O GRANDE GOLPE (Dual Áudio) – 1956

THE KILLING – 1956
CRIME – DRAMA – FILME NOIR
DIREÇÃO: Stanley Kubrick
ROTEIRO: Stanley Kubrick, Jim Thompson, Lionel White
IMDb: 8,0
http://www.imdb.com/title/tt0049406/

RMZ BDRIP 1080P – DUAL ÁUDIO – DUBLAGEM CLÁSSICA HR + VERSÃO 720P + DVD AUTORADO + TVRIP GLOBO (CLASSE A – COM INTERVALOS)

LINKS DO DVD AUTORADO ADICIONADO!!!

Postado por Edfilmes

RMZ 1080p

Formato: MKV
Qualidade: BDRip 1080p (1800 x 1980 (1.667), AVC, 10000 kbps, 23.976 FPS)
Tamanho: 6,79 GB
Duração: 84 min.
Legenda 01: Português
Legenda 02: Inglês
Áudio 01: Português (Herbert Richers – AC3, 192 kbps, 48.0 KHz, 16 bits, 2 ch)
Áudio 02: Inglês (Original – AC3, 448 kbps, 48.0 KHz, 16 bits, 1 ch
Servidor: Mega (Pasta com 14 partes)
Remasterizador, Encoder e Uploader: Edfilmes

RMZ 720p

Formato: MKV
Qualidade: BDRip 720p (1200 x 720 (1.667), AVC, 3000 kbps, 23.976 FPS)
Tamanho: 2,08 GB
Duração: 84 min.
Legenda 01: Português
Legenda 02: Inglês
Áudio 01: Português (Herbert Richers – AC3, 192 kbps, 48.0 KHz, 16 bits, 2 ch)
Áudio 02: Inglês (Original – AC3, 448 kbps, 48.0 KHz, 16 bits, 1 ch
Servidor: Mega (Pasta com 05 partes)
Remasterizador, Encoder e Uploader: Edfilmes

DVD Autorado

Formato: Pasta VIDEO_TS
Qualidade: DVDR Autorado (720 x 576 (PAL-M), 5500 kbps
Tamanho: 4,14 GB
Duração: 84 min.
Legenda 01: Português
Legenda 02: Inglês
Áudio 01: Português (Herbert Richers – AC3, 192 kbps, 48.0 KHz, 16 bits, 2 ch)
Áudio 02: Inglês (Original – AC3, 448 kbps, 48.0 KHz, 16 bits, 1 ch
Servidor: Mega (Pasta com 08 partes)
Remasterizador, Encoder, Autor e Uploader: Edfilmes

TVRip

Formato: MP4
Qualidade: TVRip (Globo – Classe A)
Tamanho: 827 MB
Duração: 92 min.(Com intervalos comerciais)
Legenda: S/L
Áudio: Português (Herbert Richers)
Servidor: Mega (Parte única)
Uploader: Edfilmes

PASTA DO MEGA 1080P O GRANDE GOLPE
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PASTA DO MEGA DVD O GRANDE GOLPE
LINK VERSÃO TVRIP O GRANDE GOLPE

 

SENHA: TELADECINEMA&EDFILMES  (TUDO MAIÚSCULO)

 

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Após sair da prisão, Johny Clay elabora um grande plano para um assalto que pode render a ele e a seus companheiros a soma de US$ 2 milhões. E o melhor: ninguém sairá ferido! O problema acontece quando o amante da esposa de um dos integrantes do grupo do assalto resolve se meter onde não é chamado. O filme apresentou, para sua época, uma grande inovação narrativa (não-linear) e rendeu a Kubrick ótimas críticas.

Reza a lenda que o ainda incipiente Stanley Kubrick (na época com 27 anos e apenas no seu terceiro longa) teve que bater o pé e brigar com unhas e dentes para que O Grande Golpe fosse lançado do modo como o editara; não-linear e brincando com diferentes pontos de vistas. O estúdio relutou, disse que ninguém suportaria aquilo, mas acabou cedendo. E o jovem Kubrick triunfou, pois fora exatamente à ousadia e à habilidade em ser instigante e ousado, porém inteligível, que vieram os maiores méritos de The Killing, um delicioso flerte de Kubrick com noir que já anunciava a brilhante carreira que estava por vir.

Durante uma hora e vinte minutos, “O Grande Golpe” é praticamente um filme perfeito. Infelizmente, seus últimos minutos deixam uma sensação de frustração não apenas em seu personagem principal, mas também no espectador, por perceber que, talvez pela pressão do estúdio na época por um final politicamente correto, a lição do “crime não compensa” entra em cena de maneira pouco orgânica e prejudica uma narrativa até então intrigante.

A história é conhecida e a fórmula já não era nova em 1956; temos um grupo distinto de sujeitos (de criminosos “profissionais a policiais, passando até por um barman) que resolvem arquitetar um plano mirabolante para ganhar uma bolada, aqui o alvo é um hipódromo. O que o filme retrata é esse antes (planejamento), durante (execução) e depois (consequência). Kubrick acerta ao dedicar pelo menos uma ou duas cenas para dar a devida complexidade da caráter a cada um dos envolvidos no golpe, tirando assim o filme da superfície, se afastando daquele maniqueísmo tão típico de mocinhos e vilões. Cada um chegou ali com os seus – e tão seus – porquês, e Kubrick se abstém de promover algum julgamenta moral, deixando essa tarefa a cargo do espectador. Como é casto aos noirs, The Killing é, ao seu modo, um romance, trabalha com a figura do duplo, do sujeito que tem em si forças opostas. Johnny Clay, o golpista chefe, recém saído da cadeia, dotado de um código ético aparente e que quer ter nesse golpe a sua jogada final para poder fugir dali com a amada, é, afinal, um herói romântico, com esses interesses dúbios e atitudes difíceis de julgar e que acaba obrigando que a análise vá além da superfície e do lugar comum.

A dificuldade mora, talvez, em ver O Grande Golpe depois de toda a análise psicológica e sociológica ímpar de Laranja Mecânica ou a metafísica de 2001, o exercício intelectual acaba sendo o de tentar abstrair as magnus opus de Kubrick que ainda estavam por vir e ver aqui as qualidades bastante únicas e nada modestas aqui presentes. Kubrick mostra saber dosar com uma precisão cirúrgica seus recursos ao mesclar a narrativa não-linear com uma narração em off que vai viajando no tempo e dando ao espectador o mínimo necessário para acompanhar as idas e vindas da história, quase como se Kubrick criasse os problemas para em seguida tentar solucioná-los; explicando para confundir e confundindo pra esclarecer, como diria Tom Zé.

Ainda assim, existem pequenos problemas, como em uma cena de luta pouco realista que distrai os seguranças, que, por outro lado, mostra o ótimo trabalho de som, bastante convincente ao destacar os golpes e o barulho dos objetos quebrados no bar. Vale citar também os figurinos de Beaumelle, que adota o terno e gravata, conferindo profissionalismo ao grupo de ladrões, além da trilha sonora de Gerald Fried, que auxilia no ritmo empolgante da narrativa com suas batidas firmes, especialmente durante a execução do plano. Além disso, a direção de fotografia de Lucien Ballard utiliza muitas cenas noturnas para ilustrar o mundo obscuro daqueles ladrões profissionais através do constante uso das sombras.

O final, em todo seu fatalismo tragicômico, é ácido e niilista e acaba por falar um pouco mais sobre seu diretor, o que é, para todos os efeitos, coerente com o que viria logo nos anos seguintes em filmes como Dr. Fantástico e Lolita.

Num panorama final cabe ainda se questionar sobre o conceito de “filme menor”, tão usual em rodinhas cinéfilas para se referir a obras como essa, a questão parece ser meramente sobre parâmetro, pois se O Grande Golpe tiver seu fim em si mesmo o que temos é “apenas” (com todas as devidas aspas) um grande filme, um ponto de referência único para toda produção desse sub-gênero do filmes de assalto com pretensão de serem engenhosos que viram depois, de Onze Homens e Um Segredo à A Origem. Divertido, analítico, bem construído. Um Kubrick, pois.

Pequena Analíse do filme por: CultMovie

Fonte: cinemaedebate.com e cinecafe.wordpress.com

Screens da RMZ, DVD Autorado e TVRip

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Sterling Hayden … Johnny Clay
Coleen Gray … Fay
Vince Edwards … Val Cannon
Jay C. Flippen… Marvin Unger
Ted de Corsia … Policeman Randy Kennan (as Ted DeCorsia)
Marie Windsor … Sherry Peatty
Elisha Cook Jr. … George Peatty (as Elisha Cook)


# país: EUA
# duração original: 85 min
# estúdio:  Harris-Kubrick Productions
# distribuidora:  United Artists

19 comentários para O GRANDE GOLPE (Dual Áudio) – 1956

  • bruno phernandes  Disse:

    Mais uma obra prima! Muitíssimo obrigado, amigo Edfilmes!!!
    Por favor, poderia me passar um e-mail para contato com você? Gostaria que pudéssemos trocar algumas ideias.
    Abraços!

  • Ricardo  Disse:

    EdFilmes por essa eu não esperava…Tela de Cinema MONUMENTAL!! Sem palavras, apenas emoção!!

    • Edfilmes  Disse:

      Mas aqui é assim mesmo caro Ricardo, não esperamos tantos filmes, mais ainda assim os mesmos aparecem.

      Um grande abraço!

  • fabriciosapatin  Disse:

    Faço minhas as palavras do Bruno,mais uma obra prima,valeu…

  • lilbarby  Disse:

    V I X I ! ! ! mais um Kubrick, UAU !!!

  • C,TaxiDriver  Disse:

    Caramba Ed, você é demais mesmo hein ! Sempre nos presenteando com belas postagens. Agora terei todos os filmes do Kubrick dublados, exceto o Fear and Desire, que acredito não existir dublagem. Valeu camarada, tenha um ótimo final de semana !! 😉

    • Edfilmes  Disse:

      Grande Claudião! Bem em relação ao filme citado, a possibilidade do mesmo pintar dublado por aqui, só não é existente se realmente não tiver dublagem para tal filme, mas se existe qualquer dublagem para os mesmo, ainda assim que seja de algum arquivo telecinado, sempre existirá esperança de aparecer aqui no tela.

      Valeu amigão!

  • Nando  Disse:

    É um daqueles filmes que você já sabe que é muito bom, pois reconhece os atores nas screens, todos ótimos. Além disso, tem a marca de Kubrick na direção e roteiro e, “last but not least”, Edfilmes na montagem e remaster. Obrigado por essa jóia.

  • FX  Disse:

    Rip da classe A!!! do Kubrick!!! mais uma vez uma vez Edfilmes!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Scarface  Disse:

    Filmaço, com um dos finais mais irônicos do gênero! A maestria e perfeccionismo do Kubrick e do brother Ed são incomparáveis. Somos abençoados por poder desfrutar do trabalho de ambos. Valeu, Ed!

  • ROBERTO ALVES  Disse:

    Muito bom Ed – os filmes do Stanley Kubrick são sempre bem-vindos – valeu o post e eu é claro baixei em 6,79 GB eh eh eh – grande abraço e valeuuuuuuuuuuuuu

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

  • Wagner S.  Disse:

    Genial clássico de Kubrick, finalmente dublado!
    Super postagem. Muitíssimo obrigado Ed!

  • hinotojr  Disse:

    Baixando. Parece interessante!
    Obrigado!

  • cidadaok  Disse:

    Filme magnífico!
    Mais um grande post do Edfilmes.
    Muito obrigado por compartilhar e pelo cuidado e amor
    com que faz seus trabalhos.
    Grande abraço.

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