a amostra da dublagem……. outro P***Q**P****!!! PERFEITO!

  • Alainstair  Disse:

    Maravilha de post!!! Parabéns Don, mas me tire uma dúvida: eu também tenho outros dois arquivos com versões dubladas, inclusive o rmz do Lilbarby, tem diferença no audio português remasterizado pra esse seu release?

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde amigo Alainstair.
      Eu tentei melhorar o áudio do Lilbarby, mas sempre que eu mexia em algo ele piorava.
      Pelo menos em meus programas amadores, o trabalho feito por ele realmente é o máximo que se pode obter em termos de qualidade e equilíbrio desse áudio. Passei alguns filtros para atenuar os agudos e amenizar os ruídos de fundo, mas as mudanças são praticamente imperceptíveis, mesmo num gráfico. A única diferença, mesmo, com relação ao rmz do Lilbarby é a qualidade do vídeo, que está muito melhor aqui, inclusive na versão reduzida. É possível comparar até os screens. A riqueza de detalhes em um release de 1080p é muito maior,
      Mas se você já tem um vídeo excelente em 1080p com a dublagem do Lilbarby, não há a necessidade de baixar o desta postagem, pois serão iguais.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • FX  Disse:

    Espetacular!!! às vésperas do Oscar,um ótimo trabalho e perfeição do mestre Don e aos companheiros pelo áudio muito obrigado!!!

    • Don Costa  Disse:

      Olá Fx.
      Estou lllllllooooooonnnnnnngggggggeeeeeee de ser mestre em alguma coisa. Se eu fosse bom mesmo, mandava pelo menos uma postagem dessa por semana, o que, provavelmente, causaria a internação dos administradores do site em um hospício. Eu estou mais para um aprendiz em treinamento que se diverte muito com estas postagens. Quando nos divertimos fazendo uma tarefa, o resultado final apresenta uma qualidade muito melhor.
      Mas esta tarefa foi até bem simples. Eu apenas fiz ajustes mínimos na rmz do Lilbarby, que fez todo o trabalho pesado, e anexei à um vídeo melhor. Graças à ele e aos amigos que enviaram os áudios dublados é que temos esse Bluray 1080p dual àudio à disposição de todos.
      Obrigado por prestigiar nosso trabalho.
      Abraços.

  • Alecs  Disse:

    Gente, que presentão, estou tentando baixar. Mas alguém sabe por que agora só dá pra baixar de 4 em 4 partes pelo MEGA? Antigamente não era assim…

    • Don Costa  Disse:

      Bom dia Alecs.
      Esses serviços de hospedagem sempre foram altamente instáveis desde sua criação, o que explica a desconfiança de todos em utilizar esses serviços para guardar arquivos importantes. Desde a queda do Megaupload a situação piorou. Muitos servidores sumiram e, os que ficaram, ainda estão tentando se adequar à nova realidade. De todos os servidores que testei, o 4shared e o Mega eram os mais adequados, pois eram gratuitos, não necessitavam de anti-captcha, baixavam automaticamente na velocidade máxima e, em caso de queda na conexão, reiniciavam o download no ponto em que pararam e não do início.
      Agora isso está mudando. O 4shared criou um limite de download diário e mensal, além de, em caso de interrupção do download, ele não reinicia mais do ponto em que parou, obrigando-nos a iniciar todo o download novamente. Já o Mega começou à apresentar muita instabilidade, com variação brusca de velocidade e links temporariamente indisponíveis. Talvez essa restrição de download, limitados à quatro partes por vez, seja uma forma de distribuir melhor a capacidade dos servidores e diminuir a instabilidade recentemente apresentada. Seja como for, eles nunca dão nenhuma explicação do que acontece e sempre somos surpreendidos com essas mudanças intempestivas.
      São por esses problemas que eu sempre recomendo que utilizem gerenciadores de download. Para o Mega, eu recomendo o JDownloader2 ou o MiPony. Eles são gratuitos, compatíveis e fazem tudo automaticamente.
      Proceda assim. Abra o programa. Venha até a página da postagem e clique, com o botão direito do mouse, no link da pasta com os arquivos. Clique em “copiar endereço do link”. O programa copiará automaticamente todos os links que estiverem dentro da pasta e verificará se eles estão online. Depois confirme que deseja fazer o download de todas as partes. Pronto. O programa baixará automaticamente todas as partes, mesmo quando há limitações. Se for possível baixar somente de quatro em quatro partes ele baixará as quatro primeiras, depois as outras quatro, e assim sucessivamente. Se algum link estiver temporariamente indisponível ele ficará tentando baixá-lo a cada cinco minutos até conseguir a liberação. Se a velocidade estiver muito baixa ele continuará tentando aumentá-la até completar o download. O programa, inclusive, faz a descompressão dos arquivos, bastando, para isso, que as senhas estejam cadastradas na área de opções.
      Não é o ideal, mas é o que podemos fazer para nos adaptarmos à essas restrições.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • Mclaine  Disse:

    A PARTE 11 ESTA COM PROBLEMAS, NAO CONSEGUI DESCOMPCTAR POR CAUSA DELA.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite Mclaine.
      Baixei aqui a parte 11, tanto a do Mega quanto a do 4shared, e descompactou normalmente com as outras partes.
      Provavelmente o que ocorreu foi um problema durante o seu download.
      Mas talvez não seja necessário baixá-la novamente.
      Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos, em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
      Para executar essa recuperação faça o seguinte:
      Abra somente a parte corrompida (no caso, a parte 11) no winrar.
      Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
      Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
      Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse, no caso do arquivo do Mega: “fixed.ULAemL1981BR1080DÁRMZ.part11.rar”.
      Exclua a parte 11 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “ULAemL1981BR1080DÁRMZ.part11.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
      Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
      Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
      Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, eu upo a parte 11 novamente.
      Por favor, avise-nos se conseguir recuperar essa parte 11 e descompactar o filme.
      Obrigado pelo aviso.
      Abraços.

  • anderson  Disse:

    Olá.

    Baixei os arquivos, mas quando o WinRar termina de extrair manda a seguinte mensagem:

    C:UsersAndersonWillianVideosFilmesUm Lobisomem Americano em LondresULAemL1981BR1080DÁRMZ.part39.rar: Não foi possível configurar Um Lobisomem Americano em Londres – 1981 – BRrip – 1080p – Dual Áudio – RMZ.mkv dados de segurança
    Não é possível atribuir esta identificação de segurança como proprietário do objeto.

    Será por isso que o filme fica travando de vez em quando?

    • Don Costa  Disse:

      Olá Anderson. O erro “Não é possível atribuir esta identificação de segurança como proprietário do objeto” é um dos erros mais genéricos do Windows (principalmente o Vista) e é difícil saber o que realmente o causou. O que eu posso informar é que os arquivos enviados na postagem foram testados antes de serem enviados e não contém falhas. Também não parece ter ocorrido nenhum erro em seu download, já que o filme descompactou e não informou nenhum arquivo corrompido.
      O erro pode estar relacionado ao local escolhido para salvar a pasta, mas é impossível identificar a causa sem uma análise completa de seu computador. Se você tiver um HD externo ou uma partição separada em seu HD interno, tente salvar a pasta com o filme neles.
      Existe mais um motivo que pode estar causando estes travamentos. O filme possui uma bitragem total bem alta (10.100 kbps). Isso quer dizer que seu processador está recebendo, por segundo, mais de 10 vezes a quantidade de informações que recebe quando exibe a maioria dos filmes encontrados na rede. Essa bitragem também é mais alta do que a de um DVD padrão. Quando testei aqui, ocorreram travamentos em um computador que não tinha placa de vídeo off-board (aquelas separadas da placa mãe e que possuem memória própria). Neste caso, os travamentos.só pararam quando eu desativei todos os programas ativos programados que rodavam automaticamente (verificadores de atualização de vários programas, monitoramento do antivírus em tempo integral, troca automática de imagem do desktop e todos os programas adicionais que iniciavam junto com o windows – a maioria deles aparece ao lado do relógio na barra de tarefas). Com o processador livre para trabalhar quase que exclusivamente no vídeo, os travamentos pararam.
      Essas são duas hipóteses sobre o que pode estar acontecendo, mas não há garantias de que isso resolva seu problema.
      Só posso garantir que os arquivos postados estão íntegros e que o filme não contém falhas que o façam travar.
      Espero ter ajudado a resolver essa questão.
      Grande abraço.

      • anderson  Disse:

        Obrigado pelas dicas. Passei o filme para um HD externo e rodou sem problemas.

  • Charles Administrador  Disse:

    Gostaria de saber se no vídeo maior de 7Gb tem alguma marca d’aguá ou algo parecido ?
    O vídeo está totalmente limpo, digo ripado inteiro do Blu-ray como é ?

    • Don Costa  Disse:

      Olá Charles.
      Em minhas postagens eu procuro sempre priorizar a qualidade de imagem, deixando-a o mais original e limpa possível. Assim, tanto no arquivo menor, quanto no arquivo maior, o filme inteiro está como aparece nos screens acima, sem marcas d’água, legendas fixas ou qualquer outro tipo de marca adicionada sobre a imagem. Eu só não consigo fazer isso quando a fonte para a remasterização é de um HDTV-rip, pois a própria emissora coloca uma marca d’água. Porém não é o caso deste filme, que é um BR-rip.
      Mas eu não sou contra a adição de marcas d’água nas remasterizações, Afinal, o remaster precisa proteger o seu trabalho. Digamos que é, apenas, uma questão de estilo próprio.
      Abraços.

      • Charles Administrador  Disse:

        Antes de tudo obrigado pela resposta, sobre marcas d’aguá feito por terceiros eu sou totalmente contra, isso é uma falta de respeito com a fonte original, o melhor a se fazer nesses casos e que eu sempre repito isso, é colocar uma legenda .SRT com os créditos e o que for que o Uploder queira escrever, desta forma a pessoa seleciona via Player e vê os créditos e propaganda de sites e fóruns, sem manchar o vídeo, do que adianta ter um grande trabalho se ao final você vai ter algo manchado com algo que não é do original ?
        Para mim todo o trabalho vai ir ralo a abaixo, pois eu teria que baixar o arquivo só para pegar o áudio e depois baixar a melhor versão possível de vídeo via torrent para refazer a RMZ.
        Lhe dou os parabéns por não ter está atitude, seu trabalho vai ser melhor aproveitado, afinal de contas eu sou Colecionar, e a maioria que baixa também são, e Colecionador não quer nada manchado, quando é em TVrip é totalmente aceitável porque nós não temos escolhas, antes de tudo não é por ser crédito, e sim por manchar o vídeo com algo que não faz parte da obra, as postagens minhas em um Blog que eu tinha sobre Documentários eu fazia sempre o esquema da legenda solta em SRT, se todo mundo adota-se este método ficaria perfeito, pois poderia levar a sua mensagem de crédito sem manchar ou danificar nada no vídeo, outro ponto forte ao se tocar e que o pessoal que faz isso é prestar a atenção como isso é um ato amador, um exemplo, todos os ripes de filmes que a gente pega em Torrent, tem alguma marca d’aguá no vídeo ?
        Agora imagina se tive-se em todos os arquivos via torrent que a gente encontra no kickass por exemplo, vocês ficariam felizes em baixar um vídeo para fazer uma edição já manchado, ou seja, ”diferente da obra” é claro que não, está mensagem eu deixo para quem ainda faz isso, pense e reflita, e tente seguir o meu método que vai ser melhor aproveitado por todos.
        Parabéns Don Costa, estarei baixando o seu RMZ, grande abraço e sempre estude edição de áudio e vídeo que você só tem a ganhar com belas RMZs !

        • MARCOS F.  Disse:

          COMO SOU UM DOS QUE COLOCAM MARCA D’ÁGUA SINTO-ME A VONTADE PARA PARTICIPAR DA CONVERSA 😀

          CHARLES, A MARCA D’ÁGUA É UMA ASSINATURA, NÃO UMA “MANCHA”, DE QUEM FEZ O TRABALHO. EX: TRABALHO DE ENCODE DE VÍDEO, RMZ DE VÍDEO, RMZ DO ÁUDIO, EDIÇÃO PARA SINCRONIA…

          FUNCIONA COMO UM SÍMBOLO QUE LEMBRA E REPRESENTA AS HORAS GASTAS PRA CHEGAR, O RESULTADO, NAS MÃOS DO CINÉFILO DEGUSTADOR.
          É CLARO QUE SÓ ASSINA QUEM FAZ ALGO, NÃO É MESMO?

          FAZENDO UM CÁLCULO SIMPLES DE PROPORÇÃO, DA MINHA ASSINATURA NUM ASPECTO DE 2.40:1, EM RELAÇÃO AO VÍDEO…OCUPA 0,94% DA TELA E SE CONSIDERARMOS QUE A TRANSPARÊNCIA FICA EM 12%…REPRESENTANDO VÁRIAS HORAS DE TRABALHO. BOTA DISCRETO NISSO!!!!
          REFLETI BASTANTE ANTES DE COMEÇAR A USÁ-LA, AGORA REFLITA VOCÊ AO ESFORÇAR-SE TANTO EM APAGAR VESTÍGIOS DE AUTORIA DE UM TRABALHO SINCERO, APAIXONADO E SEM QUALQUER GANHO VIL. 😉

          DON E TODA A GALERA (Lilbarby-1aRMZ, Givaldo Dias, Jack Bauer, Marciel Noronha e Marcos Vinicius – FRAGMENTOS DO ÁUDIO DUBLADO), APROVEITO A OPORTUNIDADE PARA AGRADECER PELO TRABALHO, ESPÍRITO DE EQUIPE E COMPARTILHAMENTO. OBRIGADAÇO MARUJOS, E, CONTINUEM COLOCANDO EM PRÁTICA SEUS CONHECIMENTOS!!

          GRANDE E FORTE ABRAÇO AOS AMIGOS!!!

          • Charles Administrador  Disse:

            Sim Marcos, eu lhe entendo perfeitamente, pois assim como você faço RMZs pessoais, e também fiz muitos para upar para a Internet em Documentários em Alta Definição, sei muito bem que dá trabalho, pois discotequei por vários anos como DJ, depois que parei comecei a produzir, alguns anos depois a mexer com imagens, VJ, e cá por um tempo Edições, mas na minha opinião que falei acima, não acho legal por ter algo que não faz parte da obra, não é o nome de quem editou ou seja lá o que for, a questão de ficar 1% de transparência que seja, é que para quem for baixar apenas para assistir e só não vai dar bola nenhuma se tem algo na tela, mas para quem Coleciona assim como eu e muitos outros, não quer nada que não for o original, pensando assim e como pensa todos os Ripers na maioria americanos que tem a audácia de ripar muitos e muitos Blu-rays, e muitos deles exclusivos que não foram lançados aqui, e que na também muitos nunca serão, ”FATO este que acontece também comigo por ser consumidor e que importa Filmes para Colecionar” lá fora os ripers não colocam seus créditos no vídeo, apenas no final do arquivo escrito, por isso que tem a forma de fazer a propaganda em legenda .SRT anexada ao vídeo, assim quem quer lê os créditos e quem não quer é só não selecionar a legenda que pode ser anexada via MKV Merge, assim agrada a todos, fiz em muitos RMZs meus, tem uns que levei dias fazendo, pois foram edições em 3 a 4 áudios e mais legendas, e eu por ter trabalhado anos com áudio sou muito chato, tenho vários plugins e algum equipamentos profissionais em casa, quando pego em algo eu tento deixar com um qualidade bem aceitável, ou não fecho a edição, para não perder taxa de pixel nenhuma re-encodando vídeos, eu edito apenas o áudio em cima do mesmo vídeo, salvo só o áudio, remasterizo na mesa e depois eu vou unir com MKV Merge com as legendas, a última legenda dizendo ”Créditos”, que é onde escrevo o tempo de trabalho na edição, os créditos do vídeo original do riper yank, (coisa que todos que fazem RMZs esquecem ou retiram, desrespeitando o PRIMEIRO riper, se não fosse ele não existiria a nossa RMZ) o crédito do áudio original e a fonte de onde irei postar, além de ficar bem mais aplausível, a gente tem uma gama maior de escrever o texto, vai por mim que seu trabalho vai ficar bem mais apresentável, está forma de fazer ajuda ainda mais outros ripers a não subscrever o vídeo, não quero lhe culpar ou se dirigir só a você, pois como lhe disse, eu lhe entendo em tudo por eu fazer a mesma coisa, e você só tem o meu apoio, por isso que deixo está outra forma, que na minha opinião é a melhor que achei até este momento de deixar o crédito.

            Grande Abraço amigo !

  • Charles Administrador  Disse:

    Tentei responder e não está dando, o que pode ser, some da moderação de aceitação.

    • MARCOS F.  Disse:

      APAGUEI A OUTRA MENSAGEM REPETIDA CHARLES. É QUE PASSA PELA MINHA, OU DOS PARES WAGNER E EDFILMES, A MODERAÇÃO E ESTAVA JANTANDO…HEHEHEHE

      BUENO AMIGO, ACHO QUE AINDA MUDARÁS DE IDÉIA…
      TRANQUILO BROTHER, APENAS VOCÊ MANDOU SUA IDÉIA E EU A MINHA. É QUE NA REAL NÃO ME AGRADA, EM NADA, A IDEIA DO “ANONIMATO”, PRÁTICA TÃO FREQUENTE NA REDE. TAMBÉM, SINTO GRANDE ORGULHO TENDO TRABALHOS DOS AMIGOS NA MINHA COLEÇÃO. REALMENTE NÃO ME IMPORTO COM MARCAS D’ÁGUA DISCRETAS E CRÉDITOS BEM A VISTA. TAMBÉM FAÇO ALTERAÇÕES, POIS SE NÃO AS FIZESSE NÃO SERIA POSSÍVEL AS RESTAURAÇÕES.

      NA VERDADE, NÃO EXISTE RECUPERAÇÃO TOTAL DE COISA ALGUMA. APENAS BUSCA DE EQUILÍBRIO. NEM MESMO “RIPS” PUROS (FULL) SÃO 100% (ORIGINAIS), E, NUNCA VOLTAMOS AO ESTADO ORIGINAL DE UM ÁUDIO OU VÍDEO. AS REMASTERIZAÇÕES OFICIAIS (PROFISSIONAIS) DE PELÍCULAS PARA BLU-RAYS SEMPRE SOFREM ALTERAÇÕES NAS TONALIDADES DAS CORES. TAMBÉM É FACILMENTE PERCEPTÍVEL EXCESSOS DE BRILHO E CONTRASTE…ONDE, MUITAS VEZES, VEMOS GAMAS E MATIZES “VAZANDO” E IRRADIANDO PARA FORA DOS VOLUMES…MAS FORAM PROFISSIONAIS, COM EQUIPAMENTOS PROFISSIONAIS, QUE FIZERAM! ISSO TORNA O ERRADO CERTO? HEHEHEHE

      ABRAÇÃO!!
      OBS: O DESAFIO (CONVITE) PRA MOSTRARES SEU TRABALHO E COMPARTILHARES CONOSCO ESTÁ DE PÉ. SERÁ UMA HONRA! 😉

    • Don Costa  Disse:

      Quero agradecer aos amigos Marcos F. e Charles Administrador por manterem o debate em altíssimo nível, mesmo tendo posições diametralmente opostas em um assunto tão polêmico e espinhoso. Mesmo aqui no Tela de Cinema, onde o pessoal sempre demonstrou enorme educação e respeito, às vezes aconteciam alguns debates mais acalorados, onde os ânimos ficavam por demais exaltados.
      O debate acima é um exemplo a ser seguido de como expor suas idéias sem atacar as idéias alheias. Defender sem ofender.
      Ambos os pontos de vista tem argumentos válidos. Seguir um ou outro depende do sentimento de cada um com relação às próprias remasterizações. E mesmo essa maneira inicial de pensamento pode mudar e variar de tempos em tempos.
      Mas o debate é sempre saudável.
      Um grande abraço à ambos.

      • Don Costa  Disse:

        Opa. Corrige aí o seu nome, Marcos!
        Saiu com letra minúscula.
        Coisa de semi-digitador meio-cego de meia-idade.

        • MARCOS F.  Disse:

          HEHEHE…JÁ TINHA CORRIGIDO DON, VALEUU A FORÇA IRMÃO, ABRAÇÃO!

  • Charles Administrador  Disse:

    Amigos Marcos F e Don Costa, obrigado pelo convite, se partisse da minha vontade eu já estaria upando RMZs meus aqui, eu tenho uma baixa Conexão para uplod, onde eu poderia ajudar é na parte principal do projeto, o áudio Dublado !
    Harmonização (onde eu sinto que ainda está muito a desejar na parte de equalização, principalmente quando se falta alguma parte do áudio Dublado por ter passado na TV e que se é preenchido com o Inglês, eu sempre vejo nos RMZs um ”corte brusco na mudança” nesta parte falta uma boa mixagem de canais e também a uma ”diferença brusca entre qualidade na hora que muda um para o outro” estou me referindo a mudança na mesma pista quando falta o áudio e ele é preenchido com o Inglês, sendo o inglês de melhor qualidade sempre vai ficar melhor, mas se pode melhorar muito mixando direitinho ao pé da letra entre as duas, eu posso harmonizar o Dublado o máximo possível para vocês, pois o que mais importa antes da qualidade é a harmonização, a gente tem que escutar uma mudança de um para o outro sem notar, e se notar que fique bem pouco, mas para isso tem equalizadores e vários plugins para isso.

    Vamos fazer o seguinte, eu posso fazer parte do time do Tela de Cinema upando os arquivos Dublados de clássicos como este aqui do Lobisomem para uma conta, daí vocês baixam e upam os arquivos unindo com a fonte de vídeo.
    Eu poderia começar com este aqui do Lobisomem se o amigo Don Costa tiver o projeto salvo na Multi Pista do Vegas, pois vocês podem editar todo o áudio Dublado em cima do vídeo e salvar depois o projeto em uma pasta com todos os áudios do projeto apenas com as edições já corridas, dai eu só trato o arquivo com a limpeza, equalização, harmonização e qualidade surround,
    O mais importante nas RMZs deste site é resgatar os áudios clássicos com bastante qualidade, no máximo que a gente posso conseguir, pois nunca vai ficar perfeita, pois o arquivo geralmente já é compactado, mas se pode dar um trato e tanto.
    E ai Don, você tem esses áudios ai a disposição ?
    Se caso já excluiu o projeto você tem os áudios dublados, todos os usados para está RMZ ?, é só isso que preciso.
    Estou afim de ligar os compressores aqui e dar potência a este grande filme e ajudar a vocês.

    • MARCOS F.  Disse:

      QUE BELEZA CHARLES! FICO FELIZ COM A NOTÍCIA. CONCORDO COM SUA OBSERVAÇÃO QUANTO A CARÊNCIA NA HARMONIA EM MUDANÇAS DE ORIGENS NA TRILHA, DEVIDO AOS CORTES, NAS EDIÇÕES.

      OUTRO PONTO QUE DEVE SER OBSERVADO E QUE COMENTO, VEZ OU OUTRA, É A AMPLITUDE QUE NÃO PODE SER MUITO ALTA, POIS PODE ATÉ DANIFICAR OS EQUIPAMENTOS. ALTA AMPLITUDE DE dB, COM FREQUÊNCIAS BAIXAS, OU MUITO ALTAS, SEM MODULAÇÃO E EQUALIZAÇÃO PARECE QUE VAI EXPLODIR TUDO!! kkkkkkk

      TAMBÉM CABE LEMBRAR QUE NOSSA AUDIÇÃO SÓ PERCEBE DETERMINADAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS. SE NÃO CUIDARMOS DESTES PARÂMETROS PODE CAUSAR CONFUSÃO, DESCONFORTO E ATÉ DIFICULDADE DE PERCEPÇÃO DAS DIFERENÇAS NOS TIMBRES (IDENTIDADES DAS VOZES).

      MINHA ESTRATÉGIA É REMASTERIZAR ANTES DA EDIÇÃO (DE SINCRONIA) E DEIXAR O MAIS SEMELHANTE POSSÍVEL AS DUAS TRILHAS, ORIGINAL E DUBLADA. QUANDO FOR NECESSÁRIA SUBSTITUIÇÃO, A MIXAGEM TAMBÉM FICARÁ MELHOR. DEPOIS, DO FINAL DA EDIÇÃO, VOLTAR PRA REMASTERIZAÇÃO FINAL… ONDE FINALIZO O PROJETO EQUALIZANDO, COMPRIMINDO AS AMPLITUDES EM EXCESSO, E, ASSIM FORMANDO UM CONJUNTO, OU ONDA EQUILIBRADA E CONFORTÁVEL PARA OS OUVIDOS.

      ESPERO QUE CONSIGAMOS, CADA VEZ MAIS, REALIZAR TRABALHOS EM EQUIPE E TROCAS DE INFORMAÇÕES. VEJO POSSIBILIDADES ILIMITADAS NAS REALIZAÇÕES DESTA GRANDE FAMÍLIA DE APAIXONADOS PELA SÉTIMA ARTE!

      GRANDE ABRAÇO E BOM DIA AMIGOS!

    • Don Costa  Disse:

      Bom dia, Charles.
      Seu pensamento está correto. As remasterizações devem ter a melhor qualidade possível de vídeo e áudio. As falhas e demais problemas de qualidade ficam melhor quando restritas às fontes originais de TV-rips ou VHS-rips, até por conta da nostalgia. Alguns TV-rips vem até com fantasmas e chuviscos típicos das recepções analógicas obtidas pelas antigas antenas “espinha de peixe”. Esses TV-rips são preciosidades sensacionais e nos trazem lembranças incríveis e, neste caso, a baixa qualidade é a sua característica mais valiosa. Se tiverem os intervalos comerciais, então, ficam perfeitos. Mas uma remasterização pressupõe o anexo de um determinado áudio em um vídeo de qualidade superior. Logo, o áudio também deve ter uma qualidade compatível.
      Porém nem sempre isso é possível. Em minha última postagem, “1492 – A Conquista do Paraíso”, eu consegui melhorar consideravelmente o áudio dublado porque as diversas fontes utilizadas me permitiram isso. Infelizmente não consegui o mesmo com “Um Lobisomem Americano em Londres”, pois o áudio já tinha passado por outras remasterizações e eu não tive acesso às fontes originais. A base que eu utilizei para fazer essa RMZ foi a postagem do Lilbarby feita aqui há mais de dois anos. Este, por sua vez, usou áudios da comunidade do Orkut “Não à Redublagem” (que não existe mais), sendo que ela mesma já tinha garimpado os áudios em fontes ainda mais antigas. Levei semanas procurando por essas fontes, mas nunca as encontrei.
      Tentei, então, normalizar e equalizar o áudio do Lilbarby, mas as minhas tentativas, utilizando o Audacity, somente o pioravam. Por fim resolvi, apenas melhorar a qualidade geral aplicando alguns filtros, mas a melhora é quase imperceptível.
      Então, o único áudio que temos para trabalhar é esse da postagem. Sei que se utilizarmos outros programas poderemos melhorá-lo. Porém, eu remasterizo apenas como um passatempo e não tive a paciência necessária para aprender a utilizar programas como o Sony Vegas (sabe aquela história de que burro velho não aprende?), portanto minhas remasterizações estão longe de serem perfeitas. Mas podem servir como base para outras remasterizações ainda melhores.
      A sua idéia de upar áudios para nós é excelente. Acho até que seria uma boa os administradores do site criarem um “banco de áudios” (assim como temos uma área para “pedidos”), a fim de que colaboradores como você possam nos enviar dublagens para serem remasterizadas. Depois, para evitar trabalhos duplicados, basta cada remaster avisar que vai trabalhar em determinado áudio com determinada configuração (480p, 720p, dublado, dual, etc), já que cada tipo de arquivo tem seu público determinado. Acho que seria interessante. Atualmente eu recebo as colaborações no meu próprio e-mail. Meses atrás eu recebia a primeira colaboração do Rodolfo Albiero. Hoje já são cinco colaboradores que me enviam áudios, alguns deles raríssimos, e eu estou com oito destes projetos na fila. Fico imaginando quantos áudios raros encontraríamos se tivéssemos um banco desses acessível aos colaboradores, nos moldes do antigo “Não à Redublagem”.
      Fica a minha sugestão aos administradores do site.
      Charles, se quiser trabalhar neste áudio, e/ou tiver outras dublagens disponíveis e quiser colaborar conosco, basta mandar esses arquivos para mim (doncosta10@gmail.com), caso o Tela ainda não tenha um local específico para essas colaborações.
      Eu também tenho a internet lenta e vai demorar um pouco para postar as remasterizações (mesmo a atualização desta postagem), mas toda colaboração é muito bem vinda para compartilhamento.
      Muito obrigado pela colaboração e bem vindo à bordo.
      Abraços.

      • Charles Administrador  Disse:

        Salve amigos !
        Pois é amigo Don, é uma pena não termos este som do Lobisomem melhor, ou pelo menos todas as partes separado, eu baixei aqui a sua RMZ, realmente tem várias fontes, atenuando mudanças de uma para outra, harmonizar isso não é nada fácil, sem contar que não fica tão bom como eu gostaria, depende muito do trabalho empregado, e de dias no PC, só nós resta então arrumar essa, neste caso eu teria que fazer o que fiz com este áudio do exemplo baixo da imagem >> http://s16.postimg.org/89158gsk5/Exemplo_Marca_o_78_pontos.jpg , hoje levei mais de 3 horas se não me engano para marcar pontos escutando todo o áudio de um filme, neste meu caso descobri 3 áudios Dublados diferentes e 1 Inglês, por trabalhar tanto tempo com áudio o ouvido é bem perceptível a mudanças, mas como estamos falando de um arquivo grande de tempo, então o trabalho é bem demorado, este exemplo da foto pode se ver que deu um total de 78 pontos, a cada caixa de ponto é uma mudança na edição da pessoa que fez está montagem, (ou seja, vou ter que remasterizar em 39 pedaços, pois 4 vão usar um pacote com todos os plugins necessários para cada pedaço, após eu marcar eu recém vou começar a mixar com o Inglês as partes apagadas, sem erro de tempo na pista, mas antes disso vou pre-remasterizar e equalizar ele para a sonoridade chegar o mais perto possível do Inglês, depois de mixar tudo ai sim vou harmonizar todo o arquivo, depois Surrond, ai sim salvar em WAV puro e depois DTS, pois vou usar fontes DTS puras do Inglês, e além disso remasterizar com compressores para dar força, ufa…

        Conclusão da Marcação:

        Quando a gente quer uma qualidade de harmonização com filmes de diferentes partes, a gente tem que fazer o que mostrei no exemplo acima, trabalhar em partes, nem que seja 200 partes ou mais, não importa a quantia, o que importa é escutar o áudio inteiro e ir marcando absolutamente todas as partes de mudanças de uma para outra e escrevendo o que cada uma é na renomeação da marcação, só assim você vai ter o equilíbrio da faixa inteira, só assim você vai poder recém lidar em um áudio aplicando o plugin que queira, o áudio tem que ficar reto, pois se aplicar algo nele, sem equilibrar, vai piorar em outro ponto, sim, o trabalho é demorado mas no final compensa se for feito com atenção e carinho, afinal de contas nós sabemos que tais áudios nós nunca iremos conseguir melhores, pois alguns foi feitos só para ser veiculado na TV, e a fonte sempre vai ser aquela que alguém gravou na sua antiga fita VHS.

        Dica:
        Faça as marcações com um bom Fone, pois para ter a melhor resolução possível de mudança o som tem que estar bem destacável no ouvido, coisa que não acontece nas caixas se por para marcar pontos com precisão, e na hora de mixar, equalizar e finalizar, deixe para fazer de dia com um bom sistema de som de retorno, não precisa ser profissional ou bem alto, mas que passe as 3 bandas necessárias de boa qualidade e destacadas de agudo, médio e graves, o fone vai ser baixo para isso, tome distância um pouco das Caixas ao escutar o resultado final, depois compare com o ruim, também deixe para escutar um outro dia novamente, pois a cabeça da gente as vezes por trabalhar muito em certo ponto a gente perde a percepção de algumas coisas, em outro dia qualquer ao escutar novamente você pode notar novas coisas a arrumar.

        Grande Abraço aos Marujos.

  • ocnarb  Disse:

    Agradeço ao pessoal responsável, direta ou indiretamente relacionado ao filme, postagem, etc… Ótimo trabalho PARABÉNS PARA TODO O PESSOAL.

  • Thiago  Disse:

    Assisti a esse clássico no cinema no ano passado, em um festival que ocorreu em minha cidade. Fiquei extasiado com o filme. Agora, passados alguns meses, fico novamente extasiado ao encontrar esta belíssima postagem de Don Costa. Parabéns pelo incrível trabalho e muito obrigado!

  • jromulo  Disse:

    VERSÃO REDUZIDA : da parte 6 ate a 11 esta OFF
    por favor teria como deixar ON .
    desde de ja agradeço

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, jromulo.
      O 4shared indisponibilizou os arquivos sem motivo aparente. Esse servidor vem apresentando problemas desde o ano passado e isso já aconteceu algumas vezes com arquivos meus. Por esse motivo eu estou deixando de utilizá-lo em minhas postagens. Eu não tenho mais as partes do arquivo menor, que foi onde ocorreu a falha. Então terei de reencodar, compactar e reupar o filme novamente e isso vai levar alguns dias. Infelizmente, os novos arquivos não serão compatíveis com as partes que você já baixou e terá de baixá-los todos novamente. Caso não queira esperar, você ainda tem a opção de baixar o arquivo maior pelo Mega, que está funcionando normalmente. Sinto pelo incômodo, mas são situações que fogem ao nosso controle. Assim que eu reupar os arquivos a postagem será atualizada. Fique de olho na página inicial do site.
      Muito obrigado por avisar-nos sobre o problema.
      Abraços

  • jromulo  Disse:

    muito obrigado pela atenção , vou esperar o reencode,
    e parabens pela postagem.

  • jromulo  Disse:

    vou esperar a nova postagem

  • jromulo  Disse:

    desculpe escrever tantas vezes e deu um problema e achei
    que meu comenatrio nao tinha ido

  • thss83  Disse:

    Oi
    Fiz o Download 2 vezes pelo PClowd na pasta reduzida, mas na hora de unir o arquivo rar , acusa que a senha não está certa ou o arquivo está corrompido. A senha é teladecinema.net ou seria outra?Obrigado 🙂

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, thss83.
      A senha está correta. O que acontece é que o winrar dá o mesmo aviso padrão sempre que ocorre um dos dois erros, causando a confusão. Provavelmente o arquivo está corrompido. Na mensagem de erro, o programa informa em qual das partes ocorreu o erro, que também pode ter atingido mais de uma parte.
      Mas não será necessário que você baixe as partes corrompidas novamente. Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
      Para executar essa recuperação faça o seguinte:
      Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02.
      Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
      Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
      Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed.ULAemL1981BR1080DÁRMZVR.part2.rar”.
      Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “ULAemL1981BR1080DÁRMZVR.part2.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes. Efetue essa tarefa em todas as partes corrompidas, porém em uma de cada vez, tentando descompactar depois de cada recuperação.
      Geralmente essa ação resolve o problema.
      Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
      Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Sugiro que sempre utilize gerenciadores de download como o JDownloader, que minimizam estas falhas, e nunca baixe direto pelo navegador. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte problemática novamente.
      Obrigado pelo comentário e pelo aviso.
      Abraços.

      • thss83  Disse:

        Obrigado Don Costa , fiz e deu certo. Ate +

        • Don Costa  Disse:

          Muito obrigado por avisar-nos que conseguiu descompactar o arquivo utilizando este método de recuperação. Essas informações são muito importantes para que saibamos como está a integridade do arquivo, além de servir de guia para os demais marujos que venham a ter o mesmo problema.
          Um grande abraço pra você.

  • jultra  Disse:

    Muito, mas muito obrigado mesmo pelo excelente trabalho. Incrível como as dublagens clássicas mexem com nossa memória afetiva.
    Um abraço a todos desse espaço e pela generosidade em compartilhar tantas maravilhas.

  • naturmanfree  Disse:

    Baixei aqui e o resultado foi surpreendente. Gostei muito das explicações sobre a técnica empregada no processo de Remasterização das trilhas de áudio. Uma sacada incrível, para quem também gosta de remasterizar áudios.
    Caso você tenha o tv Rip desse filme, ou conheça alguém que tenha, gostaria muito que vocÊ postasse aqui também, pois tenho todos os post desse filme que já foram parar na web, só faltando mesmo o famoso tv rip. Então meu muito obrigado por sempre compartilhar aqui conosco estes grandes clássicos da telona e da telinha.

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