O NEVOEIRO (Versão P&B – Dual Áudio) – 2007

THE MIST – 2007
HORROR – SCI-FI – THRILLER
DIREÇÃO: Frank Darabont
ROTEIRO: Frank Darabont, Stephen King
IMDb: 7,2 http://www.imdb.com/title/tt0884328/

RMZ – DUBLADO (CLONE) – DUAL ÁUDIO

Postado por Scarface

 

Formato: MKV
Qualidade: BRRip (720×550 – 1.85:1)
Tamanho: 1,47 GB
Duração: 126 min.
Legendas: Português
Áudio: Inglês, Português (Dublagem – Clone)
Servidor: 4Shared ( 4 partes )
Remasterizador e Uploader: Scarface

 

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PARTE 01: O NEVOEIRO (Versão P&B)
PARTE 02: O NEVOEIRO (Versão P&B)
PARTE 03: O NEVOEIRO (Versão P&B)
PARTE 04: O NEVOEIRO (Versão P&B)

 

*Vídeo do youtube do Frank Darabont apresentando e falando um pouco sobre essa versão em preto e branco do filme (em inglês sem legendas)

 

Depois que uma violenta tempestade devasta a cidade de Maine, David Drayton, um artista local, e seu filho de 8 anos correm para o mercado, antes que os suprimentos se esgotem. Porém, um estranho nevoeiro toma conta da cidade, deixando David e um grupo de pessoas presas no mercado, entre elas um cético forasteiro e uma fanática religiosa. David logo descobre que o nevoeiro esconde algo sobrenatural e que sair do mercado pode ser fatal. Mas conforme o grupo tenta desvendar o mistério, o caos se instala e fica evidente que as pessoas dentro do mercado podem tornar-se tão ameaçadoras quanto as criaturas do lado de fora.

CURIOSIDADES
• Não é a primeira vez que William Sadler “encara” O Nevoeiro. Ele interpretou David Drayton na versão audiobook da história.
• Para poupar tempo, o produtor e diretor Frank Darabont contratou a equipe de cameramen do seriado “The Shield: Acima da Lei”, para filmar “O Nevoeiro”. A equipe já estava acostumada a se mover rápido, devido ao ritmo do seriado.
• Na abertura do filme, David está pintando em seu quarto. A pintura que ele faz é do pistoleiro Roland, da série A Torre Negra. Outra pintura visível é a do pôster de “O Enigma do Outro Mundo”, de John Carpenter, que também escreveu e dirigiu “A Bruma Assassina”, que compartilha óbvios elementos com “O Nevoeiro”.
• Além da ilustração do Pistoleiro, há outra conexão direta com A Torre Negra. A fala “Minha vida para você”, dita pela Sra. Carmody. A frase foi dita por vários vilões da obra-prima de Stephen King, que juraram aliança a Walter O’Dim/Walter das Sombras, um dos maiores antagonistas da série. A mesma frase é dita no filme/livro A Dança da Morte pelo personagem Homem do Lixo para Randall Flagg.
• O pôster d’A Torre Negra, e todos os outros no estúdio de David, foram pintados por Drew Struzan, famoso artista de cartazes de filmes. Ele já pintou Star Wars, Indiana Jones, Harry Potter, O Enigma do Outro Mundo, Blade Runner: O Caçador de Andróides, Um Sonho de Liberdade, À Espera de um Milagre, além de, é claro, este filme.
• Durante uma cena do ataque das criaturas, um homem derruba uma estante que carrega vários livros de King.
• Frank Darabont concordou em realizar o filme com a Dimension com a condição de que eles não mudassem o final do filme. Eles concordaram.
• O diretor Frank Darabont queria que o filme fosse exibido em preto e branco. O DVD duplo contém a versão em preto e branco no segundo disco.
• A farmácia ao lado se chama “King’s Pharmacy”, uma provável referência ao autor Stephen King. King interpretou um farmacêutico em uma outra adaptação de suas histórias, “A Maldição” (1996).
• Apesar de se passar no Maine, o filme foi gravado em Minden, Louisiana. Para a felicidade de Frank Darabont, Stephen King não conseguiu distinguir a Louisiana do Maine, ao assistir o filme.
• Thomas Jane presenciou o processo de edição do filme, pois estava interessado em aprender sobre o assunto.
• O diretor Frank Darabont queria que Stephen King fizesse uma participação, mas ele recusou. Seu papel foi para Brian Libby.
• Inicialmente, “O Nevoeiro” seria realizado pela Paramount Pictures.
• Frank Darabont propôs a Thomas Jane que pegasse uma cópia de “The Punisher: War Journal” na cena da farmácia, ao procurar um gibi para seu filho, já que Jane havia interpretado o personagem (O Justiceiro) nos cinemas. Jane recusou porque não achou adequado, uma vez que ele teve uma briga com os produtores de “O Justiceiro” (o que o levou a decidir não voltar para reprisar o papel na sequência). Ele pegou, em vez disso, uma cópia de Hellboy.
• O primeiro filme que Frank Darabont dirigiu que se passa no presente.
• A produção mais curta de Darabont até hoje. Filmada em apenas 37 dias.
• “O Nevoeiro” é a terceira adaptação de uma obra de Stephen King feita por Frank Darabont. As outras duas foram “Um Sonho de Liberdade” e “À Espera de um Milagre”. Os atores William Sadler, Jeffrey DeMunn e Brian Libby também participaram de todas elas.
• Terceira aparição de Frances Sternhagen num adaptação de uma obra/ideia de Stephen King. Ela esteve antes em “Louca Obsessão” e na minissérie “Jovem Outra Vez”.
• Stephen King disse que ficou genuinamente assustado ao assistir a adaptação de sua história; Frank Darabont descreveu o fato como o momento mais feliz de sua carreira.
• Norm veste uma camiseta da WKIT Radio em Bangor, Maine. Esta é uma das rádios da qual Stephen King é dono.
• A placa que aparece parcialmente destruída no final do filme é da Interestadual 295, em Falmouth, Maine.
• Os atores Jeffrey DeMunn, Laurie Holden e Melissa McBride trabalhariam novamente com Frank Darabont, três anos depois, no seriado “The Walking Dead”.

CURIOSIDADES COM SPOILERS
• Frank Darabont escreveu uma abertura em que os militares mencionados pelo soldado Jessup acidentalmente abririam o portal que deixaria as criaturas e o nevoeiro invadirem nosso mundo. Em um jantar com o diretor, o ator Andre Braugher questionou se essa cena realmente era necessária. Depois de pensar nisso por uma semana, Darabont se convenceu a tirar a cena, deixando a natureza do nevoeiro mais ambígua.
• O “controverso” final de Frank Darabont veio diretamente do material original de Stephen King. Escrito em primeira pessoa, David guarda a ideia de suicídio na cabeça como uma possibilidade (embora distante), notando que há três balas e quatro pessoas. Darabont achou que o final de King era ambíguo demais e escreveu o roteiro com um clímax finito. Seu final foi, de acordo com o próprio Darabont, endossado pelo próprio King, que disse ter desejado pensar nele enquanto escrevia sua história.
• Quando o tentáculo do monstro é cortado nos fundos do supermercado por David, ele se contorce, fica preto, e derrete num monte de gosma. Este é o exato processo que acontece quando uma criatura vinda de outro mundo morre no romance Buick 8.
• Amanda tem um revólver de seis balas vazio, com 12 balas guardadas. No decorrer do filme, exatos 12 tiros acontecem antes que o revólver fique sem munição.
• Frank Darabont planejara um final levemente modificado: nele, além da aparição do caminhão que leva a moça que sai do supermercado no começo, à procura de seus filhos, haveria um outro caminhão, este levando os sobreviventes do supermercado, bem como os seguidores da falecida Sra. Carmody. Este final acentuaria mais ainda a tragédia de David, indicando que se ele houvesse permanecido no supermercado com os outros, todos teriam sobrevivido. O final, porém, não pode ser realizado porque a maioria dos atores das cenas do supermercado já havia finalizado suas respectivas gravações e não estavam mais disponíveis.










Thomas Jane … David Drayton
Marcia Gay Harden … Mrs. Carmody
Laurie Holden … Amanda Dunfrey
Andre Braugher … Brent Norton
Toby Jones … Ollie Weeks
William Sadler … Jim
Jeffrey DeMunn … Dan Miller
Frances Sternhagen … Irene Reppler
Nathan Gamble … Billy Drayton
Alexa Davalos … Sally

 

# país: EUA
# duração original: 126 min.
# estúdio: Dimension Films…
# distribuidora:Alliance Atlantis Communications…

 

4 comentários para O NEVOEIRO (Versão P&B – Dual Áudio) – 2007

  • Don Costa  Disse:

    Que magnifica postagem, amigo Scarface!
    Alguns filmes ficam tão bons em preto e branco quanto coloridos. As obras de Stephen King estão entre eles. Filmes como “A Hora do Lobisomem” (1985) ou “Cemitério Maldito” (1989) ganhariam uma aura de mistério ainda maior nesta versão, e eles poderiam pensar em relançar esses clássicos “descolorizados” tal qual fizeram com a versão “colorizada” de “Casablanca” (1942) só pra gente ver como ficariam.
    Esse filme busca o que há de melhor no escritor, quebrando regras rígidas desse tipo de conto. Não há heróis ou mocinhos. Todos são apenas pessoas comuns com seus conceitos e convicções sendo colocados à prova em situações extremas de luta por sobrevivência. A união em torno do senso comum de proteção coletiva cai por terra quando ninguém sabe ao certo quem ou o que é o inimigo, nem porque estão sendo atacados. Aliás, durante todo o filme, ninguém sabe ao certo o que está acontecendo, nem o real tamanho do problema, o que traz à tona atitudes limítrofes ao fundamentalismo, onde o sacrifício de alguns em favor do coletivo não é mais uma ideia tão absurda quanto o é em nosso dia a dia..
    O filme surpreende até no final, mesmo não tendo mais o fim “em aberto” do conto original. O fechamento é triste e trágico e o diretor foi brilhante e corajoso ao criá-lo. Nem sempre esse tipo de história agrada à maioria do público e esse final poderia se refletir negativamente nas bilheterias.
    Outro dia ouvi um comentário do jornalista esportivo Fernando Calazans comparando a compra de um jogador medíocre por engano pelo seu time de coração à um viajante que compra, no aeroporto, um romance de Sidney Sheldon – segundo Calazans “um escritor de quinta categoria” assim como Stephen king – achando que é literatura de qualidade. Incomodou-me a forma como ele, do alto de sua arrogância de quem se acha melhor do que os outros só porque tem uma boa instrução, visibilidade na tv e décadas de profissão, falou de dois de meus escritores favoritos. Sidney Sheldon tem centenas de milhões de livros vendidos ao longo de quase 80 anos de carreira, além de centenas de peças, filmes e roteiros para tv, como “Jeannie é um Gênio” (1965 – 1970) escrita especialmente para Barbara Eden. Stephen King também tem mais de 300 milhões de livros vendidos e é um dos autores mais traduzidos no mundo, além de ter inúmeros roteiros adaptados para filmes e séries. Esses dois escritores estão entre os mais criativos e originais, não tendo medo de escrever passagens tão inusitadas e fortes quanto o atropelamento de uma criança por um caminhão.
    Quando estas histórias criativas são roteirizadas e dirigidas por talentosos roteiristas e diretores, o resultado são filmes impactantes como esse “O Nevoeiro”. Ele pode não agradar à todos, mas não causará indiferença à ninguém que se dispuser à assisti-lo. Nem mesmo à Fernando Calazans, jornalista considerado por muitos como sendo de “quinta categoria”. É absurdo o nível de agressividade que existe, hoje, nos meios de comunicação.
    Obrigado pela postagem dessa versão. Vai ser a minha sessão de hoje.
    Abraços.

    • Scarface  Disse:

      Don, eu sinceramente depois que vi esta versão em preto e branco nunca mais consegui assistir a versão à cores. O filme, e o conto original obviamente, bebem muito da literatura e do cinema fantástico da década de 50 e 60, então essa estética cai como uma luva. Uma pena o estúdio não ter comprado a ideia inicial do Darabont (já é uma surpresa terem comprado o final) pra que ele tivesse pensado e executado o filme exclusivamente em preto e branco, que com certeza resultaria numa experiência ainda mais fantástica. Infelizmente, esse gênero ainda sofre uma marginalização mesmo, principalmente por parte da classe dita intelectual.

      E realmente seria sensacional ver clássicos como Enigma de Outro Mundo, Alien, Deu a Louca nos Monstros, A Mosca e muitos outros, ganharem versões “descolorizadas”. Eu, de vez em quando, gosto de brincar com os atributos de áudio e vídeo da minha TV e procurar novas maneiras de rever velhas obras.

      Espero que curta essa versão tanto quanto eu. Abraço!

  • C,TaxiDriver  Disse:

    Não sabia que tinha uma versão em preto e branco, Baixando pra coleção, Obrigado Scarface:)

  • Camilapic  Disse:

    Postagem curiosa essa! Agora fiquei em dúvida se assisto primeiro esta ou a versão normal. Com certeza são experiências cinematográficas distintas. Preto e branco dá a sensação de mais antigo e mais medo hehe. Valeu!

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