KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE (Dublado) – 1984

THE KARATE KID – 1984
AÇÃO – AVENTURA – DRAMA – ARTES MARCIAIS
DIREÇÃO: John G. Avildsen
ROTEIRO: Robert Mark Kamen
IMDb: 7,0
http://www.imdb.com/title/tt0087538/

DUBLAGEM CLÁSSICA

Postado por Sparrow

Dados do arquivo:
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 1,06 GB
Duração: 125 min.
Legendas: Português (FIXAS, em alguns trechos)
Áudio: Português/ * Inglês (* alguns poucos trechos)
Servidor: 4Shared (dividido em 6 partes)

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LINKS:
Parte 01: KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE
Parte 02: KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE
Parte 03: KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE
Parte 04: KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE
Parte 05: KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE
Parte 06: KARATÊ KID: A HORA DA VERDADE

SENHA: teladecinema_blog

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Sinopse: Daniel Larusso (Ralph Macchio) e sua mãe (Randee Heller) recentemente se mudaram de Nova Jersey para o sul da Califórnia. Porém, Daniel não consegue se ambientar em sua nova morada, até que conhece Ali Mills (Elisabeth Shue), uma garota atraente que gosta dele. Porém, a situação de Daniel se complica quando o ex-namorado de Ali, Johnny Lawrence (William Zabka), e sua gangue começam a atormentá-lo. Um dia, quando é cercado pela gangue de Johnny, ele é salvo por um Miyagi, um veterano japonês (Pat Morita) mestre na arte do karatê. Disposto a ajudar Daniel, Miyagi resolve passar-lhe os ensinamentos do karatê, para que ele possa se defender da gangue de Johnny.

– Karatê Kid – A Hora da Verdade é o primeiro filme baseado no personagem Miyagi. Os demais foram Karatê Kid 2 – A Hora da Verdade Continua (1986), Karatê Kid 3 – O Desafio Final (1989) e Karatê Kid 4 – A Nova Aventura (1994);
– Refilmado como Karatê Kid (2010).




Elenco:
* Ralph Macchio (Daniel Larusso)
* Pat Morita (Miyagi)
* Elisabeth Shue (Ali Mills)
* Martin Klove (John Kreese)
* Randee Heller (Lucille Larusso)
* William Zabka (Johnny Lawrence)
* Ron Thomas (Bobby)
* Rob Garrison (Tommy)
* Chad McQueen (Dutch)
* Tony O’Dell (Jimmy)
* Israel Juarbe (Freddy Fernandez)
* William Bassett (Sr. Mills)
* Larry B. Scott (Jerry)
* Juli Fields (Susan)


Ficha técnica:
# título original: The Karate Kid
# país: EUA
# título nacional: Karatê Kid: A Hora da Verdade
# gênero: Aventura
# duração: 2 hr 6 min
# ano: 1984
# estúdio: Columbia Pictures Corporation / Delphi
# distribuidora: Columbia Pictures
# direção: John G. Avildsen
# roteiro: Robert Mark Kamen
# produção: Jerry Weintraub
# música: Bill Conti
# fotografia: James Crabe
# figurino: Richard Bruno e Aida Swenson
# edição: John G. Avildsen, Walt Mulconery e Bud S. Smith


Premiações:

OSCAR
Indicado para Melhor Ator Coadjuvante – Pat Morita

GLOBO DE OURO
Indicado para Melhor Ator Coadjuvante – Pat Morita


A geração Daniel Larusso e Sr. Miyagi

Os filmes de ação dos anos 80 são considerados mentirosos, rasos e simplórios pela grande maioria da crítica. E talvez sejam mesmo, mas sejamos sinceros: em termos de criação de lendas, dos mitos de gerações, não houve época melhor para o gênero. Quem v
ai ver um filme de Stallone ou Bruce Willis esperando filosofia kafkiana ou um drama shakespeariano? Quem vai a sua procura não quer nada além de diversão, boas cenas de ação e um sentimentalismo característico da época. Algo único e perdido no tempo. E isso a cinesérie Karatê Kid tem de sobra.
Uma dessas lendas é Daniel Larusso (Ralph Macchio), um jovem que se vê obrigado a se mudar para uma cidade distante quando sua mãe arruma um emprego novo e sofre com problemas de adaptação. Sua estadia piora quando Daniel se envolve com a ex-namorada de um campeão de karatê local, que passa a persegui-lo e agredi-lo com os demais amigos, todos provindos dos ‘Cobra Kai Dojo’ – que conta com um sensei que prega a posição anti-misericórdia de seus alunos.
Unidimensional, retrata os mocinhos e vilões de maneira caricata: não é a toa que o quimono de Daniel é branco, enquanto toda a gangue que vem o importunando veste preto. Mas a profundidade de Karatê Kid não está nos conflitos entre pessoas, e sim na sua demonstração da solidão. Solidão esta que faz Daniel, o peixinho fora d’água, se aproximar do carismático Sr. Miyagi (Pat Morita, em papel que lhe valeu uma indicação ao Oscar), o porteiro faz tudo viúvo do novo prédio que, percebendo a fragilidade do menino perante as covardias da gangue, se dispõe a lhe ensinar karatê para que este possa se defender em um torneio local, que promete dar uma trégua à perseguição ao rapaz. “Você aprende karatê para evitar lutar”.


Criando uma série de passagens clássicas, o diretor John G. Avildsen aproxima este Karatê Kid de sua obra máxima, Rocky, Um Lutador (Rocky, 1976) ao contar uma história de pessoas movidas pelo esporte e motivadas pela superação, enfrentando as dificuldades do meio em que vivem para tentar chegar a um lugar melhor. Todo o treinamento ficou na memória de uma geração inteira, que contou com encerar carro, pintar cercas e casas, entrar em mar gelado, até chegar na famosa parte em que Daniel se equilibra em um toco de madeira fincado na areia da praia, treinando o golpe que lhe daria a glória na famosa ‘hora da verdade’.
Óbvio que não é perfeito: a simplicidade é acompanhada de certa cafonice da época, regada a teclado e bateria eletrônica e outras demais breguices. Os jovens polarizados hora comemoram atos ilícitos, noutra questionam os mandamentos do sensei – e isso em questão de segundos, sem a menor lógica na mudança de seus comportamentos. Algumas lutas parecem ensaiadas demais, plásticas e falsas, ainda que na grande maioria sejam convincentes. Os erros acabam diminuídos pela identificação com a situação: quem nunca gostou de uma pessoa no colégio ou tinha o marrentão implicante?
Mas esses detalhes não são nada que incomodem os amantes desta mensagem positiva, para cima, bem filmada e, principalmente, que saiu na hora correta e foi vista pelas pessoas certas – quem não tem esse link com o passado pode achar Karatê Kid uma verdadeira perda de tempo americana. Não é tão bom quanto Rocky, Um Lutador, mas é moldado para a massa e criou uma onda de popularizar a procura por lutas marciais com direito a faixa azul na cabeça e tudo. Todos os moleques queriam ter um pouco de Daniel Larusso, justamente porque este tinha um pouco de cada um deles. Para os nostálgicos, será sempre uma obra-prima.

Por: Rodrigo Cunha
Fonte: http://www.cineplayers.com/critica.php?id=2001

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