ORFEU (Legendado) – 1950

ORPHÉE – 1950
DRAMA – FANTASIA
DIREÇÃO: Jean Cocteau
ROTEIRO: Jean Cocteau
IMDb: 8,0
http://www.imdb.com/title/tt0041719/

LEGENDADO

Postado por Sparrow


Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 677 MB
Duração: 95 min.
Legendas: Português
Áudio: Francês
Servidor: 4Shared (dividido em 4 partes)

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Parte 01: ORFEU
Parte 02: ORFEU
Parte 03: ORFEU
Parte 04: ORFEU

Orfeu é um poeta que se envolve na morte de um rival e é convidado por uma estranha mulher, uma princesa, para segui-la num Rolls Royce negro, sem desconfiar que é a própria Morte disfarçada. Apaixona-se por ela enquanto um criado, também já morto, Heurtebise, se apaixona pela mulher de Orfeu, Eurídice, que está em perigo de morte. Quando ela realmente morre, este o conduz até os infernos para tentar resgatá-la, sem poder porém olhá-la no rosto.






* Jean Marais (Orfeu)
* François Périer (Heurtebise)
* María Casares (A princesa – Morte)
* Marie Déa (Eurydice)
* Henri Crémieux (editor)
* Juliette Gréco (Aglaonice)
* Roger Blin (o poeta)
* Edouard Dermithe (Jacques Cégeste)
* René Worms (juiz – não creditado)
* Raymond Faure
* Pierre Bertin (o comissário)
* Jacques Varennes (juiz – não creditado)
* André Carnège (juiz – não creditado)
* Claude Mauriac
* Philippe Bordier (jovem no Café dos poetas – não creditado)
* Claude Borelli (Une bacchante – não creditado)
* Jean Cocteau (Narrador – não creditado)
* Renée Cosima (bancante – não creditado)
* Jacques Doniol-Valcroze (jovem no Café dos poetas – não creditado)
* René Lacourt (Carteiro – não creditado)
* Julien Maffre (agente de polícia – não creditado)
* Jean-Pierre Melville (gerente do hotel – não creditado)
* Jean-Pierre Mocky (o líder da gangue – não creditado)
* Henri San Juan (jovem no Café dos poetas – não creditado)
* Victor Tabournot (jovem no Café dos poetas – não creditado)


# Título Original: Orphée
# Título Nacional: Orfeu
# Ano: 1950
# País: França
# Gênero: Drama – Fantasia – Romance
# Duração: 95 min/ 112 min (França)
# Direção: Jean Cocteau
# Estúdio: Andre Paulve Film, Films du Palais Royal
# Produção: André Paulvé
# Roteiro: Jean Cocteau
# Fotografia: Nicolas Hayer
# Música: Georges Auric
# Edição: Jacqueline Sadoul

Crítica:
Todo mundo tem um filme preferido certo? Eu, exagerado que sou, tenho alguns. Um dos “mais, mais”, sem dúvidas, é Orfeu – Orphée (1950) de Jean Cocteau, um dos maiores artistas do século 20, além de cineasta foi dramaturgo, pintor e poeta de igual talento.
O filme é a visão pessoal e atualizada do trágico mito do Orfeu, é um dos clássicos do cinema tanto por seu apelo universal e imortal que desafiam os limites do espaço e do tempo quanto pela inventativdade e originalidade e seu tratamento plástico e poético que Cocteau consegue.
A narração se passa na França, nos anos 40: Orfeu, (Jean Marais, ator-fetiche do realizador) é um poeta famoso e aclamado, mas entediado com essa condição como também com seu casamento com Eurydice (Marie Dèa). Orfeu fica intrigado e obcecado com umas transições enigmáticas que Capta no carro, local que prefere ficar anotando as mensagens ao invés da companhia da esposa.
Um dia ao caminhar pelas ruas da cidade, conhece a estonteante e elegante Morte (Maria Cassares) e se apaixonam. Ciumenta a morte trama contra vida de Eridyce, quebrando o código de ética das agentes da morte e seus superiores a chamam de volta para o mundo inferior.
Se na lenda Orfeu vai ao mundo inferior buscar Eurídice, no filme de Cocteau, vai atrás da morte. Com o auxilio de Heuterbise (Francois Périer) Auxiliar dela, o poeta entra no mundo dos mortos cujas portas são os espelhos. O caminhar de Orfeu para o além é excelente! Uma das melhores sequências da história do cinema! O reino dos mortos é representado por prédios ainda destruídos pelos bombardeiros da segunda guerra mundial, onde o poeta se move em uma velocidade descompassada por entre operários e outros transeuntes ocasionais em situações surreais.
No reino dos mortos, Orfeu é inquirido por três juízes sobre o acontecimento. Expõe seu desejo de ficar com a Morte, mas é informado que isso é impossível e ele nunca mais a verá, mas poderá voltar para a terra dos vivos em companhia de Euridyce desde que nunca mais olhar para sua esposa.
De volta ao mundo dos vivos, Orfeu faz de tudo para evitar o olhar para a sua esposa, mas acidentalmente, por um espelho, a vê e ela volta para o mundo dos mortos.
Um filme fabuloso, tanto em sua temática quanta em sua categoria. Cheio de imagem lindas, poéticas e desconcertantes. Cinema com “C” maiúsculo.

Por: Eraserhead
Fonte: http://delicadamentemaleducado.blogspot.com/2009/05/orfeu-1950-jean-cocteau.html

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