MUTAÇÃO (Dual Áudio / 1080p / V. do Diretor e do Cinema) – 1997

MIMIC – 1997
HORROR – SCI-FI
DIREÇÃO: Guillermo del Toro
ROTEIRO: Donald A. Wollheim, Matthew Robbins e Guillermo del Toro
IMDb: 5,9 http://www.imdb.com/title/tt0119675/

RMZ – DUBLADO (ÁLAMO) – VERSÃO DO DIRETOR (+ V. REDUZIDA) – VERSÃO DO CINEMA – DUAL ÁUDIO

“NOVOS LINKS: VERSÃO DO DIRETOR (REDUZIDA)”

Postado por Don Costa

 

VERSÃO DO DIRETOR (MAIOR)
Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 23976 fps, 4500 Kbps
Tamanho: 5.10 GB
Duração: 112 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):
Português – nos trechos sem dublagem (automática)
Português – completo
Inglês – completo
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português (RMZ – Dublagem Álamo) – 44,1 KHz, A_AC3, 2 canais, 16 bits, 640 kbps
Inglês – 48,0 KHz, DTS, 6 canais, 24 bits, 1509kbps
Servidor: Mega (dividido em 27 partes)
Créditos para o áudio dublado: Alexandre, Adorofilmesdeterror e portaldoterrorclassico
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

VERSÃO DO DIRETOR (REDUZIDA)
Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 23976 fps, 2000 Kbps
Tamanho: 2,03 GB
Duração: Conteúdo Idêntico ao Maior.
Legendas (SELECIONÁVEL): Conteúdo Idêntico ao Maior.
Áudios (SELECIONÁVEL): Conteúdo Idêntico ao Maior.
Servidor: Pcloud (dividido em 09 partes)

VERSÃO DO CINEMA
Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*1040) 1.85:1, AVC, 24000 fps, 2000 Kbps
Tamanho: 2,01 GB
Duração: 105 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português (RMZ – Dublagem Álamo) – 44,1 KHz, A_AC3, 2 canais, 16 bits, 320 kbps
Inglês – 48,0 KHz, A_AA3, 6 canais, 16 bits, 448kbps
Servidor: Mega (dividido em 11 partes)
Créditos para o áudio dublado: Alexandre, Adorofilmesdeterror e portaldoterrorclassico
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

 

NOTA – Informações sobre os arquivos (Don Costa):

Foram gerados dois arquivos da versão do diretor para esta postagem. Um maior com 5,1 Gb e outro menor com 2,03 Gb. Ambos têm dois áudios e as diferenças entre eles são a bitragem de vídeo e a qualidade dos áudios. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Já o áudio inglês DTS do arquivo maior é muito superior ao áudio AC3 do arquivo menor, apesar de ambos terem 6 canais. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Por sua vez, para a versão do cinema foi gerado um único arquivo.

Não existe dublagem para a versão do diretor, que possui sete minutos a mais. Mas esta versão não se difere apenas pelas cenas extras. Algumas cenas foram trocadas de lugar e outras foram bastante alteradas. Como as cenas modificadas também não possuem dublagem, o tempo do áudio original incluído na remasterização é maior do que os sete minutos de cenas adicionais. Nos diálogos existentes nestas cenas as legendas entrarão automaticamente.

 

ATENÇÃO: Para baixar pelo 4Shared é necessário se cadastrar.
Clique aqui e aprenda a se cadastrar no 4Shared.

 

PASTA – VERSÃO DO DIRETOR (MAIOR / MEGA – 27 PARTES): MUTAÇÃO (V. DO DIRETOR / MAIOR)

PASTA – VERSÃO DO DIRETOR (REDUZIDA / PCLOUD – 09 PARTES): MUTAÇÃO (V. DO DIRETOR / REDUZIDA)

PASTA – VERSÃO DO CINEMA (MEGA – 11 PARTES): MUTAÇÃO (VERSÃO DO CINEMA)

LINK – TRECHO DA VERSÃO DO CINEMA (4SHARED): MUTAÇÃO (TRECHO / V. DO CINEMA)
LINK – TRECHO DA VERSÃO DO DIRETOR (4SHARED): MUTAÇÃO (TRECHO / V. DO DIRETOR)

Senha para tudo: teladecinema.net

 

Na cidade de Nova Iorque uma epidemia disseminada por baratas mata cerca de mil crianças, sem que nenhuma técnica consiga eliminar a doença. Susan Tyler (Mira Sorvino), uma cientista que recebe a ajuda do seu marido, cria a “Geração Judas”, que é o resultado de uma mutação genética que, se posta junto às outras baratas, elimina-as. Após 3 anos Susan constata que as baratas modificadas, que deveriam durar apenas uma geração, continuam a reproduzir-se, aumentaram de tamanho, tendo agora o tamanho de um ser humano e tornaram-se carnívoras. Assim, acompanhada de um grupo, ela desce aos subterrâneos da cidade e tenta impedir os gigantescos insectos, antes que criem colónias por toda a cidade.












 

MANIFESTO (Don Costa):

Já é bastante conhecida a forma desrespeitosa com que as empresas tratam o consumidor brasileiro. Isso em todas as áreas, seja a de tecnologia (ex: internet e telefonia mais caras, lentas e problemáticas do que no resto do mundo), bens manufaturados (ex: carros lançados simultaneamente no mundo todo são mais caros e de pior qualidade aqui) ou alimentação (ex: qualquer dona de casa que vai ao supermercado sabe que o café “tipo exportação” tem uma qualidade melhor que o convencional). Culpa nossa, e eu me incluo aí, que não sabemos votar, não nos dispomos a reclamar e nem exigimos uma melhora na qualidade de tudo nesse país corrupto, onde impera o “jeitinho brasileiro” de se levar vantagem individual em detrimento do coletivo.

Na área de entretenimento isso não seria diferente. Eu não me considero um grande colecionador. Tenho somente algumas dezenas de Blu-rays, todos muito bem encartados, com excelente imagem, horas e horas de extras, brindes, materiais adicionais (livros, catálogos, making of) e apresentação impecável. Tudo o que um bom Blu-ray deve ter. Mas há um detalhe. Mais da metade do meu acervo é composto por títulos importados. Os lançamentos dos mesmos títulos aqui no Brasil poucas vezes ultrapassam a barreira do medíocre. Mas eu nunca tinha visto nada como o Blu-ray de Mutação.

O filme estava disponível em Blu-ray, desde 2009, somente no Canadá e na Austrália, em sua versão original de cinema e formato de tela 1.78:1 (16:9 – widescreen anamórfico), que distorce levemente a imagem para cobrir toda a tela. Em 2011, a Lionsgate lançou em Blu-ray nos EUA e no Reino Unido a versão do diretor com 112 minutos, formato de tela correto (1.85:1), faixa de áudio lossless DTS-HD Master Audio 7.1 e uma boa quantidade de extras. Quando se soube que a Imagem Filmes, distribuidora nacional dos antigos títulos da Miramax, lançaria o filme em Blu-ray por aqui, havia a esperança de que essa fosse a versão disponibilizada. Contudo a distribuidora lançou um Blu-ray de camada simples (BD 25Gb) apenas com a versão de cinema, provavelmente empregando a mesma e mais barata transfer 1.78:1 das edições canadense e australiana, e sem nenhum extra (para tranquilizar os amigos do Tela, informo que o vídeo utilizado na remasterização da versão do diretor enviada nesta postagem é proveniente do Blu-ray britânico).


Capa do Blu-ray nacional (crédito da imagem: scifibr.wordpress.com)

Com relação à qualidade da imagem, a reclamação é geral. Reproduzo, abaixo, o texto de um dos vários blogs de cinema que reprovaram esse lançamento.

“Quanto à imagem, a transferência 1080p/AVC MPEG-4, na proporção 1.78:1 (que preenche totalmente a tela das TVs 16:9, eliminando as finas tarjas pretas que seriam visíveis caso tivesse sido respeitado o formato original 1.85:1), proporciona resultados inferiores ao razoável. Do lado positivo ela preserva satisfatoriamente o “calor” da paleta de cores original, que enfatiza os tons azuis e âmbar. Por outro lado, o contraste e o nível de detalhes pouco se destacam e não impressionam. O que, aliado ao ruído de vídeo que notamos em várias sequências (fruto principalmente de considerável granulação e outras condições da película), indica estarmos frente a material não remasterizado para BD, provavelmente uma transfer HD reaproveitada de algum lançamento anterior em DVD. Os pretos são fortes e penetrantes, porém detalhes menores nas sombras são ocultos pela escuridão, especialmente nas cenas ambientadas nos túneis subterrâneos. Enfim, temos aqui uma apresentação visual adequada para um título de catálogo lançado em Blu-ray em 2009, mas que deixa muito a desejar para os padrões que o formato atingiu em 2012.” – (bjc.uol.com.br)


A ausência de um simples encarte na contra-capa denuncia a falta de cuidado com a produção do disco (crédito da imagem: scifibr.wordpress.com)

Agora vamos aos áudios. Ou melhor, ao áudio. Por incrível que pareça, esse Blu-ray NÃO POSSUI DUBLAGEM. Um disco lançado no Brasil com uma versão cuja dublagem existe, mas que opta por ter apenas o áudio em inglês? Se era para ter somente o áudio em inglês, porque então não lançaram a versão mais longa do diretor já que a dublagem dessa versão não existe? Sei dos vários problemas existentes com relação aos direitos autorais das dublagens, mas estamos falando de uma mídia (Blu-ray) que se notabilizou por ser muito mais do que um simples filme. São filmes em alta definição com múltiplas opções extras. No mínimo deveria ter um áudio português stéreo remasterizado ou uma redublagem.


Versão do cinema com áudio somente em inglês. As poucas opções desvalorizam o disco. (crédito da imagem: scifibr.wordpress.com)

No entanto, o maior desrespeito ao consumidor aparece na parte de trás da embalagem onde escreveram o nome do diretor, GUILLERMO Del Toro, de forma errada. Bastaria uma simples consulta aos sites de busca para verificar a grafia correta do nome do diretor, mas a empresa nem se prontificou a fazer isso.


A grafia errada do nome do diretor aparece em destaque no verso. (crédito da imagem: scifibr.wordpress.com)

Aliás, não era preciso pesquisar muito longe para verificar o nome correto do diretor. Bastaria olhar na parte inferior do mesmo lado da caixa. Ali, nos créditos, seu nome aparece com a grafia correta.


A grafia correta no mesmo verso da caixa. (crédito da imagem: scifibr.wordpress.com)

Fica claro que esses produtos sequer passaram por uma simples revisão de texto antes de imprimir, ou por uma reles inspeção no resultado final. Duvido que esse produto seria lançado assim em um país cujo consumidor fosse mais exigente.

No fim das contas, o Blu-ray nacional de “Mutação” nada mais é do que um dvd legendado melhorado.

Lamentável.

 

Informações sobre o filme:

A tradução literal de “Mimic” é “Imitar”. No caso, a tradução mais adequada seria “Mimetismo”, que é a capacidade que alguns seres vivos tem de imitarem a aparência de outros seres vivos (ou se camuflarem ao ambiente) com o intuito de proteção, predação ou reprodução.

O diretor Guillermo del Toro renegou o filme depois de confrontos constantes com Bob Weinstein, que frequentemente visitava o set e fazia exigências descabidas sobre o que deveria ser filmado, desviando-se do script. Desde então Del Toro nunca mais trabalhou com os irmãos Weinstein.

A cena em que Mira Sorvino e Jeremy Northam estão no salão com todas as crianças doentes deitados em suas camas, na verdade, foi dirigida por Ole Bornedal, um dos produtores do filme.


Uma das primeiras cenas do filme não foi dirigida por Guillermo Del Toro

A escada rolante na estação de metrô Delancey Street é mostrada como desmontada para manutenção porque a cena foi filmada em uma plataforma da estação de metrô de Toronto, que foi fechada em 1966, pelo que a sua escada rolante foi removida.


Uma estação de metrô de Toronto foi utilizada para várias cenas do filme.

Originalmente o filme foi planejado como um segmento de 30 min que fazia parte de um projeto de filmes segmentados de sci-fi / horror / comédia da Miramax. Cada filme seria composto de 3 curtas de 30 min, totalizando 90 min por projeto. Dos outros dois segmentos desse primeiro projeto, o segundo também virou longa. O filme “Impostor” foi lançado em 2001. Já o terceiro segmento, Alien Love Triangle, teve o projeto como longa cancelado e foi lançado como um curta em 2008, apesar de ter sido filmado em 1999, tendo poucas exibições.


Os três segmentos originais do projeto da Miramax.

Os roteiristas Matt Greenberg e John Sayles estão sem créditos no filme, mas foram creditados em alguns dos trailers e spots de TV.

No roteiro original, o filme termina com a Doutora Susan e o garoto alcançando o terminal do metrô apenas para encontrarem centenas de passageiros vestidos como “Long John”. Esse final sinistro não foi bem recebido pelos produtores que queriam um final feliz, final este que foi mantido na montagem definitiva.

O orçamento do filme foi de aproximadamente US$ 30 milhões.

Possui duas continuações: “Mutação 2″ de 2001 e ” Mutação 3 – O Sentinela” de 2003.

Fontes: Fontes: bjc.uol.com.br, scoretracknews.wordpress.com, imdb.com e scifibr.wordpress.com.

 

Mira Sorvino … Dra. Susan Tyler
Jeremy Northam … Dr. Peter Mann
Alexander Goodwin … Chuy
Giancarlo Giannini … Manny
Charles Dutton … Leonard
Josh Brolin … Josh
Alix Koromzay … Remy
F. Murray Abraham … Dr. Gates
James Costa … Ricky
Javon Barnwell … Davis
Norman Reedus … Jeremy
Pak-Kwong Ho … Pastor

 

# país: EUA
# duração original: 105 min. / 112 min. (versão do diretor)
# produção: Dimension Films e Miramax Films
# distribuidora: Dimension Films…

 

30 comentários para MUTAÇÃO (Dual Áudio / 1080p / V. do Diretor e do Cinema) – 1997

  • danilositi  Disse:

    sem palavras para agradecer. Esse filme é 10 demais. Gosto bastante. Ficou perfeito as 2 versões. Obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde danilositi.
      O filme é realmente muito bom, mas é subvalorizado pela mídia, que pouco o divulgou em seu lançamento e raramente o passa na tv. Talvez a imagem de seres semelhantes a baratas de 2 metros incomodem demais as pessoas, mesmo as que declaram não ter medo ou nojo deste inseto em particular.
      Um amigo meu, hoje biólogo formado, relatou um incidente ocorrido no primeiro ano de faculdade. Em uma sala de aulas práticas, estavam por volta de 40 alunos, 1 professor e 1 assistente, em meio à vários espécimes de insetos e anfíbios, vivos ou conservados em modelos. Em dado momento, um dos alunos esbarrou em um grande recipiente de vidro, no formato de um aquário retangular, onde estavam algumas dezenas ou talvez centenas de baratas vivas, utilizadas para a alimentação de outros animais. O recipiente veio ao chão espatifando-se. Imediatamente os insetos saíram correndo e voando em direção aos cantos da sala quase vazia, uma vez que os futuros biólogos já tinham saído correndo do recinto, antes até do aquário atingir o chão, aos berros. Demonstraram uma incrível flexibilidade estilo “matrix” para passarem todos ao mesmo tempo pela porta que matariam de inveja os insetos computadorizados deste filme. Sobraram, na sala, o professor, o assistente e meia dúzia de alunos que os ajudaram a recolher as baratas.
      Em tempo, segundo o site Tv Escola, as maiores baratas são as do gênero Megaloblatta que geralmente atingem 10 cm, embora alguns exemplares raros tenham alcançado o dobro deste tamanho, provavelmente uma anomalia causada por rara mutação. Essas baratas gigantes vivem nas florestas e são inofensivas para o homem.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • Scarface  Disse:

    Filme meio esquecido e subestimado do del Toro, mas eu curto bastante, tanto que considero um dos melhores “monster movies” da década de 90. O visual das criaturas é ótimo! Curioso pra conferir essa V. do Diretor…

    Don, obrigado por outra excelente contribuição, com o bom gosto e qualidade que já é esperada do amigo. Grande Abraço!

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigo Scarface.
      Mutação é daqueles filmes que exploram os medos mais íntimos do ser humano. Se alguns insetos já são assustadores no seu tamanho minúsculo, imagine uma mutação que os deixasse gigantes. Pior que já foram. Lembremos das aulas de biologia que falavam de libélulas de 1 metro de envergadura e escorpiões de 1 metro e meio de comprimento. Já as baratas pré- históricas não eram maiores do que as maiores de hoje. Mas o filme é assustador neste sentido.
      Aqui, a lógica de fazer do monstro um ser improvável, porém possível, funciona tanto quanto os dinossauros de Jurassic Park, que são mostrados como animais, e não como monstros, tornando-os muito mais reais e assustadores quando saem do controle.
      Ponto para a produção que uniu o que tinha de melhor nos filmes de monstros das décadas anteriores com os avanços da ciência do fim do século.
      No tocante à versão do diretor, é interessante acompanhar como a simples mudança de sequência de cenas deixou o filme mais denso e mais sinistro. Já as cenas adicionais dão ênfase à um aspecto específico da personagem principal (aspecto esse que foi deixado de lado na versão do cinema), aumentando a tensão do roteiro.
      Para mim, a versão do diretor é melhor.
      Espero que goste tanto quanto gostou da versão do cinema.
      Grande abraço.

  • Johnahex  Disse:

    Ainda não assisti esse filme,mas assisti IMPOSTOR,gostei muito.Seu manifesto é pura realidade Don Costa,se os próprios filmes daqui não existe um valor,os de fora nem pensar!

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde Johnahex.
      Apenas esclarecendo que as histórias de “Mutação”, “Impostor” e “Alien Love Triangle” não são conectadas e nem possuem qualquer ligação uma com a outra. Apenas seguiam o mesmo perfil (sfi-fi ou horror ou comédia). As histórias que tinham o mesmo estilo – digamos sci-fi – fariam parte do projeto “A”, as histórias de outro estilo – por exemplo comédia – entrariam no projeto “B” e assim por diante.
      Mesmo sem ter nenhuma ligação com “Impostor” talvez você goste desse filme. Ele faz aquela linha de “cientista cria solução para crise grave, obtendo sucesso inicial, que acaba saindo do controle”.
      Mas não é só um filme de monstro. Guillermo del Toro tem uma forma peculiar de filmar, o que torna o filme ainda mais interessante. Ele usa muito bem as cenas escuras, mas não esconde nada. Politicamente incorreto, não se importa de mostrar a morte de qualquer personagem, seja ele um padre idoso ou um garoto curioso.
      Já com relação ao problema da desvalorização dos ítens nacionais, estaríamos no paraíso se esses problemas fossem apenas nas áreas de entretenimento. Continuemos reclamando e vamos ver se melhora.
      Abraços.

  • elcioch  Disse:

    hua hua! muito bom esse comentário sobre o tal Blu-ray made in brasil.
    paga caro e nem sempre esta como queremos o produto.
    ja comprei DVDs que mostrava uma capa mas o conteúdo era outra versão do filme.
    Ja peguei uma com qualidade do youtube, isso é serio!
    pois o arquivo ali gravado no DVD era exatamente o mesmo que tinha visto no youtube.
    um amigo meu comprou um DVD e o extra desse era com uma imagem bem ruim e sem legenda.
    O bizarro foi que ele encontrou um DVD do mesmo só que pirata com o tal extra legendado e imagem melhor. putz!!

    • Don Costa  Disse:

      É verdade, elcioch.
      Lembro-me de dvds que vinham até com a dublagem sem sincronia. Mas o revoltante no caso que relatei, é a indústria reclamar da pirataria, encher os discos de travas, pedir redução de impostos e entregar um produto desses. Hoje, sites como o Tela de Cinema disponibiliza filmes com uma qualidade muito superior à vários lançamentos aqui no Brasil e ainda preenche uma lacuna que são as dublagens clássicas em imagens de alta definição.
      Eu gosto muito de comprar discos. Gosto de ter a caixa, gosto dos extras e da apresentação. Edições especiais de filmes clássicos como “…E o Vento Levou” (1939) ou “O Mágico de Oz” (1939) são muito bons, mesmo nas edições nacionais. Por isso acho um descalabro “Mutação” ter um Blu-ray tão pobre, não justificando sua compra, mesmo por valores inferiores à R$30,00. Não me importo em pagar R$150,00 por uma edição caprichada de “O Mágico de Oz”, Mas não pagaria R$30,00 por um disco de “Mutação” nas condições descritas acima.Ela não vale isso. Nenhum filme valeria isso nestas condições.
      O arquivo que consta nesta postagem está muito melhor.
      Boa sessão e um grande abraço.

  • m3zero  Disse:

    Obrigado pelo post Don Costa, já assisti esse filme a bastante tempo atrás e gostei muito!! Baixei a versão maior do mega mas estou tendo problema para descompactar, por favor dê
    uma olhada para ver se é só comigo.

    • Don Costa  Disse:

      Olá m3zero.
      Todos os arquivos que posto são previamente testados antes de serem upados.
      Qual o problema que você está tendo?
      Você está utilizando o winrar para descompactar?
      Qual é a mensagem de erro que aparece?
      Problemas com a senha?
      Algum arquivo aparece como corrompido?
      Geralmente o que ocorre é que o arquivo se corrompe durante o download. Neste caso você tem a opção de baixar novamente a parte corrompida e proceder normalmente com a descompactação. Outra opção é fazer a recuperação da parte corrompida, já que meus arquivos possuem informações de recuperação com o winrar.
      Informe qual mensagem de erro aparece para que eu possa ajudá-lo.
      Abraços.

      • m3zero  Disse:

        Obrigado pela atenção Don Costa, pelo winrar primeiro ele fala q a parte 02 esta corrompida(já baixei novamente,mas o erro persiste) e depois fala erro na parte 27, senha incorreta. tentei tbm descompactar com o B5 mas tbm fala q a senha esta incorreta.

        • Don Costa  Disse:

          Boa tarde, m3zero.
          Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos, em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
          Para executar essa recuperação faça o seguinte:
          Abra somente a parte corrompida (no caso, a parte 2) no winrar.
          Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
          Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
          Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse, no nosso caso: “fixed.M1997VDBR1080DÁRMZ.part02.rar”.
          Exclua a parte 2 original, renomeie esse arquivo recuperado para “M1997VDBR1080DÁRMZ.part02.rar e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
          Descompacte normalmente.
          Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
          Já a trecho que diz sobre a “parte 27 – senha incorreta”, é um aviso padrão do winrar que sempre aparece depois de algum erro em alguma parte (no caso, a parte 2). Esse aviso indica que a descompactação falhou ao final da última parte (no caso foi a 27) por erro de arquivo corrompido / senha incorreta.
          A senha não pode estar incorreta pois ela é gerada automaticamente pelo winrar quando eu crio os arquivos para upload, evitando assim, possíveis erros na digitação da mesma. Eu a digitei uma única vez quando programei o perfil de compactação do programa, e é a mesma que uso em todas as minhas postagens.
          Mas, para facilitar para você, que já baixou esse arquivo duas vezes, eu reupei a parte 2 e já a substitui na pasta de download.
          Baixe essa nova parte 2 (lembrando de, antes, eliminar a parte 2 que você baixou anteriormente), salve-a na mesma pasta das demais partes e tente descompactá-las.
          Aqui eu testei novamente e deu tudo certo.
          Abraços.

          • m3zero  Disse:

            Funcionou, valeu mesmo. Desculpe o trabalhão q te dei. Abraços Don Costa.

  • Alainstair  Disse:

    Parabéns Don Costa, filme mt bom! Não conhecia essa versão e fiquei mt curioso pra ver! Vc falou tudo com relação aos lançamentos, é um descaso total… ainda bem que temos o Tela, com excelentes colaboradores que nos presenteia com edições como essa! Baixando já!

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, amigo Alainstair.
      Provavelmente gostará, também, da versão do diretor.
      Como informei acima, as diferenças básicas são algumas alterações de sequência de algumas cenas, leves alterações em outras e adição de mais algumas que dão ênfase à um determinado aspecto da protagonista. As mudanças são bem sutis, até porque elas ficam praticamente concentradas na primeira metade do filme, mas elevam um pouco o tom dramático.
      Quanto aos Blu-rays nacionais, o Tela de Cinema está muito à frente de algumas empresas nos quesitos qualidade e diversidade. Mas sinto falta da parte física da coisa, e isso vem desde os tempos dos CDs. Tenho aqui o Physical Graffit do Led Zeppelin nas versões mp3 e CD. Mas nada supera o meu vinilzão com mais de 30 anos, cuja capa composta é uma verdadeira obra de arte. Ouvir o disco, mesmo com a pureza do som digital, não é a mesma coisa sem o ritual de segurar a capa, a contra-capa e o encarte enquanto John Bonham tenta destruir a bateria com as baquetas ao mesmo tempo em que Robert Plant rasga o microfone com agudos absurdos. Em paralelo, John Paul Jones traça linhas de baixo únicas e sóbrias em cada faixa, contrapondo-as com a poesia dos riffs e solos da guitarra mágica de Jimmy Page. Não é só a música. É o conjunto da obra.
      No caso dos filmes, antes de assistir à alguns dos meus Blu-rays, dou uma passada nos extras, nos encartes e até nos livros que acompanham o filme (a maioria em inglês, infelizmente). É uma preparação e um complemento que deixam a experiência da sessão mais completa. Uma informação ou curiosidade sobre uma cena ou um ator em particular torna o filme ainda mais interessante. É por isso que tento trazer o máximo de informação possível em cada postagem. Eu tento transformá-la em um “encarte” do filme, tal qual nos Blu-rays mais elaborados. Apesar da enorme dor de cabeça que provoco nos quatro oficiais do Tela responsáveis pela editoração das páginas, os marujos, incluindo eles, parecem apreciar o resultado final tanto quanto eu. Apenas a indústria nacional parece que não entendeu que existe um mercado mais exigente para os Blu-rays. Podem fazer edições mais simples e baratas se quiserem (desde que não sejam como essa aberração que denunciei acima), mas que lancem os mesmos filmes também em edições mais completas para quem quer mais do que simplesmente assistir ao filme.
      Se a industria reclama que não lança edições mais completas porque não existe mercado que compense tal investimento, talvez ocorra exatamente o contrário. O mercado não existe porque edições mais completas não são lançadas. Como informei no manifesto, mais da metade do meu acervo é importado. Não que eu prefira os importados. É que eu não encontrei edições especiais destes mesmos filmes no Brasil. E eu não acredito que seja só eu que procuro por estas edições.
      Bem. Continuemos reclamando e esperemos que melhore. Enquanto isso, vamos fazendo nossas próprias edições especiais como as várias que existem aqui no Tela.
      Obrigado pela mensagem.
      E um grande abraço.

  • FX  Disse:

    Mega trabalho demais! Parabéns Dom Costa por essa grande postagem e os companheiros pelo áudio,tenho esse filme em TV-Rip gravado inédito na tela quente em 2000.só não postei porque não tem o começo,na parte que o locutor narra o nome do filme muito obrigado!!!

    • Don Costa  Disse:

      Obrigado FX.
      Mas não se preocupe com esses pequenos problemas em TV-Rips. O que você tiver de TV-Rip aí, se quiser, poste pra nós. Poste com comerciais e tudo. No mínimo vamos ter aquela sensação nostálgica de assistir ao filme com as legendas anunciando as partes, o logotipo do Tela Quente ou da Globo e os comerciais da época. Além disso, sempre aparece alguém para remasterizar um TV-Rip, não importando o seu estado.
      Tenha uma boa sessão.
      Abraços.

  • FX  Disse:

    Ola amigo Don Costa infelizmente não da pra gravar,o vhs ta muito ruim ontem fui até de madrugada 5 vezes chega aos 40 minutos o videocassete da stop,é aquela bondade de emprestar pra um colega que empresta para vários colegas entende…tenho 2 videocassete um Toshiba e o outro Sony os dois deram stop,mas o pior que no vhs tem outro tv-rip panico que eu gravei a primeira vez na record.o grande problema é o stop não vai de jeito nenhum,tenho um cuidado com os videocassetes se quebrar não encontra peça.mas tenho outros tv-rips com um tempo eu envio pra galera falou um grande abraço.

  • f.ny  Disse:

    tá dando erro de senha, amigo…

  • Don Costa  Disse:

    Olá amigo.
    A senha está correta.
    Evite copiar e colar, pois isso pode provocar erros.
    Sempre digite a senha:

    teladecinema.net

    Abraços.

  • Dark Alien  Disse:

    Ei Marujo, obrigado pelo trabalho que teve. Não estou conseguindo baixar as partes 2 e 3 da versão do diretor (reduzida). O link da parte 2 baixa um html, e o link da parte 3 está inválido.
    Se puder corrigir, agradeço desde já.
    Abs

    • Don Costa  Disse:

      Oi Dark Allen.
      Verifiquei, aqui, e esses dois links foram deletados pelo 4shared. Esse servidor está me dando dor de cabeça desde o início deste ano. Por isso eu estou deixando de utilizá-lo e transferindo todos os meus arquivos menores para o pcloud. Só que eu não tenho mais os arquivos compactados deste filme. Então terei de reencodar, compactar e upar ele novamente. Esse procedimento levará alguns dias e, infelizmente, as novas partes serão incompatíveis com as que você já baixou, obrigando-o a baixar todas elas novamente. Caso não queira esperar, ainda tem a opção de baixar o arquivo maior pelo Mega, que está funcionando normalmente.
      Tentarei substituir a versão reduzida ainda este mês.
      Muito obrigado pelo aviso.
      Grande abraço.

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, farra4ever!
      É bom vê-lo novamente prestigiando as minhas postagens.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • Loganbr  Disse:

    Sem palavras! Não sei se elogio o seu trabalho ou a sua indignação. Relatos como esse alimentam a minha sensação de impotência em relação a tudo que acontece nesse país. Já ando evitando notícias para não abalar meu humor.

    Muito obrigado

    Belo trabalho, man

    • Don Costa  Disse:

      Olá Loganbr!
      Geralmente eu não gosto de criar polêmica aqui no Tela. Sempre o vejo como um espaço de lazer e relaxamento com os amigos que encontro no site. Mas esse lançamento do bluray de Mutação me tirou do sério. Eu ficaria envergonhado de produzir algo assim para vender.
      Minhas remasterizações estão longe de serem perfeitas, mas pelo menos eu as compartilho gratuitamente com os amigos na rede, e que acabam se espalhando pela internet. Agora, uma empresa do porte desta distribuidora oferecer um produto destes não tem cabimento.
      Mas voltemos ao nosso local de lazer e relaxamento. Vamos deixar esse lançamento oficial de lado e curtir o que a tecnologia atual nos possibilita, que é a criação de nossos próprios blurays e o compartilhamento através deste magnífico veículo que é o Tela de Cinema.
      Espero que tenha uma boa sessão.
      Grato pelo comentário e um grande abraço.

  • Gabriela T.  Disse:

    Parabéns, Don Costa. Eu não sou muito fã de filmes de terror, mas estou (tentando) aprendendo a gostar. Vou baixar e conferir.
    Valeu. Muito obrigada.

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, Gabriela?
      Filmes de monstros são quase que uma subcategoria do gênero “Terror”. Geralmente eles não se focam tanto no suspense quanto no monstro em si. Isso os deixam um pouco mais ágeis e menos tensos que os de temática “sobrenatural”, por exemplo.
      Mas neste caso em particular eu recomendo cautela se você tiver medo de baratas. O filme pode lhe causar alguns pesadelos.
      Muito obrigado pelo comentário.
      Um grande e forte abraço pra você.

  • Piero  Disse:

    Olá, Don Costa!
    Muito obrigado por postar esse filme!
    Mas estou tendo dificuldades para extrair a versão de 2,01 GB em 1080p!
    Está dando a mensagem “Erro de soma de verificação no arquivo codificado Mutação – 1997 – Versão do Cinema – BRrip – 1080p – Dual Áudio – RMZ.mkv. O arquivo está corrompido ou a senha está errada.” nas partes 10 e 11.
    Tentei tanto pelo winrar, quanto pelo 7 ZIP! Ambos deram erro na extração!
    Seria possível checar, por favor?
    Queria mto ver esse filme!
    Grato e aguardo retorno!

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde Piero.
      Provavelmente a parte 10 se corrompeu durante o download. A informação da parte 11 é um padrão utilizado pelo Winrar que sempre aponta a parte corrompida e também a última parte, pois o erro é confirmado após a tentativa de extração dela, mesmo que ela não esteja corrompida.
      Faça o seguinte. Elimine esta parte 10 corrompida. Baixe-a novamente, mas desta vez utilize um gerenciador de downloads como o JDownloader, que é gratuito e miniminiza estes problemas de corromper arquivos durante o download. Após o download, mova esta nova parte 10 para a mesma pasta onde estão as outras partes. Extraia normalmente.
      Se for necessário repita o processo com a parte 11.
      Atualmente está havendo muita incompatibilidade entre os servidores de hospedagem e os navegadores. Recomendo que nunca faça downloads direto pelos navegadores, pois as chances de problemas nos arquivos baixados é grande. Utilize sempre gerenciadores de download.
      Por favor, avise-nos quando conseguir resolver o problema.
      Abraços.

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