O EXTERMINADOR DO FUTURO 2 – O JULGAMENTO FINAL (1080p/Três Versões/Tri Áudio) – 1991

“Terminator 2: Judgment Day” (EUA) – 1991
Ação, FC, Thriller
DIREÇÃO: James Cameron
IMDB: 8,5 http://www.imdb.com/title/tt0103064/

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Versão do Cinema + Versão do Diretor + Versão Ultimate (Skynet Edition) + Dublagem Clássica VTI-RIO Remasterizada em 5.1 Nas Três Versões + Redublagem Cinevídeo Remasterizada em 5.1 Nas Três Versões + Opções Reduzidas Das Três Versões + Áudios Dublados em Separado + Trilha Sonora Expandida + Games para Sega, SNES e PC.

Postado por Don Costa

DADOS DO ARQUIVO:

VERSÃO DO CINEMA COM CODEC H.265 / HEVC ATENÇÃO: COMPATÍVEL COM POUCOS PLAYERS – ARQUIVO MAIOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1080) 16:9, HEVC / H.265, 23976 FPS, 2636 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 640 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 448 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, DTS-HD-MA/Core, 6 canais, 3840 kbps / 1509 kbps.

Tamanho: 7,26 GB

Duração: 136 min.

Legendas: Português / Inglês – selecionáveis

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ.
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ.
Inglês – 5.1.

Servidor: Mega / HubiC (dividido em 31 partes)

VERSÃO DO CINEMA COM CODEC H.265 / HEVC ATENÇÃO: COMPATÍVEL COM POUCOS PLAYERS – ARQUIVO MENOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1080) 16:9, HEVC / H.265, 23976 FPS, 2636 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 320 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 256 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 448 kbps.

Tamanho: 3,50 GB

Duração: 136 min.

Legendas: Português / Inglês – selecionáveis

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ.
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ.
Inglês – 5.1.

Servidores: Pcloud, Userscloud, 1Fichier (dividido em 09 partes)

VERSÃO DO CINEMA COM CODEC H.264 / AVC – Compatível com a maioria dos players – ARQUIVO MAIOR: 

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*816) 2.35:1, AVC / H.264, 23976 FPS, 2628 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 640 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 448 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, DTS-HD-MA/Core, 6 canais, 3840 kbps / 1509 kbps.

Tamanho: 7,27 GB

Duração: 137 min.

Legendas: Português / Inglês – selecionáveis

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ.
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ.
Inglês – 5.1.

Servidor: Mega / HubiC (dividido em 31 partes)

VERSÃO DO CINEMA COM CODEC H.264 / AVC – Compatível com a maioria dos players – ARQUIVO MENOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*816) 2.35:1, AVC / H.264, 23976 FPS, 1500 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 320 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 256 kbps.
Inglês – 48,0KHz, AC3, 6 canais, 384 kbps.

Tamanho: 2,34 GB

Duração: 137 min.

Legendas: Português / Inglês – selecionáveis

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ.
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ.
Inglês – 5.1.

Servidores: Pcloud / Userscloud / 1Fichier (dividido em 10 partes)

VERSÃO DIRECTOR’s CUT- ARQUIVO MAIOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1080) 16:9, AVC / H.264, 23976 FPS, 6000 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 640 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 448 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, DTS-HD-MA/ ES Matrix/Core, 7 canais/7 canais/6 canais, 4050 kbps/1509 kbps/1509 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 224 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 224 kbps.

Tamanho: 12,4 GB

Duração: 153 min.

Legendas: Português – automático (nas partes sem dublagem);
Português – completo;
Português – comentários da produção;
Português – comentários do diretor;
Inglês – selecionáveis.

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ;
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ;
Inglês – 5.1;
Inglês – comentários da produção;
Inglês – comentários do diretor.

Servidor: Mega / HubiC (dividido em 52 partes)

VERSÃO DIRECTOR’s CUT – ARQUIVO MENOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1080) 16:9, AVC / H.264, 23976 FPS, 1500 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 320 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 256 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 640 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 224 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 224 kbps.

Tamanho: 3,38 GB

Duração: 153 min.

Legendas: Português – automático (nas partes sem dublagem);
Português – completo;
Português – comentários da produção;
Português – comentários do diretor;
Inglês – selecionáveis.

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ;
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ;
Inglês – 5.1;
Inglês – comentários da produção;
Inglês – comentários do diretor.

Servidores: Pcloud / Userscloud / 1Fichier (dividido em 15 partes)

VERSÃO SKYNET EDITION – ARQUIVO MAIOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1080) 16:9, AVC / H.264, 23976 FPS, 5000 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 640 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 448 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, DTS-HD-MA/ ES Matrix/Core, 7 canais/7 canais/6 canais, 4046 kbps/1509 kbps/1509 kbps.

Tamanho: 11,0 GB

Duração: 156 min.

Legendas: Português – automático (nas partes sem dublagem);
Português – completo;
Inglês – selecionáveis.

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ.
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ.
Inglês – 5.1.

Servidor: Mega / HubC (dividido em 46 partes)

VERSÃO SKYNET EDITION – ARQUIVO MENOR:

Formato: MKV

Qualidade: Vídeo: BR-rip – 1080p (1920*1080) 16:9, AVC / H.264, 23976 FPS, 1500 Kbps.
Áudio: Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 320 kbps.
Português – 44,1 KHz, AC3, 6 canais, 256 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 640kbps.

Tamanho: 2,94 GB

Duração: 156 min.

Legendas: Português – automático (nas partes sem dublagem);
Português – completo;
Inglês – selecionáveis.

Áudio: Português – VTI Rio – 5.1 – RMZ.
Português – Cinevídeo – 5.1 – RMZ.
Inglês – 5.1.

Servidor: Pcloud / Userscloud / 1Fichier (dividido em 13 partes)

Remasterização, encode, legendas e postagem: Don Costa.

LINKS:

Todos os links de um mesmo arquivo são intercambiáveis entre os servidores disponibilizados

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Links: Dublagem Cinevídeo remasterizada em 5.1 e legendas para versão do cinema (SOMENTE ÁUDIO E LEGENDAS) – (447MB):
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Links: Dublagem VTI-Rio remasterizada em 5.1 e legendas para versão Director’s Cut (SOMENTE ÁUDIO E LEGENDAS) – (710MB):
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Links: Dublagem Cinevídeo remasterizada em 5.1 e legendas para versão Director’s Cut (SOMENTE ÁUDIO E LEGENDAS) – (501MB):
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Links: Dublagem VTI-Rio remasterizada em 5.1 e legendas para versão Skynet Edition (SOMENTE ÁUDIO E LEGENDAS) – (727MB):
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Links: Dublagem Cinevídeo remasterizada em 5.1 e legendas para versão Skynet Edition (SOMENTE ÁUDIO E LEGENDAS) – (508MB):
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Links: Comentários da Produção e do Diretor (SOMENTE ÁUDIOS E LEGENDAS – SINCRONIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA A VERSÃO DIRECTOR’S CUT) – (977MB):
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Link: Trilha Sonora Expandida (162MB) (MP3):
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Link: Games “Terminator 2 – The Arcade Game” e “Terminator 2 Judgment Day” – para SEGA e SNES (3,77MB) (EXE):
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Senha para tudo: teladecinema.net

SCREENS:
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EM CASO DE ARQUIVO CORROMPIDO:

Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
Para executar essa recuperação faça o seguinte:
Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02 do arquivo menor da versão “Skynet Edition”.
Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed.OEdF2OJF1991SEBR1080TÁRMZ51DCVR.part02.rar”.
Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “OEdF2OJF1991SEBR1080TÁRMZ51DCVR.part02.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte problemática novamente.
Abraços.

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO:
Este filme tem uma peculiaridade que está se tornando freqüente em grandes produções: são encontradas várias versões em vários relançamentos ao longo dos anos. Só em mídias digitais encontrei oito versões diferentes, disponibilizados em vários países. Se contarmos as edições especiais lançadas mundo afora este número sobe bastante.

Escolhi trazer para o Tela as três versões principais que acredito contemplar a todos os fãs da obra. Assim, foram gerados oito arquivos para esta postagem, com três versões diferentes do filme – Versão do Cinema com 136 minutos (Theatrical Cut), Versão do Diretor com 153 minutos (Director’s Cut) e a versão mais longa com 156 minutos lançada no box Skynet Edition (Ultimate Cut), sendo que a versão do cinema está sendo postada em duas opções de codecs de vídeo diferentes. Além disso, cada uma destas versões está sendo postada em dois tamanhos diferentes para contemplar àqueles que tem internet lenta, já que os arquivos principais ficaram com um tamanho bem considerável. As qualidades das imagens, comparando-se os arquivos maiores com os arquivos menores, são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixem os arquivos maiores.

A versão do cinema mostra exatamente o filme como foi visto nos cinemas em 1991. A versão director’s cut traz várias cenas extras, totalizando aproximadamente 17 minutos a mais, porém mantendo o mesmo final da versão do cinema. Já a versão Skynet Edition possui apenas duas diferenças em relação à versão director’s cut: a primeira diferença é a cena em que o T-1000 mata o cão de John Connor e descobre o seu verdadeiro nome, Max, (cena adicional), que nesta versão é estendida e inclui ele entrando na casa para vasculhar o quarto de John até encontrar a caixa onde ele guardava as mensagens enviadas pela mãe. A segunda diferença é a introdução do final alternativo, onde vemos uma Sarah Connor mais velha, num parque, com um John Connor já adulto e sua neta. Não existem dublagens para as cenas extras e, nestes trechos, as legendas entrarão automaticamente.

Também envio a trilha sonora expandida do filme, os games “Terminator 2 Judgment Day” lançado pela SEGA, “Terminator 2 Judgment Day” lançado pela Nintendo para o SNES e “Exterminador 2 The Arcade Game” para PC, além dos áudios dublados remasterizados em separado para aqueles que já tem o arquivo e querem somente as dublagens com suas respectivas legendas. Para quem baixar só os áudios, talvez se faça necessário um ajuste inicial na sincronia, pois as várias versões que encontrei possuem pequenas diferenças na introdução.

Os Codecs de Áudio e Vídeo:
Para ajudar na escolha das opções apresentadas, segue uma pequena explicação sobre os codecs de áudio e vídeo utilizados nos arquivos desta postagem.

Codecs de vídeo são, mais especificamente, um formato de codificação de vídeo. O que a codificação faz é criar uma representação matemática do sinal analógico capturado pela câmera para que ele possa ser processado por um computador. A maioria dos codecs é denominada de “lossy” porque alguns dados são perdidos durante essa conversão, mas também existem formatos “lossless” que mantêm toda a informação capturada.

Desse modo, ao contrário do que acontece com as gravações de vídeo em filme analógico, cada frame de um vídeo digital típico não é necessariamente uma foto completa da cena – os arquivos seriam gigantescos se assim fosse. Câmeras projetadas para a produção de vídeos sem perda de dados, por exemplo, normalmente são equipadas com SSDs e não simples cartões de memória, porque elas precisam de uma mídia muito mais rápida e com maior capacidade de armazenamento.

Basicamente, o codec funciona quebrando cada frame em blocos chamados “macroblocks”. Em vez de sempre gravar os pixels correspondentes da forma como estão, o software busca blocos similares em outros frames. Se um padrão for identificado, um grupo de frames subsequentes pode ser codificado como um vetor de movimento. Dessa maneira, o vídeo é reorganizado em um grupo de imagens (GOP) composto por três tipos diferentes de frames: I-frames, P-frames e B-frames. Os I-frames são fotos completas da cena que servem de referência para reconstruir os outros dois, que ocupam menos espaço. Além de comprimir o vídeo de acordo com a sequência de frames, o codec também comprime cada frame individual prevendo a distribuição de pixels na imagem através da transformada discreta de cosseno (é o que acontece dentro de uma foto em JPEG, por exemplo).

Alguns dos codecs mais conhecidos são o MPEG-1/H.261 (VHS e TV), o MPEG-2/H.262 (DVD), o MPEG-4 – AVC/H.264 (Bluray) e o MPEG-H – HEVC/H.265.

Abaixo um gráfico mostrando um resumo da evolução de cada um deles.

A evolução do MPEG ao longo dos anos.

Abaixo, a forma como cada um deles codifica uma mesma imagem analógica de alta resolução:
imageAs diferenças de codificação influem não só na nitidez, mas também no tamanho das imagens.

H.264 e H.265:

Recentemente, o ITU-T Video Coding Experts Group (VCEG) desenvolveu o padrão H.265, também chamado de HEVC (High Efficiency Video Coding – Codificação de Vídeo de Alta Eficiência), sucessor do H.264 — que tem dominado o mercado nos últimos 8 anos. O H.265 é um formato de compressão de vídeo duas vezes mais eficiente que seu antecessor, pois utiliza apenas entre 50% e 70% do espaço requerido total, mantendo a mesma qualidade do H.264. Suporta conteúdo 4K (4096 x 2160) e até 8K (8192 x 4230), também chamado de UHD, o que o torna a tecnologia ideal para armazenamento de imagens de câmeras Megapixel. Aproximadamente a cada 10 anos uma nova geração de formato de compressão de vídeo tem feito o tamanho dos arquivos cair pela metade, mantendo a mesma qualidade de imagem.

O tamanho dos arquivos cai pela metade a cada década, sem perder a qualidade.

Assim como seu antecessor, o H.265 também se baseia no mesmo princípio de comparação entre frames. Os pixels similares entre o frame anterior e o atual, ou seja, as partes da imagem onde não houve movimento, são subtraídos do frame atual e o restante é matematicamente transformado, reduzindo a quantidade de dados necessária para armazenar cada frame. Quando um frame H.264 é codificado, ele é dividido em vários quadrados, conhecidos como macroblocos, que não são maiores do que 16 x 16 pixels, muito pequenos para uma imagem HD ou Ultra HD. Já o H.265 permite blocos de até 64×64 pixels e essa é a principal diferença entre os dois formatos. Para explicar isso melhor, veja as duas imagens abaixo:
imageRepare que a imagem da esquerda, onde foi aplicado o formato H.264, tem muito mais macroblocos do que a imagem da direita, pois o formato H.265 pôde utilizar blocos maiores (até 64×64) nas áreas onde os pixels têm a mesma cor ou não se alteraram. O fato de uma área com 64 x 64 pixels poder ser armazenada em apenas um macrobloco no formato H.265, enquanto que a mesma área precisou de 4 macroblocos de 16×16 pixels no formato H.264, já demonstra o quanto o nível de compressão do H.265 pode ser maior, já que o número total de blocos em cada frame tem um grande peso no tamanho final dos arquivos.

Ao mesmo tempo, como tem uma compressão mais eficiente dos arquivos, o codec H.265 pode se valer de um bit rate mais alto e ter uma resolução melhor do que um arquivo codificado com o H.264 com o mesmo tamanho. Assim, pode-se escolher entre dois arquivos cujas imagens tenham qualidades iguais, sendo que o H.265 teria um tamanho bem menor, ou ambos terem o mesmo tamanho, onde o H.265 teria uma imagem superior.
Abaixo, um exemplo em que um mesmo filme foi codificado com os dois codecs utilizando parâmetros que os deixassem com o mesmo tamanho. Notem que, para ficar com o mesmo tamanho do arquivo com codec H.265, o arquivo com o codec H.264 precisou diminuir bastante a sua bitragem (bit rate) e outros parâmetros de configuração, diminuindo notadamente a qualidade da imagem.
imageMesmo com a imagem acima diminuída é possível notar as diferenças entre as definições dos detalhes do rosto e do cabelo da atriz.

No caso do arquivo da versão do cinema postado com o codec H.265, com um tamanho de 7.26GB, ele tem a mesma qualidade de vídeo que teria se tivesse sido codificado com o H.264 atingindo um tamanho de 12GB.
O codec H.265 possui muitos benefícios, mas isso tem um preço. Como a sua compressão é mais complexa ele exige uma grande capacidade de processamento por parte do hardware que exibirá o filme. Então, além dos plugins necessários para sua decodificação, também se faz necessária uma máquina muito robusta para rodá-lo sem apresentar travamentos. A versão do cinema da postagem tem as duas opções de codec.

ATENÇÃO: BAIXE A OPÇÃO COM O CODEC H.265 SOMENTE SE TIVER A CERTEZA DE QUE SUA MÁQUINA POSSUI OS PLUGINS NECESSÁRIOS E A CAPACIDADE DE PROCESSAMENTO REQUISITADA, ALÉM DE UMA PLACA DE VÍDEO OFF BOARD. NA DÚVIDA BAIXE A OPÇÃO COM O CODEC H.264 QUE TAMBÉM ESTÁ COM EXCELENTE QUALIDADE.

Aqui o filme com codec H.265 não rodou de jeito nenhum no meu Desktop que tem placa de vídeo onboard (não tem placa independente), travando constantemente. Ele só rodou normalmente no outro computador que tem processador i-7 e placa de vídeo independente.

Os Codecs de Áudio

Os codecs de áudio fazem com os áudios a mesma tarefa que os codecs de vídeo fazem com os vídeos: codificam sinais analógicos em digitais. A lista com estes codecs é ainda maior que a lista dos codecs de vídeo, então vamos nos focar em apenas alguns dos mais utilizados. Abaixo uma lista em ordem crescente de qualidade, iniciando com a pior delas, o MP3.

MP3: O mp3, ou MPEG-Layer 3, é uma denominação criada pela Moving Picture Experts Group (MPEG). O “3” é referente às camadas de compressão que o formato de áudio sofre para compactar o arquivo. Essa compressão elimina todo o áudio que o ouvido humano é incapaz de ouvir, tornando assim o arquivo muito menor do que o formato sem compressão, como os conhecidos .WAV ou .AIFF. Um arquivo em .WAV que tenha cerca de 50Mb acaba ficando com 4Mb quando convertido para mp3. E o melhor, sem perda aparente de qualidade. O MP3 suporta somente dois canais e opera em taxas de bits máximas de 320kbps.

AAC: AAC (também chamado de m4a) é um acrônimo para Advanced Audio Coding ou, em português, Codificação de Áudio Avançado. Este formato foi desenvolvido pelo grupo MPEG (composto por diversas empresas) para superar os problemas presentes no MP3, alcançando assim maior qualidade que seu “concorrente”. Inclusive ele é apontado não só como superior, mas também como o sucessor do MP3. Ao contrário do que pensam muitas pessoas, o AAC não é um formato proprietário. Esse equívoco ocorre pelo fato deste ser o formato padrão adotado pela Apple (fabricante de Mac, iPod, iPhone, iTunes, QuickTime, etc.), e o motivo que levou a Apple a adotar este formato foi sua superioridade em relação ao MP3. O AAC tem suporte para até 48 canais e trabalha com taxas de bits máximas de 320kbps.

AC3: AC3 significa Audio Coding 3, uma extensão para arquivos de áudio com som surround. Foi criado pelos Laboratórios Dolby em 1987 para o uso em DVDs, reprodutores de Blu-ray, programação HDTV e home theaters. O formato AC3 contém até 6 canais de áudio discretos. Os 5 canais mais utilizados são dedicados para auto-falantes de alcance normal (20 a 20.000Hz) e o outro canal restante para subwoofers de baixa frequência (20 à 120Hz). Especificamente, são os canais esquerdo frontal, direito frontal, central, esquerdo traseiro, direito traseiro e 1 faixa para os graves, chamada de canal 5.1, que é o som surround padrão mais comumente utilizado em cinemas e home theaters. A maioria da programação HDTV hoje em dia usa o AC3 como formato de áudio padrão. O AC3 suporta até 8 canais e trabalha com uma taxa de bits máxima de 384kbps. Apesar de apresentar arquivos com qualidade superior ao AAC quando em sua configuração máxima, o AAC é superior ao AC3 quando compactados em tamanhos menores, pois sua codificação é mais eficiente. Assim, quando tem o mesmo tamanho, o arquivo em AAC possui uma qualidade melhor.

Doby Digital: O Dolby Digital é um codec desenvolvido inicialmente como formato de áudio digital para películas de 35 mm, sendo posteriormente utilizado em sistemas de TV, DVD e Blu-ray. Utiliza como algoritmo de compressão o Audio Compression 3 (AC-3), que é governado pelo padrão ATSC A/52. Este codec permite até 6 (5.1) canais discretos (ou seja, independentes uns dos outros), utilizando fontes PCM com 48 kHz de taxa de amostragem e de 16 à 24 bits por amostra. O bitrate pode variar de 32 até 640 kbps (no DVD, o limite máximo é de 448 kHz), mas as taxas mais comuns são de 384 ou 448 kbps em 5.1 canais e 192 kbps em 2.0.

DTS: O DTS Digital Surround, comumente denominado apenas DTS, foi criado (em 1991) como uma opção ao Dolby Digital e ao Sony Dynamic Digital Sound para uso em cinemas. Posteriormente, foi incorporado ao DVD e às mídias de alta definição. O algoritmo de codificação perceptual utilizado no DTS é o DTS Coherent Acoustics. Um aspecto interessante da construção do DTS é sua modularidade: melhoramentos podem ser implementados através do uso de extensões. Como o núcleo padrão do DTS (chamado de core) sempre estará presente, os receivers sempre poderão processar o sinal codificado nos formatos estendidos, mesmo que não tenham suporte direto a eles; neste caso, processarão apenas o sinal DTS padrão embutido. Este codec permite até 6 (5.1) canais discretos, utilizando fontes PCM com 48 kHz de taxa de amostragem (com a extensão X96, suporta fontes de 96 kHz) e entre 16 e 24 bits por amostra. O bitrate máximo permitido é de 1.536 kbps, sendo possível codificar o sinal em um modo half-rate de 768 kbps, a fim de reduzir o espaço ocupado em disco.

DTS-ES: O DTS-ES (Extended Surround) é um formato análogo ao Dolby Digital EX, adicionando a extensão XCH (Channel Extension) ao codec DTS comum. Isso possibilita a inclusão de um canal extra de surround central traseiro, totalizando 6.1 canais. Existem duas variantes deste codec: DTS-ES 6.1 Discrete, onde o canal extra é implementado de forma discreta, e DTS-ES 6.1 Matrix, onde o canal extra é multiplexado nos canais traseiros. Também pode ser associado à extensão X96, permitindo 6.1 canais com fontes de 96 kHz/24 bits.

Dolby TrueHD: O Dolby TrueHD é um codec baseado no Meridian Lossless Packing (MLP) utilizado no DVD-Audio, que encapsula o sinal PCM em um pacote comprimido em uma taxa aproximada de 2 para 1. Comparado ao MLP, possibilita um bitrate superior, mais canais de som e o suporte a metadados. Este codec permite, em teoria, até 16 canais discretos; na prática, o limite são 8 (7.1) canais. As fontes PCM podem ter de 48 a 192 kHz de taxa de amostragem, com amostras de 16, 20 ou 24 bits. O bitrate máximo permitido no Blu-ray é de 18.432 kbps, o que limita o número de canais a 6 (5.1) quando se trabalha com fontes de 192 kHz. O Dolby TrueHD também suporta metadados, de forma análoga ao Dolby Digital. Isso permite, além do controle dinâmico de ganho, a normalização de diálogos.

DTS-HD Master Audio: O DTS-HD Master Audio é um codec que ocupa o mesmo nicho que o Dolby TrueHD. Utilizando a extensão XLL (Lossless Audio Extension), permite a utilização da fonte PCM original sem perdas. Da mesma forma que os outros codecs DTS, pode carregar o core DTS lossy, permitindo compatibilidade retroativa com receivers mais antigos; a diferença é a possibilidade de se gerar o stream DTS-HD Master Audio sem o core incluído, tornando o stream mais eficiente em troca da perda de compatibilidade. Este codec não possui limite teórico de canais; as restrições do Blu-ray permitem no máximo 8 (7.1) canais discretos, trabalhando com fontes PCM de 48 a 192 kHz de taxa de amostragem, com amostras de 16, 20 ou 24 bits. O bitrate pode partir de 1.509 kbps até o máximo (no Blu-ray) de 24,5 Mbps, limitando o número de canais a 6 (5.1) ao trabalhar com fontes de 192 kHz.

Tanto o codec Dolby TrueHD quanto o DTS-HD Master Audio são os mais avançados e os que apresentam a melhor qualidade na atualidade, já que apresentam os áudios exatamente como foram gravados em estúdio, sem nenhuma perda. Por isso mesmo o tamanho destes arquivos de áudio são bem expressivos, ultrapassando facilmente os 4GB.

Nesta postagem, todas as opções de arquivos maiores possuem os áudios em inglês codificados em DTS-HD Master Áudio com Core residente (o DTS normal está embutido no mesmo áudio e será lido automaticamente nos casos em que o player não possuir suporte ao DTS-HD-MA). Nos casos das versões “Director’s Cut” e “Skynet Edition”, os áudios originais em inglês ainda incorporam o áudio extra DTS-ES-Matrix de 7 canais (6.1) embutido no áudio DTS-HD-MA que também, nestas versões, possui 7 canais. Nos arquivos menores os áudios em inglês estão codificados em AC3 5.1 em todas as versões.

A REMASTERIZAÇÃO:
Para realizar esta remasterização, devido às várias versões disponíveis, precisei de quatro releases em alta definição que serviram de base para os vídeos e áudios trabalhados. Dois destes releases, os das versões do cinema, já estavam com os vídeos encodados em seus tamanhos aqui apresentados como maiores. Já a versão “Director’s Cut” foi criada a partir de um BDrip encodado em um tamanho de 20GB, enquanto a versão Skynet Edition foi criada a partir de um remux (arquivo retirado direto de um bluray sem nenhum encode) com quase 40 GB. Todos eles com áudio original DTS-HD-MA, o que me garantiu o melhor áudio existente com a melhor imagem disponível em cada release.

O áudio da redublagem Cinevídeo foi retirado de um DVD-rip e passou por ajustes de sincronia para se adequar às três versões postadas, além de receber o áudio das cenas extras em que não há dublagem. Já a dublagem clássica da VTI-Rio foi retirada de um VHS-rip e passou por uma forte e delicada restauração. Forte porque o áudio possuía um alto e constante ruído de fundo, típico das fitas VHS, o que exigiu uma limpeza através de vários filtros até diminuí-lo a ponto de ficar inaudível na maior parte do filme. Delicado porque o filme possui uma peculiaridade. A trilha sonora permanece praticamente o filme todo, principalmente com um constante som grave que é a marca do exterminador.

O filme inteiro tem pouquíssimos segundos de silêncio absoluto, onde eu poderia identificar com clareza o ruído de fundo. Acontece que este som constante da trilha sonora tem uma freqüência muito parecida com o ruído de fundo, o que impediu que eu conseguisse isolar o ruído ao longo de todo o filme de uma única vez. A solução foi isolar um trecho de cinco segundos, trabalhar nele e passar para outro trecho de cinco segundos, repetindo o processo até o fim do filme.

Se por um lado o processo ficou muito mais trabalhoso, por outro pude ir ajustando o sincronismo ao longo de todo o filme ao mesmo tempo em que restaurava o trecho podendo utilizar três técnicas diferentes de restauração. A primeira foi a limpeza propriamente dita, onde utilizei filtros que retiraram os cliques e estalos, além de eliminarem o ruído quase que por completo. A segunda foi a substituição de trechos do áudio dublado pelo áudio original inglês no canal central, aumentando consideravelmente a qualidade geral do arquivo. A terceira técnica foi a mescla (união) do áudio dublado já limpo com o áudio inglês sem as vozes originais, aproveitando o que cada trecho tinha de melhor. Antes disso, porém, foi necessário codificar o áudio dublado stéreo em mono, a fim de introduzi-lo como o canal central no áudio original inglês em 5.1, corrigir as várias falhas e pequenos cortes que ocorriam ao longo de todo o áudio e ajustar o seu FPS para coincidir com o áudio original.

Também foi preciso editar todos os pontos existentes nos demais canais onde as vozes ainda estavam em inglês, mantendo suas características originais, como delay, eco, fade, reverberação, etc. Em muitos destes trechos, as vozes no áudio original inglês estavam distribuídas entre os outros canais além do central, enquanto na dublagem elas estavam concentradas no canal mono. Tive de recortar estes trechos do canal central, recolocá-los nos canais surround no lugar das vozes originais e editá-los. Um destes trechos foi uma cena logo no início, onde o policial chega ao local onde ocorriam descargas elétricas, encontra a cerca com o corte circular ainda quente e é atacado pelo T-1000. A comunicação entre o policial e a central de polícia teve de ser redistribuída entre os canais para ficar igual aos diálogos do áudio original.

Uma vez que estes dois áudios ficaram prontos, eles receberam a introdução das cenas extras, tanto na versão “Director’s Cut” quanto na versão “Skynet Edition”, e aqui os desafios foram outros: ajustar a milimetricamente sincronia após cada introdução e fazer a junção das partes introduzidas minimizando ao máximo a evidência dos pontos de corte. Aqui tive um problema extra. A sonoplastia naqueles exatos pontos de corte era diferente em cada uma das três versões do filme, o que me forçou a trabalhar em cada um dos cinco canais separadamente para ajustá-los nas junções.
Por fim, foram gerados dois tamanhos de cada uma das dublagens, além do áudio original, para compor cada uma das oito opções nas três versões postadas em dois tamanhos diferentes.
Os áudios também estão disponíveis separadamente para download, incluindo-se aí as respectivas legendas já formatadas e sincronizadas.

A versão “Director’s Cut” também possui dois áudios extras em inglês com os comentários da produção e do diretor, junto com as respectivas legendas em português. Estes áudios também estão disponíveis separadamente.

Abaixo, envio um trecho de pouco menos de três minutos, onde foram utilizadas as três técnicas de restauração, para comparação entre o áudio VHS-rip da VTI-Rio utilizado como base, este mesmo áudio já remasterizado e a dublagem Cinevídeo. Este pequeno trecho levou dias para ficar pronto.

VHS-rip Stéreo VTI-Rio

Remasterização em 5.1 VTI-Rio

Remasterização 5.1 Cinevídeo

Obviamente o resultado final não ficou perfeito, inclusive porque não foi possível corrigir todos os problemas apresentados pela fonte da dublagem VTI-Rio, mas houve um significativo ganho de qualidade geral.

Abaixo, o gráfico mostra como ficou o resultado final da remasterização da dublagem VTI-Rio, na versão “Skynet Edition”. A utilização de três técnicas diferentes para remasterizar o canal central garantiu um resultado melhor do que nas minhas remasterizações anteriores. Aqui o canal central ficou com uma equalização melhor permitindo uma inserção mais suave no conjunto 5.1.
O gráfico mostra um canal central (terceiro de cima para baixo) mais ajustado aos demais canais do conjunto.

A Trilha Sonora Expandida:
imageCapa da versão mais completa da trilha sonora do filme.

Lançada também em 1991, a trilha sonora foi um sucesso instantâneo, principalmente devido à participação do grupo Guns N’ Roses, no auge da carreira, que compôs uma música para o filme. E da mesma forma que existem várias versões da película, também existem pelo menos três da trilha sonora: a original com 20 faixas, outra com 23 faixas e uma última contendo 28 faixas que é a versão expandida. Essa última é a que está sendo postada. Está no formato mp3 e tem um tamanho total de 162MB.

Os Games “Exterminador 2 – The Arcade Game” e “Exterminador 2 – Judgment Day” SEGA e SNES:

“Exterminador 2 – The Arcade Game”

imageCom dinâmica simples e bons gráficos, o fliperama não fez o mesmo sucesso nos consoles.

“Exterminador 2 – The Arcade Game” é um game de tiro em primeira pessoa criado para fliperama no qual o jogador enfrenta guerras contra andróides e o perigoso T-1000 no futuro, antagonista de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”. Desenvolvido pela Midway em 1991, mesmo ano de estreia do filme, o jogo fez tanto sucesso que foi adaptado do Arcade para os consoles. No entanto, essas novas versões perderam muita qualidade nos gráficos, como era costume acontecer com todos os games criados para fliperamas e adaptados para consoles. A dinâmica do jogo era bem simples: o Jogador atirava em todos os inimigos existentes naquela fase e depois se deslocava para a direita, entrando na fase seguinte.

“Exterminador 2 – Judgment Day” SEGA e SNES

imageSeja na versão SEGA ou SNES, o jogo segue, basicamente, o roteiro do filme.

Lançado em 1993, Terminator 2: Judgment Day é um jogo de ação em 2D, com gráficos de 16-bits, que reconstrói toda a trama do segundo filme da franquia. O gamer controla o robô T-800, interpretado na série por Arnold Schwarzenegger, e precisa fugir do vilão ou enfrentá-lo, de acordo com os eventos de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”. Como todo game da Nintendo daquela época, este também tem uma jogabilidade bastante complicada e uma dificuldade absurda e irregular ao longo das fases, problemas também encontrados na versão da Sega. Não está entre os melhores jogos destas empresas, mas servirá para matar a saudade de quem arrancava os cabelos tentando controlar os personagens nos consoles daquela época.

Todos os três games estão no formato EXE e necessitam de instalação para serem jogados. Aqui rodaram bem, tanto no Windows 10, quanto no Windows 7. Como os arquivos são bem pequenos (3,77MB no total), disponibilizei os três games juntos em uma única pasta.

ATENÇÃO: POR SEREM ARQUIVOS AUTO EXECUTÁVEIS (.EXE) DEVE-SE TER EXTREMO CUIDADO AO INSTALÁ-LOS, POIS, DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA, PODEM CAUSAR PROBLEMAS EM SUA MÁQUINA. CRIE SEMPRE UM PONTO DE RESTAURAÇÃO ANTES DE INSTALAR QUALQUER PROGRAMA NO WINDOWS.

 

INFORMAÇÕES SOBRE O FILME:

 Quando o projeto foi anunciado pela primeira vez no final de 1984, o orçamento previsto era de US $ 12 milhões, mas o orçamento final atingiu US $ 102 milhões. Com a bilheteria doméstica total ajustada pela a inflação, este é o filme de ação com classificação “R” que obteve a maior bilheteria de todos os tempos. Detinha o recorde mundial para a maior bilheteria bruta no fim de semana de abertura para um filme de classificação “R” (com US $ 52.306.548,00) até “Matrix Reloaded” (2003), além de ser o primeiro filme a quebrar a barreira dos US $ 300 milhões em bilheteria internacional, arrecadando um total mundial de US $ 520 milhões em valores da época. Ele também superou o faturamento total de “O Exterminador do Futuro” (1984), depois de apenas quatro dias de exibição. Sua bilheteria em todo o mundo na época foi a terceiro maior de todos os tempos, atrás de “E.T. – O Extraterrestre” (1982) e “Guerra nas Estrelas” (1977). Este ainda é o filme de maior bilheteria do Tri-Star Pictures. A produção foi filmada em oito meses, em comparação com o cronograma de filmagem de seis semanas do primeiro filme. Ele tinha que estar pronto para o verão de 1991, para cumprir com os seus compromissos financeiros. Devido ao cronograma apertado, havia três editores envolvidos – Mark Goldblatt, Conrad Buff IV e Richard A. Harris – que trabalharam em segmentos distintos do filme.

Os distribuidores estrangeiros estavam ansiosos sobre a recepção pelo público de “O Exterminador do Futuro 2”, apesar deste ter mais de dez vezes o orçamento do filme original, tornando “O Exterminador do Futuro 2” o filme mais caro da história naquele momento. Isso é algo em que James Cameron se superaria em três de seus filmes seguintes: “True Lies” (1994), “Titanic” (1997) e “Avatar” (2009).

James Cameron pediu ao criador de efeitos especiais Stan Winston para dirigir um teaser-trailer. Cameron não queria que o trailer fosse composto apenas com as primeiras cenas que já estavam prontas, como é de praxe, e assim, com um orçamento de US $ 150.000, Winston criou um trailer que mostrava uma linha de montagem futurista produzindo cópias de Exterminadores, os quais tinham a imagem de Arnold Schwarzenegger. Cameron ficou satisfeito com este trailer, pois ele tinha receio sobre a reação do público ao ver Schwarzenegger retornando como um Exterminador, sendo que o do primeiro filme foi completamente destruído. Este teaser fez um grande sucesso abrindo outros filmes no cinema e na TV. Abaixo, o teaser na integra.

Até “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), esta tinha sido a única seqüência de uma franquia a ganhar um Oscar, quando o filme anterior não recebeu nenhuma indicação. Este também é o único filme da franquia “O Exterminador do Futuro” que ganhou ou teve indicações ao prêmio. Ele ganhou em quatro categorias e foi nomeado para outras duas.

Muitos criticam James Cameron por ter cedido os direitos sobre a franquia para outras empresas, o que resultou na produção de três filmes muito abaixo das expectativas dos fãs. Mas o diretor, e também criador da franquia, não tem muita culpa neste caso. Muita gente não sabe, mas a amizade de longa data que o diretor tinha com a atriz Linda Hamilton evoluiu para um romance após este filme, que culminou com o casamento entre eles em 1997, quatro anos após o nascimento da filha do casal. Mas o casamento durou pouco. Em 1999 eles se divorciaram e, no acordo de divórcio, Cameron passou os direitos sobre a franquia para Linda. Aconselhada pelos advogados e não tendo qualquer experiência em produção de filmes, ela vendeu imediatamente os direitos da franquia para a Carolco Pictures, e os direitos passaram de empresa em empresa até acabarem nas mãos da Skydance Productions e da Annapurna Pictures, produtoras da nova trilogia iniciada com “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015). Pelo acordo firmado na época, os direitos sobre a franquia voltarão para James Cameron em 2019.

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A separação do casal em 1999 foi o motivo de James Cameron ter cedido os direitos sobre a franquia.

A espingarda calibre 10 usada por Arnold Schwarzenegger durante a maior parte do filme é uma seis -tiros Winchester modelo 1887. Foi inventada pelo designer de armas John Browning e foi a primeira espingarda de repetição bem sucedida comercialmente. James Cameron confirmou que ela é uma espingarda calibre 10, e não calibre 12, como chegou a ser divulgado.

Durante a seqüência da perseguição no canal, Arnold Schwarzenegger teve ferimentos nas mãos. Ele machucou a pele de seus dedos e mãos muitas vezes ao tentar carregar a arma, atirar e controlar a Harley, ao mesmo tempo em que James Cameron dizia para onde deveria olhar. E ele não podia utilizar uma luva na cena, pois os dedos ficariam presos no mecanismo. A espingarda também tinha um encaixe para o dedo bem maior em sua alavanca para tornar mais fácil a ação de giro. Este truque foi utilizado por “John Wayne” em vários de seus Westerns, incluindo “Bravura Indomita” (1969), “No Tempo das Diligencias” (1939) e “El Dorado” (1966). O som usado na sonoplastia da espingarda é, na verdade, de dois canhões. Filmar a passagem pelos portões também levou semanas de prática, porque tiveram de sincronizar perfeitamente a quebra dos cadeados, a abertura dos portões, a passagem da moto seguida pelo carro da câmera e a travessia da rua sem bater nos carros que passavam. Ocorreram vários acidentes antes de acertarem as tomadas.

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Apesar da baixa velocidade, fazer várias tarefas ao mesmo tempo tornou a cena bastante complicada. Mesmo assim o ator dispensou os dublês.

O roteiro original não continha a cena em que o teto do caminhão era arrancado pelo viaduto durante a perseguição no canal, mas quando eles chegaram ao local descobriram que a cabine não passaria sob o viaduto, de forma que o diretor James Cameron decidiu que o teto teria que ser arrancado. Foram utilizados três caminhões na seqüência inteira, um deles somente para a queda da ponte, onde teve o eixo dianteiro quebrado.

imageEixo quebrado (esquerda – em destaque) e preparação para a cena (direita). Destruição em larga escala justificam o enorme orçamento do filme.

A produção do filme demorou tempo o suficientemente para que Edward Furlong ficasse visivelmente envelhecido durante a filmagem – ele é claramente muito mais jovem no deserto, por exemplo, do que em outras cenas. Sua voz começou a mudar e ele teve de dublar quase todas as suas falas na pós-produção. Permaneceu intacta apenas a cena em que ele e o T-800 estão falando sobre os motivos das pessoas chorarem (sob a caminhonete de Henrique enquanto a consertavam), porque Cameron queria que ela soasse dramática e pensou que a dublagem reduziria este efeito.

Quando John sobe na moto do shopping sendo, em seguida, perseguido pelo T-1000, ele está pilotando uma Honda XR 80 ou 100, que tem um motor de quatro tempos. Porém a sonoplastia foi alterada e substituída com um som de motor de dois tempos para criar um forte contraste entre ela e a Harley do Exterminador. Edward Furlong também não sabia pilotar motos, então, em todas as cenas em que aparece em close ele está, na verdade, sobre um suporte que sustenta a moto.

imageFurlong em cena (no alto) e na preparação para a tomada (acima). Velhos truques para novos atores.

Por causa da baixa estatura de Edward Furlong durante as filmagens, seu dublê, que era mais velho e maior, usou uma versão maior da moto para filmar a cena de perseguição. Essa diferença de proporção fica clara na cena em que o T-800 pega John e o transfere para a sua moto. Nesta tomada a moto de John é quase do tamanho da Harley do Exterminador.

imageModelo expandido para manter a proporção moto/piloto.

Apesar de ser maior do que Edward Furlong que tinha 13 anos, seu dublê, Larry Linkogle, era somente um ano mais velho, apesar de ser praticante profissional de MotoCross já havia três anos. É comum o uso de menores de idade e até de crianças como dublês, mais por questões estéticas (dublês de corpo inteiro ou de partes específicas) do que propriamente devido ao risco envolvido. Mas hoje em dia, utilizar um dublê de apenas 14 anos em cenas tão perigosas é simplesmente impensável. Linkogle continuou com suas carreiras de piloto e de dublê, atuando em vários filmes como em “Triplo X” (2002).

imageLarry Linkogle em imagem recente. Estréia como dublê aos 14 anos.

Uma mulher apareceu no set do bar de motoqueiros pensando que ele era real, apesar de ter passado por todos os caminhões da produção, todas as câmeras e as luzes. Vendo Arnold Schwarzenegger em pé no bar vestindo apenas uma bermuda, ela perguntou em voz alta o que estava acontecendo, ao que Schwarzenegger respondeu que era a noite de apresentação de strippers masculinos.

imageGravando a cena (esquerda) ou brincando nos bastidores (direita) Schwarzenegger fez sucesso com sua vestimenta.

Como o salário de Arnold Schwarzenegger foi de US $ 15 milhões e ele pronunciou um total de 700 palavras ao longo de todo o filme, conclui-se que ele recebeu US $ 21.429,00 por palavra. “Hasta la vista, baby” custou US $ 85.716,00. Esta frase “Hasta la vista, baby”, que ficou mundialmente famosa, foi traduzida para “Sayonara, baby” na versão em espanhol do filme, para preservar a natureza humorística. Mesmo tendo poucas falas, Arnold Schwarzenegger não precisou decorar a maioria delas. Para a cena em que o Exterminador conta à Sarah Connor sobre Miles Dyson e a história da Skynet, ele lê suas falas em um cartão colocado no pára-brisa do carro.

A equipe de efeitos especiais de Stan Winston estudou várias horas de filmagens de testes nucleares a fim de fazer a cena do “pesadelo nuclear” de Sarah Connor a mais real possível. No final de 1991, os membros de vários laboratórios federais de testes nucleares dos EUA declararam, não oficialmente, que esta foi “a representação mais precisa de uma explosão nuclear já criada para um filme de ficção”. Alguns dos materiais utilizados nos modelos em miniatura da cidade de Los Angeles eram bolachas do tipo Matzá e Cereais Shredded Wheat. Após cada tomada levava, em média, dois dias para se reconstruir todo o modelo e filmar novamente.

imageMateriais inusitados como cereais e bolachas (no alto) foram utilizados para fazer uma das mais realistas cenas de uma explosão nuclear (acima).

Linda Hamilton recusou um papel em outro filme depois de ouvir um simples esboço da trama pelo diretor James Cameron. A atriz aprendeu realmente a abrir fechaduras para a cena no hospital psiquiátrico onde ela faz exatamente isso com um clipe de papel, e afirma que nunca mais precisou dos serviços de um chaveiro novamente, embora jure que abra somente os cadeados e fechaduras de sua propriedade.

Apesar do grande numero de cenas utilizando efeitos especiais, algumas metamorfoses do T-1000 utilizaram um recurso muito mais prático e barato. Por exemplo, na cena em que ele copia o segurança do hospital, foram utilizados os irmãos Don e Dan Stanton, gêmeos idênticos. Este não foi o único trabalho dos gêmeos, que possuem participações também em séries e filmes para TV, além de outros longas, como “Gremlins 2: A Nova Geração” (1990).

imageDon e Dan Stanton em “Gremlins 2” (no alto) e em “O Exterminador do futuro 2” (acima).

Recurso semelhante foi utilizado em outras duas cenas onde as irmãs gêmeas Linda Hamilton e Leslie Hamilton Gearren interpretaram duas “Sarahs Connor” em cena. No fim do filme, quando o T-1000 transmutado de Sarah chama John para ajudá-la (e a verdadeira Sarah aparece por trás dele), e em uma cena das versões estendidas, onde O Exterminador, John e Sarah estão diante de um “espelho” abrindo a cabeça do Exterminador para retirarem um chip. Notem que nesta cena não há um espelho real. De costas para o espectador estão Edward Furlong, Linda Hamilton e um manequim. De frente para o espectador, ou seja, do outro lado do “espelho”, estão Schwarzenegger, Leslie Hamilton e um dublê interpretando John. Todos os movimentos dos quatro integrantes foram perfeitamente sincronizados. Schwarzenegger só precisava dizer suas poucas falas e permanecer imóvel. Esta foi a maneira mais prática e crível de se fazer esta cena. Uma curiosidade é que Leslie não é atriz, e essa foi a sua única aparição no cinema.

imageAs irmãs Linda e Leslie (no alto à esquerda) em cena da versão estendida (no alto à direita) e em trecho da parte final do filme (acima – Leslie é a que está atrás com a arma). O uso das irmãs gêmeas em cena, não só tornou a tomada perfeita, como economizou um valor razoável em efeitos especiais.

A irmã de Linda Hamilton, Leslie, não foi sua única familiar a participar deste filme. Seu filho Dalton, com pouco mais de um ano e meio, interpretou um John Connor ainda criança na seqüência do playground durante o sonho da explosão nuclear.

imageDalton Abbott em rara aparição pública ao lado de Linda em 2004 (esquerda) e contracenando com a mãe em 1991 (direita).

O departamento de computação gráfica da “Industrial Light and Magic” teve de aumentar o seu contingente de seis artistas para trinta e seis, a fim de conseguirem acomodar todo o trabalho necessário para trazer o T-1000 à vida, custando US $ 5,5 milhões e levando oito meses para produzir o que, em última análise, resultaram em somente três minutos e meio de aparição na tela. No total, o filme tem mais de 300 tomadas de efeitos que totalizam quase 16 minutos de tempo de execução.

imageOs incríveis efeitos especiais vistos na tela foram resultado de meses de trabalho que consumiram milhões do orçamento total.

De acordo com James Cameron, Linda Hamilton sofreu perda permanente de parte da audição em um dos ouvidos durante o tiroteio no elevador, porque ela não tinha recolocado os tampões nos ouvidos após removê-los entre as tomadas.

O andróide de metal líquido T-1000 foi, na verdade, escrito para o primeiro filme, mas não pode ser feito devido a restrições orçamentais e aos limites da tecnologia da época. Billy Idol era a escolha original de James Cameron para interpretar o T-1000. Um acidente de moto impediu Idol de assumir o papel. Cameron requisitou Robert Patrick como o T-1000 após vê-lo em “Duro de Matar 2” (1990). Patrick foi submetido a um rigorosíssimo treinamento físico, a fim de ser capaz de correr a altas velocidades sem demonstrar fadiga em cena.

imageBilly Idol (esquerda) era a primeira opção para dar vida ao T-1000, brilhantemente interpretado por Robert Patrick (direita).

Um dos principais sons de percussão da composição de Brad Fiedel para a trilha sonora – as batidas metálicas do tema “Exterminador” – não foi criado por um sintetizador. É simplesmente Fiedel golpeando uma de suas frigideiras de ferro fundido. O compositor disse que não conseguiu reproduzir esse exato som em nenhum sintetizador ou instrumento que testou.

A mini-metralhadora usada no filme era a mesma mini-metralhadora que foi utilizada em “O Predador” (1987), também com Arnold Schwarzenegger. A arma passou por pequenas modificações antes de ser reutilizada nesta filmagem. Existem poucas empresas especializadas em fornecer equipamentos para filmes na Califórnia e é comum que vários itens apareçam em mais de um filme rodado em Hollywood.

image“Predador” (no alto à direita) e “O Exterminador do Futuro 2” (acima). A mesmíssima arma é utilizada em dois filmes de Schwarzenegger.

O ator que interpreta o amedrontado piloto do helicóptero que é expulso pelo T-1000 é Charles A. Tamburro, um dos mais arrojados dublês de Hollywood, com centenas de trabalhos no cinema e na tv. Todas as cenas com helicópteros neste filme foram protagonizadas por ele. Na mais perigosa delas ele realmente voou com o helicóptero sob o viaduto na cena final de perseguição, sem truques. Segundo James Cameron, ele tinha uma folga inferior a dois metros somados (acima e abaixo da aeronave), e a equipe de filmagem se recusou a filmar a cena devido ao alto risco envolvido. Então, o próprio Cameron manejou a câmera com a ajuda de um dos dublês que pilotou o carro com o diretor e a câmera na carroceria. E não foi apenas uma passagem sob o viaduto, e sim duas, pois foram duas tomadas, uma traseira e outra frontal. A tomada lateral foi gravada durante uma destas passagens. Na cena seguinte o risco foi ainda maior. Ao passar sobre a passarela, Tamburro chegou muito mais perto dela do que o que tinha sido combinado com Cameron, além de quase tocar com a lateral da aeronave na mureta central, o que assustou bastante o diretor e os demais membros da produção, incluindo-se aí o operador da câmera que estava filmando, fazendo com que ele dê uma leve tremida no equipamento (notado na cena) ao ver o helicóptero de Tamburro quase bater na passarela. O ator/dublê continua em atividade até hoje, assim como seu irmão, John Tamburro, também famoso em Hollywood.

imageChuck Tamburro atuando (no alto) e pilotando (seqüência acima), em cenas que impressionaram, e até mesmo assustaram, a própria equipe da produção.

O salto da motocicleta do T-800 para o canal foi realizada pelo dublê Peter Kent, um dos mais recorrentes dublês de Schwarzenegger. A moto foi sustentada por cabos de uma polegada para que, quando atingissem o chão, a moto e o piloto pesassem apenas 90 kilos. Os cabos foram apagados digitalmente na pós-produção.

imageA semelhança física entre Schwarzenegger e Peter Kent (no alto e ao centro) facilitou a veracidade das cenas em que o dublê substituiu o ator, como na cena do salto, cuja preparação é mostrada acima.

A idéia de destruir o edifício da Cyberdyne Systems para evitar a guerra no futuro seria utilizada no primeiro filme, “O Exterminador do Futuro” (1984), mas foi cortada da versão final (você pode vê-la na seção de cenas deletadas do DVD de ”O Exterminador do Futuro” (1984)). Cameron disse que foi uma sorte que ele tenha escolhido justamente esta cena para cortar em 1984, uma vez que constitui o “núcleo” de o “Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento final” (1991).

Os Exterminadores vistos no início do filme eram modelos animatrônicos plenamente viáveis e funcionais, criados pela equipe de Stan Winston, e não modelos digitais. Na época, a computação gráfica não estava tão avançada a ponto de criar tais elementos como é possível de se fazer hoje.

imageAnimatrônicos funcionais tornaram as cenas da batalha no futuro bastante realistas.

Depois do lançamento de “O Segredo do Abismo” (1989) (com a famosa cena de computação gráfica), James Cameron sentiu que estava pronto para começar a trabalhar neste filme. No entanto, ele sabia que metade dos direitos do filme era de propriedade de Hemdale (produtor de “O Exterminador do Futuro” (1984)) – que em última análise, foi à falência – e a falta de financiamento o impedia de trabalhar. Enquanto trabalhava em “O Vingador do Futuro” (1990) com Mario Kassar e Andrew G. Vajna, Arnold Schwarzenegger tomou conhecimento da intenção de Cameron em trabalhar na seqüência do “Exterminador”, e foi ele quem pediu à Kassar e Vajna que comprassem os direitos de Hemdale. Finalmente, eles compraram em fevereiro de 1990 e Cameron já começaria a trabalhar no mês seguinte. Cameron recebeu US $ 5 milhões para dirigir o filme.

A cena da “medicação forçada” (apenas Edições Estendidas) teve de ser refeita várias vezes porque o ator Ken Gibbel não conseguia atingir Linda Hamilton corretamente com o cassetete. Ele tinha receio de machucar Linda, e a atingia de forma pouco convincente. A sua intenção era boa, mas o efeito foi o contrário, pois ela tinha de cair repetidamente com os joelhos no chão, causando lesões e fortes dores. A cena era muito exigente fisicamente e Hamilton estava furiosa com Gibbel, porque ele repetidamente errava. Mais tarde ela lhe ensinou como se fazer uma cena como esta, quando gravaram a cena onde ela bate em Gibbel com um cabo de esfregão. Os golpes foram reais e o cabo de esfregão era de verdade. Gibbel teve leves escoriações e ficou com a cabeça e as costas bastante doloridas, mas suas lesões foram bem menores que as de Linda e a cena precisou de uma única tomada para ficar pronta. Nas demais tomadas onde muda o ângulo da câmera ele não é atingido.

imageOs erros da cena em que Linda Hamilton é seguidamente atingida (no alto e ao centro) a levaram a ensinar ao ator como se faz uma cena violenta em uma única tomada (acima).

Linda Hamilton treinou com o ex-comando israelense Uzi Gal e com o personal trainer Anthony Cortes durante três horas por dia, seis dias por semana, por 13 semanas antes de filmar. Sob ambos, ela treinou intensamente com pesos e aprendeu técnicas de treinamento militar pesado e judô. Ela teve que manter uma dieta sem gordura exigido até mesmo durante as filmagens e perdeu mais de 6 kilos, embora ganhasse muita massa muscular. Devido à este regime rígido, ela se recusou a reprisar seu papel em “O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas”, onde teria de fazer todo o treinamento e regime novamente. Ironicamente, sua irmã gêmea Leslie Hamilton Gearren só foi obrigada a “bater ponto na academia” por algumas horas por semana e a diferença entre ambas é visível nas duas cenas em que estiveram juntas. O diretor James Cameron ficou tão impressionado com a atuação de Linda, que fez campanha, sem sucesso, para que ela fosse indicada ao Oscar de Melhor Atriz.

O T-1000 tem quatro braços enquanto pilota o helicóptero: dois para manejar os manches e dois para atirar e recarregar a metralhadora MP-5K.

imageCena demonstra a enorme versatilidade do T-1000.

Apesar da classificação “R” do filme (indicado para maiores de 17 anos), numerosos brinquedos para crianças foram liberados e se tornaram um enorme sucesso de vendas.

Moradores locais de Lakeview Terrace realizaram um protesto em frente ao Centro Médico quando viram as placas indicando que ele tinha sido transformado no “Hospital Estadual Pescadero Para Criminosos Insanos”. Eles rapidamente perceberam que era, na verdade, apenas um set de filmagem.

imageO impecável trabalho de caracterização confundiu os moradores locais.

Os efeitos da usina siderúrgica ficaram tão convincentes que alguns ex-trabalhadores da fábrica (que tinha encerrado suas atividades há mais de 10 anos) pensaram que ela tinha sido reinstalada e estava funcionando novamente.

Schwarzenegger inicialmente não tinha certeza se aprovava o fato de o Exterminador não ser capaz de matar pessoas. Ele suspeitava que o estúdio estava tentando suavizar a violência como fez em “Conan, o Destruidor” (1984). Ele sentiu que tinha destruído a franquia “Conan” e não queria ver isso acontecer com esta franquia. Mas desde o instante em que “O Exterminador do Futuro 2” foi classificado como “R”, ele relaxou um pouco.

As fotos do ataque de 1984 eram cenas de uma re-gravação. James Cameron tinha construído um corredor nos sets, vestiu Schwarzenegger com a roupa do Exterminador original e recriou uma tomada, de onde tirou as fotos. (Compare o cabelo de Arnold e a estrutura facial entre o filme de 1984 e o de 1991.)

imageA cena original em 1984 (no alto) e sua reconstrução em 1991 (acima). Cabelos e rosto do ator, levemente diferentes, não diminuem a qualidade da reconstrução.

A frase “Não há destino, exceto o que fazemos!”, ponto central em “Exterminador do Futuro 2”, na verdade não é dita em “O Exterminador do Futuro” de 1984. A frase vem de uma cena que foi deletada naquele filme.

A substância artificial usada em substituição ao aço derretido (que teria sido muito perigoso para se usar, e às vezes até impossível) necessitava ser mantida muito fria para manter a densidade correta. Isto significava que a temperatura no set estava, na verdade, muito fria, de modo que os atores tiveram que ser pulverizados com suor falso entre as tomadas. Por outro lado facilitou a caracterização dos exterminadores, que não deveriam suar mesmo.

imageAs roupas utilizadas pela equipe de produção refletem a baixa temperatura do set.

A data do “Dia do Julgamento Final” – 29 de agosto de 1997 – é o aniversário da primeira detonação de uma bomba atômica da União Soviética em 1949.

As bombas do posto de combustível abandonado, mostrado após a cena da fuga do hospital, exibem o logotipo da Benthic Petroleum. Benthic Petroleum era a empresa que detinha a plataforma de perfuração submersível em um dos filmes anteriores de James Cameron, “O Segredo do Abismo” (1989).

imageEmpresa fictícia de petróleo de “O Segredo do Abismo” (no alto) também aparece neste outro filme de Cameron.

O shopping onde o T-800 vai procurar John e luta contra o T-1000 é o Sherman Oaks Galleria, que tem sido utilizado por muitos filmes. Arnold Schwarzenegger já tinha filmado outra cena anteriormente lá em “Comando Para Matar” (1985).

imageShopping Californiano é utilizado recorrentemente como set de filmagem.

O filme é ambientado em 1994 ou 1995. O banco de dados da polícia informa que John Connor nasceu em 28 de Fevereiro de 1985, e tem dez anos. No entanto, o Exterminador diz que o “Dia do Julgamento” (previsto para Agosto de 1997) vai acontecer no prazo de três anos, o que levaria os acontecimentos do filme para 1994, onde John Connor teria nove anos. Ainda no filme, que acontece teoricamente 10 anos depois do filme original, o Dr. Silberman afirma que Sarah tem 29 anos, o que significava que Sarah tinha 19 anos em 1984 e nasceu em 1965. Mas, em “O Exterminador do Futuro – Genisys”, que teve lugar em uma linha de tempo alternativa, Sarah diz à Kyle Reese, que o Exterminador a salvou em 1973, quando ela tinha 9 anos, o que significa que ela nasceu em 1964, e não 1965, e tinha 20 anos em 1984.

Mais de 300 kilômetros de filme foram rodados e gravados, totalizando mais de 180 horas de material gravado, posteriormente editado para 2 horas e 17 minutos na versão do cinema.

O edifício Cyberdyne no filme é na verdade uma estrutura de dois andares em Fremont, CA. Um terceiro andar falso foi construído sobre o prédio apenas para o filme. Grande parte da estrutura foi reformada após a filmagem e o prédio existe até hoje. 11 câmeras foram usadas para capturar a explosão na Cyberdyne.

imageOs pontos destacados nas imagens acima tornam fácil a identificação do pavimento extra construído para o filme (no alto).

O designer de som Gary Rydstrom acrescentou alguns rugidos de leão para os sons do caminhão tanque que o T-1000 dirige pela estrada no fim do filme para adicionar uma ameaça extra.

O T-1000 diz ao piloto do helicóptero “Get Out!” (“Saia!” ou “Dê o Fora!”). Este é um paralelo com “O Exterminador do Futuro” (1984), em que o Exterminador dá o mesmo comando para um motorista de caminhão em circunstâncias semelhantes.

imageParalelos entre os filmes com situações semelhantes e exterminadores diferentes.

Uma cena que mostra o projeto da máquina de deslocamento no tempo que enviou o Exterminador e Kyle Reese de volta no tempo no primeiro filme foi rejeitada para a seqüência, uma vez que era muito complicada e não era necessária para o desenvolvimento da trama. Teria consistido de três anéis rotativos em torno do centro de forma independente entre si, com o objeto a ser deslocado levitando em seu centro. O projeto, em última análise, ressurgiu como o dispositivo de transporte espacial de Jodie Foster em “Contato” (1997).

imageProjeto da máquina do tempo (acima) é reaproveitado em “Contato” (1997).

O nome completo do Exterminador de Arnold Schwarzenegger é “T-800 / M-101”, ou seja, “Exterminador Serie 800” (endoesqueleto de metal) “Modelo 101” (a pele com a aparência de Arnold sobre esse esqueleto). No futuro existiam várias séries de exterminadores (T-800, T-1000, etc), cada uma com vários modelos (aparência externa).

Robert Patrick tinha uma grande experiência no uso de armas, mas o diretor James Cameron ficou ainda mais impressionado com o desempenho físico de Patrick, particularmente para a cena em que o T-1000 corre atrás de John Connor, que estava em uma moto, no estacionamento do Shopping, tanto que ele usou a metragem real de filme sem acelerar a taxa de quadros.

O primeiro jogo no qual John joga na Galeria é o “Missile Command”. Nele você protege a sua base explodindo mísseis. A diretriz original da Skynet era para ser um sistema de defesa antimísseis muito parecido com o jogo “Missile Command”.

image“Missile Command” reproduzia no game a função básica original da Skynet.

De acordo com a supervisora de som Gloria S. Borders, cerca de 70% dos diálogos, e a maior parte das respirações ouvidas em cena, são oriundas de ADR (Automated Dialog Replacement / Dubbing – Substituição Automática de Diálogo / Dublagem). Ou seja, todas essas vozes e sons foram dubladas em estúdio. Regra geral: quanto mais ação existir em um filme, maior a quantidade de uso do ADR.

Levou três tomadas para capturar corretamente o helicóptero caindo na estrada.

O roteiro continha cenas extras inteiras que não chegaram a serem filmadas. As mais importantes são:

1 – Extensão da seqüência da “guerra no futuro”, no início do filme, em que a resistência vence a batalha e entra em um laboratório da SkyNet, onde encontram o “portal do tempo” e uma instalação de armazenamento de Exterminadores. Na fala de Reese para John antes dele se voluntariar para ser enviado através do tempo, fica implícito que Reese descobre que ele é, na verdade, o pai de John. Depois que Reese é enviado, John entra em um container de armazenamento cheio de exterminadores (até mesmo de diferentes tipos). Um dos modelos 101 está em falta (sendo o Exterminador do primeiro filme). John sugere que ele precisa enviar outro 101 a si mesmo. Depois disso, o resto do filme é uma forma eficaz de recapitulação dessa história sobre John e o Exterminador.

2 – Tratamento de eletro-choque de Sarah, onde Sarah foi preparada para a terapia eletro-convulsiva e recebe uma carga de grande voltagem. Ela revive vários momentos de sua vida, sendo o mais proeminente aquele em que o T-800 a persegue através da fábrica no filme anterior.

3 – Cena de pesadelo nuclear alternativo. Sarah sonha que o Exterminador a leva para fora do hospital até a cerca, onde ela vê a abertura dos silos nucleares, disparando seus mísseis. Uma bomba nuclear explode, arrancando tanto sua carne quanto a do Exterminador. Em seguida, ela acorda.

4 – Seqüência da morte de Enrique Salceda. O cão de Salceda começa a latir. Ele sai e tenta atirar no T-1000, mas falha. O T-1000 usa o dedo / espada perfurando a omoplata de Salceda dizendo: “Eu sei que isso dói. Onde está John Connor?”. Salceda o amaldiçoa enquanto suas mãos procuram algo no chão, perto de algumas caixas que mantêm granadas. Ele pega uma granada e se explode junto com o T-1000. A cabeça do T-1000 cai no chão, junto à outros pedaços do andróide, mas as partes escorrem de volta para suas botas e ele se reconstrói. Yolanda vê toda a cena e abraça o seu bebê apertado enquanto tenta se esconder, ouvindo os passos do T-1000 cada vez mais perto. Ele os encontra, pega o bebê, ameaça o matar e recebe dela a informação de onde John e os outros tinham ido.

5 – Seqüência da visão de Dyson. Dyson, o criador do novo processador precursor da Skynet, teve uma seqüência de sonho antes de deixar cair o dispositivo no gatilho e morrer. Nela, ele viu uma foto de sua família antes de um inferno nuclear transformá-la em cinzas. Ele vê sua execução e a da família, e em seguida, a cena mostra o sol, enquanto a câmera retrocede a imagem para revelar os olhos de Dyson morrendo, antes dele os fechar e deixar cair a grande peça do chip sobre o gatilho. Cenas do inferno nuclear escritas para este trecho foram finalmente utilizadas durante os créditos de abertura do filme.

Este filme é geralmente reconhecido por ser o primeiro a usar letras e números abreviados no título (T2), especialmente para fins de marketing. Depois dele, outros filmes utilizaram a mesma estratégia para divulgação e licenciamento de produtos, como ID4 (Independence Day – 1996), X2 (X-Men 2 – 2003), AvP (Alien vs. Predator – 2004), MI2 (Mission: Impossible 2 – 2000), etc.

O filme tem a classificação nº 8 na lista dos 10 melhores filmes do gênero “Sci-Fi” do American Film Institute.

A dublê de Linda Hamilton, Maryellen Aviano, pode ser vista como a mulher ao lado do turista fotógrafo no shopping. Já o fotógrafo é William Wisher Jr., co-roteirista do filme. Wisher também fez uma ponta em “O Exterminador do Futuro” (1984), em que seu personagem foi morto violentamente.

imageMaryellen Aviano fazendo uma ponta no filme ao lado de William Wisher Jr. (no alto) e em ação, substituindo Linda Hamilton enquanto é jogada para a parte da frente do furgão durante a freada (acima).

Outro membro da produção que faz uma pequena ponta é Van Ling, produtor coordenador dos setores de DVD e FX. Ele aparece como um dos assistentes de Dyson no laboratório.

imageO produtor Van Ling aparece como um assistente em cena.

No emblema do uniforme do T-1000 podemos ler o nome “Austin” (em referência à co-produtora Stephanie Austin), embora não seja totalmente visível no filme. “Austin” é também o nome da filha de Robert Patrick. O endereço indicado no filme para o edifício da Cyberdyne é 2144, Kramer Street. Esta é uma referência a Joel Kramer, o coordenador de dublês do filme. Ele também aparece como um dos enfermeiros da ala de segurança do hospital.

imageReferência à co-produtora e homenagem à filha na mesma peça do uniforme de Robert Patrick.

imageJá o coordenador de dublês Joel Kramer (direita) participou de maneira mais efetiva em várias cenas, incluindo-se uma em que ele é jogado pelo T-800 através de uma janela de vidro.

Dean Norris tem um pequeno papel como líder da equipe SWAT. Norris já havia trabalhado com Arnold Schwarzenegger no filme de ficção científica “O Vingador do Futuro” (1990), em que ele interpretou o rebelde da liberdade de Marte, mutante Tony.

imageDean Norris como o mutante em “O Vingador do Futuro” (no alto à direita) e em cena em “O Exterminador do Futuro 2” (acima). Antiga parceria com Schwarzenegger.

Uma idéia para este filme que acabou não sendo usada foi a existência de um exterminador T-800 bom e um T-800 mau, ambos sendo interpretados por Arnold, idéia que mais tarde foi usada em “O Exterminador do Futuro – Gênesis” (2015). Só que era uma versão em CGI do Arnold do primeiro filme contra um velho Arnold dos dias atuais.

Quando o T-1000 está pedindo informações à duas meninas sobre o paradeiro de John Connor, uma delas é uma jovem Nikki Cox, que mais tarde seria uma das mais populares atrizes, principalmente de seriados. Durante a cerimônia do Grammy de 2009, a atriz apareceu com os lábios exageradamente aumentados e sua aparência estava tão diferente que chegou a assustar as pessoas. Mas as cirurgias não pararam por aí e hoje a atriz está irreconhecível.

imageUma jovem Nikki Cox faz uma ponta no filme (no alto). Acima, uma imagem de 2007, antes das plásticas (esquerda) e outra de 2010 após várias intervenções.

No início, durante a narração de Sarah Connor, ela diz que três bilhões de pessoas morreram em 29 de agosto de 1997. Isso significava mais da metade da população do planeta, já que, quando este filme foi lançado em 1991, a população mundial era de 5.365.000.000, enquanto que em 1997, chegou a 5.862.000.000.

A premiere do filme, em 1 de Julho de 1991, foi interrompida pela notícia da morte do ator Michael Landon (“Bonanza” 1959-1973, “Os Pioneiros” 1974-1983, “O Homem Que veio do Céu” 1984-1989). Hollywood pagou tributo a ele antes da exibição do filme ser retomada.

imageMichael Landon em foto promocional (esquerda) e em “Os Pioneiros” (direita), um de seus maiores sucessos.

No início do filme, a música tocando no bar de motoqueiros é “Guitars Cadillacs” do cantor e ator Dwight Yoakam. A música não faz parte da trilha sonora do filme.

imageO cantor e ator Dwight Yoakam durante uma apresentação.

A cena em que o T-800 surge mostra um copo da “Dunkin Donuts” entre o lixo no chão do estacionamento dos caminhões. Ele veio de longe com um dos caminhões, pois não havia “Dunkin Donuts” na época em Los Angeles.

imageLixo de outras cidades participam da cena inicial do filme.

Robert Patrick voltou a interpretar o papel de T-1000 para uma breve aparição em “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992). O T-1000 aborda Wayne Campbell (Mike Myers), lhe mostra uma foto de um menino e pergunta: “Você já viu esse menino?”. Wayne grita e sai em disparada.

imageRobert Patrick faz breve aparição em “Quanto Mais Idiota Melhor”.

Quando Sarah ataca Douglas no rosto com o cabo do esfregão, um único frame totalmente branco e sólido é inserido no momento do impacto. Este truque, chamado de “quadro branco”, transmite com precisão o flash que uma pessoa vê quando recebe uma batida na cabeça. Esse artifício também foi usado em “O Segredo do Abismo” (1989), quando Cat (Leo Burmester) soca Coffey (Michael Biehn) no rosto.

imageIntrodução de “quadro branco” reproduz a visão do flash experimentado por quem recebe a pancada.

A cena em que o Exterminador é reiniciado após ser “desligado” pelo T-1000 não estava no roteiro e foi adicionada durante a edição, porque Cameron sentiu que o público não seria capaz de entender como o Exterminador retornou para dar o golpe final contra o T-1000. De acordo com o livro “True Myths: The Life and Times of Arnold Schwarzenegger”, Cameron entrou em contato com Schwarzenegger, que estava indo visitar seu amigo Bruce Willis para as férias de Natal, pedindo para que ele voltasse aos estúdios a fim de filmar aquela cena crucial. Sem pensar duas vezes, Schwarzenegger interrompeu as férias e filmou a cena. Portanto, a cena em que o Exterminador puxa para fora a haste de metal que atravessara seu corpo foi filmada no dia de Natal em si, e foi a última a ser registrada para o filme.

imageExemplo de profissionalismo, o ator grava uma cena extra, crucial para o filme, em pleno dia de Natal.

Michael Biehn foi a primeira escolha para o papel do T-1000, em uma completa inversão de papéis com Arnold Schwarzenegger, que era, agora, um herói. Mas essa idéia foi abandonada, uma vez que foi julgada como sendo muito confusa para os telespectadores.

Na cena final, as falas “Eu não posso me exterminar. Você deve me abaixar até o aço” foram adicionadas por Schwarzenegger na pós-produção, pois uma audiência de teste não entendia por que o Exterminador necessitava que Sarah o ajudasse a se destruir. Afinal, sem esta diretriz, bastaria que ele pulasse no aço derretido.

Embora Arnold Schwarzenegger e Robert Patrick compartilhassem várias cenas juntos, eles nunca trocaram uma única palavra cara a cara. A única exceção seria quando o T-800 diz ao congelado T-1000, “Hasta la vista, baby”, que o T-1000, contudo, não podia ouvir (eles, no entanto trocaram palavras pelo telefone, com o T-800 imitando a voz de John e o T-1000 mimetizado em Janelle).

O efeito do T-1000 se congelando e se quebrando foi conseguido através de próteses anexadas a um dublê que tinha o braço amputado (em uma tomada) e com os membros reais de Robert Patrick colocados em buracos, ficando debaixo do set (em outra tomada).

imageDublê amputado foi um dos artifícios utilizados para dar credibilidade às cenas.

O Exterminador é o único personagem cotado entre os “100 Heróis e Vilões do American Film Institute”, tanto como um vilão (para “O Exterminador do Futuro” (1984)), quanto como um herói (de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento final” (1991)) . Al Pacino e Arnold Schwarzenegger são os dois únicos atores da lista que interpretaram um vilão e um herói, mas Pacino interpretou dois personagens diferentes. Outros 13 atores e atrizes aparecem duas vezes ou mais, mas sempre somente como heróis ou somente como vilões.

Na cena da luta na siderúrgica entre os dois Exterminadores, o cenário foi literalmente revestido com borracha para que os atores não se machucassem ao atingirem as paredes e máquinas.

O Exterminador T-800 seguiu à risca a sua promessa de não matar ninguém, antes mesmo que ele conhecesse John. Mesmo com todo o caos e a violência neste filme, 16 (no máximo) personagens realmente morreram, e apenas um deles por tiros. Das pessoas que são mortas, há três soldados (mortos durante a guerra no futuro pelos exterminadores e naves da Skynet); o piloto da caminhonete blindada e seu artilheiro (na mesma cena da guerra); o policial em patrulha que chega ao local onde o T-1000 “aterrissou”; Lewis, o guarda do hospital; um funcionário do shopping (único morto a tiros); Todd e Janelle Voight (pais adotivos de John); o policial da motocicleta (copiado pelo T-1000 e, portanto, implicava ter sido executado, pois era um procedimento padrão do exterminador); Dr. Miles Bennett Dyson (gravemente ferido por tiros, mas efetivamente morto na explosão); e o motorista do caminhão de nitrogênio líquido. O caminhoneiro puxado para fora de seu caminhão – guincho pelo T-1000 quando ele está perseguindo John em sua moto tem uma queda feia, mas provavelmente sobreviveu; não é exatamente certo que o piloto do helicóptero da polícia morre (ele cai de um lugar alto, mas pode ter sofrido apenas alguns ossos quebrados); o motorista do caminhão de jardinagem não correu, provavelmente, o risco de morrer, pois ele não saltou da ponte, mas apenas pulou sobre o divisor central do meio da ponte. Uma subtrama estava no script, onde o T-1000 rastreia Enrique Salceda e o mata, mas a cena não foi filmada e não há indicação dessa ocorrência no filme acabado (Sarah chega a sugerir que ele se esconda). O T-1000 é direta ou indiretamente responsável pela maioria das mortes. O Exterminador T-800 somente fere as pessoas.
Na cena do futuro alternativo, com uma Sarah idosa e um John Connor como senador dos Estados Unidos, Sarah originalmente encontraria um jovem Kyle Reese de passagem. Ele não era mais um soldado e, apesar de reconhecê-lo e de olhar diretamente para ele, ela lamentavelmente não pode falar nada. Esta ideia foi abandonada muito cedo, pois ela simplesmente levantava muitas perguntas sobre como esse “Reese” alternativo poderia ter sido pai de John Connor. Toda essa cena final acabou por ser eliminada em favor de um final mais ambíguo e menos animador, também porque um delinquente juvenil como John não poderia, plausivelmente, tornar-se um senador.

Abaixo as cenas filmadas que ficaram de fora da versão do cinema, mas que foram incluídas nas versões estendidas:

1 – Imediatamente após os estudantes de medicina visitarem o quarto de Sarah, o médico lembra aos enfermeiros para se certificarem de que ela receba a medicação. A cena começa com a equipe vindo dar-lhe as pílulas. Ela se recusa, então eles a agridem e a fazem engolir as pílulas à força, para então chutá-la enquanto ela está no chão.

imageCena 1: Sarah é medicada à força.

2- Outra cena do hospital que foi cortada ocorreu após John Connor roubar o caixa automático e se dirigir ao shopping. Na cena, Sarah Connor tem um sonho onde Reese aparece e a avisa de que seu filho está em perigo. Ela tem que salvá-lo. Eles se beijam e se abraçam, mas Reese desaparece e sai. Sarah o persegue pelo corredor até sair do hospital e chegar ao mesmo playground onde ocorre a cena do pesadelo nuclear mais tarde no filme. Ela vê um grande clarão branco, e então acorda. Esta é a única cena que Michael Biehn estava, e apareceu em alguns trailers promocionais. Cameron cortou a cena porque ele pensou que o público que não tinha visto o primeiro filme iria ficar confuso pelo aparecimento de Kyle.

imageCena 2: Sarah sonha com Reese.

3- Uma cena mostrando o T-1000 no local do caminhão que explodiu no canal, onde ele rouba um carro da polícia.

imageCena 3: o T-1000 rouba um carro de polícia.

4- Depois que o T-1000 mata os pais adotivos de John, ele vai até o quintal da casa e mata o cão para verificar o nome que está na coleira, que está carimbada com o nome de “Max”. O T-1000 faz isso porque o T-800 desligou assim que o T-1000 confirmou o nome errado, chamando o cão de “Wolfie”, revelando a armadilha. Agora ele sabe que John tem conhecimento de sua presença na casa e que não voltará para lá.

imageCena 4: o T-1000 mata o cão de John.

5 – Depois de matar o cão, o T-1000 vai ao quarto de John para tentar encontrar alguma pista a respeito de onde ele poderia estar. Ele procura por todo o quarto passando suas mãos como que “scaneando” as paredes e os móveis. Ele pára na frente de um cartaz, percebe que há algo por trás dele, rasga-o e encontra uma caixa de lembranças de sua mãe (fotos e cartas). A cena explicaria como o T-1000 sabia dos locais onde encontrar Sarah, pois nem ele nem o T-800 tinham esta informação. O diretor James Cameron decidiu cortá-la porque as várias habilidades do T-1000 já tinham sido suficientemente transmitidas em cenas anteriores, de modo que esta cena se tornara redundante. Esta é a única cena extra, além do final alternativo, que aparece somente na versão Skynet Edition da postagem.

imageCena 5: o T-1000 vasculha o quarto de John.

6 – No posto de gasolina abandonado, uma cena envolvendo Sarah e John falando com o Exterminador sobre aprendizagem. Ele diz que a sua CPU foi codificada para o modo de somente leitura antes de ser enviado ao passado. A Skynet não quer que eles aprendam muito enquanto estão por conta própria. John pergunta se a CPU pode ser redefinida. Você, então, vê o rosto do Exterminador em um “espelho” falando com Sarah sobre o procedimento. Um manequim foi utilizado para representar o Exterminador de costas, no lado do “espelho” em que está Linda Hamilton e Edward Furlong, enquanto Leslie Hamilton Gearren ficou do outro lado desse “espelho”, junto com Schwarzenegger, imitando os movimentos das mãos de Linda. Após o chip ser removido, o Exterminador fica paralisado e Sarah o coloca em uma mesa. Ela pega um martelo e tenta esmagá-lo para torná-lo inoperante. John a impede e diz que eles precisam dele. Ele começa a mostrar autoridade pela primeira vez e pede a ela que confie em seu julgamento. Ela, relutantemente, reintroduz o chip de volta na cabeça do Exterminador.

imageCena 6: Uma desconfiada Sarah tenta destruir o chip do T-800.

7 – Há uma cena em uma parada de caminhões antes de John, Sarah e o Exterminador chegarem à fazenda de Salceda. John diz para o Exterminador que ele não deve ser tão sério o tempo todo. Ele o encoraja a sorrir de vez em quando. O Exterminador tenta imitar um sorriso, mas o resultado é menos do que convincente, então John pede à ele para praticar na frente de um espelho.

imageCena 7: o T-800 tenta imitar um sorriso, sem sucesso.

8 – Imediatamente após o Exterminador falar à Sarah sobre Miles Dyson, há uma cena em que Dyson é visto em sua residência, onde sua esposa diz que ele está demasiadamente focado em terminar seu microchip, e Miles explica como seu projeto irá revolucionar a inteligência artificial.

imageCena 8: Apresentação de Dyson e família.

9 – Há um diálogo extra entre John e o Exterminador enquanto eles estão pegando as armas no esconderijo de Enrique Salceda. John fala sobre sua infância incomum, e pergunta ao Exterminador se ele tem emoções.

imageCena 9: John fala sobre sua infância ao T-800.

10 – Antes de Sarah mirar em Dyson a partir do jardim de sua casa, ela é vista se aproximando da residência e preparando as armas. A cena anterior, onde John e o Exterminador estão conversando na caminhonete enquanto vão atrás de Sarah para impedi-la de matar Dyson, também possui alguns segundos e algumas falas adicionais.

imageCena 10: extensão do diálogo entre John e o T-800 na caminhonete, e a aproximação de Sarah à casa de Dyson.

11 – Há uma cena extra na Cyberdyne, onde Dyson, Sarah e o Exterminador estão destruindo os arquivos e o modelo do seu microchip revolucionário.

imageCena 11: Dyson, Sarah e o T-800 destroem dados na empresa.

12 – Na usina siderúrgica, o T-1000 experimenta alguns efeitos negativos de ter sido congelado pouco antes. Ele tem dificuldades em manter a sua forma quando toca em outros materiais metálicos, como barras de aço e placas no chão. Isto leva à uma outra cena excluída, logo adiante.

imageCena 12: O T-1000 começa a apresentar algumas instabilidades em sua estrutura.

13 – Na cena em que o T-1000, disfarçado de Sarah, chama por John, o garoto vê duas Sarahs e reconhece a falsa porque seus pés parecem estar se fundindo com o chão de metal.

imageCena 13: Problemas na estrutura do T-1000, que o deixam instável, o denunciam para John.

14 – Há um final alternativo para o filme. Uma cena em um futuro livre da Skynet, mostrando Sarah Connor como uma mulher mais velha gravando um monólogo sobre o “Dia do Julgamento” que não ocorreu, enquanto John se tornou um senador. Esta cena se passa em um playground, assim como o que aparece nos créditos de abertura e nos pesadelos de Sarah. Este final alternativo está disponível somente na versão “Skynet Edition” da postagem.

imageCena 14: Final alternativo mostra um idosa Sarah Connor, com seu filho e sua neta em um pacífico futuro.

Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, cbc.ca, crossroadsmotorcyclecrew, peterhkent.com, divx.com, tecmundo.com.br, canaltech.com.br, wolfcrow.com, exame.abril.com.br, azmaniac.com.br, institutocftv.com.br, techtudo.com.br, apowersoft.com.br, bjc.uol.com.br, digititles.com, shotonwhat.com, fogsmoviereviews.com, imfdb.org, bonanzaboomers.com, veja.abril.com.br, solarmovie.sc, hopeofthefuture.net, 101horrormovies.com e istunt.com.

55 comentários para O EXTERMINADOR DO FUTURO 2 – O JULGAMENTO FINAL (1080p/Três Versões/Tri Áudio) – 1991

  • Uilian  Disse:

    Trabalho ímpecavel para um dos melhores filmes da historia do cinema, um dos filmes que mais marcou minha infancia, muito obrigado por postar este sensacional filme em todas suas versões Don Costa, so podia ser voce mesmo amigo, valeu.

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, amigo Uilian?

      Esse filme é, com certeza, um dos melhores da história e a remasterização das três versões aqui disponíveis se justifica justamente pela grande legião de fãs e pelo grande apelo que o filme tem junto à esses fãs.

      Já fazia um tempo que eu queria fazer este trabalho, inicialmente somente na versão do cinema. Porém, durante as pesquisas que fiz para a postagem, vi que o universo do filme era grande demais para ficar limitado à uma única versão.

      Que bom que o resultado agradou aos fãs.

      Muito obrigado por prestigiar meu trabalho, Uilian.

      Abraços.

      • Marcelo.36  Disse:

        Boa tarde Marujo ! sou admirador do seu trabalho, e gostaria que vc me ajudasse, estou querendo aprender a fazer rmz de audios, como vc faz, tipo estéreo para 5.1, tenho o audacity, e o sound forge, e o sony vegas no pc, por acaso se vc tiver um tutorial, vc poderia me mandar no email ?
        marcelosantosoliveirasantos@yahoo.com.br desde ja agradeço

        • Don Costa  Disse:

          Olá Marcelo.

          Desculpe-me pela demora em responder, mas eu não tinha percebido o seu comentário aqui no meio dos demais. É sempre mais fácil encontrar os comentários novos quando eles são adicionados lá embaixo depois do último, principalmente quando a postagem já tem vários dias.

          Eu utilizo somente o Audacity em minhas remasterizações, mas não tenho um tutorial pronto sobre como utilizá-lo, inclusive porque são tantas ferramentas e tantas opções em cada uma delas que um tutorial básico já teria umas mil páginas. Meu conhecimento sobre o programa também é limitado, e eu vou testando as ferramentas de que necessito ao mesmo tempo em que remasterizo. Então, os arquivos aqui postados são criados quase que na base da “tentativa e erro”.

          Há vários tutoriais prontos sobre o Audacity na internet, inclusive no youtube, sendo que a maioria deles ensina como se editar músicas. Mas é só aplicar estes tutoriais aos áudios dos filmes que o resultado é o mesmo.

          Recomendo que assista à maior quantidade de tutoriais que conseguir, cobrindo assim o maior número de ferramentas possível.

          Meses atrás eu fiz um pequeno tutorial para um amigo, sobre como substituir um trecho de um filme que continha uma música pelo trecho da trilha sonora. Alguns comandos ali podem te ajudar em suas remasterizações. Eu enviei este arquivo para seu e-mail, mas ele representa apenas uma pequena parte de tudo o que pode ser feito pelo programa.

          Espero que ele seja útil pra você.

          Obrigado por prestigiar meu trabalho e o nosso site.

          Abraços.

  • jo  Disse:

    Mandou bem demais Don Costa!! Parabéns!

    Eu tenho a dublagem “Croma” do primeiro restaurada em 5.1, se quiserem eu posto aqui.

    • Uilian  Disse:

      Eu quero jo, gosto muito desse primeiro filme tambem, e a dublagem da croma é a melhor, se puder postar, ficaria grato.

    • Don Costa  Disse:

      Olá Jo.

      Poste para nós a sua restauração. Cada colaboração é muito importante para nós, fãs.
      Eu tenho a dublagem da Croma aqui, mas somente em stéreo. Vai ser muito bom assistir ao filme com esta dublagem multicanal.

      Obrigado pelo comentário.

      Grande abraço.

  • bruno anselmo menezes  Disse:

    simplesmente fantástico que maravilha de postagem Riquissimo em detalhes e com excelente padrão Don Costa,sempre baixo tuas postagens são perfeitas,obrigado pelo seu tempo gasto por remasterizar e compartilhar conosco este filmaço e muitos outros,não tenho palavras continue sempre assim meu amigo sempre nos presenteando com o melhor,valeu marujo.

    • Don Costa  Disse:

      Oi Bruno!

      Foi um grande tempo gasto, porém muito bem gasto e com todo o prazer. Remasterizar é um passatempo muito agradável e que me dá muitas alegrias. Melhor ainda. O resultado deste meu passatempo também consegue proporcionar alegrias à pessoas que sequer conheço pessoalmente e com as quais eu nunca conversei. E esse fato me dá um satisfação muito grande, como se eu realmente estivesse fazendo algo de bom para alguém.

      E é por isso que, enquanto eu ainda tiver disposição e condições, continuarei remasterizando e compartilhando esses arquivos com os amigos aqui do Tela de Cinema.

      Muito obrigado pelo seu comentário.

      um forte abraço para você!

  • Luciano S.L.  Disse:

    E o Oscar vai para… Don Costa!! Quando vi que era uma postagem do mestre Don, eu parei tudo que estava fazendo imediatamente… Para apreciar esse trabalho mais que excelente!! Quanto trabalho,hein? Puxa vida!!! Nós, fãs de cinema e colecionadores, agradecemos muito o trabalho que você vem fazendo aqui no Tela de cinema… Realmente, não tenho palavras para agradecer o quão é maravilhoso e trabalhoso o que você faz. Você tem ideia do que faz? Já pensou nisso? É esplêndido e impecável seus “Rmz”!!! Fico muito feliz por remasterizar este filme, sucessão absoluto!!! Dublagem clássica 5.1 passadas pelas suas mãos, já significa que ficou perfeito… Qualidades excelentes, porém, h265 não pega de jeito nenhum na minha SmarTv de 40… 0s 7gb já garantem uma ótima e fiel imagem 1080p, seja em h264 ou h265. Tiro o chapéu, outra vez, para você,Don… Um trabalho de encher os olhos!! Muito obrigado, Don… Desejo que Deus te dê muita saúde para continuar postando esses “rmz” maravilhosos e excelentes!! Vida Longa ao Grande Tela de Cinema!!!

    • Don Costa  Disse:

      Muito boa tarde, Luciano!

      Trabalho, trabalho mesmo, eu não tive nenhum. Foram muitas horas de um passatempo pra lá de agradável. É muito legal você pegar um trecho de áudio ruim, trabalhar nele, salvar, verificar o resultado e repetir a tarefa de novo, de novo e de novo até ele ficar do jeito que você quer. A satisfação em assistir ao resultado final não tem preço. E fica melhor ainda se você puder dividir essa satisfação com os amigos. E o Tela de Cinema é o grande responsável por isso. Não há melhor lugar na internet para se compartilhar esses arquivos.

      Tenho ciência, sim, do quanto esse trabalho é importante para os fãs. E é em respeito à vocês que eu me empenho ao máximo para criar a melhor postagem que eu conseguir, com os equipamentos e softwares que eu tenho. Elas não ficam perfeitas, mas parece que contam com a aprovação da maioria.

      Até agora eu não tinha como medir de maneira aproximada o tempo total gasto em uma postagem, pois eu sempre trabalhava em várias simultaneamente. Mas neste caso resolvi trabalhar exclusivamente nela, já que as fontes (remuxes, áudios, br-rips) e os trabalhos iniciais salvos estavam ocupando mais de 150GB no HD, e eu precisava abrir espaço nele.
      Assim comecei a registrar o tempo gasto para a criação desta postagem, desde o início das remasterizações. Foram, em média, três horas diárias dedicadas à elas, 50% à mais que as recomendações dos meus médicos (depois nós, homens, ficamos reclamando de que as mulheres vivem mais do que a gente, e as razões são duas – 1º elas vão ao médico ANTES de sofrerem infartos e AVCs, e 2º elas seguem À RISCA as ordens médicas – temos muito a aprender com elas).

      Desde o primeiro dia de remasterização até a criação dos arquivos compactados para armazenamento foram 103 dias, totalizando umas 310 horas aproximadamente. Mas esta postagem é exceção, pois foram, na realidade, três remasterizações, sendo que uma delas teve dois codecs diferentes, e cada uma delas foi apresentada em dois tamanhos, totalizando seis reencodes (os dois arquivos maiores das versões do cinema não foram reencodados) e oito arquivos diferentes. Geralmente eu posto somente dois arquivos diferentes em cada postagem (maior e menor). Por isso essa remasterização levou tanto tempo.

      Depois disso eu tive que enfrentar o gargalo da minha internet lenta. Foram mais 28 dias upando mais de 40Gb de arquivos 24 horas por dia. Aproveitei esse meio tempo para distribuir os arquivos já upados em vários servidores diferentes, conforme me foi ensinado pelo grande Wagner S., com o objetivo de facilitar o download de quem for baixar, além de aumentar a sobrevida destes arquivos na rede, algo cada vez mais difícil hoje.

      No total foram mais ou menos 4 meses e meio para se chegar à este resultado. Porém, agora estes arquivos estão nas mãos de centenas de fãs da obra que podem, novamente, apreciá-la com a dublagem clássica de boa qualidade. E isso compensa com sobras todo o esforço feito em cima dessa postagem. Esforço prazeroso, que fique bem entendido.

      Luciano, eu te agradeço muito pelas palavras de incentivo, e pode ter a certeza de que enquanto eu conseguir continuar remasterizando, continuarão surgindo novas postagens minhas aqui no Tela.

      E as próximas já estão a caminho.

      Um grande abraço pra você.

  • Lezar  Disse:

    Nossa Obrigado Don Costa pela aula de remasterização, codecs ( que muitos precisam aprender até mesmo aqueles que baixam Brip ou BDrip achando que é full HD) e também pelas curiosidades do filme que amo igual ao De volta para o Futuro. Detalhes grandes mais do que a reportagem especial que passou no Globo reporte que me fez quando moleque pegar o dinheiro e ir pro cinema em vez de pagar os livros kkkk. Pode passar o tempo com filmes de qualidade como Matrix, Os Vingadores ou até Senhor dos anéis, mas o Exterminador do Futuro 2 sempre vai ser melhor e 1 º filme de ficção científica da minha vida. Valeu! Ps: acho que esse vai ser definitiva pq já baixei vários com dublagem clássica ( avi, mkv, dbdrip)que já lotou meu hd e não vou comprar Bluray de jeito nenhum rs.

    • Don Costa  Disse:

      Oi Lezar.

      Em minhas postagens anteriores os marujos me fizeram perguntas sobre como eram feitas as minhas remasterizações. Em outras postagens, questionaram sobre as diferenças nos áudios utilizados nas mídias digitais. Como essa postagem incluía um arquivo com um codec de vídeo ainda pouco utilizado (H.265), resolvi falar um pouco sobre estes assuntos, pois os achava pertinentes neste momento.

      E não sou só eu que crio postagens deste tipo. Vários marujos incluem muitas informações em suas postagens.

      O Tela de Cinema se tornou muito mais do que um simples site de compartilhamento de filmes. Ele também compartilha conhecimento, história e cultura.

      Como bem disse o nosso amigo Luciano no comentário acima, VIDA LONGA AO GRANDE TELA DE CINEMA.

      E acredito que a decisão de gastar o dinheiro dos livros no cinema foi correta. Filmes ficam poucas semanas em cartaz. Livros estão disponíveis o ano inteiro. E você somente postergou o pagamento. Mas não era para ver um filme qualquer. É um filme especial o suficiente para ficarmos remasterizando, compartilhando e elogiando ele 25 anos após o seu lançamento.

      Valeu muito a pena.

      Muito obrigado pela mensagem, Lezar.

      Forte abraço.

      • Lezar  Disse:

        Eu que agradeço e já baixei a versão H.265,sorte pega na minha TV e PC qualidade tá perfeita mas não to contente já to baixando todas as versões em arquivo grande, h264 também.
        Fico agora feliz que já tenho todas as versões com a dublagem que não largo( ainda não engoli a voz de pivete do John na redublagem rs)e pedir licença em copiar o texto sobre curiosidade do filme como pdf pra lê e reler.
        Obrigado.

        • Don Costa  Disse:

          A idéia é justamente esta, Lezar. Disponibilizar para os fãs uma versão de como seria o bluray ideal deste filme na visão deles. As várias versões, as duas dublagens, os extras, o áudio original, tudo com a melhor qualidade possível. As curiosidades listadas aqui seriam, então, impressas num catálogo do bluray.

          Pelo menos foi assim que eu fiz pra mim, e é um prazer muito grande compartilhar este meu trabalho com os demais fãs da obra.

          Que bom que o codec H.265 é compatível com a sua TV. Essa informação é importante para que tenhamos uma idéia de como está a compatibilidade atual dele. Ele ainda é novo, mas provavelmente se tornará o padrão em poucos anos.

          Novamente, obrigado pelo comentário.

          Grande abraço.

  • NildoAlves  Disse:

    Tenho uma história interessante na época que esse filme saiu dos cinemas e foi para as locadoras, na minha sala de aula teve uma votação para que filme nós iríamos assistir, pois era uma semana de festas no colégio então na discussão sobre o assunto uma menina escolheu o filme O Guarda-Costas(Kevin Costner e Whitney Houston), enquanto eu falei o Exterminador do futuro, no final da votação acabou empatado e acabamos assistindo os dois rsrrs, muito obrigado Don Costa por esse excelentíssimo trabalho de remasterização…valeu!!

    • Don Costa  Disse:

      Não sei não, Nildo. Tô achando que vocês combinaram para que esta votação terminasse empatada só para terem o direito de assistirem à dois filmes (partindo do princípio de que vocês teriam direito à um).

      Pelo menos na minha época aprontávamos tudo e mais um pouco, e os professores sofriam bastante. Éramos um bando de moleques irresponsáveis, mas a classe era bem unida no tocante aos assuntos que nos beneficiavam. Em votações desse tipo não dava outra. Era combinação na certa.

      E ainda por cima tínhamos filmes como estes nos cinemas.

      Bons tempos aqueles.

      Obrigado por comentar, marujo Nildo.

      Grande abraço.

  • hinotojr  Disse:

    Caramba! Ficou ultra foda esse post.
    Está de parabéns! Dei uma passadinha aqui e li pouco dele. Quero ver se termino até amanhã.
    Pra ficar perfeito a área de download, faltou lançar o Tv-Rip da FOX que rolava na internet. To procurando faz um tempão. Agradeço se alguém conseguir postar pra completar esse tópico!
    Obrigado!!!

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, marujo Hinotojr?

      Não tinha jeito de fazer uma postagem menor. Este filme possui tantos detalhes de bastidores e uma história de produção tão rica que fica impossível não comentar sobre alguns fatos. E o que trago aqui é só uma pequena amostra.

      Eu disponibilizei três versões justamente porque existem aqueles que querem revê-lo exatamente como foi lançado nos cinemas há 25 anos, há aqueles que querem a versão estendida, mas com o mesmo final da versão do cinema, e temos aqueles que preferem o final alternativo da versão Skynet Edition.

      Mas mesmo para aqueles que preferem a versão do cinema e a versão Skynet Edition, eu recomendo que baixem, também, pelo menos o arquivo menor da versão Director’s Cut, pois é a única que possui os áudios dos comentários da produção e do diretor. E esse material é interessantíssimo.

      Infelizmente eu não encontrei estes áudios para as outras versões. Porém eu os estou disponibilizando em separado para aqueles que já tem essa versão do filme ou que possam baixá-la em um tamanho ainda menor em outro lugar.

      A versão em TV-Rip da Fox eu não encontrei e vou te ficar devendo desta vez. Mas se alguém encontrar por aí, por favor poste para nós.

      Muito obrigado por comentar em minha postagem, Hinoto.

      Um grande abraço pra você.

  • M_Neto34  Disse:

    Pra mim, tá dando erro de soma de verificação na parte 07 do arquivo maior da versão director’s cut, e eu já baixei ela de novo umas duas vezes e o problema continua persistindo. Gostaria de ajuda para resolver esse problema.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, M_Neto!

      Você já executou o procedimento de reparação descrito no tópico “Em Caso de Arquivo Corrompido” disponibilizado no início da postagem (logo abaixo dos screens)? Geralmente esta ação resolve o problema.

      Caso não resolva, baixe novamente essa “parte 7”, mas desta vez baixe-a do servidor alternativo (se você baixou do Mega, baixe-a do HubiC e vice-versa).

      Importante: ao baixar os arquivos, utilize sempre um gerenciador de download como o JDownloader ou o Internet Download Manager (IDM). Jamais faça downloads diretamente pelo navegador, pois os casos de degradação dos arquivos são frequentes.

      Se mesmo após estes procedimentos o erro persistir, por favor avise-nos para que eu possa upar essa parte novamente.

      Abraços.

      • carloscarlao65  Disse:

        olá don costa,

        fiz todo o procedimento e realmente continua o erro, tem como postar novamente?

        obrigado!

        carlos

        • Sparrow  Disse:

          Está baixando pelo Mega? Usando gerenciador de download?
          Se está usando gerenciador de download e usando o link do Mega faça o seguinte, efetue o download pelo navegador, algumas vezes o arquivo baixado através de gerenciador se corrompe e a solução e fazer o download da parte danificada pelo navegador, já aconteceu comigo e outros usuários.

        • Don Costa  Disse:

          Boa noite Carlos.

          Você está tendo problemas na mesma parte que o M_Neto? Ou seja, na parte 7 da opção maior da versão Director’s Cut? Talvez então o problema seja mais grave.

          Por favor, ajude-nos a tentar resolvê-lo.
          Eu transferi este arquivo da parte 07 para o Google Drive. Segue o link abaixo.

          https://drive.google.com/file/d/0B3SiPagpYXekemFiY2pBWlZkdWs/view?usp=sharing

          Tente baixá-lo novamente utilizando o link acima, por gentileza.

          Espero que isso resolva o problema, caso contrário terei de tentar outra ação.

          Abraços.

          • carloscarlao65  Disse:

            bom dia don costa,
            em primeiro lugar muito obrigado por compartilhar, baixei tudo, vou fazer uma maratona no final de semana, ficou realmente fantástico.
            agora sim baixei pelo google drive e funcionou, antes deu um problema na parte 34, fiz a recuperação pelo winrar e deu tudo certo.
            uma dica a todos como são muitas partes tende a dar problema na hora de descompactar, eu uso o 7-zip, ele resolve quase tudo.
            abraço!

    • Sparrow  Disse:

      Está baixando pelo Mega? Usando gerenciador de download?
      Se está usando gerenciador de download e usando o link do Mega faça o seguinte, efetue o download pelo navegador, algumas vezes o arquivo baixado através de gerenciador se corrompe e a solução e fazer o download da parte danificada pelo navegador, já aconteceu comigo e outros usuários.

      • Don Costa  Disse:

        Que pena, capitão!

        Eu estava recomendando os gerenciadores justamente porque os arquivos do Mega estavam se corrompendo muito facilmente durante os downloads feitos através dos navegadores.

        Talvez seja o caso de eu repensar o uso do Mega, pois as dificuldades apresentadas por este servidor começam a suplantar o que ele tem de bom.

        Vou aguardar o desempenho dele nas próximas postagens.

        Obrigado pelo aviso.

        Abraços.

  • marcio chines  Disse:

    Otima postagem, pra mim esse filme é imbativel, mas tem uma coisa, eu assisti ele no cinema, e tenho certeza que o final do filme nos cinemas era aquele que a sarah esta na praça, pois quando assisti em vhs ainda contei pra todo mundo que o final era diferente nos cinemas.

    • Don Costa  Disse:

      Olá Marcio!
      Não tenho notícias de que a versão estendida tenha sido lançada naquela época.

      Uma coisa eu posso te garantir. O final apresentado em 1991 não foi o que mostra uma Sarah idosa, e sim o que mostrava a imagem da estrada sendo percorrida à noite enquanto ela fazia um monólogo.

      A primeira vez em que vi este final alternativo com a Sarah foi em bluray.

      Porém eu me lembro que em 1997 ou 1998, portanto pouco antes de lançar a nova trilogia de StarWars em 1999, George Lucas relançou nos cinemas, durante poucas semanas, a trilogia clássica dos episódios IV, V, e VI (1977-1983). E, para desespero dos fãs, esse relançamento já continha as horrendas modificações digitais que dilapidaram os filmes originais e geraram críticas de todos os lados.

      Isso pode ter acontecido, também, com “O Exterminador do Futuro 2”. Um relançamento nos cinemas com a versão estendida e final alternativo. Mas eu não tenho como te confirmar esta possibilidade, e nem te confirmar se existiu algum lançamento simultâneo com mais de uma versão deste filme.

      Obrigado pelo comentário.

      Abraços.

  • Denis_Flauber  Disse:

    se vc souber ingles e legendar em PT-BR ficaria espetacular…

    Making Of Original sem legendas 480p
    https://www.youtube.com/watch?v=yvQ8yh9VFsg

  • aleandrobh  Disse:

    Putz grila. Nao to acreditando. Vou gastar a tela da tv de tanto ver esse filme, ainda mais agora com essa qualidade. Dificil superar esse sucesso.
    Parabens mestre Don.

    Agora, sera que vai acontecer o mesmo com o primeiro com a dublagem croma com o saudoso Jorgeh Ramos.

    No mais so temos a agradecer.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Aleandrobh!

      Eu tenho aqui o tetra áudio do primeiro filme postado pelo marujo Nildo Alves com as três dublagens, incluindo-se aí a da Croma. Ele está na minha fila de remasterizações, principalmente agora que encontrei alguns remuxes com áudio DTS-HD-MA 5.1 para utilizar como base da remasterização. Mas não há previsão de quando poderei postá-la. Como informei acima, remasterizações como esta levam meses para serem concluídas. Portanto, não tenho como fazê-la ainda este ano, pelo menos.

      Mas o marujo Jo informou num comentário acima que já fez uma, exatamente desta dublagem, e que poderá postá-la para nós.
      É aguardar e ficar na torcida.

      Muito obrigado pelas palavras de incentivo ao meu trabalho e por prestigiar o nosso site.

      Forte abraço.

      • aleandrobh  Disse:

        Bom dia Mestre Don.

        Assisti o filme este final de semana e “putamerda”, desculpe a emoção, ficou fantastico o som, simplismente nao ha o que dizer. Assiste no home theather e ficou como se estivesse acabado de sair aquela dublagem. Abre o jogo, voce voltou no tempo e conseguiu esse audio. KKKKKKKK

        Parabens.

        O som esta envolvente e pesado, o subwoofer so faltou sair andando pela sala.

        Se ficar aqui o dia todo ainda nao expresso minha gratidao. Resgatar momentos de sua infancia ou adolescencia nao tem preco. Quanto ao Exterminador 1, so de estar na fila ja tenho a certeza de um dia poder assistir com essa qualidade.

        Abraço.

        • Don Costa  Disse:

          Aleandrobh, a viagem no tempo que eu fiz foi diária. Aproximadamente três horas por dia, que foi o tempo médio dedicado á este projeto. E digo que foram viagens porque eu começava a remasterizar um trecho de poucos segundos, trabalhava nele até ficar satisfeito e passava para outro. Após deixar pronto um total de dois ou três minutos de filme, olho no relógio e lá se foram três horas. Passou tão rápido que nem vi. “Viajei” enquanto remasterizava. É por isso que digo que não dá trabalho nenhum. Remasterização pra mim é pura diversão. Pena que eu não possa dedicar mais tempo diariamente à este hobby, e isso reflete em cada vez menos postagens minhas no Tela.

          O som estava envolvente porque a base utilizada para a RMZ foi o áudio original multicanal inglês, cuja qualidade é sempre perfeita, diferentemente das dublagens lançadas pelas empresas nacionais que, na maioria das vezes, não conseguem atingir a mesma qualidade “surround” dos áudios originais.

          O som enviado ao subwoofer também é exatamente o original inglês. Como ele recebe um sinal do canal exclusivamente criado para efeitos graves LFE (Low-Frequency Effects – Efeitos de Baixa Freqüência), não há vozes ou músicas, por exemplo, neste canal. Então, ao contrário dos outros canais, ele não recebeu nenhum tipo de edição, permanecendo intacto, embora o áudio todo tenha sido reencodado para ajustar seu tamanho.

          Soma-se a isso o fato de a maior parte do canal central, e dos demais canais onde não existam vozes, terem sido preservados na remasterização sem sofrerem nenhuma alteração. Na prática, a maior parte do áudio que você ouve na remasterização da dublagem clássica é, simplesmente, o áudio original inglês, com toda a qualidade que ele tem. Ou, de um outro ponto de vista, o que eu fiz foi substituir as vozes originais em inglês pela dublagem VTI-Rio mantendo todos os outros efeitos sonoros do original. Por isso a experiência de se ouvir essa RMZ em um Home Theater fica tão boa. O trabalho para se atingir essa qualidade é enorme, mas o resultado vale a pena.

          Novamente muito obrigado por comentar em minha postagem.

          Um grande abraço pra você.

  • Denis_Flauber  Disse:

    Partes 09,12,46 corrompidas sempre com erro já baixei 3 vezes nos 2 servidores..

    usei 2 tipos de extratores de arquivo winrar atualizado e 7zip sempre acusa erro nas partes 09,12,46

    poderia reupar, porfavor.

    poderia avisar quando estiverm reupdas.

  • Denis_Flauber  Disse:

    esquece de avisar a versão e :
    Arquivo maior: VERSÃO SKYNET EDITION:
    46 partes de 11 GB

    • Don Costa  Disse:

      Denis, o Winrar sempre inclui a última parte dos arquivos em seus avisos padrões. Então, provavelmente a parte 46 está ok.

      Você já executou o procedimento “Em Caso de Arquivo Corrompido” descrito no início da postagem? Ele está logo abaixo dos screens. Geralmente esta ação resolve o problema.

      Você baixou estas partes diretamente do navegador? Então baixe-as novamente (partes 09 e 12), mas desta vez utilize um gerenciador de downloads como o JDownloader ou IDM. Às vezes os arquivos se corrompem durante o download no navegador. Às vezes os erros ocorrem durante o download no gerenciador. Mudando o método de download para estas partes específicas também pode resolver o problema.

      Por favor, avise-nos se algum dos métodos acima resolver a questão.

      Se nada resolver, terei que reupar essas duas partes novamente, mas só vou conseguir concluir o upload amanhã.

      Abraços.

  • Denis_Flauber  Disse:

    Don Costa

    deu certo agora com o procedimento que vc falou…
    não tinha lido o post antes..

    valeu te adoro cara

    • Don Costa  Disse:

      Muito obrigado por avisar que conseguiu descompactar os arquivos, Denis.

      Essa informação é importante para aprimorarmos os métodos de compartilhamento, além de servir de guia para os marujos que futuramente vierem a ter os mesmos problemas.

      Grande abraço.

  • Dark Alien  Disse:

    Sem palavras para essa postagem!
    Tive a impressão de que o marujo Don Costa fez uma viagem no tempo e caiu direto no set de filmagem. Como é que eu poderia saber que Linda Hamilton tem uma irmã gêmea? Ou que usaram bolachas na confecção de uma cena?
    Só aqui no Tela!!!
    Pelo que me lembro, vi esse filme em Sto. André, num cinema que nem existe mais. Acho que faltei ao trabalho pra isso! Rs.
    Eu vivia sonhando com a continuação do primeiro filme, e quando vi que finalmente estava pronto, não pensei duas vezes.
    Tiro meu chapéu para o Tela, e também para o Don Costa.
    Tenho contribuído pouco aqui. Às vezes falta tempo para fazer remasterizações, ou faltam os meios…
    Por exemplo: Tenho o áudio dublado do filme Annie (1999) com a tenebrosa adorável Kathy Bates e várias versões em vídeo do filme, inclusive em outras línguas, mas nenhuma me agradava por causa da qualidade. Encontrei recentemente o dvd inteiro, em inglês e com a imagem espichada.
    Com o programa que eu costumava usar (Format Factory), consigo corrigir o espichamento, no entanto o tamanho final do arquivo fica muito grande.
    Preciso de umas dicas suas, marujo Don Costa. Um software no qual eu possa fazer tudo de uma vez.
    Se puder, ficarei muito agradecido.
    Abração!

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, Dark?

      Um cinema onde eu gostava muito de ir em Santo André, numa época que eu morava próximo de lá, era o Cine Tangará! Ele também já não existe há vários anos. Está cada vez mais difícil de se encontrar cinemas fora dos shoppings hoje em dia.

      As curiosidades informadas na postagem são fruto do trabalho do enorme contingente de fãs fanáticos que o filme possui. Gente que dedicou boa parte de seu tempo por anos na tarefa de garimpar informações sobre a obra, posteriormente disponibilizando essas informações em sites e blogs. Mas o que você vê aqui é somente a ponta do iceberg. Recomendo que baixe pelo menos a opção menor da versão director’s cut, onde existem os comentários da produção e do diretor. As informações disponibilizadas nos comentários são incríveis.

      Dark, eu não sou um especialista em vídeo e trabalho somente nos áudios de cada filme. Marujos como o grande Marcos F. são mais gabaritados para te ajudar neste ponto. O único ítem que eu altero nos vídeos é a bitragem (taxa de bits) para adequarem o seu tamanho, sem alterar nenhuma outra característica. Mas o programa que eu uso para isso pode te ser útil.

      Trata-se do MediaCoder. Ele é gratuito e pode ser encontrado em sites como o baixaki.com. Eu altero somente a bitragem dos vídeos, mas ele tem uma enorme gama de opções que podem ser redefinidas antes da conversão. São definições de áudio e vídeo, codecs, resoluções, containers, etc. Praticamente tudo pode ser modificado. Na aba “Picture”, por exemplo, você pode redefinir a resolução da imagem (resize) e, com isso, consertar este “espichamento” indesejado. Também pode redefinir o frame rate se necessário. Já na aba “video” você altera a bitragem (vídeo bitrate) e outros ítens como o codec. O melhor é que, após fazer as alterações necessárias, ao clicar na aba “preview”, o programa te informa um resumo dos dados técnicos de como ficará o arquivo após a conversão antes de iniciá-la, inclusive o seu tamanho. Assim você poderá fazer as alterações necessárias, verificar qual o tamanho que o arquivo terá após a conversão, e alterar novamente alguns parâmetros se não gostar da previsão dos resultados.

      Provavelmente existam programas melhores que este para fazer o que você quer, mas este é um dos melhores que eu conheço.

      Apenas uma ressalva. Como todo programa de conversão de vídeo, este também consome muito da capacidade de processamento da máquina, chegando a causar superaquecimento em computadores mais antigos. Além disso, a conversão de um filme de 90 minutos pode levar várias horas quando utilizado um computador mais modesto.

      Espero que as dicas que passei possam ser úteis.

      Muito obrigado pelas palavras simpáticas ao meu trabalho e ao site.

      Grande abraço.

  • CignusRJ  Disse:

    Muito obrigado pela postagem.
    Não sei nem o que dizer depois de tudo o que li, de seu trabalho, de seu esforço, seu suor e dedicação por este projeto.
    Só posso pensar que é uma epopeia, Homero e Virgílio ficariam bobos. hahaha 🙂
    muito obrigado mesmo
    abraços

    CignusRJ

    • CignusRJ  Disse:

      Ah ia esquecendo.
      Sobre o filme em H265 darei meu testemunho.

      Usando a minha TV Phillips pfl6615 ano 2010 através do USB nem sequer reconheceu.

      Usando minha TV Samsung T22C310 ano 2014, “fingiu” que reconheceu mas nada. Nem rodou.

      Usando meu mediaplayer Zinwell ZP500 ano 2009, me decepcionou tb não reconheceu, vou dar uma olhada no firmware dele, quem sabe consigo embora acredite que seja mais questão de hardware mesmo afinal ele já tem 7 anos. Pra quem não sabe este aparelho eu ligo em qualquer tipo de TV e assisto os filmes pegos em qualquer formato, mkv, mp4, rmvb, ISO…

      Já no computador que tem placa de vídeo acoplada rodou numa boa usando o GOM player pra ver.

      No mais, agradeço novamente pela postagem que te deu um trabalhão danado 🙂

      abraços

      • Don Costa  Disse:

        Foi um dos meus projetos mais trabalhosos, mas também dos mais prazeroso, CignusRJ!
        Cada trecho que eu terminava me dava uma imensa alegria, pois esse é um dos meus filmes favoritos e eu estava curioso para ouvir a dublagem clássica limpa (sem chiados) e em seis canais. E confesso que o resultado me agradou muito.

        Obrigado pelo seu testemunho em relação ao codec H.265. É importante reunirmos a maior quantidade de informações possível sobre a compatibilidade dele, pois provavelmente ele será o padrão no futuro.

        Às vezes a tecnologia pode evoluir sem uma mudança muito radical, como é o caso do áudio DTS-HD-MA que, por manter o núcleo DTS original, consegue ser lido por aparelhos mais antigos, que sequer são compatíveis com a tecnologia HD-MA. Assim a transição entre o antigo e o novo pode ser feita de maneira mais suave.

        Mas esse não foi o caso do codec H.265. Ele foi lançado em 2013 e só é compatível com aparelhos projetados a partir daquele ano. Os primeiros aparelhos cujos projetos são compatíveis com esse codec só chegaram às lojas a partir do final de 2013 e início de 2014, e mesmo atualmente podem existir algumas marcas que ainda não adotaram o sistema. Somente computadores, cujos softwares são facilmente atualizados, ou equipamentos que também podem ser atualizados por firmware (desde que o hardware seja tecnologicamente avançado o suficiente), conseguem se compatibilizar com o novo codec.
        Aparelhos mais antigos não tem jeito. Esses não conseguirão reconhecer o codec.

        Mas parece não haver dúvidas de que ele será o padrão em poucos anos, principalmente devido ao crescimento dos serviços de streaming cuja busca por arquivos menores e com maior qualidade tem aumentado devido à demanda por filmes em alta definição pela internet. Para eles, arquivos codificados em H.265 são uma boa solução para o excesso de tráfego na rede.

        Muito obrigado pelo comentário.

        Abraços.

  • FX  Disse:

    Sem duvida,o melhor de toda a série do exterminador muito obrigado Don Costa!!!

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, amigo FX!

      Para mim este filme é um dos raros casos em que a seqüência é melhor que o original, sendo que o original já era espetacular.

      Das partes 3 e 4 eu não gostei, tanto que eu não comprei os respectivos blurays.

      A nova trilogia parece promissora. Eu gostei do primeiro filme, “Gênesis”. Achei que eles conseguiram criar uma realidade paralela que abriu um leque de possibilidades para os próximos filmes, sem destruir a concepção criada nos primeiros dois filmes originais, concepção esta que poderá, inclusive, ser retomada quando os direitos sobre a franquia voltarem para as mãos de James Cameron.
      Ainda assim, “Gênesis” não consegue atingir a qualidade dos primeiros filmes da franquia, dirigidos por Cameron.

      Obrigado pelo comentário, amigo FX.

      Abraços.

  • Alainstair  Disse:

    Parabéns!!!! Esse filme faz parte do meu top 10!! Agora sabemos que quando Don Costa sumir assim, é bom nos prepararmos porque lá vem coisa boa! Como estou com meu hd sobrecarregado, vou baixar a versão menor… Valeu!!

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigo Alainstair, tudo bem?

      De fato, foram meses ausentes, mas eu tinha de acabar este projeto. Os arquivos-bases para a remasterização ocupavam 15% do meu HD e estavam pesando demais no meu sistema. Então, parei todas as remasterizações nas quais estava trabalhando e me concentrei só nele, finalizando o projeto, enviando os arquivos remasterizados e deletando os arquivos-bases. Agora, com mais espaço no HD, posso voltar a trabalhar em mais de uma remasterização simultaneamente e os lançamentos não demorarão tanto para aparecerem no Tela.

      Este lançamento demorou bem mais do que eu planejava, mas acho que o resultado compensou o tempo gasto.

      Pode baixar a versão menor sem medo, meu amigo, que a qualidade também está muito boa.

      Recomendo baixar a versão Director’s Cut, que contém os áudios extras com os comentários do diretor e da equipe de produção. Para os fãs, esses comentários são imperdíveis.

      Muito obrigado pela mensagem, Alainstair.

      Um grande e forte abraço pra você.

  • Ivan video  Disse:

    Meus Amigos eu ainda sou da Velha guarda todos os filmes que eu baixo,eu converto para dvd ainda mais agora que saiu o convertx6 que e uma plataforma completissima para customizar o seu dvd eu não abro mão da minha coleção de dvds. E ainda mais com uma postagem maravilhosa dessas.Isso é um presentaço para nós amantes do cinema.Mais uma vez obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Também sou da velha guarda, Ivan. Discos, filmes e livros são mais apreciados por mim no mundo físico do que no virtual. Gosto de tocar, admirar a arte das capas, dos encartes, mudar as páginas virando as folhas de papel e guardar tudo na estante da sala ou na cabeceira.

      É por esse motivo que eu também compro os blurays dos filmes de que gosto, quando disponíveis, mesmo que para remasterizá-los. É também por isso que crio meus próprios encartes que, no caso desta postagem, estão na forma de curiosidades sobre o filme. Note que a postagem segue uma certa padronização, incluindo-se aí a largura das imagens e as posições centralizadas de imagem e texto. Isso é feito justamente para facilitar a impressão e confecção de um encarte para acompanhar o filme. Aqui no Brasil encartes não são mais comuns. Nos EUA, por exemplo, é quase uma regra.

      Já que as empresas brasileiras não se interessam em caprichar nos lançamentos, então criemos nossos próprios blurays, com todas as dublagens, extras e encartes.

      Que bom que gostou da minha postagem.

      Muito obrigado pelo comentário, Ivan.

      Um grande abraço pra você.

  • gustavofromhell  Disse:

    É sempre bom achar alguém parecido conosco, sou apaixonados por filmes e ainda mais pela dublagem brasileira (herbert richers, BKS..etc) pena que no brasil apesar da qualidade da dublagem os estúdios tratam na como lixo pagando mal seus profissionais e re-dublando Filmes clássicos com dublagem nostálgicas e maravilhosas por trabalhos de porco e lançam de qualquer jeito aqui. como por exemplo esse excelente filme entre outros…

    Sou editor de vídeo, e eu mesmo adoro restaurar áudios e dublagem antiga e sincronizar com a versão blur ray. Então sei o trabalho que dá ao mesmo tempo que é um prazer, mas confesso que é um ALÍVIO achar um site como esse e achar Rambo e exterminador já prontinhos me palmando o trabalhão que ia dar ufa!! Kkkk.
    Meus parabéns e muito obrigado por esse excelente trabalho!! Ficou muito bom talvez os estúdios um dia se liguem e percebam o dinheiro que estão perdendo nos tratando como povo de terceiro mundo.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Gustavo!

      De fato, as empresas brasileiras, no geral, não respeitam o consumidor brasileiro. Mas parte dessa situação se deve à nós mesmos que somos pouco exigentes. Já foi pior mas ainda temos um longo caminho a percorrer até atingirmos um grau de respeitabilidade relevante para estas empresas. Boicotar produtos e reclamar constantemente são duas ferramentas imprescindíveis para adquirirmos este respeito.

      Mas no caso das redublagens os motivos são muito mais difíceis de se resolver, e vão desde impossibilidade técnica à complexa legislação dos direitos autorais que incide, inclusive, sobre as dublagens e os profissionais nelas envolvidos.

      Seja como for, o Tela de Cinema procura ocupar este espaço resgatando e até restaurando as inesquecíveis dublagens clássicas que fizeram história no país.

      Muito obrigado pelo comentário, Gustavo. E aproveito para convidá-lo a compartilhar conosco as suas criações. O Tela está sempre de portas abertas para novos colaboradores.

      Forte abraço.

  • Leonardo Nunes  Disse:

    sem comentários,so digo,obrigado e parebéns

    • Don Costa  Disse:

      Sou eu quem te agradeço por prestigiar a minha postagem e o nosso site, Leonardo.

      Abraços.

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