METRÓPOLIS (Legendado) – 1927

METROPOLIS – 1927
DRAMA – FC
DIREÇÃO: Fritz Lang
ROTEIRO: Thea von Harbou, Thea von Harbou
IMDb: 8,4
http://www.imdb.com/title/tt0017136/

VERSÃO FINAL DE 2010 – LEGENDADO

Postado por Don Costa


Formato: MKV
Qualidade: BRRip 700p
Tamanho: 1.60 GB
Duração: 150 min.
Legendas: Português (FIXAS)
Áudio: Mudo
Servidor: 4Shared (dividido em partes)
Uploader: Don Costa

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AMOSTRA: METRÓPOLIS

Parte 01: METRÓPOLIS
Parte 02: METRÓPOLIS
Parte 03: METRÓPOLIS
Parte 04: METRÓPOLIS
Parte 05: METRÓPOLIS
Parte 06: METRÓPOLIS
Parte 07: METRÓPOLIS

Metrópolis, ano 2026. Os poderosos ficam na superfície, onde há o Jardim dos Prazeres, destinado aos filhos dos mestres. Os operários, em regime de escravidão, trabalham bem abaixo da superfície, na Cidade dos Trabalhadores. Esta poderosa cidade é governada por Joh Fredersen (Alfred Abel), um insensível capitalista cujo único filho, Freder (Gustav Fröhlich), leva uma vida idílica, desfrutando dos maravilhosos jardins. Mas um dia Freder conhece Maria (Brigitte Helm), a líder espiritual dos operários, que cuida dos filhos dos escravos. Ele conversa com seu pai sobre o contraste social existente, mas recebe como resposta que é assim que as coisas devem ser. Quando Josafá (Theodor Loos) é demitido por Joh, por não ter mostrado plantas que estavam em poder dos operários, Freder pede sua ajuda. Paralelamente Rotwang (Rudolf Klein-Rogge), um inventor louco que está a serviço de Joh, diz ao seu patrão que seu trabalho está concluído, pois criou um robô à imagem do homem. Ele diz que agora não haverá necessidade de trabalhadores humanos, sendo que em breve terá um robô que ninguém conseguirá diferenciar de um ser vivo. Além disto decifra as plantas, que são de antigas catacumbas que ficam na parte mais profunda da cidade. Curioso em saber o que interessa tanto aos operários, Joh e Rotwang decidem espioná-los usando uma passagem secreta. Ao assistir a uma reunião, onde Maria prega aos operários lhes implorando que rejeitem o uso de violência para melhorar o destino e pensar em termos de amor, dizendo ainda que o Salvador algum dia virá na forma de um mediador. Mas mesmo este menor ato de desafio é muito para Joh, que ouviu a fala na companhia de Rotwang. Assim, Joh ordena que o robô tenha a aparência de Maria e diz para Rotwang escondê-la na sua casa, para que o robô se infiltre entre os operários para semear a discórdia entre eles e destruir a confiança que sentem por Maria. Mas Joh não podia imaginar uma coisa: Freder está apaixonado por Maria.

Metrópolis foi severamente editado e encurtado logo após a sua estreia, gerando várias versões diferentes. Desde então, ¼ do filme foi considerado perdido para sempre. Nas versões existentes até 2008, as partes faltantes eram substituídas por legendas diante de um fundo preto, contando o que acontecia na cena. A versão mais conhecida no Brasil tem cerca de 90 min. Mas em 2008, foi encontrada uma cópia quase completa do filme original em Buenos Aires na Argentina. Infelizmente a cópia estava em péssimo estado e fora copiada em 16mm, sendo portanto, menor que o original alemão. Até então, o original de Metropolis, com aproximadamente 170 min. de duração, era dado como perdido. As versões mais conhecidas eram a destinada aos EUA, abreviada com 120 min., as versões alemãs de 1927 e 1928, a alemã oriental adaptada para TV e, mais recentemente, as versões da Eureka Video (1992, 139 min.), Kino (1989, 90 min.), e Moroder (1984, 83 min.), elaborada por Giorgio Moroder em 1984, colorizada e com trilha sonora, parte eletrônica, parte composta por músicos do pop/rock da época. Mesmo em péssimo estado, em 2010, essa cópia encontrada na Argentina foi utilizada, juntamente com a última restauração feita em 2001, numa nova restauração, com 25 minutos que faltavam, deixando o filme quase completo pela primeira vez em mais de 80 anos. Essa última versão tem 150 min. E é a que está sendo postada, com legendas em português.

Notem que o material encontrado na Argentina é facilmente identificado no vídeo, pois apresenta uma imagem ruim além de bordas pretas na parte superior e lateral esquerda devido à diferença de tamanho. Porém foi o máximo que se conseguiu melhorar, mesmo com as mais modernas técnicas de restauração. Mas vale a pena assistir assim mesmo, pelo grande valor histórico do filme. Do filme original de 1927, ainda faltam aproximadamente 18 min. que nunca mais foram encontrados.

– A primeira versão de Metrópolis tinha mais de três horas de duração, mas se perdeu;
– A primeira versão americana tinha 159 minutos e a alemã 153 minutos. Há uma versão restaurada pelo Filmmuseum Munich, que editou cenas perdidas e tem 150 minutos;
– Uma versão inglesa, chamada erroneamente de “versão do diretor”, tem 139 minutos;
– Há uma versão dos anos 80, restaurada na Alemanha, com 115 minutos, mas a versão em vídeo tem apenas 93 minutos;
– Em 1996, foi feita uma versão americana com música, que tem 115 minutos. Existe uma outra versão, só com 94 minutos, que tem uma trilha sem música e apenas efeitos eletrônicos gerando som;
– Em 2001, uma versão restaurada foi apresentada no Festival de Berlim, mostrando cenas que eram consideradas perdidas, e dura 147 minutos;
– Existem ainda as versões com 119 minutos (DVD) e 87 minutos (1984), que foi colorizada e musicada por Giorgio Moroder;
– Foi um dos filmes mais caros da história do cinema, tendo custado na época cinco milhões de marco
s, e quase levou a Universum Film S.A. à falência;
– Teve pelo menos 1100 extras;
– Em 2008, em Buenos Aires, Argentina, foi encontrada a versão original do filme;
– A versão original foi restaurada e exibida na edição de 2010 do Festival de Berlim, data em que o festival comemorou 60 anos.






Alfred Abel … Joh Fredersen
Gustav Fröhlich … Freder – Joh Fredersen’s Son
Rudolf Klein-Rogge … C.A. Rotwang – the Inventor
Fritz Rasp … The Thin Man
Theodor Loos … Josaphat
Erwin Biswanger … 11811 – Georgy
Heinrich George … Grot – the Guardian of the Heart Machine
Brigitte Helm … The Creative Man / The Machine Man / Death / The Seven Deadly Sins / Maria



# país: Alemanha
# duração original: 145 min (210 min. original)
# estúdio: Universum Film (UFA)
# distribuidora: Paramount-Ufa-Metro-Verleihbetriebe GmbH (Parufamet)

4 comentários para METRÓPOLIS (Legendado) – 1927

  • Napoleon1701  Disse:

    Clássico da ficção e com uma baita história,tanto a do filme,quanto a própria história real das cópias perdidas e encontradas,cortadas,reeditadas,musicadas…Enfim,um épico só nesses encontros e desencontros da história das cópias. Valeu pela cópia disponibilizada e ainda,ao que parece,não definitiva, Don Costa. Abração!!!!

  • Don Costa  Disse:

    Olá Napoleon.
    A primeira vez que ouvi falar de Metrópolis foi em 1984 através de um videoclipe da banda inglesa Queen. Imagens do filme foram utilizadas no vídeo da música “Radio Ga Ga”. Desde então eu fui à caça daquele filme. Não sei a sua idade, mas imagine um mundo sem internet e sem instituições com enormes acervos digitais como as que existem hoje. Qualquer pesquisa tinha de ser feita em bibliotecas públicas ou percorrendo as inúmeras videolocadoras das cidades. Encontrei várias informações sobre o filme nas bibliotecas. Jamais encontrei o filme nas locadoras. Só consegui assisti-lo pela primeira vez em 2002, sem legendas, depois que disponibilizaram a cópia restaurada na internet (banda larga ainda engatinhando e pouquíssimas opções para download de arquivos. Streaming então, nem pensar).
    Mas valeu a pena esperar quase 20 anos. O filme é maravilhoso e a história por trás dele, então renderia outro clássico. O diretor Fritz Lang, por exemplo era contra o nazismo e fugiu para a França separando-se de sua esposa e roteirista de Metrópolis, Thea von Harbou, que era simpatizante de Hitler, quando ambos foram convidados para produzirem filmes para o partido nazista. Junta-se à isso essa caça ao tesouro para encontrar todas as partes perdidas do filme, mais o seu usto exorbitante e o trabalho da produção em si. Daria um filmaço, por enquanto com um final quase feliz. Quem sabe alguém não encontra os minutos faltantes do filme em algum sótão bolorento por aí.Vamos torcer. Fecharia a história com chave de ouro.
    Grande abraço.

  • facebook_ailton.salessantos.9  Disse:

    Mais um clássico! Obrigado, Don Costa!

    • facebook_don.costa.5243  Disse:

      Clássico dos clássicos, Ailton.
      Que bom que esta obra sobreviveu ao tempo e às guerras e chegou até nós.
      Meio aos trancos e barrancos (e aos cortes), mas chegou!!!!
      Grande abraço.

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