INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (Tri Áudio / 1080p) – 1984

INDIANA JONES AND THE TEMPLE OF DOOM – 1984
AÇÃO – AVENTURA
DIREÇÃO: Steven Spielberg
ROTEIRO: Willard Huyck, Gloria Katz e George Lucas  
IMDb: 7,6
http://www.imdb.com/title/tt0087469/

RMZ – D. CLÁSSICA (TELECINE) – TRI ÁUDIO + V. REDUZIDA + TRILHA SONORA + LIVRO + HQ MARVEL

Postado por Don Costa

 

VERSÃO MAIOR
Formato: MKV
Qualidade: BRrip – 1080p (1920*816) 2.35:1, AVC, 23976 fps, 5000 Kbps.
Tamanho: 6,00 GB
Duração: 118 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
1o Português (D. Clássica Telecine RMZ)– 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 2 canais, 192 kbps.
1o Português (Delart) – 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 6 canais, 640 kbps.
3o Inglês – 48,0 KHz, DTS, 24 bits, 6 canais, 1509 kbps.
Servidor: Mega (dividido em 32 partes)
Crédito do áudio dublado Telecine::Sparrow
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

VERSÃO REDUZIDA
Formato: MKV
Qualidade: BRrip – 1080p (1920*816) 2.35:1, AVC, 23976 fps, 1500 Kbps.
Tamanho: 1,81 GB
Duração: 118 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
1o Português (D. Clássica Telecine RMZ)– 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 2 canais, 192 kbps.
1o Português (Delart) – 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 6 canais, 192 kbps.
3o Inglês – 48,0 KHz, AC-3, 16 bits, 6 canais, 320 kbps.
Servidor: 4shared (dividido em 10 partes)

ATENÇÃO: Para baixar pelo 4Shared é necessário se cadastrar.
Clique aqui e aprenda a se cadastrar no 4Shared.

 

NOTA – Informações sobre os arquivos (Don Costa):

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 6,00 Gb e outro menor com 1,81 Gb. Ambos têm três áudios e as diferenças entre eles são a bitragem dos vídeos e a qualidade dos áudios Delart e Inglês. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior.  Também envio a trilha sonora do filme, o livro (novelização) da obra e a HQ sobre o filme lançada pela Marvel.

Trilha Sonora:


Trilha sonora composta por John Williams. Está em MP3.

HQ Marvel Indiana Jones e o Templo da Perdição:


Graphic Novel lançada pela Marvel, simultaneamente com o filme, em três volumes. Esta HQ é bem rara e está completa, inclusive com as propagandas da época. Infelizmente ela nunca foi lançada no Brasil e está em inglês.

Livro (novelização) de “Indiana Jones e a Templo Da Perdicao – James Kahn”:


Novelização lançada logo após o filme. O livro é fiel ao roteiro, mas também possui algumas informações extras que enriquecem e complementam a história. Está em português (Brasil), mas a tradução foi uma adaptação da tradução portuguesa (Portugal) e possui alguns vocábulos típicos da terra de Camões.

 

PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 32 PARTES): INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO MAIOR)

PARTES DA VERSÃO REDUZIDA (4SHARED – 10 PARTES):
PARTE 01 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 02 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 03 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 04 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 05 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 06 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 07 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 08 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 09 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)
PARTE 10 – INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (VERSÃO REDUZIDA)

Link: Amostra de dublagem – Telecine

Link: Amostra de dublagem – Delart

Link: Livro “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (PDF) (704KB)

Link: HQ Marvel: “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (CBR) (30,3MB)

Link:  Trilha Sonora (MP3) (49,6MB)

Senha para tudo: teladecinema.net

 

Indiana Jones e o Templo da Perdição levará você para uma corrida de tirar o fôlego. Indy (Harrison Ford), seu pequeno parceiro Short Round (Ke Huy Quan) e a cantora de boate Willie Scott (Kate Capshaw) voam alto sobre o Himalaia, caem numa desesperadora perseguição num trole em alta velocidade e finalmente fazem uma arrepiante escapada de uma mina de escravos na Índia. Segura firme, que o maior heróis de ação do mundo vai levar você em uma espetacular montanha-russa de aventura, que vai deixá-lo na maior tensão, com toda certeza…












Informações sobre o filme:

Duas semanas depois de “Os Caçadores da Arca Perdida” ser lançado em 01 de junho de 1981, se tornando um sucesso imediato, o diretor Steven Spielberg se reuniu com o produtor executivo George Lucas para elaborar ideias para uma segunda aventura. Lucas teria dito à Spielberg que, antes de escrever “Caçadores da Arca Perdida”, ele tinha escrito três ideias de histórias para Indiana Jones. Mas Lucas estava contando uma pequena mentira. Ele não tinha história alguma, mas queria obter de Spielberg a assinatura num contrato, garantindo o diretor em possíveis sequências da franquia. Assim, as primeiras idéias de Lucas apresentados para “Indiana II”, envolvia cenas que foram cortadas de “Caçadoras da Arca Perdida”, incluindo a perseguição de vagonetes na mina e a sequência do bote salva-vidas. Em “Caçadores”, a sequência dos carrinhos na mina teria ocorrido no clímax após a Arca ser aberta, e teria mostrado Indiana e sua companheira, Marion Ravenwood, carregando a Arca em um carro de mina para escapar, com os nazistas em perseguição. A sequência do bote salva-vidas em “Caçadores” teria ocorrido antes de Indiana chegar ao Nepal para encontrar Marion, e envolveu Indiana usando o bote como um pára-quedas, sendo que ele pousaria no Himalaia e percorreria todo o caminho até o bar de Marion, depois de seu avião ter sido sabotado pelos nazistas. Versões modificadas de ambas as sequências acabaram em “O Templo da Perdição”.


O bote-salva-vidas-para-quedas…


…e a perseguição de vagonetes na mina. Duas das cenas cortadas de “Caçadores da Arca Perdida” foram inseridas em “O Templo da Perdição”.

Lucas tinha outras idéias que eram arrojadas, mas foram descartadas: Uma delas envolvia uma sequência de abertura que mostrava Indiana sendo perseguido em uma motocicleta ao longo da Grande Muralha da China. O governo chinês rejeitou o pedido da produção para filmar sobre a Grande Muralha, então a localização da seqüência de abertura foi reescrita para uma casa noturna de Xangai (que os fãs de olhos aguçados vão reconhecer como “Clube Obi Wan”, em outra homenagem à “Guerra nas Estrelas”, onde o Jedi Obi Wan Kenobi é um dos protagonistas).


Um trecho da Grande Muralha da China com as características ideais para a cena original da abertura do filme.


Discreta homenagem à “Guerra nas Estrelas” só é percebida por fãs da saga.

Os cineastas foram incapazes de obter permissão para filmar na Índia. O governo indiano solicitou uma cópia do script para ser avaliada e também exigiu que a palavra “marajá” fosse removida temendo que o conteúdo não refletisse sua cultura. Como resultado, a produção foi transferida para o Sri Lanka, onde alguns locais também tinham sido utilizados para as filmagens de “A Ponte do Rio Kwai” (1957). Também devido à essas mudanças, todas as pessoas na “aldeia indiana” falam “Sinhala” (Cingalês), uma das línguas do Sri Lanka, ao contrário de Hindi, língua indiana. Os moradores figurantes são todos cidadãos do Sri Lanka. Após o seu lançamento, “O Templo da Perdição” foi proibido na Índia, mas a decisão foi revogada anos depois.

O único filme da franquia que exibiu o seu título na tela utilizando a famosa fonte Indiana Jones, e talvez o único filme já feito que mostra o seu título em grande parte obscurecido por um objeto (neste caso, Kate Capshaw) em primeiro plano.


Fonte exclusiva e título em segundo plano são algumas das excentricidades do filme.

Inicialmente, Spielberg queria que o par amoroso de Indy, Marion (interpretada por Karen Allen), voltasse para esse segundo filme. Ele queria apresentar o seu pai arqueólogo, Abner Ravenwood, que foi mencionado no primeiro filme. Mas Lucas e Spielberg finalmente decidiram que as companheiras de Indiana deveriam mudar de filme para filme, em uma referência às Bond Girls da franquia 007, que Spielberg sempre quis dirigir, até que Lucas lhe presenteou com a idéia de Indiana Jones em 1977. Assim, Abner e Marion ficaram de fora. No entanto Isto mudaria, quando Marion finalmente voltou em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Spielberg e Lucas sentiram que havia passado tempo suficiente e que uma antiga paixão seria mais apropriada para o quarto filme. Os diretores também queriam imprimir uma índole independente ao personagem de Harrison Ford, na linha da interpretação de Sean Connery em 007. E logo na primeira cena em que aparece, Indiana Jones usa um smoking branco com uma flor vermelha na lapela, destoando totalmente do seu estilo. Trata-se de outra referência e, também, uma homenagem à James Bond, cujo personagem sempre encantou Spielberg.


Na primeira aparição de Indiana no filme, homenagem à James Bond.

Lucas também sugeriu que o segundo filme ocorresse em um castelo assombrado, na Escócia, mas Spielberg considerou a ideia muito semelhante à “Poltergeist”, o assustador filme de horror que ele escreveu e produziu em 1982 enquanto dirigia “ET- O Extraterrestre” (1982). O castelo assombrado foi reformulado para um templo demoníaco na Índia.


A semelhança da idéia original com o filme “Poltergeist”, fez com que as ações em um castelo assombrado escocês fossem transferidas para um templo indiano.

Após o roteirista Lawrence Kasdan, que co-roteirizou o filme anterior, recusar essa sequência, Lucas chamou Willard Huyck e Gloria Katz – o casal que escreveu o filme de 1973 “American Graffiti” – para escrever o roteiro de “Indiana Jones e o Templo da Morte”, que depois mudou para “Indiana Jones e o Templo da Perdição”. Uma vez que aceitaram a oferta, a dupla levou ao produtor e ao diretor uma história básica inspirada a partir de um filme de 1939 da RKO-Filmes (de propriedade da RCA e produtora de filmes como “king-Kong” (1939)), chamado Gunga Din, estrelado por Cary Grant e Douglas Fairbanks Jr. Nesse filme, três aventureiros do exército britânico combatem uma seita assassina, chamada Thuggee, na Índia colonial.


“Gunga Din” foi a inspiração primária para o roteiro do casal Willard Huyck e Gloria Katz (esquerda) usado em “Indiana Jones e o Templo da Perdição”

Mais tarde, quando Spielberg e os roteiristas estavam tendo dificuldades em definir uma cena de abertura para o filme, Lucas sugeriu pegar uma sequência musical para a abertura de um script chamado “Radioland Murders” (Assassinatos na Rádio WBN) que ele, Huyck, e Katz vinham desenvolvendo desde os anos 70 (o filme acabaria por ser lançado em 1994). Segundo Spielberg, “a idéia de George era começar o filme com um número musical. Ele queria fazer um número de dança como as do coreógrafo Busby Berkeley. Em todas as nossas reuniões sobre a história ele dizia: ‘Ei, Steven, você sempre disse que queria filmar musicais.’ Eu pensei, Sim, isso poderia ser divertido”.


A abertura do filme nasceu a partir de uma sequência escrita para “Radioland Murders” (esquerda), seguindo o estilo do coreógrafo Busby Berkeley (centro), que tinha como base o sincronismo das bailarinas (direita).

Kate Capshaw estudou e ensaiou uma rotina de sapateado e solo com o coreógrafo Danny Daniels por meses antes das filmagens, especialmente para a cena de abertura do filme. Mas o vestido de paetês vermelho e dourado que o figurinista Anthony Powell fez especialmente para caracterizar o período que se passa a história era tão justo e tinha tantas lantejoulas que Capshaw não conseguiu dançar a rotina de sapateado e solo que ensaiou inicialmente, trocando por outra bem mais simples. Muitos espectadores fora da China, e dos países que falam língua inglesa, também não perceberam outro fato: Capsaw não foi dublada e cantou o clássico de Cole Porter “Anything Goes” inteiramente em mandarim.


Danny Daniels, Anthony Powell e Cole Porter (no alto) tiveram sua arte representada na performance de Kate Capshaw na cena de abertura (acima).

O vestido de Kate Capshaw no clube Shanghai foi inteiramente com pérolas originais de 1920 e 1930. Isso significava que havia apenas o suficiente para fazer um vestido. O número de dança de abertura foi realmente a última cena a ser filmada, mas o vestido fez aparições em alguns cenas, posteriormente cortadas, filmadas em locações anteriores no Sri Lanka, em particular, uma noite com Harrison Ford e Kate Capshaw sentados perto de uma fogueira, com o vestido secando em uma árvore próxima. Infelizmente um elefante tinha começado a comer toda a parte de trás do vestido, que foi salvo na hora certa. Consequentemente, alguns trabalhos de reparação de emergência tiveram de ser feitos com o que restou das pérolas originais, e foi o figurinista Anthony Powell que teve de preencher os formulários de seguros. Quanto à razão dos danos, ele não tinha outra opção a não ser colocar “vestido comido por um elefante”. É esse vestido restaurado que é visto na cena de abertura.

É bem documentado que a inspiração para o nome “Indiana”, em Indiana Jones, veio do nome do cão de Lucas (um fato que foi habilmente utilizado no final do terceiro capítulo da série, “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989)). Mas outros animais de estimação também foram lembrados no filme. O nome de Willie Scott veio do Cocker Spaniel de Spielberg chamado “Willie”, enquanto “Short Round” veio do nome do cão da raça Shetland Sheepdog de Huyck, o que era, por sua vez, em homenagem a um personagem órfão coreano corajoso do filme de 1951 sobre a Guerra da Coreia, de Samuel Fuller, “The Steel Helmet”.

Spielberg e o diretor de elenco Mike Fenton estavam tendo problemas para encontrar o jovem ator certo para interpretar “Short Round”, então eles lançaram um teste de elenco aberto em uma escola primária de Los Angeles e finalmente encontraram o ator Ke Huy Quan … mas não diretamente. A mãe de Quan trouxe seu irmão mais velho para ler o texto de “Short Round”, mas durante o teste de tela, Ke começou a dizer à seu irmão o que fazer. Isso chamou a atenção dos produtores Kathleen Kennedy e Frank Marshall. Pediram-lhe para fazer a sua própria audição gravada para Spielberg. Foi tão bom que eles convidaram o jovem para uma audição com o próprio Harrison Ford. Spielberg disse: “Eu simplesmente amei a personalidade [de Quan]. Eu pensei que ele era como um homem de 50 anos de idade, preso no corpo de uma criança de 12 anos de idade”. Quan, mais tarde, explicou por que ele não se intimidou, apesar de não ter experiência, dizendo:” Eu não sabia quem Steven, George, ou Harrison eram. Eu não tinha visto “Os Caçadores da Arca perdida” e nem sabia que isso era uma sequência. Depois das filmagens, Steven me presenteou com todos os seus filmes.” O ator ainda está em atividade, mas continua sendo mais lembrado por seus papéis em “Indiana Jones e o Templo da Perdição” e em “Os Goonies” (1986), interpretando o personagem “Dado”.


O ator Jonathan Ke Huy Quan atualmente (no alto à esquerda), e em 1984 (no alto ao centro), ainda é lembrado por seus papéis em “Os Goonies” (no alto à direita) e em “ Indiana Jones” (acima).

Don Ruter Nanayakkara (1915–1989), o ator que interpretou o xamã que implora à Indy para salvar as crianças da aldeia escravizadas no Templo da Perdição, só falava cingalês e, portanto, não poderia aprender, a tempo, suas falas de um script em Inglês. Em vez disso, Spielberg lhe passava o texto frase por frase em Inglês, e Nanayakkara repetia o melhor que podia. As pausas em seu diálogo não eram, portanto, para o efeito dramático, mas sim à espera de sua próxima frase. Ele copiou Spielberg tão de perto que até imitou alguns dos movimentos que o diretor fazia por trás da câmera, inclusive passando a mão sobre os olhos, em referência à escuridão que caiu sobre a aldeia.


Sem falar inglês, o ator Don Ruter Nanayakkara (em 1952, no centro, e em 1963 no filme “Sikuru Tharuwa” à direita) tentou repetir cada fonema e cada gesto do diretor, quando o seu texto estava nesta língua (esquerda).

Para o segundo filme de Indiana, Spielberg e Lucas queriam uma cena parecida com a cena de “Caçadores” onde existiam milhares de cobras, e eles fizeram isso com insetos. Lotes e lotes de insetos. Para a cena em que o trio protagonista se depara com uma caverna cheia desses bichos no caminho para o Templo da Perdição, a produção reuniu 50.000 baratas e 30.000 besouros de fazendas de insetos próximas de Londres. Capshaw ficou tão nervosa e assustada em relação às suas cenas com os insetos que admitiram, posteriormente, terem levado um comprimido de Valium de antemão apenas para ela se acalmar. Então, na cena, ela estava levemente dopada. Para o produtor Frank Marshall, trabalhar com os insetos foi mais desafiador do que com as cobras do primeiro filme. “Você pode organizar um monte de cobras. Mas isso é impossível com os insetos”, disse ele. “As pessoas também tinham muito mais medo dos insetos. De vez em quando você ouvia um grito quando os insetos encontravam o caminho para o palco onde se ensaiava o número de dança, com várias bailarinas, sendo um péssimo lugar para qualquer inseto estar”. Durante toda a cena, Kate Capshaw recebeu uma chuva de mais de 2.000 insetos que eram jogados por uma abertura no teto da caverna/cenário.


Estivesse interpretando ou não, as expressões de pavor de Kate Capshaw na cena foram bem convincentes. Todos os insetos jogados sobre a moça eram reais, embora nenhum fosse venenoso.

A cena do jantar com o marajá, mostrando os personagens sofrendo com um exótico cardápio contendo insetos-entre outras iguarias, não foi tão complicada para se filmar. Embora parecessem reais na tela, o grupo de besouros servidos aos convidados do jantar eram, na verdade, de plástico e as vísceras comestíveis eram de creme. Da mesma forma, os cérebros de macacos refrigerados para a sobremesa foram feitos de creme misturado com um molho de framboesa. Os olhos na sopa que Willie tenta comer eram de borracha e estavam presos ao fundo da panela com uma fita para que Capshaw os desprendessem ao agitá-los. Somente algumas das serpentes eram reais. Apesar de parecer um jantar bizarro, todos os pratos servidos são realmente consumidos em alguns países, mas não na Índia. Talvez o mais estranho deles, o cérebro de macaco, chegou a ser servido por restaurantes com o animal ainda vivo até a década de 70. Hoje a prática caiu em desuso, mas a iguaria ainda é muito apreciada em alguns países africanos e asiáticos, porém os cérebros são consumidos depois dos animais serem devidamente abatidos e preparados. A prática de consumir animais ainda vivos ficou restrita à pratos com frutos do mar, peixes, insetos e aracnídeos, como polvo (Coréia), formigas (Dinamarca), larvas do queijo (Sardenha – região autônoma daItália), ikizukuri – tipo de sashimi com peixe ainda vivo – (Japão), e aranhas (Tailândia).


Os pratos exóticos mostrados no filme são realmente consumidos em alguns países.

Durante a produção, em Sri Lanka, Harrison Ford lesionou um disco em sua coluna ao montar em um elefante, mas o ator decidiu que não era grave e continuou a filmar. De volta à Londres, durante as filmagens da cena em que um Thuggee embosca Indy em seu quarto no palácio, Ford, inadvertidamente, caiu para trás sobre o dublê e piorou a lesão da coluna. Ele foi afastado e teve de voltar para os EUA para uma cirurgia de emergência, deixando toda a produção sem a sua estrela por semanas. A produção parou imediatamente por uma semana para fins de seguro, mas Spielberg, impaciente, queria continuar. Ele convenceu a Paramount que ele poderia filmar sem Ford para compensar o tempo perdido. Então ele usou o dublê de Ford, Vic Armstrong, que tinha uma impressionante semelhança com o ator, para filmar o personagem por trás na seqüência de luta entre Indy e o capataz principal das minas (interpretado por Pat Roach, que também interpretou o gigante mecânico nazistas em “Caçadores”). Quando Ford ficou totalmente recuperado, Spielberg filmou as cenas em que o personagem ficava de frente durante a luta, e a seqüência foi perfeitamente editada no corte final. Em oitenta por cento de toda a sequência da luta era Armstrong quem estava em cena.


Uma cena simples do ator montando em um elefante iniciou a lesão que afastou Ford (no alto à esquerda), mas a grande semelhança física com Vic Armstrong (no alto à direita) permitiu que várias cenas fossem filmadas utilizando o dublê (acima), evitando-se o atraso na produção.

Spielberg também foi capaz de filmar as cenas de dança para a sequência de abertura que não incluíam Kate Capshaw enquanto Ford estava se recuperando.

Uma das discussões mais frequentes sobre o filme ao longo dos anos é a de que a cena em que Indy, Willie e Short Round saltam de um avião e usam um bote inflável como um pára-quedas é excessivamente absurda. O que as pessoas não sabem é que a cena é real. Mas não foram usados dublês, como afirmavam algumas fontes. No início dos anos 80, a antiga sede da Lucasfilm em San Anselmo ficava perto de um fabricante de botes. Uma vez que os cineastas estavam tendo problemas em descobrir como filmar a façanha, o produtor Frank Marshall aproximou-se e desafiou o fabricante a encontrar uma maneira de obter o efeito de pára-quedas saltando do avião até atingir o chão em uma única cena, sem cortes, para o filme. Os fabricantes montaram um sistema de tração que inflaria assim que o bote fosse jogado de um avião, incluindo três manequins em tamanho natural de pé simulando os atores. Marshall e a segunda unidade de produção configuraram as câmeras em Mammoth Peak, na Califórnia, e tinha três dublês em um bote que seriam utilizados em filmagens de vários ângulos e de várias alturas, caso a tomada única não desse certo. “Essa coisa saiu do avião e eu estou vendo ele, e ele se equilibra perfeitamente, se desdobra com o lado correto para cima, as pessoas (manequins) estão nele, ele vem para baixo, bate, salta e é bastante convincente em parecer real e, em seguida, desliza para baixo”, disse Marshall. Depois complementou: “Eu olhei para os três ou quatro cinegrafistas e eles estavam com os polegares para cima. Eu disse, ‘Nós conseguimos!’ A cena que está no filme foi a primeira tomada. Aliás, a única tomada”.


A magia do cinema cria ilusões inusitadas. A cena (no alto) que parecia real, é falsa (acima)…


…já a sequência acima, que parecia absurda, é real.

A produção teve sorte quando encontrou um local à 20 minutos de Kandy (Sri Lanka) para filmar a seqüência da ponte de corda para o clímax do filme. A empresa britânica Balfour Beatty estava construindo uma barragem, o que deu à produção o canyon perfeito. A empresa ainda ajudou a construir a ponte de corda, forte, mas de aparência frágil.


Em menos de 500 metros de rio, temos o canyon (no alto – rio abaixo) e, virando-se a câmera, as obras da represa (acima – rio acima). Cenários, engenheiros e materiais à disposição em um único lugar.

Para fazer a cena em que Indiana corta a ponte suspensa ao meio, o supervisor de efeitos especiais George Gibbs encontrou uma empresa francesa chamada Pyromecca, para ajuda-los à encontrarem uma maneira de cortar o cabo da ponte de corda, sem som ou fumaça. Para obter esse efeito, eles fizeram cortadores de cabo fortes o suficiente para cortar cabos de 19 milímetros sem som. Escondido dentro das cordas, estava um mecanismo explosivo com um cinzel de aço de alta resistência para dividir os cabos da maneira correta. Para adicionar realismo cena, Spielberg pediu à Gibbs para construir 16 manequins mecânicos equipados com trajes Thuggee que agitassem os braços e movimentassem seus pés na hora em que os principais cabos da ponte partissem, despencando rio abaixo. Baterias internas forneciam energia aos motores que acionavam os movimentos das pernas e dos braços. Nove câmeras foram usadas para capturar ângulos diferentes para a cena que só poderia ser feita uma vez. Felizmente, ela saiu sem problemas.


Animatrônicos em tamanho real garantiram o realismo da cena.

Todas as cenas que envolviam a ponte de corda foram filmadas em três continentes diferentes. Toda a ponte foi construída no local, Sri Lanka, e as cenas em que Indy corta a ponte foram filmadas lá também. As cenas em que a ponte está partida ao longo do penhasco, com todos pendurados, foram filmadas em Elstree Studios, em Londres. E, finalmente, os jacarés no final foram filmados por Frank Marshall, na Flórida.


Com filmagens no Sri Lanka…


…na Inglaterra…


…e nos Estados Unidos, a complexa cena recebeu uma montagem perfeita na edição final.

Sofrendo de acrofobia crônica (medo de altura), Steven Spielberg nunca iria atravessar esta ponte, e teve que dirigir por uma milha e meia para chegar ao outro lado e continuar a filmagem. Harrison Ford, por outro lado, não tinha esse medo, e atravessava a ponte, tanto caminhando lentamente quanto correndo à toda a velocidade.


Nem mesmo todas as garantias apresentadas pelos engenheiros que a construíram, fizeram com que Spielberg adentrasse mais do que alguns metros na ponte.

O ator Amrish Puri foi uma grande estrela do cinema de Bollywood até sua morte em 2005. Durante as filmagens de “Templo da Perdição”, ele já era um dos melhores atores em toda a Índia, o que fez seu cronograma de filmagem ficar um pouco agitado. Puri estava, supostamente, trabalhando em outros 18 filmes ao mesmo tempo durante as gravações de suas cenas para o “Templo da Perdição”, mas eles foram capazes de gravar todas as suas cenas em partes. Amrish Puri também raspou a cabeça para o papel de Mola Ram, criando tal impressão que ele a manteve raspada e, mesmo já tendo um extensa carreira e grande fama, se tornou, posteriormente, um dos vilões de filmes mais populares da Índia.


Amrish Puri, antes (esquerda), durante (centro) e depois de “Indiana Jones”(direita). O filme alavancou ainda mais a já consagrada carreira do ator.

Spielberg filmou partes da sequência de perseguição de vagões na mina em um conjunto que incluía uma série limitada de trilhos, a fim de obter close-ups de Harrison Ford, Kate Capshaw, e Ke Huy Quan. Fora isso, toda a seqüência foi criada pelo Supervisor de Efeitos Visuais Dennis Muren e sua equipe na Industrial Light and Magic usando miniaturas.


Pouquíssimos trechos de trilhos foram usados para filmar em tamanho real.

Para obter as cenas apertadas da perseguição dos vagões nas minas, Muren inventou uma maneira de fixar uma câmera fotográfica Nikon na parte de trás do carro-miniatura com os modelos de Indy, Willie e Short Round. Muren proveu a câmera com um pequeno motor e um depósito de filme para rodar através dela (afinal, era o início dos anos 80, e câmeras como esta não poderiam gravar vídeos). Para fazer com que as velocidades parecessem altas, eles usaram um velho truque de Hollywood e filmaram a sequência lentamente, em um quadro por segundo, e, depois, aceleraram durante a reprodução para os normais 24 quadros por segundo.


Criatividade e talento para adaptar a tecnologia disponível na época tornaram possíveis algumas das cenas mais antológicas da franquia do arqueólogo aventureiro.

Para criar as formações rochosas da caverna, Muren e sua equipe foram à um supermercado próximo e compraram muitos rolos de papel alumínio. Eles os pintaram de marrom e moldaram cada painel para parecer uma caverna escarpada em torno das miniaturas. Funcionou tão bem que o público não percebeu a diferença.


Materiais que podem ser encontrados em qualquer supermercado transformam-se em cenários realistas nas mãos dos talentosos artistas da Industrial Light and Magic.

O Designer de som Ben Burtt foi o responsável pelo som em todos os filmes de Indiana Jones e todos os filmes Star Wars feitos até hoje, e é responsável por alguns dos sons em filmes mais emblemáticos conhecidos, incluindo os efeitos de som para os sabres de luz em Star Wars. Para “O Templo da Perdição”, Burtt e seu técnico de som Gary Summers enfrentaram um duro desafio para encontrar os efeitos sonoros adequados para a sequência dos vagões na mina. Para obter esses sons, eles tiveram um acesso sem precedentes ao parque da Disneylândia depois de fechado e ficaram horas andando em várias montanhas russas, livre dos ruídos do público e das músicas onipresentes que são executadas durante o dia. Para efeitos de sons na cena com os insetos, Burtt reutilizou os sons obtidos ao passar os dedos através de uma caçarola de queijo feito por sua esposa (que foi utilizado em “Caçadores” como o som de cobras deslizando) e adicionou os sons de si mesmo quebrando cascas de ovos. Ainda aproveitando seu trabalho recente na franquia Star Wars, Burtt reutilizou alguns sons criados para a mesma. Por exemplo, o efeito sonoro que ouvimos na cena em que o motor do avião falha por falta de combustível é o mesmo utilizado quando Han Solo não consegue atingir a velocidade da luz na Millennium Falcon em “O Império Contra-Ataca” (1980).

No momento em que era filmada a cena das chicotadas, a equipe fez uma brincadeira com Harrison Ford. Enquanto ele estava acorrentado à uma grande pedra, Barbra Streisand apareceu, vestida com uma roupa de couro no estilo dominatrix. Ela começou a chicoteá-lo, dizendo coisas como: “_Isso é por ‘Amor em Chamas’ (1979)”, ou “_Isso é por todo o dinheiro que ganhará por ‘O Retorno de Jedi’ (1983)”. Carrie Fisher, em seguida, se jogou na frente de Ford para protegê-lo, e Irvin Kershner (que dirigiu Ford em “O Império Contra-Ataca”) repreendeu o diretor Steven Spielberg. “É assim que você trabalha em seus filmes?” Esta seqüência inteira foi filmada e se encontra disponível logo abaixo. Ela mostra que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas pela produção e o clima pesado das vidas particulares dos diretores na época, o ambiente das filmagens era bem leve e descontraído, tendo brincadeiras frequentes. O áudio e o vídeo que eu consegui dessa brincadeira são de baixa qualidade, por isso mando uma descrição aproximada dos diálogos.

Eis o vídeo: 4shared.com/video/S2__mReHce/Behind_the_scenes.html

Barbra Streisand: “This is for Guns of Navarone!” – Isso é por Os Canhões de Navarone!

Barbra Streisand: “Guns of Navarone? No…” – Os Canhões de Navarone? Não…

Harrison Ford: “For Force Ten…” – Por O Comando Dez…

Barbra Streisand: “For Force Ten!” – Por O Comando Dez (Ela confundiu “Os Canhões de Navarone” (1961) com “O Comando Dez de Navarone” (1978). Harrison Ford participou apenas do segundo filme).

Barbra Streisand: “This is for Hanover Street!” – Isso é por Amor em Chamas!

Barbra Streisand: “This is for all the money you’re going to make on Return of the Jedi!” – Isso é por todo dinheiro que você ganhará por O Retorno de Jedi!

Harrison Ford: “Who’s that?” – Quem é?

Carrie Fisher: “Someone who needs you!” – Alguém que precisa de você! (reproduzindo aproximadamente o diálogo que tiveram na corte de Jabba em “O Retorno de Jedi”)

Irvin Kershner: “What the hell is the matter with you? Steven! Come on! I don’t believe one word you’re saying. Now come on, do it again.” – O que diabos está acontecendo com você? Steven! Vamos! Eu não acredito em uma palavra que você está dizendo. Agora vamos lá, faça novamente.

Barbra Streisand: “Give me a reason!” – Me dê um motivo!

Harrison Ford: “It’s the dialogue!” – É o diálogo!

Carrie Fisher: “Can I change lines?” – Posso mudar as falas?

Carrie Fisher: “Yeah?” – Sim?

Irvin Kershner: “I want you to believe what you are doing!” – Eu quero que você acredite no que você está fazendo!

Carrie Fisher: “Okay.” – Certo.

Irvin Kershner: “You call that shouting? You call that pain?” – Você chama isso de gritar? Você chama isso de dor? “

Harrison Ford: “Steven…” – Steven

Irvin Kershner: “Steven, how can you let him do this? Come on!” – “Steven, como você pode deixá-lo fazer isso? Vamos! “

Harrison Ford: “Okay ready… ready.” – Certo pronto…pronto.

Carrie Fisher: “I’ll be good, I promise.” – Eu serei boa, eu prometo.

Irvin Kershner: “Do it again!” – Faça de novo!

Harrison Ford: “Really hit me! Really hit me this time!” – Realmente me bateu! Realmente me acertou desta vez!

Barbra Streisand: “Okay.” – Certo.

Harrison Ford: “Don’t do it with such… really hit me!” – Não faça dessa forma… realmente me acertou!

Barbra Streisand: “I feel like a faggot…” – Eu me sinto como um gay…


Apesar de estarem em meio à problemas particulares (Spielberg com o casamento desgastado apesar da oficialização recente, e Lucas com as disputas judiciais no processo de divórcio) , os diretores mantiveram um clima bem leve durante as filmagens, com brincadeiras constantes com o elenco (no alto) ou mesmo entre eles (acima).

O cântico entoado por Mola Ram ao fazer Indiana beber o sangue enfeitiçado é “Maaro maaro sooar ko, chamdi nocho pee lo khoon” . Traduzido literalmente do Hindi é “Matar, matar o porco, esfolar sua pele, não beberdes o seu sangue”. Já o cântico que a vítima canta rapidamente durante a seqüência de sacrifício humano é o Mantra para Shiva: “Aum Namah Shivaya”, e quer dizer “Om (revefência), inclino-me perante Shiva”.

Steven Spielberg admite não ter gostado deste filme tanto quando dos demais filmes de Indiana Jones, mas disse que foi uma grande experiência para ele, porque foi durante a sua produção que viria a conhecer sua futura esposa, Kate Capshaw. Eles se casariam anos depois, e continuam casados até hoje. Durante as filmagens, houve uma cena envolvendo Kate Capshaw e uma grande serpente que precisou ser cortada, uma vez que a atriz teve ataques de pânico ao ter a serpente colocada em seu pescoço. O diretor Spielberg, brincando, diz que a única razão pela qual Kate se casou com ele mais tarde foi porque ele permitiu que a cena fosse cortada.


A atriz e o diretor se conheceram no set do filme, iniciaram uma grande amizade e se casaram oito anos depois.

Apesar de ser a sequência de “Caçadores da Arca Perdida”, o filme é tecnicamente uma prequela, já que “Templo da Perdição” acontece em 1935, antes de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) que se passa em 1936. “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), tem lugar em 1938, e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), em 1957.

Quando os dois espadachins atacam Indy no penhasco e Indy tenta reprisar sua ação na “cena do espadachim” em “Os Caçadores da Arca Perdida”, sacando sua arma, um pouco da música de fundo utilizada naquela cena é ouvida nesta. Além disso, ele pôde executar pelo menos parte da luta prevista no filme anterior contra o espadachim, inclusive desarmando um deles com o chicote. Uma intoxicação alimentar impediu que a façanha fosse executada no primeiro filme, e a improvisação na época acabou criando uma das cenas mais memoráveis da franquia.


Reprise de cena memorável do filme anterior (no alto), mas desta vez, contra dois espadachins e sem a arma (acima).

Para a cena do sacrifício humano, um boneco animatrônico da “vítima sacrifical” foi feita para que ela fosse vista realisticamente em agonia após pegar fogo. No entanto, Steven Spielberg considerou a contorção “excessivamente perturbadora”, e acrescentou uma imagem de chamas na pós-produção para obscurecer os movimentos do manequim no momento em que pegou fogo.


Uma cortina de fogo, introduzida na pós produção, diminui o forte impacto da cena.

O título original do filme era “Indiana Jones e o Templo da Morte”, que foi mudado porque soava como um mau agouro. Porém ele foi mantido como título na versão alemã do filme (“Indiana Jones und der Tempel des Todes”).

Durante a produção do filme o orçamento começou a estourar e Spielberg procurou os escritores (Willard Huyck e Gloria Katz) pedindo-lhes para fazer alterações no roteiro, a fim de economizar dinheiro. Eles removeram uma página inteira do script e economizaram um milhão de dólares. Era uma cena de perseguição aérea usando biplanos antigos. A cena foi removida do filme, mas foi incorporada mais tarde em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989).

Na seqüência do clube Obi Wan, Indiana Jones entrega um artefato contendo os restos de Nurhaci. Nurhaci era, de fato, um imperador real da China (1616-1626). Ele foi o fundador da dinastia manchu Qing, a última dinastia imperial chinesa (1616-1911). Ao contrário do que sugere o filme, seus restos não estavam perdidos. Ele repousa em um mausoléu da dinastia Qing em Zunhua, na China. O mausoléu faz parte de um complexo de mausoléus contendo os restos de vários imperadores e familiares. Tal complexo é, hoje, um ponto turístico tombado e considerado Património Mundial pela Unesco.


Complexo de mausoléus em Zunhua, China, onde se encontram os restos mortais do imperador Nurhaci. Patrimônio Mundial pela Unesco.

Sharon Stone era uma das melhores opções para o papel de Willie Scott até que Kate Capshaw fez o teste e conseguiu o papel.

David Niven foi contratado para o papel de capitão Phillip Blumburtt, mas morreu antes do início das filmagens.

Os “morcegos hematófagos gigantes” que são mostrados no filme eram, na verdade, morcegos frugívoros (alimentam-se de frutas, principalmente bem maduras). Morcegos vampiros são muito menores. Mesmo assim, os frugívoros não são totalmente inofensivos. Eles podem transmitir raiva e atacam homens e animais quando a doença chega à um estágio avançado.


Apesar de enormes, os morcegos mostrados no filme são, quando saudáveis, inofensivos.

Embora nunca seja mencionado no filme, de acordo com a novelização completa, o primeiro nome de Willie é Wilhelmina, e o nome verdadeiro de Short Round é Wan Li.

A mesa com o centro giratório usada para trocar itens na sequência de abertura no Clube Obi Wan ainda é comum em restaurantes em Xangai. É normalmente utilizada para facilitar o acesso aos vários pratos servidos nas refeições.

O nome do vilão Lao Che, que aparece no prólogo do filme é uma homenagem à Lio Sha (Ressel Orla), líder da organização criminosa “Spinnen “, dos filmes do diretor Fritz Lang “Die Spinnen 1 – Teil – Der Goldene See” (1919) e “Die Spinnen 2 – Teil – Das Brillantenschiff” (1920), cuja história também serviu de inspiração para “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”.


Die Spinnen 1 e 2. Novamente uma obra de Fritz Lang serve de inspiração para cineastas e roteiristas atuais.

Este foi apenas o segundo filme para o cinema, e o terceiro de toda a carreira, de Kate Capshaw.

Este foi o primeiro filme a usar o programa de padronização de cinemas THX, o que garante que os cinemas exibindo o filme atendam aos padrões técnicos rigorosos exigidos pela Lucasfilm. .

Para o lançamento do DVD, mais de 970.000 quadros do filme foram limpos pela Lowry Digital Images, a mesma empresa que restaurou “Branca de Neve e Os Sete Anões” (1937), “Intriga Internacional” (1959) e “Crepúsculo dos Deuses” (1950), entre outros.

O avião pertencente a “Lao Che Air Freight” que Indy, Short Round, e Willie usam para escapar de Shanghai é um Ford Trimotor 5-AT-B, o primeiro construído em 1929. Os Trimotores foram a primeira tentativa da Ford (e única) de fabricar aviões. Como o primeiro carro Ford produzido em massa (o Modelo T) era conhecido como “Tin Lizzie”, muitos pilotos carinhosamente apelidaram o Trimotor de “Tin Goose”.


Uma das maiores indústrias automobilísticas do mundo, a Ford tentou, sem sucesso, também adentrar na indústria da aviação.

Dan Aykroyd faz uma pequena ponta neste filme. Ele é o oficial que recebe Indy, Shortround e Willy quando chegam ao campo de pouso logo após serem perseguidos por Lao.


Dan Aykroyd em uma pequena participação especial (esquerda).

Na mesma cena, George Lucas (um missionário em segundo plano), Frank Marshall (um turista em segundo plano), Kathleen Kennedy (outra turista ao fundo) e Steven Spielberg (outro missionário em segundo plano) também fazem uma ponta.


Diretores e produtores também ajudaram a compor a figuração em uma das cenas.

Uma das brincadeiras mais comuns no cinema a partir dos anos cinquenta é o uso recorrente de um mesmo som específico em diferentes produções, imprimindo-lhe uma marca. Um destes sons é o conhecido “Grito Wilhelm”. O grito Wilhelm (“Wilhelm scream”) foi empregado pela primeira vez em 1951 no filme Distant Drums, e ganhou nova popularidade (sendo usado na maioria das vezes como uma piada interna) após aparecer no filme Star Wars e diversas outras grandes produções, assim como em programas de televisão e jogos eletrônicos. O ressurgimento do efeito deu-se por conta do técnico de som cinematográfico Ben Burtt, que redescobriu a gravação original (em uma fita marcada como “Homem sendo devorado por um crocodilo”) e a incorporou em uma cena de “Guerra nas Estrelas” (1977), quando Luke Skywalker atira em um stormtrooper que grita enquanto cai. Embora a identidade do indivíduo que gravou o efeito (na verdade um de uma série de seis) seja desconhecida, Burtt reuniu documentos que sugerem que a gravação pode ter sido feita pelo cantor Sheb Wooley, um dos atores de Distant Drums. Burtt renomeou o efeito inspirado no “Soldado Wilhelm”, um personagem secundário que emitiu o mesmo grito no filme “The Charge at Feather River”, de 1954. Burtt passou, então, a incorporar o efeito em outros filmes em que trabalhou, incluindo a maioria dos projetos envolvendo George Lucas e/ou Steven Spielberg. Outros técnicos de som também adotaram o efeito, e sua inclusão em filmes se tornou uma tradição entre esses profissionais. No filme, o grito aparece em três ocasiões: 1 – Quando um carrinho de comida no Club Obi Wan cai no estande da orquestra; 2 – Quando o capanga de Lao é baleado por Indy durante a perseguição de carros em Shanghai; 3 – Quando Mola Ram é devorado pelos jacarés no final do filme.

O nome do jovem Marajá é Zalim Singh, como mencionado por Chattar Lal. A palavra “Zalim” significa “cruel” em línguas subcontinentais.

Para evitar um uma censura sub-15 (ou possivelmente até mesmo uma sub – 18) no Reino Unido, o BBFC (British Board of Film Classification – ou Conselho Britânico de Classificação de Filmes) cortou um minuto e seis segundos do filme, e mais tarde disseram que era uma das classificações de PG mais fortes que eles já tinham emitidas. Entre os cortes feitos estavam a cena do coração retirado da vítima sacrificial e seu rebaixamento no poço em chamas, edição da cena de açoitamento e da luta entre Indiana e o capataz da mina, e a remoção da parte em que Mola Ram bate a cabeça no penhasco ao despencar no fim do filme. A frase “Deixe ele em paz, seus bastardos” foi alterado para “Deixe ele em paz” e os sons de gritos e violência também foram reduzidas consideravelmente. Esta cópia censurada era a única versão disponível no Reino Unido até outubro de 2012, quando os cortes foram finalmente dispensados para o lançamento do Bluray, depois das revisões das normas para classificação de filmes para o público a partir de 12 anos.

Existem várias versões diferentes deste filme mundo afora, dependendo de quanto os censores cortaram da cena do sacrifício, e da cena em que o guarda é esmagado pelo rebolo. Inclusive com relação à gêneros. Após Indiana escapar do sono negro, ele vai até a mina e soca um guarda para libertar as crianças. Na cena seguinte, uma criança sorri, para ele. Normalmente, esta criança é um menino, mas, em algumas versões, é uma menina.


O filme sofreu com todo tipo de dilapidações e censuras. Até cenas aparentemente simples, como a da criança sorrindo acima, teve o ator mirim trocado para atender à uma ou outra conveniência.

Fontes: imdb.com, aveleyman.com, films.lk, mentalfloss.com, news.moviefone.com, spielbergfanclub.com, dailymail.co.uk, aintitcool.com, in.com, timescontent.com, daily.bhaskar.com, theraider.net, indianajones.wikia.com, bfi.org.uk, moviestillsdb.com, telegraph.co.uk, screencrush.com, biography.com, cinemablend.com, moviemistakes.com, empireonline.com e cinetropolis.net.

Harrison Ford … Indiana Jones
Kate Capshaw … Willie Scott
Jonathan Ke Quan … Short Round
Amrish Puri …Mola Ram
Roshan Seth … Chattar Lal (as Rushan Seth)
Philip Stone … Captain Blumburtt
Roy Chiao … Lao Che
David Yip … Wu Han
Ric Young … Kao Kan
Chua Kah Joo … Chen

 

# país: EUA
# duração original: 118 min.
# produção: Paramount Pictures…
# distribuidora: Paramount Pictures…

 

39 comentários para INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO (Tri Áudio / 1080p) – 1984

  • @c3rvo  Disse:

    Baita trabalho, Don. Parabéns!

    • Don Costa  Disse:

      Obrigado, amigo @c3rvo.
      Para mim é muito divertido trabalhar nestas postagens, e é um prazer dividir o resultado deste trabalho com os amigos do site.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • geraldopsantos  Disse:

    po mano Don Costa vc nao morre tao cedo , amem , vi seu outro post ontem cheio de informaçao nossa so vc mesmo mano , fazer um trabalho desses e com muita dedicaçao mesmo . valeu abraço

    • Don Costa  Disse:

      Fala aêêê, mano Geraldo!
      Também estou na torcida para que eu não morra tão cedo. Vida longa à todos nós.
      Colocar informações extras nas postagens é resultado da minha própria curiosidade em relação às obras. Algumas delas explicam cenas peculiares que, antes, deixavam dúvidas relativas aos motivos de tais peculiaridades. Outras, trazem informações que complementam a obra e nos dão uma visão diferente sobre a história,.já bastante conhecida. Saber o que aconteceu nos bastidores de cada cena torna a experiência de se assistir ao filme ainda mais interessante.
      Que bom que gostou do meu método de trabalho. Comentários como o seu incentivam, ainda mais, para que eu continue nessa linha de postagens.
      Muito obrigado pelo comentário.
      Abraços.

  • alexandre329  Disse:

    belo trabalho Don costa mas aqui esta dando erro no PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 32 PARTES) o volume esta corrompido o arquivo esta corrompido ou a senha esta errada teladecinema.net
    baixei pelo mipony,antes de baixar de novo queria saber se é apenas aqui no meu pc

    • Don Costa  Disse:

      Bom dia Alexandre!
      Não será necessário que baixe o arquivo novamente.
      Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos, em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
      Para executar essa recuperação faça o seguinte:
      Abra somente a parte corrompida informada pelo winrar (digamos que seja, por exemplo, a parte 11) no próprio winrar.
      Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
      Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
      Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed.IJTP1984BR1080TÁRMZ.part11.rar”.
      Exclua a parte 11 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “IJTP1984BR1080TÁRMZ.part11.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
      Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
      Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
      Caso o problema persista, faça novamente o download somente dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, eu upo a parte problemática novamente.
      Por favor, avise-nos se conseguir recuperar essa parte que apresenta problemas e descompactar o filme.
      Abraços.

  • NildoAlves  Disse:

    Não poderia deixar de comentar esse grande trabalho de Don Costa e participação do áudio Telecine Sparrow. Sou muito fã dessa franquia, valeu!!

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, Nildo?
      Filmes clássicos como este tem que ter a dublagem clássica como uma das opções. Foi a dublagem ouvida na primeira vez em que o assistimos e que acabou imprimindo uma marca indelével na memória dos fãs. Fazer um tri áudio para esta postagem era a opção mais do que natural.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • C,TaxiDriver  Disse:

    Muito bom Don, Assisti o primeiro filme com aquela qualidade, e fiquei ansioso esperando o segundo filme, verei hoje mesmo !!!

    Obrigado por mais essa excelente postagem 🙂

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde C. TaxiDriver!
      Pode esperar que já já eu mando o terceiro. Decidi fazer estas postagens quando ví que as postagens destes filmes em alta definição aqui no Tela estavam off line. Além disso, eram dual áudio apenas com a redublagem. Achei que os fãs gostariam de ter acesso à estas obras com excelente imagem e dublagem clássica. Mas vou parar no terceiro filme. O quarto filme é facilmente encontrado na rede e possui uma única dublagem. Então, vou me concentrar em filmes mais raros para postar aqui no site.
      Grato pela mensagem.
      Grande abraço.

  • Alainstair  Disse:

    Caramba!!! Tb não poderia deixar de agradecer! Magnifica postagem, esse é o melhor da serie, na minha opinião. Muito legal essas informações, vou salvar a pagina toda! Obrigado!

    • Don Costa  Disse:

      Interessante sua observação, Alainstair!
      A maioria dos fãs considera o primeiro filme como o melhor de toda a trilogia, seguido pelo terceiro e tendo este segundo como o mais fraco deles. Não coloco o quarto filme nesta lista porque ele ficou tão diferente e tão distante dos demais que nem parece um filme da franquia. A tentativa forçada de fazer do filho de Indiana Jones o novo protagonista da franquia deixou o personagem principal quase como um coadjuvante. Mas até que foi um bom filme.
      Em “Indiana Jones e o Templo da Perdição”, os diretores tentaram fazê-lo como um segundo ato de uma trilogia, sendo, portanto, mais sombrio e obscuro, voltando à ter mais ação e aventura (e menos violência) em um roteiro mais leve no terceiro ato, que seria o terceiro filme. Isso deu muito certo na primeira trilogia de “Guerra nas Estrelas”, onde “O Império Contra-Ataca” é amplamente considerado o melhor da trilogia, que é, ela própria, muito elogiada.
      Porém, a mão pesada de George Lucas, que estava passando por um grave problema pessoal na época, inicialmente deixou o filme pesado e violento demais. Se dependesse apenas da visão de Lucas, este filme não poderia ser exibido, na época, para menores de 18 anos. Spielberg convenceu Lucas a cortar muita coisa e introduziu cenas bem humoradas, quase “pastelônicas”, para equilibrar as cenas pesadas que restaram. Segundo alguns fãs, o resultado ficou bastante irregular, e esta indefinição em ter uma identidade própria prejudicou o resultado final. Já para outros fãs, é justamente esta irregularidade que torna o filme único e lhe dá uma identidade toda especial. O filme tem de tudo. Terror, comédia, ação, aventura, musical, drama, mas, sobretudo, uma história cativante e personagens marcantes.
      Este pode não ser o melhor filme da franquia. Mas ele é bom o suficiente para fazer parte dela com todos os méritos.
      Muito obrigado pela mensagem.
      Um grande abraço.

  • Darth Douglas  Disse:

    muito obrigado por mais este arquivo Don Costa, já notei que vc tem um gosto bem parecido com os meu, e particularmente um cuidado bem especial em trazer os filmes na melhor qualidade e com as maiores variações de áudios (com melhor qualidade possível dos mesmos, inclusive) aliás, eu não agradeci antes pela trilogia Star Wars sem alterações, então faço agora: aquilo ali tem um valor indescritível pra mim, quando saiu aquela versão editada por fãs, eu até cogitei fazer algo parecido, indo atrás das dublagens clássicas, mas vc foi além e trouxe até com a redublagem que tbm é muito boa (seu trampo tem que ser valorizado, sabendo da quantidade absurda de cenas mudadas e inseridas, deve ter sido um trabalho do cão) parabéns pelo cuidado, carinho e dedicação, e pela humildade de compartilhar isso conosco sem nem pensar em cobrar, a qualidade do seu trabalho dá um novo significado ao “de fã para fã” 😀

    • Don Costa  Disse:

      Muito obrigado pelas palavras, Darth Douglas.
      Um dos aspectos mais interessantes do Tela de Cinema é a grande variedade de tipos de arquivos postados. Aqui você encontra de Bluray-rips em altíssima definição à TV-rips em baixa definição com imagens tendo chuviscos fantasmas e comerciais da época (pra matar a saudade de como assistíamos TV há mais de 30 anos). Também existem arquivos dublados, legendados, com dois ou mais áudios, desenhos, seriados, trilhas sonoras e filmes de todos os tipos e épocas. Cada um destes arquivos é postado por um colaborador que tem um determinado estilo. Todos eles são muito importantes para o enriquecimento cultural do site e todos tem o seu público cativo, sedento pela próxima postagem.
      O meu estilo é apenas mais um, dentro da enorme variedade disponível. Gosto de montar os meus próprios blurays, quando não consigo encontrá-los para comprar, ou quando os lançamentos não me agradam – caso da trilogia original de Star Wars. E isso inclui os encartes com as curiosidades sobre a produção de cada obra. Em alguns filmes, os bastidores são tão interessantes quanto o filme em si.
      Depois de criar o meu bluray, é sempre um prazer compartilhá-lo com os amigos do site, inclusive com os encartes criados, além dos extras. É por isso que as postagens ficam tão grandes e cheias de extras. Elas são, na realidade, resultado de semanas de trabalho na criação do meu próprio bluray, disponibilizado para os marujos do Tela. Dessa forma, o arquivo fica, realmente, bem agradável para os fãs de cada obra.
      Mas mesmo assim, depois de tantas raridades que encontrei e continuo encontrando nesta fantástica comunidade que é o Tela, por mais postagens que eu possa produzir, ainda vou continuar devendo, e muito.
      Grato pela mensagem.
      Um grande abraço pra você.

  • snake  Disse:

    mais um clássico que vai morar no meu HD.. Kkkkkkkkkkkkkk… vlw… o/

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite snake!
      A idéia de compartilhamento é, justamente, essa.
      Quanto mais pessoas terem os arquivos, menos raros eles se tornarão e, futuramente, teremos a garantia de que todos terão acesso à estas obras primas da sétima arte.
      O mundo já perdeu muitas obras por estas estarem nas mãos de poucos.
      A internet e o compartilhamento vieram para garantir que isso não volte a acontecer no futuro.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

      • snake0  Disse:

        vc pretende postar a versão de 2004 tbm????

        • Don Costa  Disse:

          Oi Snake!
          Qual seria esta versão de 2004? Você se refere ao quarto filme? Neste caso, o ano correto é 2008.
          Seja como for, eu postarei apenas os três primeiros filmes. Só falta “Indiana Jones e a Última Cruzada”.
          Não postarei “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” porque o filme é facilmente encontrado na rede em vários tamanhos e formatos, além de possuir uma única dublagem.
          Assim, vou me dedicar preferencialmente à filmes e dublagens mais difíceis de serem encontrados.
          Abraços.

          • snake0  Disse:

            amigo, me desculpa, na vdd eu errei de poster, eu perguntei a versão de 2004 das minas do rei salomão, essa vc vai postar com uma qualidade igual as anteriores???

            • Don Costa  Disse:

              Olá Snake!
              Muitos amigos que frequentam o site desconhecem a sua estrutura. Deixa eu te ajudar a entender como ele funciona. Anos atrás, Sparrow, o criador do site, lançou um blog onde postava filmes para compartilhamento. Com o crescimento do blog, ele passou a aceitar colaborações de qualquer internauta que quisesse compartilhar o seu material à todos aqueles que acessassem o blog. Por diversas razões, o blog se transformou em site e cresceu ainda mais, com um número cada vez mais crescente de colaboradores, a ponto do Sparrow precisar dividir a administração do site com três dos colaboradores mais antigos: Ed Filmes, Marcos F. e Wagner S. Esses quatro monitoram e administram o site, mas não são os responsáveis diretos pela confecção da maioria das remasterizações e ripagens das postagens atuais e sim pela criação de cada página com os dados e links enviados por cada colaborador. O site não hospeda os filmes nem é responsável direto pelo seu conteúdo. Isso é de responsabilidade direta dos colaboradores que enviam esses dados e esses links. O site funciona, então, como um “divulgador” desse material, servindo como uma ponte entre o colaborador que posta o filme e os demais marujos que o baixam.
              Então o organograma do site é descentralizado, cabendo à cada colaborador responder por cada postagem sua. Esse colaborador é indicado, tanto nas tags existentes no topo de cada página (onde temos o simbolo “§” seguido pelo nome do colaborador), quanto nas informações gerais sobre o filme (onde aparece “postado por” ou “uploader” seguido do nome).
              Eu sou somente mais um dos colaboradores do site, sem nenhum outro tipo de vínculo com o Tela de Cinema e nenhuma função administrativa, que cabe somente aos administradores. Dessa forma, todas as colaborações enviadas por nós são totalmente independentes uma das outras e cada colaborador tem os seus próprios projetos. No caso do filme “As Minas do Rei Salomão”, as postagens mais recentes foram feitas pelos amigos colaboradores Geraldo e @c3rvo, cada um com sua versão. Não que haja exclusividade na postagem de um ou outro filme para um ou outro colaborador, mas a quantidade de filmes existentes na história do cinema é tão grande que é difícil dois colaboradores estarem trabalhando num mesmo projeto ao mesmo tempo. Além disso, cada colaborador estará mais familiarizado com um projeto seu já lançado, no tocante à dublagens, versões, sequencias, etc, do qualquer outro colaborador que for pegar este projeto do zero.
              Então, a melhor forma de sanar dúvidas relativas a cada filme é fazer os questionamentos na própria página deste filme, onde o colaborador responsável por ele terá todas as condições de responder com propriedade tais questionamentos.
              Mas você também poderá fazer esse pedido de forma mais geral na aba “pedidos”, no topo da página. Eu mesmo já atendi à vários pedidos que encontrei lá, principalmente de projetos que já estavam na mira, ou dos quais eu já possuía determinada dublagem.
              Eu sempre estou com, pelo menos, seis projetos na fila permanentemente. Vários amigos me enviam áudios para remasterizar e procuro atender à todos na medida do possível. Então, futuramente, poderei sim trabalhar nesta versão de 2004 caso ela não seja postada nos próximos meses. Mas a preferência, por hora, são dos marujos Geraldo e @c3rvo.
              Espero ter ajudado a entender o funcionamento do site e sanado algumas outras dúvidas.
              Um grande abraço.

  • Marujo Donald  Disse:

    Obrigado amigos Don Costa e Sparrow, pelo grande post !!!
    Amigos não consigo extrair os arquivos da versão maior postada pelo Mega de 32 partes, sempre da falha de CRC nos arquivos 06 e 32.
    Ja escrevi a senha maiscula, menuscula e até recortei a senha que está no post e sempre da o mesmo aviso falha de CRC nos arquivos 06 e 32 que faço galera ?

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Marujo Donald.
      Pelo que você informou, o arquivo 06 está corrompido. O Winrar sempre avisa que está com falha de CRC quando determinada parte do arquivo está corrompida. O programa sempre indica qual parte está com problemas, além da última parte por padrão, já que o arquivo não foi descompactado. mas isso não quer dizer que a última parte (no caso a 32) esteja com problemas.
      Vamos nos focar na parte 06. Provavelmente o problema aconteceu durante o download.
      Mas não será necessário que baixe essa parte novamente.
      Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos, em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
      Para executar essa recuperação faça o seguinte:
      Abra somente a parte corrompida informada pelo winrar (no seu caso, foi a parte 06) no próprio winrar.
      Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
      Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
      Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed.IJTP1984BR1080TÁRMZ.part06.rar”.
      Exclua a parte 06 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “IJTP1984BR1080TÁRMZ.part06.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
      Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
      Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
      Caso o problema persista, faça novamente o download somente dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, eu upo a parte 06 novamente.
      Por favor, avise-nos se conseguir recuperar essa parte que apresenta problemas e descompactar o filme.
      Abraços.

      • Marujo Donald  Disse:

        Amigo Dom Costa, fiz o que você me disse recuperei somente a parte 06 e consegui descompactar o filme.
        O filme funciona perfeitamente inclusive as legendas, mais também foi informado novamente falha na parte 32.
        Antes eu esqueci de lhe informar que ja avia baixado pelo menos 4 vezes as partes 06 e 32.
        E o fiz novamente mais 4 vezes, obviamente a parte seis está corrompida sobre a 32 não sou um expert em programas de computador mas creio também estar kkkk.
        Mas obrigado pela dica que funcionou e desculpe o encomodo caro amigo Dom Costa !!!

        • Don Costa  Disse:

          Oi Marujo Donald.
          Que bom que conseguiu descompactar.
          Como você teve vários problemas com estas duas partes, provavelmente o erro não foi só no seu download.
          Por isso eu já substitui as partes 06 e 32 para evitar novos problemas.
          Muito obrigado pelo aviso.
          Grande abraço.

          • Marujo Donald  Disse:

            Parabéns pela atenção e dedicação para com os fãns do tela amigo Dom Costa !!!!

  • Nanico  Disse:

    Don Costa q trabalho maravilhoso ! Primeiramente !
    No futuro voce pretende postar também a trilogia “De Volta Para o Futuro” em Bluray em tri-áudio também ?

    A cada dia esse site nos surpreende 😀

    • Don Costa  Disse:

      Olá Nanico (esse nome deve ser para despistar. Aposto que tem mais de 1,90m e joga basquete).
      A trilogia “De Volta Para o Futuro” é um projeto que já está na fila. Tri Áudio em 1080p. Até junho já devo postar o primeiro, com trilha sonora, informações extras e tudo o que tiver direito.
      Aguarde.
      Um abraço.

  • Fernando  Disse:

    Isto já não é uma postagem, mas uma enciclopédia! Deve ter dado um trabalho enorme. Sou-vos grato.

    • Don Costa  Disse:

      Oi Fernando.
      Trabalho, na verdade, não teve nenhum. Foram duas semanas de pura diversão. É tão divertido quanto formar palavras cruzadas ou montar quebra-cabeças. Quem vê de fora acha o processo trabalhoso. Mas para quem forma ou monta, é um processo bem relaxante. Uma ou duas horas por dia remasterizando ou montando postagens já é uma das coisa de que não abro mão. É uma ótima maneira de descarregar as tensões e preocupações do dia-dia. Recomendo à todos os apaixonados por cinema.
      Abraços.

      • snake0  Disse:

        amigo Don Costa, tem como vc postar um video ensinando a remasterizar video e sincronizar audio???

        • Don Costa  Disse:

          Amigo Snake0.
          Tempos atrás alguns amigos do site me questionaram justamente sobre este tema, mas a iniciativa esbarra em uma série de fatores. Vamos à alguns deles:
          A despeito dos resultados alcançados em minhas remasterizações, que chegam a ser até bons, meu conhecimento técnico à respeito deste tema é bastante limitado. Meu trabalho se baseia mais no empirismo e na vontade de remasterizar do que na capacidade de utilizar corretamente os programas existentes para tais tarefas. Logo, se eu mal sei como se utiliza um programa, não tenho como ensinar corretamente alguém à utilizá-lo. Seria muita irresponsabilidade, e talvez até arrogância, de minha parte.
          Há vários programas, gratuitos ou não, que servem para várias etapas do processo. Os que utilizo (Audacity, MediaCoder, SubtitleWorkshop4, etc.), que são os únicos sobre os que eu possuo algum conhecimento, estão longe de serem os melhores para realizarem tais tarefas. Uma video-aula sobre programas mais adequados para se remasterizar, como por exemplo o Sony Vegas, seria muito mais útil para todos.
          Mesmo com relação aos programas que utilizo, uma coisa é saber como utilizá-los. Outra coisa, muito diferente, é ensinar à alguém como utilizá-los de maneira correta e coerente. Ensinar à usar é muito mais do que, simplesmente, mostrar como funciona. Que o digam os nossos subvalorizados professores das escolas atuais.
          Além desses pontos, também já há uma grande quantidade de videos ensinando a utilizar todo tipo de programas no youtube. Claro que nem todos são bons e os responsáveis não conseguem passar as informações de forma clara e conexa. Mas, com um pouco de paciência, é possível encontrar bons tutoriais para praticamente tudo. Inclusive para remasterizações utilizando os mais modernos e avançados programas disponíveis.
          Como esta área evolui muito rápido, uma vídeo-aula feita por qualquer colaborador do site ficaria obsoleta em pouquíssimo tempo. É muito mais interessante deixar esta tarefa para as dezenas ou centenas de pessoas que se dedicam à estes canais de tutoriais no youtube pelo Brasil inteiro.
          E nós, aqui, continuemos nos dedicando à resgatar essas preciosidades da sétima arte.
          Nisso somos bons.
          Grande abraço.

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

  • djrickjk  Disse:

    Don Costa, muito obrigado!
    Estou na espera do terceiro filme, é o único que eu não tenho em HD com a dublagem clássica.
    Tem previsão de postar?
    Abraço.

    • Don Costa  Disse:

      Oi djrickjk!
      Já remasterizei o terceiro filme e ele está sendo upado no momento.
      Agora estou me concentrando nas pesquisas sobre as informações e demais extras para montar a postagem.
      O filme deve ser postado já nos próximos dias.
      Fique de olho.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • byLdo  Disse:

    Belissimo trabalho. Muito obrigado

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, ByLdo.
      Sou eu quem te agradeço pelo seu comentário em minha postagem.
      Esta trilogia é incrível e a criação desses arquivos foi um processo extremamente agradável.
      Que bom que o resultado também agradou aos marujos do Tela.
      Forte abraço.

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