THE ROBOT (Legendado) – 2010

ROBOT: ENDHIRAN – 2010
ENTHIRAN – 2010
AÇÃO – COMÉDIA – AVENTURA – MUSICAL
DIREÇÃO: S. Shankar
ROTEIRO: Madhan Karky, S. Shankar
IMDb: 7,0 http://www.imdb.com/title/tt1305797/

LEGENDADO

Postado por Don Costa

Formato: AVI
Qualidade: BRrip 1080p, (1920*816) 2,35:1, AVC, 23,976 fps, 2500 kbps.
Tamanho: 4,01 GB
Duração: 176 min.
Legendas: Português [SELECIONÁVEL]
Áudio: Tamil (48,0 KHz, DTS, 16 Bits, 6 canais.)
Servidor: Mega (dividido em 17 partes)
Uploader:Don Costa

PARTE 01: THE ROBOT
PARTE 02: THE ROBOT
PARTE 03: THE ROBOT
PARTE 04: THE ROBOT
PARTE 05: THE ROBOT
PARTE 06: THE ROBOT
PARTE 07: THE ROBOT
PARTE 08: THE ROBOT
PARTE 09: THE ROBOT
PARTE 10: THE ROBOT
PARTE 11: THE ROBOT
PARTE 12: THE ROBOT
PARTE 13: THE ROBOT
PARTE 14: THE ROBOT
PARTE 15: THE ROBOT
PARTE 16: THE ROBOT
PARTE 17: THE ROBOT

 

 

 


Dr. Vasi (Rajnikanth) inventa um robô super-poderoso,Chitti, com sua própria imagem. O corpo científico, AIRD, que deverá aprovar o robô, declina com base no fato de não ter emoções, a capacidade de fazer julgamento racional. Um súbito clarão de relâmpago evoca emoções no robô, e Chitti está aparentemente pronto para integração no mundo humano. Em seguida, Chitti se apaixona pela noiva do Dr. Vasi do Sana (Aishwarya Rai) e gira em torno de seu criador.

# país: Índia
# duração original: 115 min
# estúdio: Sun Pictures
# distribuidora: Ayngaran International

31 comentários para THE ROBOT (Legendado) – 2010

  • Aviador  Disse:

    Muito obrigado. Faz muito tempo que vi trechos deste filme no youtube e parece hilário. É um kung-fu hustle da índia.

  • Don Costa  Disse:

    Bom dia Aviador.
    Sempre tive um pé atrás com o cinema indiano, muito por causa dos filmes de baixo orçamento que produziu pérolas como esta: http://www.youtube.com/watch?v=f5Pjo0WjBcs
    Também conheci Endhiran através de vídeos no youtube. As cenas de ação, principalmente dos últimos 30 min do filme, são absurdas e exageradas (quase tanto quanto qualquer Rambo ou Braddock da vida), Mas havia um diferencial: elas eram criativas e tinham um acabamento caprichado, apesar de algumas falhas como ser possível ver toda a equipe de filmagem refletida nos óculos escuros do protagonista. Várias vezes. Depois que soube que foi o filme mais caro da história da Índia, contando com os maiores astros, diretor, compositor e equipe de efeitos especiais do país, eu tinha de assisti-lo. Acabei gostando do filme todo. Mesmo os videoclipes tinham uma grande qualidade técnica (acredite, eles enfiam videoclipes inteiros no decorrer do filme, sem dó nem piedade). Como curiosidade, o primeiro videoclipe que aparece foi gravado no Brasil, nos lençóis maranhenses, e ficou muito bonito. Até as musicas são agradáveis aos ouvidos pouco acostumados com a música indiana. Isso porque, assim como o próprio filme, os temas são levemente ocidentalizados com músicas que poderiam ser classificadas como word music. Um dos videoclipes, com musica eletrônica, poderia muito bem ter saído de um disco da Beyoncé ou da Rihanna sem causar estranheza. O filme tem quase 3 horas de duração, mas 30 minutos são somente de videoclipes.
    Porém recomendo que assistam o filme inteiro. A história é simples, mas bonita. A última frase de Chitti no filme reflete, mais uma vez, o maior medo que temos dos avanços sem controle da tecnologia, algo explorado desde Hal 9000 do filme 2001 – Uma odisséia no espaço. O acabamento é primoroso e os efeitos, apesar de não serem tão bons quanto os melhores filmes americanos, são caprichados. O ator Rajnikanth, que interpreta o Dr. Vasi e o robô Chitti, contracena com ele mesmo várias vezes e é difícil identificar a edição e a sobreposição de imagens. As cópias que encontrei na internet tinham baixa qualidade de imagem e uma irritante marca d’água que aparecia e desaparecia das cenas. As legendas também passavam tão rápido que era impossível ler algumas. Fiz uma edição nas legendas e busquei um arquivo com a melhor imagem possível. O esforço dos indianos na produção deste filme faz com que ele mereça ser apreciado com a melhor qualidade disponível. A impressão que eu tenho é que, na Índia, os filmes são polarizados. Ou são filmes de arte, ou são filmes de entretenimento. Não há meio termo. Endhiran é entretenimento puro. Para quem quer conhecer o cinema indiano sem sofrer um choque cultural muito grande, Endhiran é a porta de entrada perfeita. Todas as peculiaridades do cinema indiano estão lá. Muita música, muita dança, humor refinado, humor pastelão, cenas realistas, irreais e surreais, romance e um pouco do cotidiano e da cultura dos indianos. Suas crenças e convicções. Apesar do namoro e noivado dos protagonistas, ambos jamais se beijam na boca, e a única cena de nudez no filme foi durante uma tragédia e, ainda assim, estava censurada. Apesar do rigor puritano, isso é prova de que não é obrigatório apresentar sexo e nudez a cada 10 minutos, muitas vezes fora de contexto, para se fazer um filme de sucesso.
    Um exemplo a ser observado pelas produções brasileiras, as quais eu não gosto (calma gente, é só uma questão de gosto pessoal).
    O acabamento, o capricho e a qualidade técnica que vi em Endhiran (direção, fotografia, efeitos, iluminação, etc.) só encontrei, no cinema nacional, nos filmes com chancela da Globo, mundialmente conhecida pela sua qualidade técnica. Mas aí, o que atrapalha é a história, o roteiro, as atuações…
    Grande abraço.

  • MARCOS F.  Disse:

    HEHEHEHE…ADORO SEUS COMENTÁRIOS DON!!…VC ESCREVE BASTANTE E MUITO BEM, DIZ PRATICAMENTE TUDO QUE PENSO E TENHO PREGUIÇA DE ESCREVER!…RSRSRSRSRS…LOGO SÓ ME RESTA DAR PARABÉNS PELO ÓTIMO TRABALHO E AGRADECER VC POR TUDO MARUJO IRMÃO!!!…ABRAÇÃO!

    • Don Costa  Disse:

      Olá Marcos.
      Eu procuro sempre passar a maior quantidade de informações possível sobre as minhas postagens, da maneira mais imparcial que conseguir. Afinal, o que é bom para mim, não necessariamente, será bom pra você. A maneira que encontro de fazer isso é através de comparações com itens de conhecimento mais geral. Neste caso, os itens comparados foram os cinemas americano e brasileiro. Por isso os textos ficam tão grandes. Quero que a pessoa saiba exatamente o que está baixando, mas procuro evitar polêmicas. Mesmo assim, a situação do cinema brasileiro me incomoda um pouco. Sou fã de ficção científica, terror, aventura e ação. Desisti das comédias depois das produções deste gênero que surgiram nas últimas duas décadas, salvo raras exceções do cinema asiático. Não gosto de drama ou romance (Há exceções óbvias como “O Poderoso Chefão” – filmaço que assisto pelo menos uma vez por ano), Daí surge o meu problema com o cinema nacional que se ergue sobre este tripé (comédia, drama e romance) quase sempre com um visual pesado, carregado, poluído, com a desculpa de se mostrar a realidade como ela é. Quando quero ver a realidade eu vejo o telejornal. Cinema, pra mim, é viajar na imaginação. O Brasil possui um folclore riquíssimo de criaturas fantásticas. Por que não aproveitamos isso? O mundo inteiro possui lendas sobre lobisomens, mortos-vivos e vampiros (estes últimos já estão me enchendo o saco de tantos filmes e séries ruins que aparecem todo mês sobre eles). Mas só o Brasil possui o Boitatá, o Curupira ou a Mula-sem-cabeça. Nosso Boto cor-de-rosa rivaliza com a lenda das sereias europeias amplamente explorada pelo cinema mundial. Temos escritores fantásticos que cativam seus leitores há décadas com histórias de pura fantasia. Fiquemos no exemplo de Monteiro Lobato, só para citar um. Posso estar bem errado, mas será que um filme sobre o Sítio do Pica-Pau Amarelo, com sua Cuca, seu pó de Pirlim-pim-pim, seu Saci, e com todos os personagens do Reino das Águas Claras, tendo um roteiro decente, um orçamento gigantesco, deixado nas mãos de um Spielberg ou James Cameron qualquer não seria um sucesso de bilheteria mundial? Endhiran custou algo em torno de U$40.000.000,00. Isso é 4 vezes mais do que o mais caro filme nacional. Só que metade do valor gasto no filme já foi recuperado na semana de estréia apenas na Índia. Levando-se em conta que U$10.000.000,00 foram usados para pagar o cachê dos dois protagonistas, do compositor da trilha sonora e do diretor, sobram U$30.000.000,00 para fazer um filme tecnicamente decente. Não é muito, para a quinta maior economia do mundo e que possui leis de incentivo que injetam milhões de reais todo ano na indústria cinematográfica nacional, para diretores de talento duvidoso fazerem filmes “autorais”, que só serão vistos por ele, pela mãe e pelo coitado do projetista do cinema que é obrigado a assistir ao que está projetando. Muitas vezes eles mudam de profissão depois de serem obrigados a ver um filme desses.
      Mas não adianta reclamar. Durante muito tempo eu fui um idiota preconceituoso que torcia o nariz para o cinema oriental. Há filmes maravilhosos fora do circuito Brasil / EUA / Europa.
      Enfim, ao invés de ficar só reclamando da produção nacional, até porque muitos gostam dela, eu vou é aproveitar as maravilhas da internet e mergulhar nestes rincões esquecidos do mundo, atrás dos melhores exemplos das culturas mais exóticas.
      Endhiran é um destes exemplos.
      Abraços.

      • MARCOS F.  Disse:

        BARBARIDADE ISSO MEU IRMÃO!!!…RSRSRSRSSS…AGORA CONCORDEI 100%!!!!…SOU “FÃZAÇOOOOO” DE FC-TERROR-AVENTURA-AÇÃO E TMB ME RENDO A MUITOS SUSPENSES-DRAMAS-ROMANCES E ATÉ MUSICAIS POR SEREM VERDADEIRAS OBRAS DE ARTE!!!…

        …SEMPRE DIGO AQUI EM CASA E AOS AMIGOS QUE CINEMA É ARTE SEQUENCIAL QUE NOS CONDUZ AO IMAGINÁRIO, AO FANTÁSTICO E A SENSAÇÕES INCRÍVEIS E QUE TMB INSTRUI, APRESENTA O MUNDO AMPLIANDO NOSSO HORIZONTE AO TRAZER NA TELA NOVAS PERSPECTIVAS E…DESDE O INÍCIO UNE OS ESPECTADORES PARA ASSISTIR E PARA COMENTAR!…COMENTAR OS FILMES CONSIDERO MUITÍSSIMO IMPORTANTE….PENA QUE ESTA QUESTÃO DA IMPARCIALIDADE É PARA POUCOS!…

        …O UNIVERSO DO ATRÁZ DAS CÂMARAS É INCRÍVEL E ENGLOBA VÁRIAS FACULDADES!..CONFESSO QUE A QUESTÃO DE VALORES DE PRODUÇÃO E BILHETERIAS NUNCA ME PARECEM TER LÓGICA…AGORA AS FACULDADES DAS INFINITAS TÉCNICAS DE ROTEIRO, STORYBOARD, DIREÇÃO, ÂNGULOS DE CENAS E DINÂMICA DE SEQUENCIA DE CENAS, CONSTRUÇÃO DE PERSONAS/ATUAÇÕES, FOTOGRAFIA, TRILHA SONORA, LOCAÇÕES, CENÁRIOS E TUDO ISTO NAS ÚLTIMAS DÉCADAS SOMADO AS TÉCNICAS/ARTE DE ANIMAÇÃO E COMPUTAÇÃO GRÁFICA QUE QDO BEM USADAS NA MINHA HUMILDE OPINIÃO TRAZ NOVA DIMENSÃO AO UNIVERSO DA 7a ARTE…

        …VEJO NESTAS NOVAS TECNOLOGIAS A POSSIBILIDADE DE VOOS FANTÁSTICOS AO IRREAL OU SE PREFERIR AO SURREAL…É CLARO QUE PRA CORRER ANTES ENGATINHAMOS E CAMINHAMOS…E…PRA MIM NO MOMENTO O CINEMA “CAMINHA” COM ESTAS TÉCNICAS E ASSIM QUE ESTE NOVO PARADIGMA SINCRONIZAR COM OS ANTIGOS TEREMOS VERDADEIRAS OBRAS PRIMAS!!!..

        …TENTO DE MANEIRA SINGELA CONSERVAR O ACERVO DAS PRODUÇÕES DESTES ANTIGOS FUNDAMENTOS E PARADIGMAS DO CINEMA CLÁSSICO PARA QUE NUNCA CAIAM NO ESQUECIMENTO E DEEM UMA BOA BASE PRO CINEMA DO FUTURO!.. E..ESPERO VER ESTAS OBRAS QUE IMAGINO QUE AINDA VIRÃO!!!…QUERO VER A 7a ARTE, EM PERFEITA “SIMBIOSE” COM AS ARTES DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA, CORRER COM PASSADAS FORTES E BEM CADENCIADAS!….HEHEHEHE…NÃO SEI SE ACRESCENTEI ALGO, MAS TENTEI!…ABRAÇÃO MARUJO IRMÃO!

        • Don Costa  Disse:

          Verdade Marcos. Não podemos esquecer dos grandes musicais, animações e demais gêneros e subgêneros. Não mencionei todos para não me alongar muito. Preferi dar ênfase aos três gêneros de que não aprecio.
          Quanto aos valores de produção eles nem sempre são diretamente proporcionais à qualidade final do projeto. Sendo amante de FC como eu, talvez você concorde com um caso bem emblemático e que é quase uma unanimidade. Em 1977 George Lucas assombrou o mundo com o 1° filme de Guerra nas Estrelas. O filme custou U$10.000.000,00, uma úlcera e um principio de infarto no diretor que foi levado ao hospital por duas vezes antes da estréia. A pressão era enorme, o orçamento era curtíssimo e tudo ficou nas suas costas. Cortou gastos onde deu (abriu mão do salário em troca de uma parte dos possíveis lucros de bilheteria e direitos totais sobre os produtos baseados no filme), o único astro contratado foi Sr. Alec Guinness que simpatizou com o projeto do rapaz (Harrison Ford tinha desistido da carreira de ator e estava fazendo um serviço de marcenaria quando foi contratado, mas isso é outra história) e teve de criar sua própria empresa de efeitos especiais recrutando um bando de moleques com quem tinha estudado (gente como John Dykstra em um dos seus primeiros empregos). Além disso, ele mesmo editou pessoalmente o filme e cuidou presencialmente da pós-produção, terminando poucos dias antes da estréia. Estreou em poucos cinemas americanos. Em pouco tempo, a propaganda boca a boca o transformou num enorme sucesso. É até hoje o filme mais rentável da história. Só em bilheteria superou um bilhão de dólares com suas exibições, reexibições e relançamentos. As demais mídias (revistas, vídeos, dvds, graphic-novels, etc), os produtos licenciados (brinquedos, jogos, etc) e os demais projetos lançados baseados no universo do filme ultrapassa vários bilhões de dólares em vendas nas últimas décadas. Os valores não são precisos porque continuam aumentando.
          Lucas fez ainda mais dois filmes com restrições técnicas e orçamentárias fechando o que eu considero a melhor produção (juntando os três filmes) de FC do cinema.
          Quase 20 anos depois, o mesmo Lucas estava de volta, com os mesmos colaboradores só que com um orçamento ilimitado e tecnologia de ponta para mais uma trilogia. Mas esta nova empreitada não conseguiu cativar nem os fãs da antiga trilogia, apesar de todo o valor gasto. Os filmes foram bons, mas não foram fantásticos. Faltou algo que não consigo explicar. Parece que, a partir de um determinado limite criativo, o orçamento não faz diferença. Poderiam colocar mais um bilhão em cada filme desta nova trilogia que ela não teria a mesma magia da anterior.
          Por outro lado, um orçamento muito parco causa aberrações.
          Você notou um link do youtube que eu coloquei na resposta ao amigo Aviador ali em cima? Trata-se de um dos videoclipes inserido no filme Dariya Dil. O filme não é muito velho. É de 1988. Nesta época, Christopher Reeve já voava como Superman nas telas, de maneira convincente, há mais de uma década. Agora compare este clipe com o primeiro clipe que aparece em Endhiran, gravado no Maranhão sem nenhum extra e quase sem efeitos especiais. Existem os mesmos elementos nos dois vídeos. Os casais de protagonistas são astros na Índia, cada um em sua época. Os diretores são consagrados. Os coreógrafos, diretores de arte e compositores também são profissionais competentes. Então, o que deu errado em Dariya Dil?
          Orçamento. Faltou dinheiro para os melhores equipamentos e tecnologias da época. Fizeram o que foi possível para entregar o que foi pedido. Já em Endhiran os diretores de arte e de fotografia (observando o clipe, acho que o diretor geral deixou tudo nas mãos dos dois), tiveram tudo do bom e do melhor à disposição. Atravessaram o mundo até o Brasil para gravar o clipe. Tudo nele salta aos olhos e cintila como comercial de margarina. Não há pontos escuros,deslocados ou manchados. Mesmo entre equipamentos profissionais, a diferença de preço e qualidade das câmeras é enorme. Nota-se que a captação da imagem é tão boa quanto a de qualquer filme de grande orçamento de 1º mundo. Isso facilitou o trabalho dos diretores que utilizaram o fundo branco, azul e verde da região como uma tela para destacar os atores em figurinos de cores fortes, muitas vezes deslocando-os do centro da imagem. Esta técnica, ao contrário do que possa parecer, Dá ainda mais destaque aos protagonistas. Congele qualquer uma destas imagens dando pausa no vídeo. Depois imagine uma legenda no outro canto da imagem dizendo algo mais ou menos assim: “Coleção de verão C&A – Moda Indiana”. Pronto. Essa imagem congelada poderia estampar um outdoor ou uma página de qualquer revista de moda que não faria feio. A despeito do talento dos diretores, isso só é possível com equipamentos de ponta. E para isso é preciso um bom orçamento. Mas, geralmente, essa boa qualidade se transforma em boa bilheteria. E é desse tipo de qualidade gráfica que sinto falta nas produções nacionais.
          De tempos em tempos a criatividade dos cineastas nos brinda com verdadeiros tesouros quando utilizam de maneira correta as técnicas e tecnologias mais modernas. O mágico de Oz (1939) utilizou de maneira incrível a novidade das cores no cinema. Convence até hoje. Jurassic Park (1993) resolveu apostar arriscadamente em animais digitais (CGI), nunca utilizado antes, deixando de lado os velhos bonecos de dinossauros gravados em Stop motion (que eu adorava). Fez um sucesso enorme e inaugurou uma nova tendencia em cinema e televisão. Matrix (1999) deu um novo significado á expressão “câmera lenta”, além de nos deixar boquiabertos com imagens congeladas em 360°. Avatar (2009) talvez tenha sido o último filme que nos apresentou uma grande evolução técnica no cinema, com CGIs perfeitos e 3D de altíssima qualidade. Foi superado no Oscar por um filme de propaganda bélica americana tão bom que, se não tivesse ganho o Oscar, seria lançado somente em vídeo no resto do mundo. Talvez nem fosse lançado. Depois dizem que o Oscar não é um prêmio político. Deixa pra lá.
          Todos esses cineastas trataram seus filmes como produtos e não como obras de arte. Levaram em consideração o que queriam fazer, mas também souberam ouvir o público. Se alguns cineastas brasileiros não cuidarem de seus projetos como produtos e não entenderem o público como consumidores, ficarão presos num limbo entre cinema de arte que não dá bilheteria e filmes apelativos de baixa qualidade técnica que lhe garanta alguma renda, mas que são massacrados pela crítica e parte do público. Assim, o cinema brasileiro não evolui tecnicamente e acaba perdendo talentos para o exterior Tá crescendo o número de brasileiros que estão fazendo sucesso lá fora, tanto na frente quanto por trás das câmeras. Que o digam Alice Braga, Rodrigo Santoro, Carlos Saldanha…
          Um último ponto. 2013 bateu um recorde de produção nacional com mais de 120 lançamentos. A grande maioria foram fracassos enormes de crítica e de público. Um destes cineastas, que não se identificou na reportagem, teve a cara de pau de colocar a culpa de seu fracasso no público que, segundo ele, não teria cultura suficiente para admirar sua obra e o cinema nacional como um todo, preferindo as “porcarias” americanas. Talvez este seja um dos motivos do cinema nacional não evoluir e decolar como deveria. Arrogância.
          Um abraço.

          • MARCOS F.  Disse:

            OBRIGADAÇO PELAS INFORMAÇÕES E PELA ATENÇÃO DON!…COM CERTEZA ESTA TAL “ARROGÂNCIA” DEVE ATRAPALHAR BASTANTE A PRODUÇÃO DESTE CABOCLO QUE VC CITOU!…ABRAÇÃO MARUJO IRMÃO!

  • Scarface  Disse:

    As screens me venderam o filme na hora. Baixando…

    Um outro filme indiano recente muito phoda também é o Eega, sobre uma mosca em busca de vingança. Recomendo!

    Valeu, Don!

    • Don Costa  Disse:

      Olá Scarface.
      Pelo que vejo, você já foi apresentado ao cinema indiano. Neste caso vai adorar este filme.
      Que bom que já gostou dos screens. E olha que eu nem apelei para a beleza de Aishwarya Rai. Só coloquei uma imagem dela. Mas a mulher aparece em quase todas as cenas e, mesmo assim, rouba todas as cenas em que aparece. Os ângulos de câmera, a iluminação e a maquiagem favorece, e muito, o destaque de seus belos olhos azuis.
      Agora: “Uma mosca em busca de vingança”? Cara eu tenho de achar este filme. É preciso muita criatividade, ou muito nonsense para fazer um filme desses. Pelo menos diferente ele é.
      Obrigado pela recomendação.
      Abraços.

  • antonio  Disse:

    Valeu pelo post do filme, tava atras dele 1 tempão, 6 sao os caras.

    • Don Costa  Disse:

      Oi Antonio.
      Se estava atrás do filme então já o conhecia, pelo menos parcialmente. Neste caso vai gostar da postagem pois a imagem e o som estão perfeitos.
      Bom divertimento.

  • antonio  Disse:

    A Cada dia o Site fica cada vez melhor, Parabéns. Vida Longa A todos vcs! Se puderem postar o Documentário sobre Airton Senna, em blu-ray. Agradeço. Já falei deste site a quase umas duzentas pessoas.

  • antonio  Disse:

    AS PARTES 12,13,14,15,16 E 17 ESTÃO OFF! POR FAVOR DA UMA ARRUMADA PRA NOS AÍ. VALEU GENTE BOA!

    • Wagner S.  Disse:

      Testei todos os links e estão ok. Deve ser algum problema temporário por aí Antônio. Abraço!

    • Don Costa  Disse:

      Amigo Antonio.
      Também testei aqui e está tudo em ordem.
      Recomendo sempre que utilizem um gerenciador de downloads como JDownloader ou Mipony para baixarem seus arquivos. Eles eliminam os erros que, às vezes, aparecem nos navegadores. Caso, ainda assim, prefira utilizar o navegador para downloads, utilize o Chrome para baixar links do Mega. Eles se dão melhor. Não utilize o Internet Explorer para fazer downloads. É de longe o pior. Lento e instável.
      Abraços.

  • antonio  Disse:

    ai camarada Don Costa tem umas partes em off. Se puder arrumar. Agradeço. To loko pra ver esse filme!

    • Don Costa  Disse:

      Amigo Antonio.
      Todas as partes estão funcionando normalmente.
      Tente baixá-las a partir de outro navegador ou através de gerenciadores de download.
      Verifique, também, se não excedeu algum limite de download. Quando isso ocorre, o próprio link informa. A conta que tenho no Mega é gratuita e talvez exista algum limite de download para quem não tenha conta premium e possui uma internet muito rápida, baixando muitos Gigabytes em pouco tempo.
      Porém não encontrei nenhuma limitação acessando o tópico de informações do site, exceto o limite de armazenamento que é de 50 GB por conta. Caso isso continue acontecendo, desconecte-se da internet, espere algum tempo e tente novamente.
      Grande abraço.

  • antonio  Disse:

    Valeu pelas dicas Camaradas, vou tentar o JDOWLOADER. Valeu!

  • antonio  Disse:

    Ai Don. parece que o arquivo 16 deu um probleminha, o resto ta Ok, na hora de descomprimir o arquivo aparece …final inesperado do arquivo. se puder dar uma olhadinha ai, valeu

  • antonio  Disse:

    Parece que a parte 16 tá dando problema, quando é extraido do winrar aparece “final inesperado do arquivo”,já baixei só o arquivo 6 x! e nada!
    Se puder dar uma olhada, grato.

  • antonio  Disse:

    Consegui baixar todas as partes. Filminho embaçado, mas consegui.Se conseguirem algum dia Dublado, Manda Vê!

    • Don Costa  Disse:

      Olá Antonio. Quando testei os links ontem, eles baixaram e descompactaram normalmente. Fiquei em dúvida nesta sua última resposta. Você baixou todos. Mas conseguiu, finalmente, descompacta-los?
      Já com relação à dublagem, eu não tenho nenhuma esperança. Ele já foi lançado há quatro anos e a única noticia que tenho de uma exibição no Brasil foi durante uma mostra de cinema indiano em São Paulo anos atrás. Então, se não há exibição nos cinemas ou venda de Dvds no país, não há dublagem.
      Também não vejo a mínima chance de alguma emissora de tv comprar seus direitos, dublá-lo e exibi-lo. O filme é diferente demais do padrão brasileiro / europeu / americano para ser aceito em massa e dar audiência.
      Esperemos.

  • Ryan  Disse:

    Só para corrigir! Quando fui descompactar a senha que coloquei correta foi: teladecinema_blog. Seria bom os administradores corrigirem essa informação, ok?
    Parabéns pelas ótimas postagens!!!!

    • Don Costa  Disse:

      Obrigado pelo aviso, Ryan.
      Acho que deixei o WinRar configurado com a senha antiga quando fiz a compactação. Vou pedir para alterarem.
      Senha para descompactar:

      teladecinema_blog

      Abraços.

      • MARCOS F.  Disse:

        JA ALTEREI A SENHA NA POSTAGEM!…OBRIGADO AMIGOS E ÓTIMA QUINTA FEIRA MARUJOS IRMÃOS!!

  • Wendril  Disse:

    Excelente site, o link da parte 16 está corrompido poderia verificar por favor

    • Don Costa  Disse:

      Oi Wendril.
      O link não está corrompido. Houve reclamações sobre alguns links, mas eu nunca identifiquei nenhum problema. Novamente verifiquei todos os links e, pela primeira vez, apareceu uma dificuldade nos gerenciadores de download em baixar o link da parte 16, necessitando de várias tentativas seguidas para baixá-la. Mesmo assim, tive de baixar por completo algumas vezes até obter um arquivo intacto. Depois disso descompactou normalmente. Parece ser um problema do próprio Mega e não do arquivo.
      Seja como for, estou enviando um novo link para a parte 16, que já testei, e baixou e descompactou sem problemas.
      Acredito que, assim, o problema está resolvido.
      O link é o seguinte:
      https://mega.co.nz/#!QwRjyZSb!EajA1J7d42VdJ6B7u7_20UftkIL1h13rlG-TM3fa2iI
      Vou pedir para que substituam o link da parte 16 da postagem por este novo.
      Por favor, informe-nos se ocorrer mais problemas.
      Grande abraço.

      • MARCOS F.  Disse:

        DON – FIZ A SUBSTITUIÇÃO PELO NOVO LINK(PARTE 16) – TESTEI E BAIXOU 100%(TRANQUILO)

        PARABÉNS PELA INICIATIVA MARUJO IRMÃO DON – GRANDE ABRAÇO!

  • Wendril  Disse:

    Excelente, agora consegui, td 100%, muito obrigado, desejo todo sucesso do mundo

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

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