OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (Tri Áudio / 1080p ) – 1981

RAIDERS OF THE LOST ARK – 1981
AÇÃO – AVENTURA
DIREÇÃO: Steven Spielberg
ROTEIRO: Lawrence Kasdan, George Lucas ( +1 )
IMDb: 8,6 http://www.imdb.com/title/tt0082971/

RMZ – D. CLÁSSICA (TELECINE) – TRI ÁUDIO + V. REDUZIDA + EXTRAS

Postado por Don Costa

VERSÃO MAIOR

Formato: MKV
Qualidade: BRrip – 1080p (1920*816) 2.35:1, AVC, 23976 fps, 5000 Kbps
Tamanho: 5,98 GB
Duração: 115 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês – selecionáveis
Áudios (SELECIONÁVEL):
1o Português (Dublagem Clássica Telecine – RMZ)– 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 2 canais, 320 kbps
2o Português (Dublagem Delart) – 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 6 canais, 640 kbps
3o Inglês – 48,0 KHz, DTS, 24 bits, 6 canais, 1509 kbps
Servidor: Mega (dividido em 31 partes)
Créditos para o áudio Telecine:Sparrow
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

VERSÃO REDUZIDA

Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*816) 2.35:1, AVC, 23976 fps, 1500 Kbps
Tamanho: 1,87 GB
Duração: 115 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês – selecionáveis
Áudios (SELECIONÁVEL):
1o Português (Dublagem Clássica Telecine – RMZ)– 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 2 canais, 320 kbps
2o Português (Dublagem Delart) – 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 6 canais, 192 kbps
3o Inglês – 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 6 canais, 320 kbps
Servidor: 4shared (dividido em 10 partes)

NOTA – Informações sobre os arquivos (Don Costa):

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 5,98 Gb e outro menor com 1,87 Gb. Ambos têm três áudios e as únicas diferenças entre eles são a bitragem do vídeo e a bitragem e qualidade dos áudios Delart e o original inglês. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Também envio a trilha sonora do filme, A novelização do filme em português, a HQ da Marvel lançada logo após o filme em inglês e dois fascículos da coleção “As Obras Completas de Carl Barks” em português, onde constam trechos que serviram de inspiração para algumas cenas do filme.

ATENÇÃO: Para baixar pelo 4Shared é necessário se cadastrar.
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PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 31 PARTES): OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO MAIOR)

PARTES DA VERSÃO REDUZIDA (4SHARED – 10 PARTES):
PARTE 01 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 02 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 03 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 04 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 05 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 06 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 07 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 08 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 09 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 10 – OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (VERSÃO REDUZIDA)

EXTRAS

Link: Trilha Sonora (MP3) (85,7 MB)

Link: Livro Caçadores da Arca Perdida (EPUB) (356 KB)

Link: HQ Marvel n°1 Caçadores da Arca Perdida em Inglês (CBR) (24,4 MB)

Link: HQ As Obras Completas de Carl Barks 06 (CBR) (82,7 MB)

Link: HQ As Obras Completas de Carl Barks 14 (CBR) (34,9 MB)

Link: Amostra de dublagem clássica– Telecine

Link: Amostra de dublagem – Delart

Senha para tudo: teladecinema.net

Em 1936. Enquanto a Alemanha Nazi continua expandindo seu reinado, Adolf Hitler está imerso numa busca para encontrar a Arca da Aliança, na qual são armazenados os dez mandamentos, cujos poderes sobrenaturais, de acordo com uma lenda, podem eliminar exércitos em sua totalidade.

O governo dos Estados Unidos quer encontrar a Arca antes que Hitler e para tal decidem enviar o Dr. Henry Jones (Indiana Jones), um professor de arqueologia, que acaba de regressar de uma não bem sucedida expedição que tinha como objetivo recuperar um ídolo sagrado das selvas sul americanas.

Indiana viaja a Patan, Nepal, onde se reencontra com Marion Ravenwood (Karen Allen), uma bela e atrevida mulher que tempo antes havia sido sua amante. Relutante em apoiar, no princípio, ela decide acompanhá-lo e seguir a pista dos nazistas. Ambos viajam para Cairo, Egito…












HQ Marvel Movie Special nº1

A HQ da Marvel saiu em três edições em 1981 e é fiel ao filme. Infelizmente não foi lançada no Brasil e está em inglês.

Livro (novelização) – Os Caçadores da Arca Perdida.

Lançada após o filme, contém informações adicionais sobre os personagens, sem perder a fidelidade ao roteiro. Está em português.

As Obras Completas de Carl Barks, números 06 e 14.

Dois volumes contendo as histórias em quadrinhos que inspiraram algumas cenas do filme.

Informações sobre o filme:

George Lucas começou a idealizar o personagem em 1973 com um argumento chamado “As aventuras de Indiana Smith”, inspirado nas séries “Buck Rogers” e “Flash Gordon” das décadas de 40 e 50.

George Lucas pediu a Philip Kaufman, diretor de “Vampiros de almas”, de 1978, para desenvolver um roteiro. Kaufman inspirou-se na lenda da Arca Perdida dos Dez Mandamentos, que seu dentista havia lhe contado quando ele tinha apenas 11 anos. Kaufman também foi cotado para dirigir o filme.

Tradicionalmente, quando um de seus filmes está prestes a estrear, George Lucas sai de férias para ficar longe de todo o alvoroço. Quando “Guerra nas Estrelas” (1977) chegou aos cinemas, Lucas foi para o Havaí com a família e o amigo Steven Spielberg. Quando as arrecadações para o filme de Lucas foram divulgadas, e estava claro que seu filme ia ser um sucesso, o diretor / produtor ficou relaxado e foi capaz de discutir outros assuntos com seu amigo. Foi neste ponto que Spielberg confessou que sempre quis dirigir um filme de James Bond, em que Lucas disse que ele tinha uma idéia muito melhor – um filme de aventura chamado “Os Caçadores da Arca Perdida”. A conversa surgiu enquanto os dois estavam fazendo um castelo de areia. Depois de sua viagem, eles se reuniram e desenvolveram o roteiro com Lawrence Kasdan.

Steven Spielberg, George Lucas e Lawrence Kasdan. O trio responsável pela criação de Indiana Jones.

Algumas características do personagem “Indiana Jones” foram definidas pouco antes do início das filmagens. Após encontrar-se com Lucas e Spielberg, o artista gráfico e quadrinista Jim Steranko fez quatro pinturas para desenvolver a aparência e o estilo de Indiana Jones em várias cenas de “Os Caçadores da Arca Perdida”. Foi pedido a Steranko que desse à Indy uma jaqueta, “uma como George (Lucas) usa”, que seria uma jaqueta de couro de piloto da época. O próprio Steranko adicionou o chapéu “Hobbs Fedora” e o cinto diagonal “Sam Browne”. O nome, “Indiana” veio do nome do cão de George e Jones foi uma sugestão de Spielberg, substituindo o sobrenome original do personagem que seria “Smith”. Em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), foi revelado que “Indiana” também era o nome do cão do personagem na infância. A presença do marcante chicote já constava no roteiro inicial.

Dos traços de Jim Steranko surge um dos mais icônicos personagens do cinema.

Indiana, o cão da raça Malamute, também serviu de inspiração para a aparência de Chewbacca em “Guerra nas Estrelas” (1977).

Durante as filmagens na Tunísia, quase todos os integrantes do elenco e da equipe ficaram doentes, exceto o diretor Steven Spielberg. Provavelmente ele evitou a doença comendo apenas a comida que ele tinha levado com ele: latas e latas de Spaghetti-O’s.

Macarrão enlatado salvou o diretor de intoxicação alimentar.

A famosa cena em que Indy dispara contra um espadachim não estava no roteiro original. Harrison Ford deveria usar o chicote para pegar a espada das mãos de seu agressor depois de uma longa luta, mas a intoxicação alimentar que ele e o resto da equipe tiveram o deixou muito doente para realizar a façanha. Depois de várias tentativas frustradas, Ford sugeriu simplesmente “atirar no vilão idiota”. Spielberg levou imediatamente a idéia adiante e a cena foi filmada com sucesso.

Uma das cenas mais lembradas do cinema foi criada de improviso durante as filmagens.

Há várias referências à filmes anteriores de Lucas. Em uma cena no Poço das Almas você pode notar um pilar de ouro com uma pequena gravura de R2D2 e C3PO de “Guerra nas Estrelas” (1977). Quando Indy sai do submarino nazista, pelo alto-falante você pode ouvir: “ein, ein, drei, acht.” (Alemão para um-um-três e oito), que é uma referência ao filme de estréia de Lucas “THX-1138” (1971). O avião do amigo de Indiana, Jock, no início do filme, tem o número de matrícula “OB-CPO”, que é uma referência à dois personagens de “Star Wars”: Obi Wan Kenobi e C3PO . O prefixo de registro “OB-“, também indica que a ação acontece no Peru.

Hieróglifos e registro da aeronave. Referências à personagens de “Star Wars”.

Steven Spielberg e Melissa Mathison escreveram um script nas pausas nas filmagens feitas durante os deslocamentos. Mathison estava lá para visitar o marido, Harrison Ford e Spielberg ditou a ela uma idéia da história que ele tinha; esse script foi, eventualmente, chamado de “E.T. – O Extraterrestre” (1982).

Ao escaparem do “Poço”, Indy e Marion se encontram com um guarda árabe na saida. Durante alguns segundos, o guarda e o protagonista confrontam olhares e logo Indy simplesmente o nocauteia deixando-o inconsciente. A cena foi editada, retirando-se o encontro e o soco, porém a sequência em que o guarda aparece desacordado foi mantida no filme.

A cena mantida no filme não esclarecia de onde saiu aquele guarda caído (esquerda). O making of do filme esclarece sua origem em uma cena eliminada na edição final (direita).

As cenas vividas na cidade do Cairo, Egito, foram gravadas na Tunísia. Como a ação se passa nos anos 1930, a equipe precisou tirar, e depois recolocar, cerca de 300 antenas de televisão nos telhados das casas.

Jeff Bridges recusou o papel de Indiana Jones. Outros atores considerados para o papel foram Nick Nolte, Steve Martin (que escolheu fazer “Dinheiro do Céu” (1981) em seu lugar), Bill Murray (que desistiu devido a conflitos de agenda com Saturday Night Live (1975 – presente)), Chevy Chase, Tim Matheson, Nick Mancuso, Peter Coyote, e Jack Nicholson. Harrison Ford foi contratado menos de três semanas antes do início das filmagens. Sam Neill foi considerado para o papel de Indiana Jones. Ele acabaria por interpretar um personagem com um chapéu icónico em um filme de Spielberg: dr. Alan Grant em Jurassic Park. Tom Selleck foi a segunda escolha de Steven Spielberg para o papel de Indiana Jones. Harrison Ford foi a sua primeira, mas George Lucas se opôs, já que Ford tinha trabalhado nos dois filmes anteriores de Lucas – “Loucura de Verão” (1973) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Selleck não pôde assumir o papel porque ele estava comprometido com o seriado Magnum (1980).

De cima para baixo e da esquerda para direita. Jeff Bridges, Nick Nolte, Steve Martin, Bill Murray, Chevy Chase, Tim Matheson, Nick Mancuso, Peter Coyote, Jack Nicholson, Sam Neill, Tom Selleck e Harrison Ford. Todos candidatos ao papel que acabou ficando com o último. Todas as fotos são das décadas de 70 e 80, para melhor comparação com o personagem.

O chicote usado por Indiana Jones no filme foi vendido em dezembro de 1999 na casa de leilões Christie’s, em Londres, por US $ 43.000. Sua jaqueta e chapéu originais estão em exposição no museu Smithsonian.

Judeu praticante, Spielberg tem um profundo respeito pelo antigo testamento, e fez questão de seguir à risca as instruções para a construção da arca indicadas na Bíblia. Elas são encontradas no Êxodo capítulo 25, versículo 10. A descrição da roupa que veste Belloq, enquanto age como um sumo sacerdote durante a cerimônia no final, é encontrada a partir do Êxodo, capítulo 28.

Originalmente concebida como uma pequena aventura de baixo orçamento, os custos de produção triplicaram para US$ 22 milhões. Por isso, Spielberg tentou economizar o máximo possível para realizar esse filme. Ele comprou imagens de dois filmes anteriores, pois sairia bem mais barato do que filmá-las: o avião DC-3 voando sobre o Himalaya é do filme “Lost Horizon”, de 1973, e a cena de rua ambientada nos anos 1930 foi tirada do filme “The Hindenburg”, de 1975.

Um orçamento apertado forçou o diretor a adquirir cenas de “Lost Horizon” (no alto) e “The Hindenburg” (acima) para inserí-las no filme.

Outra forma de economia foi reutilizar atores, utilizar dublês e até o pessoal da produção. O renomado lutador de luta-livre britânico Pat Roach morre duas vezes neste filme – uma vez como um Sherpa gigante deixado no bar nepalês em chamas e outra vez como o mecânico alemão triturado pela hélice do avião. O ator Vic Tablian, que interpreta o guia de Indiana e tenta matá-lo na selva também atua como o guardião com tapa-olho do macaco no Cairo.

Pat Roach em dois papéis no filme. O ator/lutador também participaria dos outros dois filmes seguintes interpretando diferentes personagens.

O ator Vic Tablian em dois momentos do filme.

Todos os dublês que poderiam atuar como piloto na cena da luta na “Asa Voadora” estavam doentes no dia em que fariam tal cena. Então o, na época, gerente de produção Frank Marshall concordou em substituí-los. Infelizmente para ele, a filmagem levou três dias e boa parte deste tempo ele permaneceu sentado em um cockpit cuja temperatura superava os 50 graus.

O então gerente de produção Frank Marshall colaborando com a produção, sem saber que entraria numa “fria” de mais de 50 graus.

Glenn Randall Jr, o coordenador de dublês, aparece como o mecânico com a chave grifo na asa voadora. O chefe do Departamento de Efeitos Especiais, Dennis Muren, aparece como um espião nazista que está rastreando Indiana Jones no avião. Só seus olhos podem ser vistos, já que seu rosto está oculto por trás da revista que ele está lendo, que é o volume 1 da “Life” número 2 (30 de Novembro 1936), que tem as páginas 42-43 dedicadas às pinturas aquarelas de Adolf Hitler, na época considerado apenas um estadista alemão com um hobbie diferente.

Um dos poucos integrantes da produção que não estavam doentes naquele dia, o coordenador de dublês Glenn Randall é recrutado para atuar.

Dennis Muren, atuando como um extra, segura uma revista estampando um Hitler que era, na época, apenas mais um estadista. Apesar de acompanhar a produção, Dennis não trabalhou nela com o departamento de efeitos especiais, mas trabalharia neste departamento em sua contiuação “Indiana jones e o Templo da Perdição”.

Três diferentes dublês foram usados para substituir Harrison Ford: Vic Armstrong (principal cena – montando o cavalo/saltando do cavalo para o caminhão), Martin Grace (principal cena – estátua caindo no Poço das Almas) e Terry Leonard (principal cena – sendo arrastado pelo caminhão).

Harrison Ford e o dublê Vic Armstrong. Caracterização e maquiagem complementam a semelhança física em cena.

A cena em que Indiana passa por baixo do caminhão, prende o chicote no chassi e sobe pela traseira é uma homenagem ao famoso dublê Yakima Canutt que executa essa difícil façanha completa no seriado “Legião do Zorro – episódio 9 – The Golden Arrow” (1939) e no filme “No Tempo das Diligências” do mesmo ano, sendo que no filme ele não subiu de volta.

Yakima Canutt executa façanha inédita em “Legião do Zorro” (esquerda) e “No Tempo das diligências”

Terry Leonard já havia tentado essa façanha sem sucesso em “A Lenda do Cavaleiro Solitário” (1981). Ele estava empolgado com a chance de tentá-la novamente, mas só concordou em fazer a cena se seu amigo e colega Glenn Randall Jr. estivesse dirigindo. O veículo foi especialmente construído para ter a suspensão mais alta do que o normal, de modo a permitir uma folga para o dublê passar por baixo de forma segura. O centro da estrada também foi escavado para permitir maior abertura. A câmera foi ajustada para filmer em 20 frames por segundo em vez do tradicional 24 fps. Em outras palavras, a cena foi filmada em “velocidade rápida”, dando a impressão de que o caminhão estava mais rápido do que sua velocidade real.

O dublê Terry Leonard finalmente consegue executar a proeza que perseguia há anos, mas mesmo a meticulosa preparação da cena não eliminava todos os riscos.

Harrison Ford tomou o lugar do dublê e foi arrastado pelo caminhão em algumas tomadas que exigiam um close, ferindo gravemente suas costelas. Harrison Ford realmente estava sentindo dor a bordo do navio de carga quando Marion tenta encontrar um lugar do corpo que “não doa”. Além da lesão nas costelas ele rompeu um ligamento do joelho quando o a “Asa Voadora” da cena da luta com o mecânico careca passou por cima de sua perna esquerda.

Um obstinado Harrison Ford assume o lugar do dublê para um close, sofrendo lesões nas costelas.

Durante a perseguição, Harrison Ford despacha todos os seus três dublês, que estavam interpretando soldados alemães. Terry Leonard interpreta o motorista do caminhão, que recebe um soco e é jogado para fora da cabine. Vic Armstrong e Martin Grace interpretavam dois soldados pendurados na lateral do caminhão antes de serem derrubados. A sequência completa da perseguição do caminhão levou cerca de oito semanas para ser filmada.

Terry Leonard, antes de ser socado e empurrado para fora do caminhão,

Martin Grace (à frente) e Vic Armstrong antes de serem derrubados. Todos os dublês de Ford atuando no filme.

Há um pequeno erro geográfico em um dos mapas que mostram o deslocamento do personagem. Ele mostra a Tailândia. Acontece que o filme se passa em 1936 e, nesta época, o país se chamava Sião. O nome foi mudado para Tailândia somente em 23 de junho 1939.

Um pequeno erro geográfico, que não desvaloriza a meticulosa recriação histórica do filme.

A pedra que Indiana empurra para sair do Poço das Almas é muito bem caracterizada, parecendo bem pesada. Porém, acompanhando o restante da cena, percebe-se, pela sua sombra, que ela pula como uma bola de borracha ao cair no chão.

O movimento da sombra denuncia o baixo peso da pedra.

O canyon onde Indy ameaça explodir a Arca é o mesmo onde oa Jawas sequestram R2-D2 em “Star Wars”.

Também filmado na Tunísia, “Guerra nas Estrelas” (1977) também utilizou a mesma locação.

De acordo com o livro lançado após o filme, a inscrição no “Cajado de Ra” trazia uma advertência para que não se olhasse para o interior da arca. Foi por isso que Indiana soube evitar o mesmo destino que recaiu sobre os nazistas. Também há uma conhecida passagem bíblica, em Samuel 06:19, onde Deus “feriu” os homens de Bete-Semes por olhar diretamente para a Arca.

Nos Estados Unidos, o longa originalmente recebeu a censura “R”, em que menores de 17 anos só podem assistir ao filme acompanhados de um responsável, por conta da cena da morte de Belloq. Para conseguir a classificação PG (que apenas avisa sobre um possível conteúdo inapropriado, mas não proíbe a entrada de menores), Spielberg sobrepôs imagens de chamas sobre a cena da explosão da cabeça de Belloq.

Em uma das primeiras versões do roteiro, Indiana Jones viajava à Xangai para recuperar uma peça do “Cajado de Ra”. Duas sequências ambientadas em Xangai – uma perseguição numa mina e Indy usando um gongo para se defender de um tiroteio – foram usadas em “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984).

A pedra gigante que persegue Indiana Jones no início do filme foi feita de fibra de vidro e pesava quase 100 kilos. O designer de som Ben Burtt disse que, a fim de obter os efeitos sonoros apropriados para a pedra gigante, ele e a equipe de som tentaram empurrar pedregulhos ladeira abaixo em uma colina, mas os sons que eles obtiveram não eram os que precisavam. Mais tarde naquele dia, quando eles estavam voltando em um Honda Civic passando por uma estrada de cascalho, Burtt notou que o som gerado pelo carro era exatamente o que eles estavam procurando, então ele pegou um microfone e segurou perto de um dos pneus traseiros do Civic para registrar o efeito.

Algumas cenas em que os alemães falavam não foram traduzidas e nem tem legendas. No esconderijo do submarino, quando o guarda encontra Indiana Jones tentando se disfarçar de soldado e o confunde com um soldado relaxado ele diz em alemão, “Bom dia! Cansado? Por que você estava dormindo? Limpe-se! E endireite sua camisa, para que você não se pareça com um porco em sua corte marcial. Levante-se …”Ele é interrompido por um soco de Indiana. Em outra cena, pouco antes da luta em torno da “asa voadora”, Gobler (Anthony Higgins) diz à Dietrich (Wolf Kahler) em alemão: “O avião está pronto. Ele já pode ser carregado.”.

Para aumentar a autenticidade, dois curtos diálogos foram mantidos em alemão.

Quando o chapéu de Indy foi feito, a borda foi moldada de forma a cobrir os olhos para a proteção e para ajudar a esconder os rostos nas cenas em que estavam sendo usados dublês.

Os efeitos dos fantasmas no clímax foram criados filmando marionetes embaixo d’água, em câmera lenta, através de uma lente desfocada para alcançar uma qualidade etérea. Para o close do rosto de um dos fantasmas, foi utilizado o rosto de uma modelo com a mesma lente desfocada.

Marionetes e modelo deram vida aos fantasmas do filme.

Durante a cena em que Indiana ameaça nazistas com a bazuca, você pode ver claramente uma mosca rastejando na boca de Paul Freeman. Ao contrário da crença popular, ele não engoliu o inseto. Freeman explicou em uma entrevista anos depois que a mosca voou para longe no instante em que ele pronunciou a palavra “bad”, mas Spielberg percebeu isso e decidiu que seria engraçado cortar alguns quadros do filme para que a mosca não fosse vista voando para longe. Isso fez com que parecesse que Freeman a comeu, e ele aceitou a brincadeira. A revista “Empire Magazine”, mediante pesquisa, elegeu esta cena como uma das cenas mais comuns em que as pessoas pressionavam o botão “Pause” em seus videocassetes.

Na sequência, de cima para baixo, a edição de um inquieto e bem humorado Spielberg faz Freeman “comer” uma mosca.

Estréia no cinema de Alfred Molina. Sua primeira cena em seu primeiro dia de filmagem envolveu o fato de ser coberto por tarântulas. No início elas ficavam imóveis e não davam o clima aterrorizante que o diretor queria. Spielberg pediu ao tratador que fizesse algo para movimentá-las. A razão da imobilidade inicial, disse o tratador, é que eram todas aranhas macho. Mas bastou colocar uma fêmea no grupo para que todas as tarântulas começassem a se mover freneticamente pelo corpo do ator. Segundo Molina, em uma entrevista anos depois, ele não estava “atuando” nesta cena. Seu pavor era bem real.

Estréia no cinema, em uma grande produção, primeiro dia de filmagens e coberto de tarântulas. Realmente, um dia inesquecível para o jovem Alfred Molina.

O ídolo sagrado dos Hovitos, que o personagem Indiana Jones encontra no início do filme, é uma reprodução da deusa da fertilidade azteca “Tlazolteotl”. É uma imagem estilizada de uma mulher de cócoras dando a luz.

Ídolo encontrado por Indiana (esquerda) e imagem real da deusa “Tlazolteotl”.

O macaco levantando a pata e dizendo (na sua própria língua) “Heil Hitler” foi imaginado por George Lucas e é uma das duas cenas favoritas de Steven Spielberg. Na revista Empire, Frank Marshall disse que eles conseguiram com que o macaco fizesse a saudação, colocando uma uva em uma vara de pescar e oferecendo ao macaco para alcançar a uva, que estava pendurada fora do alcance da câmera. Levou cerca de 50 tomadas antes que a cena ficasse perfeita. O dublador Frank Welker, conhecido pelas imitações de animais, fez os sons do macaco, incluindo o som que ele faz na saudação. (Welker posteriormente faria sons semelhantes para o personagem Abu, o macaco-aranha no filme da Disney “Aladdin” (1992).

No alto, durante a saudação nazista do macaco, o som que ouvimos é a voz de Frank Welker, um dos mais prolixos e versáteis dubladores de Hollywood.

Ao filmar a sequência de Poço das Almas, os produtores vasculharam cada pet shop em Londres e no sul da Inglaterra adquirindo toda serpente que encontravam. Portanto, há cobras que são identificáveis de muitas áreas geográficas diferentes. No entanto, uma vez que todas as cobras estavam no set, ficou claro que não havia o suficiente. Assim Steven Spielberg teve a ideia de utilizar várias mangueiras e pernas de calças velhas cortadas misturadas às cobras. Olhando atentamente, você pode dizer quais são as cobras reais e quais não são.

Foram utilizadas, aproximadamente, 7000 serpentes na cena, sem contar as mangueiras e as calças cortadas.

Uma placa de vidro separa Harrison Ford da altamente perigosa cobra que o encara quando ele cai. A serpente realmente pulverizou veneno sobre o vidro. Era possível ver o reflexo da cobra no vidro até a versão do VHS. Depois, para as versões de DVd e Bluray, esses pequenos erros foram corrigidos digitalmente.

Até a versão do VHS era possível ver o reflexo da cobra no vidro que a separava do ator.

Reflexos que ficam mais evidentes quando vistos de outro ângulo.

A cobra chegou a atacar o ator em uma tomada, ejetando veneno.

O nome do interrogador nazista sádico nunca é mencionado no filme, mas é Toht, pronunciado como Tod, a palavra alemã para “Morte”. O papel foi oferecido à Klaus Kinski, mas ele recusou. Kinski escolheu trabalhar em Venom (1981), porque o salário era melhor. Michael Sheard também fez o teste para o papel. Ronald Lacey, que havia desistido de atuar para se tornar um agente, foi escolhido porque ele fazia Steven Spielberg se lembrar de Peter Lorre. Toht só fala um total de quatorze linhas em Inglês. O resto de seu diálogo é em alemão.

Uma pequena semelhança com Peter Lorre (esquerda) garantiu à Ronald Lacey (centro) o papel do personagem Toht (direita).

Apesar de ter a equipe dos sonhos de qualquer estúdio, com George Lucas e Steven Spielberg por trás do filme, ele foi recusado por todos os estúdios de Hollywood. Só depois de muita persuasão a Paramount concordou em realizá-lo.

A cena em que o caminhão tomba é uma cena que deu errado. Era para o caminhão virar por meio de explosivos colocados chão, assim que tocasse o barranco. Mas o explosivo não era poderoso o suficiente e o dublê simplesmente forçou o caminhão a tombar virando o volante como pode ser visto no filme pronto. O prazo restrito não permitiu que quaisquer novas tentativas fossem feitas.

Uma cena que deu errado foi mantida no filme devido à falta de tempo para refazê-la.

Foi a maior bilheteria de 1981.

O hidroavião da Pan American que Indiana Jones pega para o Nepal, era um Short Solent Mark III modificado para assemelhar-se a um Martin M-130 com o nome de “China Clipper”. Os produtores entraram em contato com o proprietário da embarcação sobre o seu uso no filme e ele respondeu que estava feliz em ajudar, mas informou que apenas um dos motores do aparelho tinha sido restaurado. Por isso, no filme, vemos apenas essa única hélice funcionando. Além disso, a fim de transmitir o fato de que era uma aeronave de passageiros, o diretor pôs vários assistentes de produção vestidos com roupas da época e filmou-os simplesmente passando pela porta do avião.

Apenas o motor da ponta direita funcionava no modelo restaurado. Mas a pintura o deixou como novo.

A ilha onde a Arca é aberta, com base no mapa usado durante o deslocamento do submarino, parece ser a ilha de Christiana, ao sul de Santorini, no Mar Egeu. O mapa, muito resumido, não permite identificá-la com precisão.

Em vez de usarem o logotipo da Paramount padrão usado entre 1975-1987, o logotipo de abertura foi uma versão do usado entre 1914 e 1952, que dizia: “A Paramount Picture”. A única diferença é que ele também tem a frase “A Gulf + Ocidental Companhia”. Este logotipo também foi utilizado nas seqüências no lugar dos logos vigentes em cada época de seus respectivos lançamentos.

Para homenagear as antigas matinês, o filme utiliza como base o logotipo antigo da Paramount (esquerda), só que colorizado, ao invés do logo padrão da época (direita).

O logotipo utilizado é uma mistura de ambos e colorizado.

Na abertura do filme, o logotipo da Paramount se mescla à uma montanha real, que é a Montanha Kalalea, em Kaua’i, Hawaii. Curiosamente, ela é apelidada de “King Kong”, porque lembra o perfil do macaco gigante.

Na novelização do filme, é revelado que Marion tinha apenas 14 anos quando Indiana a namorou, dando uma confirmação para sua fala, “Eu era uma criança. Estava apaixonada. Era errado e você sabia!”

Todos os veículos alemães utilizados na sequência da perseguição no deserto são réplicas de veículos alemães pré-Segunda Guerra Mundial reais. Já o Mercedes-Benz 320 é, na verdade, um Jaguar MK9 com um corpo de MK5 modificado. Dois deles foram construídos para o filme pela Classic Cars of Coventry. O caminhão de carga é uma réplica Mercedes-Benz LG3000 construída em um GMC CCKW.

Amy Irving e Debra Winger foram consideradas para o papel de Marion. Sean Young foi usada como Marion no teste de tela para todos os que fizeram o teste para o papel de Indiana. Tim Matheson e John Shea foram utilizados para o teste de tela de Karen Allen. A jovem Sean Young viria a estrelar, ao lado de Ford, “Blade Runner, o Caçador de Androides” (1982). Maureen McCormick também fez o teste para o papel de Marion Ravenwood.

Amy Irving, Debra Winger, Sean Young e Maureen McCormick estavam cotadas para o papel de Marion.

A filmagem na Tunísia foi insuportável para o elenco e a equipe de produção. A única coisa que serviu de alento à Steven Spielberg e George Lucas durante as filmagens foi saberem que, com a idade de 54 anos, David Lean suportou 14 meses de calor escaldante enquanto filma “Lawrence da Arábia” (1962) no local.

Na costa atlântica da França, na cidade de La Rochelle, existem abrigos para submarinos alemães, construídos pelos nazistas em 1942. Um destes abrigos serviu de set para as cenas do ancoradouro do submarino alemão. O produtor Robert Watts ficou espantado em ver como o abrigo estava bem preservado – até mesmo o graffiti nas paredes.

O modelo de submarino em tamanho real utilizado no filme foi o mesmo construído para o filme “O Barco – Inferno no Mar” (1981) de Wolfgang Petersen.

A cena de abertura no templo perdido sul-americano é, em parte, baseada em duas aventuras em quadrinhos da Disney escritas pelo lendário artista Carl Barks, cujos quadrinhos inspiram muito, até hoje, George Lucas e Steven Spielberg. Explorando um templo perdido, Pato Donald, seus sobrinhos e Tio Patinhas devem escapar de uma sucessão de armadilhas, como dardos voadores, uma lâmina de decapitação, uma pedra enorme, um túnel inundado com torrentes de água jorrando, etc, na história ” The Prize of Pizarro” (“Uncle $crooge” nº 26, de junho à agosto de 1959 – no Brasil, “As Minas do Rei Toleimon”), que chegou às bancas quando Lucas e Spielberg, ambos fãs declarados de histórias em quadrinhos, tinham, respectivamente, 15 e 12 anos de idade. Em outra história de Barks, “The Seven Cities of Cibola” (“Uncle $ crooge” nº 7, de Setembro de 1954 – no Brasil, “As Cidades do Ouro”), tem uma cidade perdida e um ídolo valioso com uma armadilha que aciona uma pedra redonda gigante esmagando tudo em seu caminho. As duas revistas contendo essas histórias (As Obras Completas de Carl Barks, números 6 e14) estão disponíveis para download no inicio da postagem.

Uma das primeiras cenas do filme trazem uma clara inspiração nos quadrinhos marcantes na juventude dos cineastas.

E foram várias as cenas inspiradas nas histórias de Carl Barks.

Inclusive nos filmes seguintes, como esta cena de “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984).

CARL BARKS

Nascido em uma fazenda, o artista teve infância e juventude marcadas pela pobreza. Depois de exercer uma série de profissões braçais, começou a carreira de desenhista trabalhando para a revista de humor The Calgari eye-opener, para a qual elaborava cartuns protagonizados por belas ninfetas. Na década de 1930, ingressou no Estúdio de animação de Walt Disney, destacando-se como gag-man para os desenhos animados do Pato Donald. Todavia, quando a editora Dell passou a publicar histórias em quadrinhos inéditas com as personagens Disney, Barks deixou o Estúdio e se tornou artista free-lancer da nona arte.

Sua primeira incursão pelas HQs, Disney – a história “O tesouro do Pirata”, realizada em 1942 junto com Jack Hanna, com base em um desenho animado nunca realizado – foi um sucesso. A partir de então, elaborou mais de 500 histórias. Trabalhando em seu sítio, localizado na Califórnia, Barks foi um exemplo de quadrinista autoral que realizou uma obra consistente. Por 30 anos, foi autor de roteiros e desenhos (sua mulher, Garé, ajudava-o com a arte-final), colocando sua visão de mundo nas histórias que criava, inclusive sua opinião política, bastante conservadora. Era um artista completo, pois roteirizava, arte finalizava e criava os diálogos de todas as suas produções. Considerado pelos fãs como o “Bom Homem dos Patos”, só ficou conhecido, contudo, após a aposentadoria, já que na época os quadrinistas não eram creditados nas revistas.

Mas Barks merece todo o crédito por ter tornado tão popular os personagens que desenhou, e muitos dos quais foi o criador.

Um homem que não se formou na escola regular, conseguiu adquirir boa parte de sua cultura dos livros que guardava, e do seu grande poder de observação aos detalhes e dedicação às tarefas. Consultava com regularidade suas revistas “National Geographics” para recriar com precisão os locais onde se passavam suas histórias. E Barks criou centenas delas, ambientadas em todos os recantos do mundo moderno e antigo. Sua capacidade de criar roteiros românticos e recheados de aventuras e perigos aos personagens o tornaram uma referência no mundo dos quadrinhos.

Criou personagens icônicos, como Pardal, Gastão, Irmãos Metralha, Maga Patalógica, Mac Môney, Margarida, Vovó Donalda entre vários outros, incluindo-se aí sua maior criação, o Tio Patinhas, cada um com uma personalidade única e profunda. Até hoje, qualquer um que seja excessivamente inventivo ou absurdamente pão duro corre o risco de ser apelidado respectivamente de “Professor Pardal” ou “Tio Patinhas”, tal era a força destas características nestes personagens. Seu traço único influenciou até gênios do outro lado do mundo. Um dos maiores magakás da história, Osamu Tezuka, considerado o pai do mangá moderno e criador de mangás famosos como “A Princesa e o Cavaleiro”, “Astro Boy” e “Kimba, o Leão Branco”, disse ser fã da obra de Barks, que o influenciou muito em seu próprio trabalho.

Infelizmente, Barks adoeceu no fim do século passado e não resistiu à ação da leucemia, morrendo em sua casa no ano 2000, aos 99 anos, em Grants Pass, Oregon.

O artista deixou alguns discípulos, como os norte-americanos Keno Don Rosa e William Van Horn, o chileno Victor Arriagada Ríos, mais conhecido como Vicar, os italianos Romano Scarpa e Giorgio Cavazzano, o holandês Daan Jipes e o argentino Daniel Branca, que continuaram a sua obra reproduzindo o seu estilo e, principalmente, as bases do seu trabalho que incluem; personagens fortes e profundos; roteiros interessantes e fluentes, além de precisão histórica e geográfica.

Todos estes pontos influenciaram, também, os cineastas nascidos nas décadas de 40 e 50, cujos trabalhos também seguem as regras do “Homem dos Patos”, em que as histórias bem contadas e personagens fortes criam filmes únicos que serão lembrados por gerações. Boa parte do cinema americano produzido nas décadas de 70, 80 e 90 tem ao menos um pouco da influência deste senhor, cujo fantástico trabalho na “Nona Arte” fez surgir diretores e roteiristas igualmente criativos e talentosos, responsáveis por algumas das melhores obras já criadas na “Sétima Arte”.

Carl Barks (1901 – 2000)

Fontes: imdb.com, biography.com, news.moviefone.com, nerdspot.com.br, 2.bp.blogspot.com, indianajonesbrasil.blogspot.com.br, screenjunkies.com, originaltrilogy.com, aveleyman.com, indianajones.de, acmewebpages.net, moviestillsdb.com, movie-dude.co.uk, film.org.pl, propstore.com, vanityfair.com, nationalgeographic.com, listal.com, agibiteca.com.br , omelete.uol.com.br e thecarlbarksfanclub.com .

Harrison Ford … Indy
Karen Allen … Marion Ravenwood
Paul Freeman … Dr. René Belloq
Ronald Lacey … Major Arnold Toht
John Rhys-Davies … Sallah
Denholm Elliott … Dr. Marcus Brody
Alfred Molina … Satipo
Wolf Kahler … Colonel Dietrich
Anthony Higgins … Gobler
Vic Tablian … Barranca / Monkey Man
Don Fellows … Col. Musgrove
William Hootkins … Major Eaton

# país: EUA
# duração original: 115 min
# produção: Paramount Pictures…
# distribuidora: Paramount Pictures…

47 comentários para OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA (Tri Áudio / 1080p ) – 1981

  • Juninho Torres  Disse:

    Que maravilha, eu não sabia que tinha duas dublagens.

    Baixando imediatamente, obrigado Marujo Don Costa !

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigo Juninho.
      Esta obra tem a primeira dublagem (Telecine) cobrindo os lançamentos no cinema, tv e vhs. Já para o dvd e bluray foi feita uma redublagem (Delart). A dublagem da Delart possui seis canais e tem uma qualidade incrível, principalmente no arquivo maior. Mas, para nós, mais velhos, que nos acostumamos com a dublagem antiga da Telecine, essa é insuperável.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • @c3rvo  Disse:

    Parabéns, Don. Simplesmente fantástico esse trabalho. Aliás, não é de surpreender quem já viu as suas postagens sobre as versões inalteradas de Star Wars e dos desenhos da Disney. Tal qual os esses trabalhos mencionados, baixarei este filme e salvarei toda a pesquisa elaborada na postagem, pois é material digno para ficar arquivado juntamente com o filme. Um abraço e, novamente, parabéns..

    • @c3rvo  Disse:

      Ops! Esqueci de mencionar o Sparrow que forneceu o áudio da dublagem clássica. Convenhamos que um trabalho desse porte sem o áudio da Telecine não teria a mesma graça. Obrigado, também, ao Capitão.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, amigo @c3rvo.
      Sou do tempo em que ouvíamos discos LPs que vinham com capas e encartes sensacionais, fitas vhs em edições de luxo contendo brindes e dvds com embalagens bem acabadas e criativas. Com os Blurays de hoje, a preferência é sempre por edições lotadas de extras. Deve ter percebido que, com exceção dos Lps que eram lançados com essa qualidade também por aqui, todos os outros ítens citados tinham de ser importados. O Brasil ainda engatinha no marketing de entretenimento. Nos EUA, por exemplo, vem tanta coisa junto com os principais Blurays que até quem não compraria o disco apenas pelo filme acaba comprando-o pelos extras. O número de colecionadores destes discos só aumenta. Já aqui no Brasil, o fã geralmente se decepciona com o conteúdo, embora os preços destes packs estejam até razoáveis. E eu sou um consumidor voraz destes lançamentos especiais. Gosto de saber tudo sobre cada obra e, geralmente, encontro informações tão interessantes quanto o filme em si. Por isso eu procuro, sempre que possível, montar pequenos catálogos que acompanham as postagens em cada filme, mostrando um pouco dos bastidores da produção. Faço isso principalmente com filmes marcantes que se tornaram ícones de uma geração. É um trabalho que faço com dedicação para todos os fãs que, como eu, consideram essas películas muito mais do que simples filmes, e sim marcos da história do cinema.
      Que bom que o pessoal do Tela compreende isso, e dedica um tempo razoável apenas para montar essas postagens gigantes. Todo material que eu mando, por mais extenso que seja, é cuidado com a mesma dedicação que as postagens mais simples, e não deixam uma única informação, foto ou texto de fora.
      Esta aqui foi elaborada pelo grande Marcos F., com aquela excelente qualidade costumeira, e só temos que agradecê-lo pelo tempo despendido para montá-la.
      Grato Marcos, pela excelente editoração, obrigado @c3rvo, pela mensagem, e meus agradecimentos ao capitão, responsável pelo áudio Telecine, o qual roubei lá de sua postagem antiga, na maior cara dura.
      Um grande abraço ao trio.

      • MARCOS F.  Disse:

        OPA DON !!
        É SEMPRE UM PRAZER EDITAR E PUBLICAR SUAS POSTAGENS!! “VIAJO” MUITO LENDO AS INFORMAÇÕES ENQUANTO VOU MONTANDO A POSTAGEM….

        É UMA HONRA TÊ-LO COMO MARUJO IRMÃO NESTA GRANDE FAMÍLIA.
        PRA FALAR A VERDADE TODOS MARUJOS IRMÃOS SÃO VIRTUOSOS EM SUAS CARACTERÍSTICAS PARTICULARES…

        PARABÉNS E MUITÍSSIMO OBRIGADO POR COMPARTILHARES SEUS TRABALHOS, PALAVRAS E TEMPO COM TODOS DO TELA, E, COM TODOS APAIXONADOS PELA SÉTIMA ARTE!!

        GRANDE ABRAÇO E VIDA LONGA!!

        • Don Costa  Disse:

          Tocou num ponto interessante, amigo Marcos. Cada um dos marujos do Tela tem seu estilo próprio e isso colabora para que o acervo do Tela seja o mais eclético da internet. Você encontra de tudo aqui. BRrips, VHSrips, TVrips, filmes legendados, sem legendas, dublados, multi áudios, seriados, trilhas sonoras… cada uma destas postagens com seu estilo único. Chega a ser possível identificar o responsável pela postagem até mesmo sem ver os créditos, tamanha é a personalidade de cada uma delas.
          Muito disso se deve aos administradores do site que aceitam e adotam essa diversidade entre os colaboradores e não padronizam as postagens.
          É muito bom fazer parte de um time assim.
          Obrigado e um grande abraço.

  • antonio8808  Disse:

    muito obrigado, e parabéns pelo postagem amigo.

    • Don Costa  Disse:

      Eu que agradeço por prestigiar a postagem.
      O filme não é difícil de ser encontrado na rede, mas não com essa qualidade.
      O filme até foi lançado recentemente em bluray com as duas dublagens, mas a dublagem Telecine era 1.0 (mono).
      Achei que uma RMZ stéreo (2.0) ficaria melhor.
      Espero que agrade.
      Abraços.

  • C,TaxiDriver  Disse:

    O Melhor filme de aventura que já vi !!!

    Harrison Ford se encaixou perfeitamente no papel de Indiana Jones, um dos personagens mais emblemáticos do cinema e Steven Spielberg mostrou mais uma vez que é um gênio, filme divertido e inteligente.

    Obrigado Don por nos presentear com esse grandiosa obra 🙂

    • Don Costa  Disse:

      Pois é, amigo Cláudio.Uma época em que os jovens diretores tinham até mais liberdade de experimentar linguagens diferentes, sem a esmagadora pressão dos estúdios. Eles tiveram a ousadia de colocar um episódio de matinê, com aventura, comédia e muita imaginação, no círculo fechado e quase exclusivo do circuito comercial da época, ao lado de filmes sérios e superproduções encabeçados por superastros e superdiretores.
      George Lucas tem, na fantasia, seu principal mote de onde se originam personagens únicos e aventuras fantásticas. Steven Spielberg usa a aventura como base para declamar poesia visual em imagens que tiram o fôlego, nos prendem na poltrona e, por vezes, emocionam.
      Com sequências embaladas nas geniais notas do não menos talentoso, John Williams, os filmes trazem a simplicidade como essência, onde acompanhamos com facilidade as ações dos personagens e podemos esquecer nossos problemas, viajando durante duas horas por mundos imaginários em aventuras fantásticas. Mesmo em filmes com temática mais pesada pelos quais venceu o Oscar de melhor diretor, Spielberg, assim como Lucas, tratam o cinema como entretenimento e não como arte. Tudo que querem é que o espectador viaje com os personagens, torça pelo mocinho, vaie o bandido e relaxe com um final feliz.
      E tem muita gente que, por isso mesmo, considera estes filmes como grandes obras de arte do cinema.
      Nisso, eu me incluo.
      Obrigado pela mensagem e um grande abraço.

      • C,TaxiDriver  Disse:

        Don,Fui ler o material extra da postagem, e vi muitas coisas interessantes, Harrison Ford é muito sortudo, era a décima segunda opção para o papel e mesmo assim conseguiu ficar com o papel, também gostei de saber que todos deram o máximo para a produção, dos figurantes, dublês atê os diretores.

        Tinha esquecido de mencionar o grande Sparrow pelo áudio, faço isso agora, Obrigado capitão e mais uma vez obrigado Don 🙂

        • Don Costa  Disse:

          Eu fiquei na dúvida, Cláudio.
          Harrison Ford teve sorte de ter conseguido o papel, ou a produção é que teve sorte por ter escolhido contratá-lo? Com todo o respeito aos demais atores, todos muito bons, mas não consigo imaginá-los substituindo Ford na pele do professor-arqueólogo-debochado-cara-de-pau-aventureiro Indiana Jones. Além disso, Ford parece ter envelhecido melhor que a maioria dos demais concorrentes, não aparentando os seus atuais 72 anos, o que possibilitou as produções do quarto e do quinto (previsão de estréia para 2017) filmes da série. Além disso, a carreira do ator estava indo muito bem depois do sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), e já estava sendo convidado para vários projetos, aceitando alguns como “Blade Runner” (1982). Ambos, atores e produção, ganharam muito com a parceria em “Caçadores da Arca Perdida”, mas talvez a produção tivesse mais a perder do que o ator no caso de terem escolhido outro protagonista.

  • icastros  Disse:

    Excelente postagem, filme, informações, extras, tudo mesmo. Parabéns!

    • Don Costa  Disse:

      Oi icastros.
      O filme tem uma enorme quantidade de fãs pelo mundo todo, e estes geram uma imensa quantidade de material. Aqui só tem uma ínfima parte de tudo o que eu encontrei mundo afora, mas que considerei interessante o suficiente para colocar na postagem.
      Que bom que apreciou o resultado.
      É uma postagem dedicada, principalmente, aos fãs da obra.
      Grato pela mensagem.
      Grande abraço.

  • FX  Disse:

    Mais um excelente trabalho,de vários do marujo Don Costa.com duas dublagens fantásticas,muito obrigado também ao Sparrow pela dublagem da telecine Parabéns!!!

    • Don Costa  Disse:

      Grande FX!
      Esse é daqueles filmes de que nunca cansamos de assistir. Você começa e não pára mais até o final. E vai até o final mesmo, pois não dá para cortar a fantástica música-tema de John Williams e, com isso, acabamos lendo todos os créditos finais.
      Mas vale a pena prestigiar todos os que colaboraram com esse filme sensacional.
      Abraços.

  • Charles Administrador  Disse:

    Muito bom, um excelente filme, mas acho que a RMZ foi desnecessária, pois no Blu-ray lançado no Brasil já vem com as duas dublagens, sobre ser 1.0 não quer dizer nada, pois a gravação da época na maioria pra não dizer todos os filmes, eram Monos, então se você pegar um arquivo Mono puro e converter em Stereo, ele não vai ficar Stereo, e sim Mono Mix, a fusão de uma pista sendo largada inteiramente no outro lado, tendo um arquivo de saída 2.0 Mono Mix, mesmo se você escolher no seu Software, sendo ele qual for, a opção Dolby, Stereo ou qualquer outro formato de Canal, ele vai ser sempre um Mono maquiado e nada mais, para você criar ele em Stereo você precisa ter ele desmontado, e isso acho que nunca vai acontecer, pois na época ele já saia da edição salvo em Mono a matriz, todos os raros Blu-rays do mercado Brasileiro que contém alguma Dublagem de época com arquivo Mono já é inserido no DVD ou Blu-ray assim porque o arquivo só existe Mono, eles dão a maquiada da conversão de Dolby Digital 2.0 para se adequar aos equipamentos em pelo menos 2 Canais de nossos aparelhos. (Mas sempre vai ser um arquivo MONO 1.0)
    Stereo são 3 que transforma em 2, pra sair Stereo tem que ser gravado em Stereo, eu tenho aqui o Box em Blu-ray com todos os Filmes, inclusive diz na caixa atrás áudio: Inglês 5.1 DTS-HD Master Audio, Português (5.1 Dolby Digital e 2.0 Dolby Digital) Espanhol 5.1 e 2.0 Dolby Digital e Francês 5.1 Dolby Digital.

    Sobre dizer ”2.0 Dolby Digital” é que eles pegam a gravação em arquivo original de Dublagem, que no caso foi 1.0 Mono, trataram e salvaram em Mono, depois para autoração da Mídia em DVD ou Blu-ray eles fazem uma conversão Digital com Equipamentos Profissionais de 1.0 Mono para 2.0 Dolby Digital, por isso que na hora de selecionar está pista no Menu ela pode aparecer como áudio 1.0, mas na verdade já pode estar pronta pra saída em 2.0 Dolby.

    Uma Dica muito importante para quem faz RMZ:
    Vou dar uma dica para o pessoal que preza pela qualidade do arquivo sendo imagem ou som, sabemos que na internet existe os filmes aos montes, para não dizer milhares, mas muitos são os com qualidade.
    Muitos de vocês sabem que o melhor áudio em mídias de hoje em dia é o DTS-HD Master, porque ?
    Porque é um formato em Extrema qualidade de som, Alta Taxa de bitrate, e que faz MUITA DIFERENÇA AO SE ESCUTAR, mantendo um grave e sons no geral com extrema definição, para quem não sabe e quer ver a diferença basta escutar em um bom Home Theater um arquivo em DTS, e comparar com um simples Dolby, o DTS é som puro, chegando a uma qualidade de 1536kbps ou até mais, exemplo 4 mil KBPS, um estrondoso som, daqueles de arrepiar de tão realista, já os Dolby convencionais chegam aos singelos 448kbps, na maioria deles a taxa pode variar para baixo ou para cima com taxas de 640kbps, mas mesmo assim bem abaixo de um DTS, bom agora que dei um resumo bem rápido de qualidades, vamos a dica, sabemos que no Brasil varonil, as nossas industrias são uma porcaria em termos de qualidade comparado com grandes lá fora, não só em termos de taxa de áudio na hora da Dublagem como nas edições de luxo como embalagens de Colecionador e etc, eu sou um e sei o que digo, sofro para conseguir edições com muitas bijujas e extras que sai lá fora, que nunca vão sair aqui no Brasil.

    Sabemos que a nossa Dublagem na maioria delas, 99% é tratada com formato Dolby Digital 5.1 ou 2.0, como na maioria das Dublagens no mundo todo, a desculpa deles sempre é que o disco não tem mais espaço e tem que aderir a um formato ”MAIS COMPACTADO” e nós que se fudhemüs gastando o nosso dinheiro e tendo que receber arquivos dublados com taxa baixa de qualidade, eu só seleciono dublagens em filmes de comédia e desenhos, pois acostumei com esses dois gêneros com dublagem, o resto eu prefiro só com o áudio original. Hoje em dia Dublar e salvar em 2.0 é uma vergonha, já que 90% dos lançamentos que sai já vem em 5.1.

    Resumindo, nos consumidores podemos dar um upgrade na qualidade de nossos filmes, daí vocês se perguntam, mas como assim, simples, lá fora os arquivos em Blu-ray saí em DTS-HD Master 5.1 ou 7.1 Canais, é só pegar o áudio original em Inglês e arrancar a pista de voz e colocar a pista de vocal Brasileira, lembrando, isso só se deve fazer usando arquivos com a mesma taxa de Canais,
    ajusta a qualidade da voz para sair na mesma taxa de volume das demais e pronto, mas como é só voz, então nem se nota, pois a qualidade de 448kbps só para voz já é boa, para tal façanha é bom você ter um bom retorno de som no seu PC para saber ajustar o áudio apenas da voz com o resto do arquivo Inglês, assim teremos potência e qualidade SEM PERDAS, isso claro se você souber salvar na mesma taxa de bitrate, e áudios em Português em DTS HD MASTER, mantendo assim todos os graves, explosões, tiros, efeitos e etc com qualidade 100% igual a do Inglês, apenas o vocal vai ser mudado, mas só peço uma coisa, não usem compressores, pois muitos iniciantes usam achando que vai melhorar, pelo contrário, vai dar só aparência, mas todo gráfico vai ser destruído.
    Sobre salvar eu recomendo escolher em formato puro WAV, depois procure algum software bom que consiga encodar em DTS, sempre visando a taxa de bitrate para ver se o arquivo não mudou, nunca aumente nem diminuí a taxa, sempre salve com taxa igual a do arquivo antigo, a não ser se foi remasterizado com muitos plugins algum arquivo muito ruim, daí sim aumente um pouco para tirar a diferença.
    Digo isso porque muitos pegam um arquivo de áudio, exemplo, 128kbps e depois salva em 320kbps, isso não faz diferença na qualidade, só vai aumentar seu arquivo de tamanho e a qualidade real não vai mudar nada, pois é uma sobra que o arquivo vai ganhar atoa, você vai acabar tendo a mesma qualidade do antigo áudio e pra variar um arquivo maior em megabytes.

    Eu trabalho com Studio, Áudio e Vídeo, edições e Remasterizações a uns 10 anos, dou essas pequenas dicas a alguns iniciantes porque quero ver o pessoal crescendo cada vez mais este excelente site, sempre é bom ler tutoriais, até mesmo o Wikipédia para vocês crescerem cada dia mais na parte de qualidade na hora de editar, eu mesmo lidando com isso e com muitos equipamentos e centenas de plugins me pego lendo matérias, dicas e tutoriais para me adaptar ao mercado, nunca que é demais aprendermos, e visando sempre a qualidade e não quantidade, pois a qualidade é que nós torna melhores no que fazemos, independente o que for.

    Abraço.

    • MARCOS F.  Disse:

      Charles Administrador

      AGRADEÇO AS DICAS E TE DESAFIO (CONVIDO) A MOSTRARES, MATERIALIZADA, TODA SUA EXPERIÊNCIA, AQUI NO TELA DE CINEMA. SERÁ UM PRAZER E HONRA TÊ-LO NO TIME DE REMASTERIZADORES DO TELA!!!

      FORTE ABRAÇO E ÓTIMA SEMANA!

    • Don Costa  Disse:

      Olá Charles.
      Obrigado pelas dicas.
      Eu tinha vários motivos para fazer essa remasterização. O fato de querer a dublagem clássica em stéreo era somente uma delas.
      Também tem o fato de que este filme não é encontrado em HD na rede com a dublagem clássica, apesar do lançamento recente. Mesmo os que são encontrados, além de possuírem somente a dublagem Delart, eram encontrados em dois tamanhos básicos: menores de 2GB, com a qualidade comprometida, ou maiores de 15GB, o que inviabiliza o download por quem tem internet lenta. Esse release que eu utilizei de base para essa remasterização tinha mais de 20GB. Note que eu criei dois arquivos e, mesmo mexendo somente na bitragem do vídeo deste release, a perda de qualidade do arquivo menor é sensível, quando assistido lado à lado com o arquivo maior.
      Eu não faço ripagens de vídeo. Nada em minhas postagens é original ou exclusiva. Tudo o que eu faço é pegar os melhores pontos encontrados de cada filme (áudios, vídeo, legendas, revistas, trilhas, curiosidades, bastidores) e reunir tudo em um único local onde todos possam acessar e baixar, com o máximo de opções possíveis. Neste ponto, então, temos um arquivo pequeno com uma qualidade muito boa e todos os áudios e legendas reunidos, e um arquivo maior, sem ter um tamanho gigantesco, com excelente qualidade e as mesmas opções de áudio e legendas.
      Então, minhas postagens são apenas mais uma opção para baixar esses filmes. Depois da queda do Megaupload, em que vários arquivos simplesmente desapareceram da rede instantaneamente, tornando-se raros, acho que, quanto mais opções tivermos para compartilhar cada um destes arquivos, melhor.
      Você parece ter um grande conhecimento na área de remasterizações. Neste caso, faço coro com o Marcos. Seria um prazer tê-lo a bordo do Tela colaborando para que estes arquivos fiquem cada vez menos raros na rede.
      Grato pela mensagem e um grande abraço.

  • xokan  Disse:

    Nem sempre é possível substituir a trilha de vocal do inglês por uma em português, pois as vezes existem algumas vozes de fundo que são reproduzidas em outros canais, por exemplo no surround esquerdo, portanto, o que o Charles escreveu é parcialmente correto. Além do mais, algumas dublagens no Brasil só existem “unidas” nos canais, portanto, impossível de ser fazer um 5.1 real.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, amigo xokan.
      O que você diz é verdade.
      Tempos atrás, alguns marujos do Tela me pediram que criasse, nos desenhos da Disney, um terceiro áudio, em que o áudio com diálogos em português tivessem as canções em inglês. Os áudios originais eram ambos 5.1. Pensei em fazer exatamente o que o Charles descreveu naqueles trechos específicos, mas não foi possível. Não só havia resquícios de áudio em português nos canais esquerdo e direito como também leves pontos nos canais adicionais. Apenas o canal do subwoofer estava limpo. Fui obrigado a trabalhar nos cinco canais para obter um áudio de qualidade.
      Não sei se isso acontece com todos os filmes, mas pelo menos nestes desenhos, substituir apenas a faixa de áudio não foi possível.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • Portugal  Disse:

    Show de post!!!!
    Vou baixar a versão com maior taxa de bitrate de video!
    Tenho este filme em VHS e DVD com a dublagem clássica, é show mesmo!
    Show!!!!

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Portugal.
      Recomendo sempre o arquivo maior. Além da melhor qualidade de imagem, o som inglês DTS do arquivo maior é muito superior ao AC-3 do arquivo menor.
      Se a sua internet é boa, opte sempre pelo arquivo de melhor qualidade.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • allexbizzu  Disse:

    chic! postagem completa! resgatando trilha sonora ,etc…..show!

    • Don Costa  Disse:

      Oi allexbizzu.
      Esse filme é um clássico inesquecível do cinema. Tudo relativo à ele tomou proporções gigantescas. O que trago aqui é uma ínfima parte do material gerado pelos fã clubes mundo afora.
      Que bom que a postagem está do agrado, também, dos fãs brasileiros.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • Johnahex  Disse:

    “Nós somos o futuro Charles,e,não eles”disse Erik Lehnsheer.E o futuro começou aqui no Tela de Cinema,e o Don é um dos pioneiros.

    • Don Costa  Disse:

      Opa! Grande Johnahex-men.
      Se apresentando marujo Donverine Costa direto da nau do capitão X-Parrow, guiada pelos imediatos Marcosgneto F. (aqui eu forcei um pouco), Wagner S. Cott Summers (aqui eu forcei muito) e Ed Entes de Sabre (aqui eu chutei o balde).
      Não sei se somos o futuro, mas, pelo menos no quesito “compartilhamento”, estamos muito à frente de boa parte dos demais sites da rede. E o segredo é a colaboração constante entre todos os marujos e visitantes do site. São poucos os lugares, dentro e fora da internet, em que isso acontece.
      Obrigado pela mensagem e um grande abraço.

      • MARCOS F.  Disse:

        HAHAHAHA KKKKKKK RSRSRSRSssss….RESPIRANDO…GARGALHADAS SINCERAS AQUI AMIGO DON!!!!!
        ESTA ADAPTAÇÃO DA TRIPULAÇÃO DO TELA PRO UNIVERSO X-MARVEL FICOU EXCELENTE!!!!
        MUITÍSSIMO OBRIGADO POR MAIS ESTA PÉROLA IRMÃO!

        • Don Costa  Disse:

          É tudo culpa do Johnahex, que levantou a bola.
          Faz ele andar na prancha!!!
          Mostra que o Tela é um lugar para comentários sérios (excetuando-se as aberrações que eu escrevo).
          GRANDE JOHNAHEX!!!

  • xokan  Disse:

    Realmente Don, desenhos tem muito disso de áudios em vários canais, além disso, mexer com 5.1 nunca é fácil, fica um pouco lento no programa que uso. Deixa o PC lerdo, mas da pra fazer. Parabéns pela postagem.

  • Camilapic  Disse:

    Excelente postagem Don Costa, obrigada!

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Camila.
      É o fantástico filme que deixa a postagem excelente.
      Aliás, toda a trilogia é fantástica (o quarto filme já pertence à outra fase do personagem) e, por isso mesmo, já tenho os outros dois filmes em fase de remasterização. Postarei-os em breve.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • Johnahex  Disse:

    Cara, essa foi boa!!kkkkkkkkk……

  • InfernoCoral  Disse:

    Don Costa, Valeu Pela Postagem, Mais eu Gostaria que Tirasse Uma Dúvida, Baixei a Parte Maior de 5,98, Coloquei no Pen Drive e Pluguei na Minha TV Sony Bravia, Mais ao Assistir Apareceu Tarja Preta em Cima e Embaixo, Isto quer Dizer que se eu Baixar a Parte Reduzida Vou assistir em Tela Cheia? Outra coisa, Caso Você Saiba, Gostaria que me Informasse, Se Eu Comprar um Aparelho de Blu-Ray, ao Aparecer Tarjas Pretas, eu Tenho a Opção Pelo Controle Remoto Para dar Zoom?

    • MARCOS F.  Disse:

      PERDOEM A INTROMISSÃO AMIGOS InfernoCoral E DON, MAS É RELEVANTE 😀

      AMIGO InfernoCoral, SE VC ESTÁ ASSISTINDO COM AS TARJAS PRETAS ESTÁ TUDO CERTO, POIS O FILME TEM ASPECTO 2.35:1 (1920×816). É O MESMO NA VERSÃO REDUZIDA COMO PODES VER NO CAMPO DADOS DO ARQUIVO.

      QUANTO A PERGUNTA SOBRE O CONTROLE DE SUA TV SONY BRAVIA ACREDITO QUE SERÁ IGUAL A QUE TENHO:
      *APERTE WIDE E DEPOIS ZOOM

      ESPERO TER AJUDADO, ABRAÇO!

      • InfernoCoral  Disse:

        Amigo Marcos F., Entendi, então não Preciso baixar a Parte reduzida, quanto ao botão Wide zoom, Eu já tinha testado e aparece a mensagem “Função Não disponível para a entrada Atual”, Também Testei a opção Método de Reprodução ao ser Reproduzido o Filme e aparece a Função “Cheia, 1*, 2*, 4*”, Mais Nenhum deles Tira a Tarja, Aproveitarei que os Preços dos Blu-Rays baixaram e Comprarei um.

        • MARCOS F.  Disse:

          InfernoCoral
          AGORA QUE MENCIONASTE SOBRE O APARELHO, USO A FUNÇÃO ZOOM AO ASSISTIR COM O APARELHO DE BLU-RAY, QUE É DA SONY TAMBÉM. COMO OS 2 SÃO DA MESMA MARCA O CONTROLE DA TV SERVE PRA TUDO.
          A FUNÇÃO ZOOM NÃO LEMBRO SE FUNCIONA USANDO APENAS A ENTRADA USB DA TV. VEREI AQUI E VOLTO COM A RESPOSTA.

        • Don Costa  Disse:

          Boa noite, InfernoCoral.
          O amigo Marcos já esclareceu suas dúvidas, mas gostaria de adicionar alguns complementos.nas informações passadas. As diferenças de bitragem nos arquivos maior e menor se refletem, principalmente, nas taxas de contraste e nitidez. As imagens são iguais em seu formato de tela (2,35:1) e alta definição de imagem (1080p / linhas de resolução verticais – progressivas), mas a quantidade de informações enviadas para o monitor são muito menores no arquivo menor (1500 kilobits por segundo) do que no maior (5000kbps). Isso torna as imagens mais nítidas, limpas e definidas no arquivo maior, principalmente em cenas escuras ou contornos de imagens em cenas movimentadas. Poderemos definir a escala de diferença de qualidade entre as imagens, aproximadamente e subjetivamente, como:
          1 – bluray físico (disco) – até 40.000 kbps – nota 100
          2 – arquivo maior da postagem – 5000 kbps – nota 95
          3 – arquivo maior da postagem – 1500 kbps – nota 90
          4 – dvd físico (disco) – até 9800 kbps – nota 40.
          Note que, apesar da alta taxa de transferência de bits, a imagem do dvd tem uma qualidade muito inferior às demais opções, devido á baixa quantidade de linhas de resolução (máxima de 480p).
          Já na questão das tarjas pretas, elas existem porque os televisores padrão widescreen possuem um formato de tela de 1,78:1 (16×9) e qualquer filme gravado em formato diferente terá tarjas pretas acima e abaixo (em caso de uma proporção maior) ou nas laterais (em caso de proporção menor, como nas transmissões da tv aberta ou filmes muito antigos). por isso eu sempre recomendo que assistam aos filmes com as tarjas pretas, preservando a proporção real da imagem, pois só existe duas formas da imagem deste filme preencher toda a tela destes televisores: ou a imagem é distorcida (esticada) mantendo-se tudo o que a imagem mostra, ou ela é recortada nas laterais e ampliada, perdendo-se o que acontece nestas laterias. Como não é possível ter uma tv com tela ajustável (pelo menos por enquanto), a única forma de se assistir à uma imagem real sem perdas é com as tarjas pretas.
          Há uma corrente no cinema mundial que defende a padronização destes formatos para 1,78:1 (16×9), que é o formato da maioria das tvs. Inclusive, filmes recentes utilizando alta tecnologia como “Avatar” (2009) foram filmados neste formato. Porém outros consideram o formato mais recente de 2,40:1 mais adequado, pois seria o formato mais próximo ao da visão humana.
          Seja como for, enquanto não houver uma padronização mundial sobre esses formatos, estaremos condenados á assistir um ou outro filme com tarjas pretas, se quisermos ver as imagens reais, sem cortes ou distorções.
          Espero ter ajudado.
          Abraços.

          • InfernoCoral  Disse:

            Ok! Amigo Don Costa, Entendi Sua Explicação, Inclusive Vocês são Uns Heróis, Pois Deve dar Bastante Trabalho Fazer Esses Tipos de Arquivo Com Essa Qualidade,Valeu pela Postagem.

  • Alainstair  Disse:

    Parabéns!!!!!!!!! Não poderia deixar de registrar minha satisfação também….. Muito bom mesmo!! E que venha O Templo da Perdição!!! kkkk…..

    • Don Costa  Disse:

      Amigo Alainstair, já estou trabalhando nos outros dois filmes.
      Em breve eles serão postados.
      Abraços.

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

  • Fernando  Disse:

    Tudo isto é por demais extraordinário. Cumprimento-o pela sua competência e fico-lhe grato.

  • ocnarb  Disse:

    Don Costa- Sparrow parabéns pelo extraordinário trabalho ficou fantástico, parabéns para toda equipe envolvida. GRATO por tudo.

  • ess  Disse:

    Parabéns a Todos!! Obrigado!!
    As partes 3,5,6 e 7 estão off!!

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, ess.

      O 4shared deletou os referentes arquivos sem motivo aparente. Eu não tenho mais estes arquivos e vou precisar reencodar, remasterizar e reupar a versão menor novamente.

      Esse processo é bastante trabalhoso e levará vários dias para ficar pronto, e quando a postagem for atualizada ela aparecerá na página inicial do site.

      Caso não queira esperar, poderá baixar a versão maior que está online pelo Mega.

      Muito obrigado pelo aviso e por prestigiar o nosso site.

      Abraços.

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