MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) – 1968

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) – 1968
O JECA E A FREIRA – 1968
BRASIL
COMÉDIA
DIREÇÃO: Amácio Mazzaropi
ROTEIRO: Amácio Mazzaropi
IMDb: 6,4 https://www.imdb.com/title/tt0191210/

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1968 CAPA-MAZZAROPI-O-JECA-E-A-FREIRA-HDTV1080PNACIONAL-1968

RMZ HDTV REMASTERIZADO INÉDITO EXCLUSIVO RARÍSSIMO
PELA PRIMEIRA VEZ EM FULL HD – AC3 5.1ch Mod – NACIONAL

Postado por Mandrake

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1968 1+dados+do+arquivo

Formato: MKV
Qualidade: HDTV 1080p (1920×1080) 16:9
Tamanho: 4.23 GB
Duração: 1 h 37 min
Legenda: S/L
Áudio: Português-BR Versão Exclusiva AC3 5.1ch Mod
Menu: Português BR 1 Capítulo (Small)
Crédito RMZ, Edição, Áudio Modificado: Mandrake
Servidor: Mega 1GDrive 1GDrive 2Mega 2 (Parte Única) Compactada Winrar
RMZ Encoder Uploader: Mandrake

NOTA: Estes Arquivos foram devidamente compactados com o uso do “WinRar v5.71”.
Utilize esta mesma versão do Programa para extração correta dos arquivos sem erros.

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1968 Intro

Dando continuidade com este Mito e Gênio da Comédia, o próximo Filme, é este Inesquecível Clássico do Cinema Nacional que desembarca no Tela de Cinema. É hora de  “Amácio Mazzaropi” em um de seus maiores sucesso “O Jeca E A Freira”. Nossa história começa na época da Escravidão no Brasil, século 19, no interior do Estado de São Paulo, o poderoso latifundiário Pedro toma a pequena criança Celeste do casal de caipiras colonos, Sigismundo e Floriana, e a cria como filha. Treze anos depois, Celeste está de férias do colégio religioso e retorna à fazenda acompanhada da freira Irmã Isabel. Pedro avisa aos pais dela que a moça continuará na casa dele e os ameaça de morte caso lhes revelem a verdade. Com a ajuda do Coronel Orlando e dos filhos dele, Cláudio, Otávio e Sônia, e do filho mais velho, Fernando, Sigismundo e Floriana enfrentam Pedro e tentam contar à Celeste sobre quem é sua verdadeira família. Gravado em “HDTV” de altíssima qualidade, este é mais um grande Sucesso do Cinema Nacional, que você encontra aqui com exclusividade unica, pela Primeira vez em “Full HD” no Tela de Cinema. Vale apena conferir.

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1968 Projeto

Sobre Projeto deste Filme, também colorido e totalmente Restaurado e Remasterizado, apresenta uma das melhores Imagens muito boa e de excelente definição já Remasterizada. Efetuei alguns ajustes essenciais no HDR, não sendo necessário Completa “Restauração ou Remasterização”. Efetuei ajustes na imagens, suavizei mais a cor e eliminei os excessos, apliquei mais Contraste Dinâmico, ajustei o Gama e a profundidade de Campo. Já o resto fica por conta da minha “RTX 2070” e do meu Editor “Davince Resolve Pro”. Encode” criado em tamanho Único. O áudio apresenta uma boa qualidade, apenas editei retirei e reduzi o máximo de chiado possível, estalos, normalizei o volume, apliquei mais graves e agudos. E por fim criei o Áudio Dolby (AC3) 5.1ch Mod final. Este pronto mais um Projeto. Vamos começar logo abaixo, com a “Descrição Completa do Filme”, Info e Media Info do Filme, logo após “Previews”, Trailer Personalizado, na sequência, Descrição do Filme, Link’s , Lista de Servidores, Críticas, Curiosidades, Screenshots, Premiações, Elenco Completo, Ficha Técnica Completa, etc.
 
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INFO
MEDIA INFO

Geral

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Nome completo : Mazzaropi, O Jeca e a Freira [Remasterizado] 1968 HDR HDTV 1080p by Mandrake AC3 5.1 (Nacional).mkv
Formato : Matroska
Versão do Formato : Version 4
Tamanho do arquivo : 4.23 GiB
Duração : 1 h 37 min
Taxa de Bits Total : 6 236 kb/s
Nome do Vídeo : Mazzaropi, O Jeca e a Freira [Remasterizado] 1968 by Mandrake
Data da codificação : UTC 2019-09-13 11:50:17
Programa usado : mkvmerge v37.0.0 (‘Leave It’) 64-bit
Biblioteca usada : libebml v1.3.9 + libmatroska v1.5.2

Vídeo

ID : 1
Formato : AVC
Formato/Informações : Advanced Video Codec
Perfil do Formato : High@L4.1
Conf. do Formato : CABAC / 5 Ref Frames
Conf do Formato, CABAC : Sim
Conf do Formato, Quadros de Ref. : 5 quadros
ID do Codec : V_MPEG4/ISO/AVC
Duração : 1 h 37 min
Taxa de bits : 5 594 kb/s
Largura : 1 920 pixels
Altura : 1 080 pixels
Proporção da imagem : 16:9
Modo de taxa de quadros : Constante
Taxa de quadros : 29.273 FPS
Taxa de quadros original : 29.970 (30000/1001) FPS
ColorSpace : YUV
ChromaSubsampling/String : 4:2:0
BitDepth/String : 8 bits
Tipo de Scan : Progressivo
Bits/(Pixels*Quadros) : 0.092
Tamanho da Faixa : 3.80 GiB (90%)
Título : Mazzaropi, O Jeca e a Freira [Remasterizado] 1968 by Mandrake
Biblioteca usada : x264 core 157 r2935 545de2f core 345 core 144 boot x265 head
Configurações de codificação : cabac=1 / ref=5 / deblock=1:0:0 / analyse=0x3:0x113 / me=umh / subme=9 / psy=1 / psy_rd=1.00:0.00 / mixed_ref=1 / me_range=16 / chroma_me=1 / trellis=2 / 8x8dct=1 / cqm=0 / deadzone=21,11 / fast_pskip=1 / chroma_qp_offset=-4 / threads=32 / vgamanufacture=galax vgamodel=27NSL6HPZ7MN / gpucudacore=2304 / gputhreads=218x1028cf / gpuclock=1620 / gpuclockoc=1665 / vramclock=on / vram=8gb / vramspec=gddr6 / vramspeedclock=14gbps / gpuramhead=on / ssdcachehead=on / ssdcache=0x384c / ssdcache=0x384c / rammemohead=on / cpuramhead=on / lookahead_threads=2 / sliced_threads=0 / nr=0 / decimate=1 / interlaced=0 / bluray_compat=0 / constrained_intra=0 / bframes=8 / b_pyramid=2 / b_adapt=2 / b_bias=0 / direct=2 / weightb=1 / open_gop=0 / weightp=2 / keyint=300 / keyint_min=30 / scenecut=40 / intra_refresh=0 / rc_lookahead=60 / rc=abr / mbtree=1 / bitrate=5500 / ratetol=1.0 / qcomp=0.60 / qpmin=0 / qpmax=69 / qpstep=4 / vbv_maxrate=62500 / vbv_bufsize=78125 / nal_hrd=none / filler=0 / ip_ratio=1.40 / aq=1:1.00
Idioma : Português
Default : Sim
Forced : Não

Áudio

ID : 2
Formato : AC-3
Formato/Informações : Audio Coding 3
Format_Commercial_IfAny : Dolby Digital
ID do Codec : A_AC3
Duração : 1 h 37 min
Modo da taxa de bits : Constante
Taxa de bits : 640 kb/s
Nº de canais : 6 canais
ChannelLayout : L R C LFE Ls Rs
Taxa de amostragem : 48.0 kHz
Taxa de quadros : 31.250 FPS (1536 SPF)
BitDepth/String : 16 bits
Tamanho da Faixa : 445 MiB (10%)
Título : Português AC3 5.1 by Mandrake
Idioma : Português
ServiceKind/String : Complete Main
Default : Sim
Forced : Não

Menu

00:00:00.000 : pt: Mazzaropi, O Jeca e a Freira 1968 by Mandrake

…..:::MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA:::….. É MAIS UM GRANDE CLÁSSICO DO NOSSO CONSAGRADO ATOR “AMÁCIO MAZZAROPI” – UM VERDADEIRO MITO E GÊNIO DA COMÉDIA NACIONAL, QUE TANTO NOS ENCANTOU, FEZ GRANDE SUCESSO E NOS DEIXOU GRANDE SAUDADE… DO DIRETOR, “Amácio Mazzaropi” INSPIRADO NO ROTEIRO PRÓPRIO DE NOSSO MITO E GÊNIO “Amácio Mazzaropi” JUNTO A GRANDE ELENCO… PELA PRIMEIRA VEZ EM FULL HD, FEITO UNICAMENTE E EXCLUSIVAMENTE PARA O TELA DE CINEMA… ESTE GRANDE CLÁSSICO, É MAIS UMA “VERSÃO INÉDITA, RARÍSSIMA E EXCLUSIVA” GRAVADO EM HDTV REAL DE ALTÍSSIMA QUALIDADE DE IMAGEM E ÁUDIO. É MAIS UM GRANDE SUCESSO DESTE ÍCONE DO CINEMA NACIONAL, QUE VOCÊ ENCONTRA JUNTO AO MEU PROJETO EXCLUSIVO SOMENTE AQUI NO “TELA DE CINEMA” COM ESTA QUALIDADE DE SEMPRE. RECOMENDO!!! BOM FILME A TODOS!!! ABS… MANDRAKE

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Ele foi o primeiro humorista da TV brasileira e o primeiro brasileiro a fazer sucesso no cinema, mesmo em uma época de difícil acesso a tecnologias. O jeca mais querido do Brasil, Mazzaropi, deixou-nos há 37 anos. Porém, confortados pelo legado e pela obra imortalizada, que em 30 anos de produções cinematográficas, leva mais de 200 milhões de brasileiros aos cinemas, numa época que no Brasil as salas de cinema estavam restritas às grandes cidades.
 
No dia 19 de junho, dia do cinema brasileiro, recorda-se uma história peculiar e vitoriosa de um brasileiro visionário, que soube aproveitar oportunidades, não teve medo de arriscar e que pode ser facilmente relembrada em uma propriedade privada na cidade de Taubaté (SP).
 
Em 1946, convidado por Dermival Costa Lima, da Rádio Tupi, Mazzaropi estreou o programa dominical Rancho Alegre, encenado ao vivo no auditório da emissora no bairro do Sumaré e dirigido por Cassiano Gabus Mendes. Em 1950, este mesmo programa estreou na TV Tupi, mas agora contava com a coadjuvação dos atores João Restiffe e Geny Prado. De acordo com a assessoria de imprensa do Museu Mazzaropi, este foi o primeiro programa humorístico da televisão brasileira. “Quando inaugurou a TV Tupi no Brasil, ele foi o primeiro humorista da TV, levando o mesmo programa que ele tinha na rádio, e só aos 40 anos ele vai começar no cinema, na Vera Cruz, que era a Hollywood brasileira da época. Ele faz três filmes por lá, Sai da Frente, Nadando em Dinheiro e Candinho” com participações de “Geny Prado”.
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Desde muito cedo, o pequeno Amácio passou longas temporadas no município de Tremembé (SP), na casa do avô materno, o português João José Ferreira, exímio tocador de viola e dançarino. Seu avô também era animador das festas do bairro onde morava, às quais levava seus netos que, já desde cedo, entraram em contato com a vida cultural do caipira, que tanto inspirou Mazzaropi. Filho de Bernardo Mazzaropi, um imigrante italiano e Clara Ferreira, portuguesa, com apenas dois anos de idade, sua família mudou-se para Taubaté (SP).
 
Em 1919, sua família volta à capital paulista e Mazzaropi ingressa no curso primário do Colégio Amadeu Amaral, no bairro do Belém. Bom aluno, era reconhecido por sua facilidade em decorar poesias e declamá-las, tornando-se o centro das atenções nas festas escolares. Em 1922, morre o avô paterno e a família muda-se novamente para Taubaté, onde abrem um pequeno bar. Mazzaropi continua a interpretar tipos nas atividades escolares e começa a frequentar o mundo circense. Preocupados com o envolvimento do filho com o circo, os pais mandam Amácio aos cuidados do tio Domenico Mazzaropi, em Curitiba (PR), onde trabalhou na loja de tecidos da família e começava a fazer suas diferença.
 
Em 1926, aos 14 anos, regressa à capital paulista ainda com o sonho de participar em espetáculos de circo e, finalmente, entra na caravana do Circo La Paz. Nos intervalos do número do faquir, Mazzaropi conta anedotas e causos, ganhando uma pequena gratificação. Sem poder se manter sozinho, em 1929 Mazzaropi volta a Taubaté com os pais, onde começa a trabalhar como tecelão, mas não consegue se manter longe dos palcos e atua numa escola do bairro. E era aí onde ele já fazia diferença.
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Com a Revolução Constitucionalista de 1932, segue-se uma grande agitação cultural e Mazzaropi estreia em sua primeira peça de teatro, chamada A herança do Padre João. Já em 1935, consegue convencer seus pais a seguir turnê com sua companhia e a atuarem como atores. Até 1945, a Troupe Mazzaropi percorre muitos municípios do interior de São Paulo. Com a morte da avó materna, dona Maria Pita Ferreira, Mazzaropi recebe uma herança suficiente para comprar um telhado de zinco para seu pavilhão, podendo assim estrear na capital, com atuações elogiadas por jornais paulistanos. Depois, parte com a companhia em turnê pelo Vale do Paraíba. A grave situação de saúde de seu pai complica a situação financeira da companhia de teatro e, em 8 de novembro de 1944, morre Bernardo Mazzaroppi. Dias após a morte de seu pai, estreia no Teatro Oberdan ao lado de Nino Nello, sendo ator e diretor da peça Filho de sapateiro.
 
Convidado por Abílio Pereira de Almeida e Franco Zampari, Mazzaropi estreia seu primeiro filme, intitulado Sai da Frente, em 1952, rodado pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Com as dificuldades financeiras da Vera Cruz, Mazzaropi faz, até 1958, mais cinco filmes por outras produtoras. Naquele mesmo ano, vende sua casa e cria a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi) e passa não só a produzir, mas distribuir os filmes em todo o Brasil. O primeiro filme da nova produtora foi o Chofer de Praça.
 
Em 1959 é convidado por José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, mais conhecido como Boni, na época da TV Excelsior de São Paulo, a fazer um programa de variedades que fica no ar até 1962. Neste mesmo ano começa a produzir um de seus filmes mais famosos, Jeca Tatu, personagem inspirado desde “Chico Fumaça”.
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Em 1961, Mazzaropi adquire uma fazenda onde inicia a construção de seu primeiro estúdio de gravação, que produziria seu primeiro filme em cores, Tristeza do Jeca, que foi também o primeiro filme veiculado na televisão pela Excelsior, ganhando os prêmios de melhor ator coadjuvante, Genésio Arruda, e melhor canção.
 
Cinco anos mais tarde, lança o filme O Corintiano, recorde de bilheteria do cinema nacional. Em 1972 é recebido pelo então presidente da República, o general Emílio Garrastazu Médici, a quem pede mais apoio ao cinema brasileiro. Em 1973, produz Portugal, minha saudade, com cenas gravadas no Brasil e em Portugal.
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Seu 33º filme, Maria Tomba Homem, nunca seria terminado. Depois de 26 dias internado, Mazzaropi morre, vítima de um câncer na medula óssea aos 69 anos de idade, no hospital Albert Einstein, em São Paulo. É enterrado na cidade de Pindamonhangaba (SP), no mesmo cemitério onde seu pai já repousava. Nunca se casou, mas, segundo declarações de pessoas próximas, nutriu durante a vida um amor “platônico” pela apresentadora e amiga Hebe Camargo.
 
No ano seguinte, começa a construir em Taubaté um grande estúdio cinematográfico, uma oficina de cenografia e um hotel para os atores e técnicos. A partir de então, produz e distribui mais cinco filmes até 1979. Neste local que hoje ficam o Hotel Fazenda e as instalações do Museu Mazzaropi.
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Na Zona Rural da cidade, a uns 20 minutos da Rodovia Presidente Dutra, foi inaugurado no ano 2010 o Museu Mazzaropi. O local não resgata somente lembranças pelo fato de ser um museu com mais de 20 mil peças, mas sim, por ser exatamente o lugar onde Mazzaropi filmou grandes sucessos de bilheterias. É simplesmente ter a sensação de que pisa-se o mesmo chão em que pisou o mestre e pioneiro do cinema nacional.
 
No museu, pode-se encontrar equipamentos que eram utilizados nas filmagens, tanto para produção, quanto para exibição dos filmes, como os projetores, uma moviola (equipamento utilizado para realizar edições das imagens), os rolos dos filmes, o microfone, a filmadora etc. Eram equipamentos importados e inéditos no cinema nacional. Alguns pertenciam à Vera Cruz, que foi a produtora onde ele começou no cinema. São painéis que contam toda a sua trajetória artística e de vida, desde o nascimento, em 9 de abril de 1912, até a morte, em 13 de junho de 1981.
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As paredes do museu mostram que o seu auge como artista começa aos 40 anos, quando inicia a carreira no rádio, seguindo pela televisão e terminando no cinema, na Vera Cruz e na PAM Filmes. No museu, é possível recordar que, depois da Vera Cruz, o humorista trabalhou para outras companhias, mas em 1958 criou a própria produtora, Produções Amácio Mazzaropi, mais conhecida como PAM Filmes, responsável por produzir 24 filmes (quase um filme por ano) e sempre com o lucro do filme anterior, criando assim a indústria do cinema. Antes, ele possuía outro estúdio que era chamado Fazenda da Santa, distante mais ou menos oito quilômetros das últimas instalações. Depois de lá, construía o estúdio e acomodações para as pessoas enquanto filmava. E quando não filmava, abriu o local como um hotel, porque já tinha toda a estrutura. O local serviu de cenário para os últimos filmes da carreira.
 
Todo o acervo do museu vem sendo acumulado desde 1992. O Instituto Mazzaropi, com o intuito de recolher, colecionar e fazer um museu, começou a receber pessoas que traziam objetos. São móveis que Mazzaropi comprava para fazer as filmagens ou eram móveis da casa dele que ele poderia utilizar também para as filmagens, objetos similares, figurino, etc. A intenção sempre foi manter a história, que também pode ser considerada um turismo cultural. Um verdadeiro resgate para as novas gerações”, explica.
 
O Museu Mazzaropi começou a tomar forma em 1992 por João Roman Júnior (já falecido) como uma forma de homenagear o velho amigo e cineasta brasileiro. Já a inauguração das atuais dependências do Novo Museu Mazzaropi ocorreu em 2010 e marcou de forma definitiva o alicerce da preservação histórica. Os filhos de João Roman Júnior dão continuidade ao trabalho de resgate e divulgação da obra de Mazzaropi, acreditando na importância da preservação da memória deste personagem do cinema brasileiro.
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O museu está aberto de terça a domingo, das 8h30 às 12h30, a visitas em grupos, famílias, curiosos, estudiosos. Quem quiser e tiver o interesse pode vir. O valor é de R$ 11,00 e R$ 6,00 para estudante e terceira idade”, indica.

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1952 – Sai da frente
1952 – Nadando em dinheiro
1954 – Candinho
1955 – A carrocinha
1956 – Fuzileiro do Amor
1956 – O Gato de Madame
1956 – Chico Fumaça
1957 – O Noivo da Girafa
1958 – Chofer de Praça
1959 – Jeca Tatu
1959 – As Aventuras de Pedro Malazartes
1960 – Zé do Periquito
1961 – Tristeza do Jeca
1961 – O Vendedor de Linguiça
1962 – Casinha Pequenina
1963 – O Lamparina
1964 – Meu Japão Brasileiro
1965 – O Puritano da Rua Augusta’
1966 – O Corintiano
1967 – O Jeca e a Freira
1969 – No Paraíso das Solteironas’
1969 – Uma pistola para Djeca
1970 – Betão Ronca Ferro
1972 – O Grande Xerife
1973 – Um Caipira em Bariloche
1973 – Portugal… Minha Saudade
1974 – O Jeca Macumbeiro
1975 – Jeca contra o Capeta
1977 – Jecão, um Fofoqueiro no Céu
1978 – O Jeca e seu filho preto
1979 – A Banda das Velhas Virgens
1980 – O Jeca e a Égua Milagrosa
Maria Tomba Homem (não concluído)

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───══✮ PREVIEW “HDTV” 1080P VERSÃO FINAL✮══───

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1968 Trailer

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– SOBRE O VÍDEO:
Versão Média – 1920×1080 – x264 – AVC – 16:9 – 29.970 FPS – High@4.1 – 5594 KBPS
Áudio: Português-BR Versão Exclusiva Editada AC3 5.1ch Mod 48.0 kHz 640 kbps
Capítulos: Menu Português BR (1 Capítulo) Small
– SOBRE O FILME:
Encode HDTV Remasterizado
Encodes criados em Tamanho Único
Fonte
(Tv Brasil, Tv Aberta / Fechada)
Criado Spoiler Info (Descrições Parciais)
Criado Spoiler Media Info (Descrições Completas)
Criado Release Completo Original
Criado Preview Imagem HDTV Remasterizado
Criado Trailer Personalizado
Excelente Qualidade de Imagem
Seleção das melhores imagens para esta Postagem…
– SOBRE O ÁUDIO:
RMZ Áudio Português
Áudio Editado, Restaurado
Criado Áudio AC3 5.1ch Mod Final Resync
Áudios no formato AC3 5.1ch Mod
Qualidade: Áudio Principal 5.1ch Mod 48 kHz 640 kbps
– LISTA DE SERVIDORES:
Servidores Disponíveis Online para Download
Mega 1GDrive 1GDrive 2Mega 2
Escolha o Servidor abaixo de sua Preferência

Ótimo Filme a todos!!!

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Na época da Escravidão no Brasil, século 19, no interior do Estado de São Paulo, o poderoso latifundiário Pedro toma a pequena criança Celeste do casal de caipiras colonos, Sigismundo e Floriana, e a cria como filha. Treze anos depois, Celeste está de férias do colégio religioso e retorna à fazenda acompanhada da freira Irmã Isabel. Pedro avisa aos pais dela que a moça continuará na casa dele e os ameaça de morte caso lhes revelem a verdade. Com a ajuda do Coronel Orlando e dos filhos dele, Cláudio, Otávio e Sônia, e do filho mais velho, Fernando, Sigismundo e Floriana enfrentam Pedro e tentam contar à Celeste sobre quem é sua verdadeira família.

MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) - 1968 Criticas

O Jeca e a Freira é um filme de comédia brasileiro, produzido em 1967 e lançado em 1968, dirigido e estrelado por Mazzaropi para a PAM Filmes. Números musicais com Mazzaropi e Marita Luisi, canções de autoria de Elpídio dos Santos. Filmado na Fazenda da Santa, Taubaté.
 
O Jeca criado por Mazzaropi é um personagem multifacetado. Características básicas como honestidade, bondade, laços familiares honrados, coragem para enfrentar as agruras da vida e os poderosos, normalmente vistos como gananciosos sem limites e pouco ou nenhum respeito pela condição dos menos  favorecidos, praticamente estão sempre presentes.
 
Muda o clima, muda a trama, muda a época, mas aquele homem de jeito muito simples – porém nada ingênuo – está sempre cercados de “tombos”  que a vida ou pessoas de má índole lhe reservam.  O que eles não sabem e nem esperam é a reação desse “caipira” , que acuado,  demonstra ter sangue nas veias e força para lutar sozinho, com a ajuda da família ou amigos de sua comunidade.
 
O Jeca e a Freira acontece no século XIX.   Nosso herói mora numa fazenda com sua família e sobrevive com dificuldade – visto o parco salário pago  pelo proprietário – o Coronel Pedro. O Jeca, aqui de nome Sigismundo, vive outro drama que corrói seu coração. Sua filha Celeste que lhe foi lhe tirada a força pelo Coronel Pedro, que a criou como filha e prometeu um dia devolvê-la. Trato que nunca pretendeu cumprir. Também  nunca revelou a verdade  para a menina, que  pensa ser ele o verdadeiro pai.
 
A filha, linda adolescente,  volta do colégio católico acompanhada pela freira Isabel. O coronel Pedro deixa claro a Sigismundo e sua mulher que a moça nunca mais vai voltar para a casa dos verdadeiros pais. O coronel tem verdadeiro ciúme da moça e a mantém como prisioneira – sempre ao lado da freira. E o pior, em meio a beijos e abraços “paternais”, ele  demonstra suas más intenções com Celeste.
 
Sigismundo vai lutar com bravura e principalmente esperteza ajudado pela freira – para restabelecer a verdade e reaver sua filha. Não sem antes enfrentar a fúria do coronel e seus capangas.
 
Melodrama e humor bem maroto, simples, fazem a marca de O Jeca e a Freira. A relação poder, poderosos e povo, é colocada como uma equação simples e fácil de ser observada.  Mas  o filme não  é maniqueísta ao apresentar a família de Cláudio, de posses, como justa e contrária as falcatruas e crimes  cometidos pelo coronel Pedro.
 
No elenco, Maurício do Valle interpreta com correção o coronel Pedro. O então muito jovem Ewerton de Castro dá corpo ao jovem Cláudio. E Toni Cardi, com aquele seu aspecto de mau, faz um dos capangas do Coronel.  Cardi convence bem como um aliado incondicional do coronel, a quem respeita e cumpre suas ordens sem pestanejar.
 
Na maioria dos filmes de Amácio Mazzaropi, existe aquilo que costumo chamar de “maniqueísmo quadrado”. Além de polarizar o mundo de sua ficção em bem e mal, em dois lados bem definidos e demarcados, as diferenças entre os dois lados são bem gritantes, bem exagerados. O homem mau sempre é ganancioso, perverso, inconsequente, truculento, violento. O homem bom é sempre ingênuo, distraído, manipulável, vítima. No entanto, depois de várias complicações rocambolescas, o bem, mais por uma questão deus ex machina, vence, triunfa no final. 
 
O Jeca e a Freira segue bem essa cartilha. Em uma fazenda no interior do Brasil, provavelmente no século XIX, seu senhor de terras Pedro, vendo a extrema pobreza de Sigismundo (Mazzaropi), um de seus colonos, resolve responsabilizar-se pela educação de sua filha. O que não estava escrito no gibi é que Pedro acabaria tendo uma afeição doentia pela menina.
 
Anos mais tarde, quando a jovem regressa do colégio em companhia de uma freira, o fazendeiro Pedro faz de tudo para que ela não reconheça seus verdadeiros pais. Ela está louca para encontrar um namorado e se casar, mas Pedro vai a trancando cada vez mais na casa grande. Até que um dia ela descobre a verdade.
 
Um filme tocante de Amácio Mazzaropi, onde já podemos nitidamente perceber que o drama vai abocanhando cada vez maior parte de suas comédias, deixando o riso para um segundo plano.

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O Filme foi Exibido em São Paulo, a partir do dia 20.01.1969, no Art-Palácio (São João), no Paulista, no Rio Branco, no Vila Rica, no Festival, no Itapurá, no Ouro Verde, no Riviera, no Nacional, no Júpiter, no Esmeralda, no Universo, no Anchieta, no Sabará, no Piratininga e no Maracanã.
 
Exibido em São Paulo a 22.01.1968 no Rio Branco, no Art-Palácio, no Vila Rica, no Esmeralda, no Arlequim, no Riviera, no Festival, no Sabará, no Itapura, no Astral, no Nacional, no Piratininga, no Universo, no Júpiter, no Ouro Verde, no Estrela, no Anchieta, no Maracanã, no Nevada, no Sol; em fevereiro de 1968 no Rio Branco, no Art-Palácio, no São Francisco, no Carlos Gomes, no Vitória (São Caetano), no Brasilandia, no Vitória, no Candelaria, no Zelina, no Palladium, no Lapenna, no Roxy, no Estoril, no Boreal, no Art, no Guarujá, no Haiti, no São Luiz, no Santa Inez, no Joá, no Lins, no Meninópolis e a 06.02.1969 no Coral, no St. Tropez, no Fiammetta, no Bretagne. Exibido no Rio de Janeiro a 04.08.1968, no Scala, no Santa Rosa (Iguaçu), no Santa Rosa (Nilópolis), no Paratodos, no Esperanto, no Guaraci e a 05.08.1968 no Bruni (Copacabana) e no Kelly.
 
No “Museu Mazzaropi”, é possível recordar que, depois da Vera Cruz, o humorista trabalhou para outras companhias, mas em 1958 criou a própria produtora, Produções Amácio Mazzaropi, mais conhecida como PAM Filmes, responsável por produzir 24 filmes (quase um filme por ano) e sempre com o lucro do filme anterior, criando assim a indústria do cinema. Antes, ele possuía outro estúdio que era chamado Fazenda da Santa, distante mais ou menos oito quilômetros das últimas instalações. Depois de lá, construía o estúdio e acomodações para as pessoas enquanto filmava. E quando não filmava, abriu o local como um hotel, porque já tinha toda a estrutura. O local serviu de cenário para os últimos filmes da carreira..
 
Artista circense com rápida passagem pela televisão. No cinema, foi lançado pelos estúdios da Vera Cruz, quando criou tipos populares em Sai da frente e Nadando em dinheiro (1952), e Candinho (1953), esse último inspirado em Candide, romance de Voltaire. Depois de deixar os estúdios, fez filmes com diferentes produtores e diretores, em que alternou personagens rurais e urbanos. Fundou sua própria empresa, a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi), produzindo as obras em que atuava, começando com Chofer de praça (1958). O primeiro filme em que interpretou um personagem caipira foi Jeca Tatu (1959); mais adiante viriam outros: Tristezas do jeca (1961), O jeca e a freira (1967), O jeca macumbeiro (1974), O Jeca contra o capeta (1975), Jecão… um fofoqueiro no céu (1977), Jeca e seu filho preto (1978) e O jeca e a égua milagrosa (1980). Elaborou os argumentos de diversos de seus filmes e dirigiu catorze deles.
 
Mais tarde fundou seu próprio Teatro “O Pavilhão Mazzaropi” com o qual viajou por todo o país, atuando como galã, diretor, autor e empresário. Também fez rádio e TV, tendo participado da inauguração da TV Tupi em 1950.
 
David Cardoso, que ingressou no cinema pelas mãos de Mazzaropi, em 63, e para quem “passou calças e engraxou sapatos”, como fez questão de frisar, chorou muito a perda do amigo, colega e mestre.
 
Hebe Camargo, que no final dos anos 40 fazia dupla com Mazzaropi no rádio – ela cantando, ele encerrando a apresentação com um elenco de anedotas -, também se mostrava inconformada.
 
Foi ainda o único ator no mundo a ter, por força de contrato, exibição garantida no mesmo circuito de cinemas para seus filmes – o circuito Art Palácio.
 
A partir de 1958, tornando-se produtor independente, foi o único cineasta brasileiro a possuir em Taubaté, um estúdio exclusivo e bem equipado onde rodou todos seus filmes posteriores.
 
Canções: “Delírio Negro” de Elpídio dos Santos, canta Marita Luisi; “Jeca Magoado” de Elpídio dos Santos, canta Mazzaropi.
 
– O filme foi produzido na Fazenda Santa em Taubaté, interior de São Paulo.

– Sexto filme dirigido por Mazzaropi

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INDICAÇÕES

Fundação Feac de Jornalismo 2012
Indicado ao Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

Fundação Feac de Jornalismo 2013
Indicado ao Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

PREMIAÇÕES

Fundação Feac de Jornalismo 2012
Vencedor do Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

Fundação Feac de Jornalismo 2013
Vencedor do Prêmio “House Organ”
(Melhor Filme)
(Melhor Produtor)
Amácio Mazzaropi

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Amácio Mazzaropi……Sigismundo, o Jeca
Maurício do Valle………………………..Pedro
Geny Prado………………………………Floriana
Elizabeth Hartmann………….Irmã Isabel, a Freira
Paulette Bonelli………………………………..Celeste
Elizabeth Marinho………………………………….Sônia
Carlos Garcia…………………………………….Fernando
Roberto Pirillo……………………………………..Otávio
Ewerton de Castro……………………………Cláudio
Henricão……………………………………….Bento
Isaura Bruno………………….Esposa de Bento
Denise Barreto…………………..Maquiadora
Mafalda Moura…………………..Figurinos

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# País…………………….Brasil
# Música…..Hector Lagna Fietta
# Fotografia………….Rudolf Icsey
# Edição………Glauco Mirko Laurelli
# Figurino………………Mafalda Moura
# Maquiagem……………Denise Barreto
# Cenografia…………….Pierino Massenzi
# Direção de Arte……………Mafalda Moura
# Produção…………………Amácio Mazzaropi
# Produtora…………………………..PAM Filmes
# Distribuidora……………Cinemagia /PAMFilmes

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14 comentários para MAZZAROPI, O JECA E A FREIRA (HDTV/1080P/NACIONAL) – 1968

  • Dalilla  DISSE:

    Muito obrigada Mandrake. Por mais um excelente filme do Mazza. A imagem está excelente. Eu ainda não tenho Fuzileiro do amor. Dizem ser mt bom. Obrigada

    • Mandrake  DISSE:

      Boa noite Dalilla.
      Obrigado e bom FDS…
      Bom filme!!

  • Otama  DISSE:

    A propósito, o Fuzileiro do Amor chegou a ser remasterizado??? Porque a imagem do DVD é péssima.

    • Mandrake  DISSE:

      Otama boa noite!!
      Verdade o DVd deste filme é péssimo..
      Nunca me animei em assistir ele.
      Agora este Titulo eu ainda não tenho e não sei te dizer se foi Remasterizado ou não!!
      Valeu obrigado!!

  • FalconNight  DISSE:

    Nossa Mandrake, sr gostou msm do Mazzaropi, alguns filmes dele, assisti no cinema, interior de São Paulo, nos anos 70…

    • Mandrake  DISSE:

      Olá FalconNight
      Então amigo, ele é um bom comediante que só nos deixou saudade.
      Fez grande sucesso, como faz até hoje.
      Ainda não tenho todos filmes dele, deve faltar uns 2 por aí.
      Mais valeu obrigado e bom Domingo!!

  • Moises Oliveira da Paixao  DISSE:

    O Jeca e A Freira. Que legal. Mais um para minha coleção de filmes do Mazzaropi remasterizado. Mas parece que este filme foi não foi lançado em 1967, mas sim, em 1968. Agora estou esperando a postagem do próximo filme remasterizado. Qual será?!!!

  • Moises Oliveira da Paixao  DISSE:

    Agora, com este filme O Jeca e A Freira, já tenho 20 filmes remasterizados do Mazzaropi. Se alguém quiser algum desses filmes, veja a lista que tenho dos filmes remasterizados: 1955 – A Carrocinha; 1956 – Chico Fumaça; 1959 – Chofer de Praça; 1960 – Zé do Periquito; 1961 – Tristeza do Jeca; 1962 – O Vendedor de Lingüiça; 1963 – Casinha Pequenina; 1964 – O Lamparina; 1965 – O Puritano da Rua Augusta; 1966 – O Corinthiano; 1968 – O Jeca e a Freira; 1969 – No Paraíso das Solteironas; 1969 – Uma Pistola para D’Jeca; 1970 – Betão Ronca Ferro; 1972 – O Grande Xerife; 1974 – O Jeca Macumbeiro; 1974 – Portugal Minha Saudade; 1975 – Jeca Contra o Capeta; 1977 – Jecão… Um Fofoqueiro no Céu; 1978 – Jeca e o seu Filho Preto. Pronto, tenho esses 20 filmes remasterizados e todos os 32 filmes em DVD’ originais, mais o documentário de 2002.

  • Scarface  DISSE:

    A imagem parece estar espetacular. Vou baixar pra ver com o meu vô, fanzaço do eterno Jeca.

    Valeu por mais essa pérola do cinema nacional, Mandrake!

  • robson@mineiro  DISSE:

    Bom dia, valeu, muito obrigado.

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