TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (Nacional) – 1973

TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA – 1973
DRAMA
DIREÇÃO: Arnaldo Jabor
ROTEIRO: Arnaldo Jabor, Nelson Rodrigues
IMDb: 7,2
http://www.imdb.com/title/tt0069389/

NACIONAL

Postado por S.McQueen

Formato: AVI
Qualidade: DVDRip (512 x 384, 963 kbps, 23.976 fps)
Tamanho: 720 MB
Duração: 102 min.
Legenda: S/L
Áudio: Português
Servidor: Minhateca (Dividido em 02 partes)
Uploader: S.McQueen

ATENÇÃO: Para baixar pelo 4Shared é necessário se cadastrar.
Clique aqui e aprenda a se cadastrar no 4Shared.

LINK DA PASTA DO MINHATECA: TODA NUDEZ SERÁ GASTIGADA

 

SENHA: mcqueen_tela

 

Herculano é um homem puritano, viúvo, que jura a seu filho Serginho que nunca terá uma outra mulher. No entanto, ele se apaixona por uma prostituta, Geni, a quem conhece por intermédio de Patrício, seu irmão, interessado em que Herculano volte a sustentar seus vícios com bebida e mulheres. Quando resolve casar-se com Geni, gera uma série de conflitos em sua família, entre eles a prisão de Serginho após uma briga em um bar. O garoto é estuprado na prisão e, após solto, torna-se amante de Geni, somente com a intenção de vingar-se do pai por haver quebrado o juramento. No fim, Serginho foge com o ladrão boliviano, que o estuprara na delegacia. Em desespero, Geni comete suicídio, deixando uma fita gravada narrando toda a história para Herculano.

Paulo Porto … Herculano
Darlene Glória … Geni
Elza Gomes … Aunt who bathes Serginho
Paulo César Peréio … Patrício

# país: Brasil
# duração original: 102 min
# estúdio: Ipanema Filmes, Produções Cinematográficas R.F. Farias Ltda.,Ventania Filmes
# distribuidora: Tricontinental Film Center

 

3 comentários para TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (Nacional) – 1973

  • daniel 80  Disse:

    Valeu, McQueen. Seria interessante a galera fazer um resgate dos filmes nacionais das décadas de 60, 70 e 80, principalmente do cinema marginal da Boca Do Lixo. Obrigado.

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

  • Camilapic  Disse:

    Esse filme é muito doido, via sempre no canal Brasil. E é do Arnaldo Jabor em seus tempos de cineasta. Boa postagem!

Deixe uma resposta