INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA (1080p/Tri Áudio) – 1989

“Indiana Jones and The Last Cruzade” (EUA) – 1989
AÇÃO – AVENTURA
DIREÇÃO: Steven Spielberg
IMDb: 8,3 http://www.imdb.com/title/tt0097576/

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1080p – BRrip – Tri Áudio – RMZ + Versão Reduzida + Trilha Sonora + Livro + HQ Marvel + Game

Servidor Alternativo para a Versão Reduzida

Postado por Don Costa

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VERSÃO MAIOR:

Formato: MKV

Qualidade do Vídeo: BRrip – 1080p (1920*816) 2.35:9, AVC, 23976 FPS, 5000 Kbps.

Qualidade do Áudio:
Português – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 2 canais, 192 kbps.
Português – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 6 canais, 640 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, DTS, 24 bits, 6 canais, 1509 kbps.

Tamanho: 6,49 GB

Duração: 126 min.

Legendas: Português / Inglês – selecionáveis

Áudio:
Português – Dublagem Clássica VTI-Rio – RMZ.
Português – Redublagem Delart.
Inglês.

Servidor: Mega (dividido em 28 partes)

VERSÃO REDUZIDA:

Formato: MKV

Qualidade do Vídeo: BRrip – 1080p (1920*816) 2.35:9, AVC, 23976 FPS, 1500 Kbps.

Qualidade do Áudio:
Português – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 2 canais, 192 kbps.
Português – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 6 canais, 192 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 16 bits, 6 canais, 320 kbps.

Tamanho: 1,95 GB

Duração: 126 min.

Legendas: Português / Inglês – selecionáveis

Áudio:
Português – Dublagem Clássica VTI-Rio – RMZ.
Português – Redublagem Delart.
Inglês.

Servidores: Mega/ 4Shared (dividido em 09 partes)

Remasterização e postagem: Don Costa.

Crédito da dublagem clássica VTI-Rio: Sparrow

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Arquivo maior: Pasta com os arquivos (Mega): INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA

Arquivo menor – Versão reduzida: (Mega): INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA

Arquivo Menor – Versão reduzida (4shared):
PARTE 1 – PARTE 2 – PARTE 3 – PARTE 4 – PARTE 5 – PARTE 6 – PARTE 7 – PARTE 8 – PARTE 9

Trilha Sonora Expandida (Flac) (672MB): PARTE 1 – PARTE 2 – PARTE 3

Amostra dublagem clássica – VTI – Rio:

Amostra redublagem – Delart:

HQ Marvel “Indiana Jones and the Last Crusade” em inglês (CBR) (29,3MB): DOWNLOAD

Livro “Indiana Jones e a Última Cruzada” em português (PDF) (861KB): DOWNLOAD

Game “Indiana Jones and the Last Crusade” lançado pela Sega em 1989 com manual (EXE) (6,8MB): DOWNLOAD

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Indiana Jones desta vez tem a ajuda de seu pai, o professor Henry Jones, seqüestrado pelos alemães e salvo pelo seu prodígio filho, na busca pelo Santo Graal – o famoso cálice sagrado. Claro que os nazistas estão a procura do mesmo artefato e farão de tudo para impedir que Indy e seu pai tenham sucesso em sua missão.

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Harrison Ford (Guerra nas Estrelas)
Indiana Jones

Sean Connery (Os Intocáveis)
Professor Henry Jones

Denholm Elliott (Uma Janela Para o Amor)
Marcus Brody

Alison Doody (007 – Na Mira dos Assassinos)
Elsa

John Rhys-Davies (O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei)
Sallah

Julian Glover (Tróia)
Walter Donovan

River Phoenix (Conta Comigo)
Young Indy

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EM CASO DE ARQUIVO CORROMPIDO:

Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.

Para executar essa recuperação faça o seguinte:

Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02 do arquivo menor.

Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.

Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.

Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed. IJeAÚC1989BR1080TÁRMZVR.part02.rar”.

Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “IJeAÚC1989BR1080TÁRMZVR.part02.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.

Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..

Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.

Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte com problemas novamente.

Abraços.

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO:

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 6,49 Gb e outro menor com 1,95 Gb. Ambos têm três áudios e a única diferença entre eles é a bitragem de vídeo e as qualidades dos áudios em 6 canais. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Também envio a trilha sonora do filme, a HQ lançada logo após sua estréia, em inglês, o game lançado pela Sega e o livro com a novelização do filme em português.

TRILHA SONORA EXPANDIDA:

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Criada pelo veterano John Williams, esta trilha possui variações do tema clássico de Indiana Jones dentro de composições inéditas. O arquivo que envio é a versão expandida da trilha sonora original lançada em 2008 acrescida de um segundo disco com oito faixas extras incluindo entrevistas com George Lucas, Steven Spielberg e John Williams. Está no formato Flac que, por ser uma codificação sem perdas, mantém a qualidade original dos CDs.

HQ MARVEL: “INDIANA JONES AND THE LAST CRUSADE”:

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Lançada em quatro volumes logo após o filme, essa hq é fiel ao roteiro. Não tenho conhecimento de que fora lançada no Brasil e esse único exemplar que encontrei está em inglês e no formato CBR, necessitando de um programa específico para ser visualizada.

LIVRO “INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA”:

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O original escrito por Rob MacGregor, ganhou tradução em várias línguas logo após o seu lançamento. Esta versão que estou disponibilizando é uma tradução baseada na versão portuguesa, por isso possui alguns termos comuns em terras lusitanas. Está em PDF.

GAME “INDIANA JONES AND THE LAST CRUSADE”:

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Lançado inicialmente pela Sega em 1989 para o console Master System, este jogo teve mais três versões para as plataformas Mega Drive, NES e SNES nos anos seguintes. Com gráficos simples e jogabilidade razoável, o jogo lembra um pouco o velho Pitfall, inclusive com a irritante característica do protagonista morrer ao tocar em quase qualquer coisa, mas divertirá os saudosistas mesmo assim. Essa versão, lançada em 1992 para o Mega Drive, foi convertida pelos fãs alemães para ser jogada em PCs, sem a necessidade de emuladores. Basta instalar e jogar. O espaço ocupado é mínimo (o jogo tem somente 1 MB, que é quase 10 mil vezes menor que os grandes jogos atuais) e rodou normalmente em meu Windows 7 abrindo automaticamente uma janela à parte, sem que ocupasse a tela inteira. Não apresentou problemas de travamento nem qualquer outra incompatibilidade com o sistema. Os controles também dependem da configuração do teclado. Apesar do jogo indicar as letras “A”, “B” e “C” para pular, socar e chicotear, aqui estas funções acionaram com as teclas Ctrl, Shift e Barra de Espaço. Peguei esse jogo no seguinte endereço em um site conhecido: http://indiana-jones-last-crusade.de.softonic.com/ e passei dois antivírus antes de instalá-lo. Por ser um arquivo auto executável (.exe) deve-se ter extremo cuidado ao instalá-lo, pois, dependendo da configuração do sistema, pode causar problemas em sua máquina. Aqui, joguei por várias horas em vários dias diferentes e não tive nenhum problema. Apesar de ser uma versão alemã, o jogo está em inglês e o manual, apesar de ser bem curto, está em português. O único manual que eu encontrei foi o do Master System, mas ele também serve para o game da Mega Drive, pois são muito semelhantes.

Nota (Don Costa): Nos dois filmes anteriores, o personagem Indiana Jones sai em busca de relíquias sagradas que, apesar de não terem deixado provas incontestáveis de sua existência, pelo menos foram muito bem descritas em escrituras religiosas. Tanto a Arca da Aliança (Bíblia Cristã) quanto as Pedras de Sankara (Mahabharata Hindu) são amplamente citadas em suas respectivas escrituras, criando uma base para, pelo menos, especular-se sobre a realidade de sua existência.

Já as relíquias descritas em “Indiana Jones e a Última Cruzada” são casos diferentes. A primeira delas, a chamada “Cruz de Coronado”, que teria sido dada ao conquistador Francisco Vázquez de Coronado y Luján por Hernán Cortez, jamais existiu, apesar da comprovação da existência e da interação entre esses dois personagens da história das Américas. Se houve troca de presentes entre eles, nenhuma cruz foi catalogada ou mesmo registrada nos documentos desse conquistador. Essa lenda foi criada especificamente para o filme e leva em conta uma estratégia de marketing já conhecida de George Lucas. Ele cria a maior quantidade possível de itens colecionáveis em seus filmes para depois comercializá-los. A Cruz de Coronado vista no filme é um dos itens mais populares nas lojas licenciadas pela LucasFilm.

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Já o Santo Graal é um caso mais complicado. O Cálice em si é uma lenda, mas tem por base algumas passagens nos evangelhos apócrifos que dão a entender que alguns objetos da última ceia foram preservados. Ao longo da história, várias versões sobre tal relíquia ficaram populares.
Abaixo, reproduzo o texto de um historiador e o de uma repórter de conceituada revista dando um pequeno resumo das várias versões dessa história.

Por Rainer Sousa.
Graduado em História.
Equipe Brasil Escola.

“””Ao longo da história do cristianismo, a veneração por relíquias sagradas foi uma das mais corriqueiras demonstrações de fé vinculadas ao catolicismo. Esse tipo de experiência de fé visava reforçar materialmente a crença na história de vida dos santos e de Jesus Cristo. Por isso, principalmente a partir da Idade Média, as relíquias se transformaram em alvo da adoração e da constituição de várias lendas que descreviam os grandes poderes destes artefatos sagrados.

Em meio a tantas relíquias, o Santo Graal tem um significado especial, pois se trata de um suposto objeto utilizado por Cristo durante a Última Ceia. Ao longo do tempo, as interpretações e simbologias em cima desse objeto sagrado ganharam novas versões que, inclusive, inspiraram a narrativa do best-seller “O Código da Vinci”. Contudo, os estudos sobre o cristianismo primitivo em pouco contribuem para que essa crença se transformasse em realidade.

No primeiro século, os valores cristãos eram populares entre pessoas de origem humilde e que não tinham condições de ostentar nenhum tipo de luxo material maior. Por isso, caso o Santo Graal realmente existisse, não poderíamos imaginá-lo como um utensílio sofisticado e valioso. Além disso, os próprios relatos sobre a Última Ceia contidos nos evangelhos bíblicos não fazem nenhuma menção especial a qualquer objeto utilizado na última celebração entre Cristo e seus apóstolos.

No entanto, com o passar dos séculos, outros textos considerados sagrados foram responsáveis por articular a lenda que se criou em torno do Santo Graal. Em um desses textos, também conhecidos como evangelhos apócrifos, encontramos a menção de um cristão que, durante o julgamento e a crucificação de Cristo, teve o cuidado de zelar por utensílios supostamente utilizados pelo líder messiânico. Dessa maneira, estariam nesses relatos a origem do mito sobre o copo da Última Ceia, o Santo Graal.

Um dos responsáveis por dar continuidade ao mito do Graal foi um poeta medieval francês chamado Chrétien de Troyes. Em um de seus poemas épicos, Troyes contava a história de Percival, um camponês que se juntou aos cavaleiros do Rei Arthur e se lançou ao mundo em busca de aventuras. A certa altura da história, o cavaleiro Percival se depara resignadamente com uma procissão onde alguns cristãos carregavam valiosas relíquias, sendo uma delas “um graal”.

A história, que não teve prosseguimento pela morte de seu autor, diz em suas partes finais que o Graal avistado pelo cavaleiro tinha o poder de evitar várias intempéries. Apesar de mal explicada, a história do poeta francês foi importante para que o caráter divino do Graal fosse posteriormente explorado por outros escritores. Segundo alguns estudiosos, o termo “graal”, primeiramente utilizado por Troyes, faz referência a um tipo de prato raso, e não ao cálice que costuma simbolizar a famosa relíquia.

Algumas décadas após a morte de Troyes, a história por ele iniciada foi retomada por vários autores que reinventaram os destinos de Percival e o valor daquele graal. Em meio às reinvenções, os cavaleiros do rei Arthur perseguiriam o Santo Graal com o objetivo de curar e instruir o lendário rei Arthur. Entre os cavaleiros estava o puro Galahad, que ao encontrar a relíquia descobre importantes revelações sobre o mundo.

Na Idade Moderna, as famosas histórias do Santo Graal e das demais relíquias do mundo medieval se depararam com as críticas do movimento protestante. A crença e a compra das relíquias eram atacadas como um tipo de atividade contrária a outras mais importantes práticas cristãs. Contudo, a lenda conseguiu sobreviver ao longo do tempo e, no século XIX, foi relacionada com a Ordem dos Cavaleiros Templários, ordem religiosa criada no século XII com a missão de proteger a cidade de Jerusalém.

Essa interpretação histórica foi fundada a partir da leitura de um poema alemão intitulado como “Parzival”. Nessa obra, o graal é descrito como uma pedra protegida por um grupo de guerreiros chamados de “templeisen”. Anos depois, saberiam que esses indícios que ligavam o graal aos templários era fruto de uma interpretação errônea dos termos encontrados no poema alemão. Contudo, essa vinculação foi tomada como verdade durante um bom tempo.

No final do século XIX, em meio ao “boom” das descobertas arqueológicas, um grupo de pesquisadores resolveu imitar o fictício Percival, e assim saíram em busca do Santo Graal. Com o início da empreitada, vários “graais” foram encontrados e posteriormente desmascarados. No entanto, a lenda do graal ganhou um novo fôlego com o surgimento de grupos esotéricos que compreendiam o Santo Graal como um conjunto de textos sagrados de profunda importância religiosa.

A última e mais famosa versão sobre esse mito tenta levantar indícios pelos quais o Santo Graal, na verdade, faria uma truncada menção à expressão “sangue real”. Com base em tal premissa, acreditariam que o sangue real supõe a existência de uma linhagem de descendentes de Jesus Cristo que, segundo outras supostas fontes documentais, teria deixado herdeiros a partir de sua união com Maria Madalena. E assim, a lenda do graal cresce com novas, acalentadoras e instigantes promessas.”””

Por Cíntia Cristina da Silva.

Revista Superinteressante.

“””A História do Santo Graal é uma lenda que atribui poderes divinos a um cálice sagrado, que teria sido usado por Jesus na última ceia. Essa, porém, é uma versão medieval de um mito que surgiu muito antes da Era Cristã. Na Antiguidade, os celtas – povo saído do centro-sul da Europa e que se espalhou pelo continente – possuíam um mito sobre uma vasilha mágica. Os alimentos colocados nela, quando consumidos, adquiriam o sabor daquilo que a pessoa mais gostava e ainda lhe davam força e vigor. É provável que, na Idade Média, tal história tenha inspirado a lenda “cristianizada” sobre o Santo Graal. Na literatura, os registros pioneiros dessa fusão entre a mitologia celta e a ideologia cristã são do século 12. “As lendas orais migraram para textos de cunho historiográfico, desses textos para versos e dos versos para um ciclo em prosa”, diz o filólogo Heitor Megale, da Universidade de São Paulo (USP), organizador do livro A Demanda do Santo Graal, que esmiúça esse tema.

Ainda no final do século 12, o escritor francês Chrétien de Troyes foi o primeiro a usar a lenda do cálice sagrado nas histórias medievais que falavam sobre as aventuras do rei Artur na Inglaterra. A partir daí, outros autores, como o poeta francês Robert de Boron, no século 13, reforçaram a ligação entre os mitos do cálice e do rei Artur descrevendo, por exemplo, como o Santo Graal teria chegado à Europa. Foi Boron quem acrescentou um outro nome importante nessa história: o personagem bíblico José de Arimatéia. Nos romances de Boron, Arimatéia é encarregado de guardar e proteger o Santo Graal. Apesar das várias referências cristãs, essas histórias não são levadas a sério pela Igreja Católica. “O cálice da Santa Ceia tem o valor simbólico da celebração da eucaristia. Já seu poder mágico é só uma lenda”, diz o teólogo Rafael Rodrigues Silva, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Poderosa ou não, o fato é que essa relíquia cristã jamais foi encontrada de fato.

A jornada do cálice

Romances medievais contam que, de Jerusalém, ele teria sido levado para a Inglaterra

1. Em Jerusalém, durante a última ceia com os 12 apóstolos, Jesus Cristo converte o pão e o vinho em seu corpo e seu sangue – esse sacramento, denominado eucaristia, é um dos pontos máximos dos rituais cristãos. O cálice usado por Cristo nessa ocasião é o chamado Santo Graal.

2. Após a última ceia, Jesus é preso e crucificado. Um judeu rico que era seu seguidor, José de Arimatéia, pede autorização para recolher o corpo e sepultá-lo. Antes, porém, um soldado romano fere o corpo de Cristo para ter certeza de sua morte. Com o mesmo cálice usado por Jesus na última ceia, José de Arimatéia recolhe o sangue sagrado que escorre pelo ferimento.

3. Após sepultar o corpo de Cristo, José de Arimatéia é visto como seu discípulo e acaba preso, sendo recolhido a uma cela sem janelas. Todos os dias uma pomba se materializa no local e o alimenta com uma hóstia. Mesmo após ser libertado, Arimatéia decide fugir de Jerusalém e ruma para a atual Inglaterra na companhia de outros seguidores do cristianismo. Ele cruza a Europa levando o Graal.

4. José de Arimatéia funda a primeira congregação cristã da Grã-Bretanha, onde se localiza a atual cidade de Glastonbury. Nos romances medievais, nessa mesma região ficava Avalon, o lugar mítico que guardaria depois o corpo do rei Artur. Arimatéia prepara uma linhagem de guardiães do Santo Graal, pois o cálice dá superpoderes a quem o possui. Seu primeiro sucessor nessa missão é seu próprio genro, Bron.

5. Com o tempo, o Santo Graal e seus guardiães se perdem no anonimato. Quem tenta reencontrar o objeto é justamente o rei Artur, que tem uma visão indicando que só o cálice sagrado poderia salvar sua vida e também o seu reino de Camelot – que ficaria onde hoje há a cidade de Caerleon, no País de Gales. Leais companheiros de Artur, os cavaleiros da Távola Redonda saem em busca do cálice, sem jamais encontrá-lo.

Monarca fictício

Histórias sobre o rei Artur se popularizaram no século 12

A cultura celta foi o ponto de partida não só do mito sobre o cálice sagrado, como também do personagem que tornou o Santo Graal popular no mundo inteiro. A criação do lendário rei Artur pode ter sido inspirada num homem de verdade, um líder celta, que teria vivido na Inglaterra por volta do século 5. Mas foi só a partir do século 12 que os primeiros textos com as aventuras de Artur e sua busca pelo Graal fizeram sucesso.

Formas imaginárias

O objeto já foi descrito das mais diferentes maneiras:

Simples e redondo.

A primeira vez que ele aparece num romance medieval é em Le Conte du Graal (“O Conto do Graal”), do francês Chrétien de Troyes, no século 12. Ele é descrito não como um cálice, mas como uma tigela redonda e simples.

Luxuoso e talhado.

Em outros textos, que permanecem de autoria desconhecida e são datados entre os séculos 12 e 13, o Graal aparece na forma de um cálice bastante luxuoso, talhado em 144 facetas incrustadas de esmeraldas.

Divino e intocável.

Em The Queste Del Saint Graal (“A Busca do Santo Graal”), texto do século 13 creditado ao francês Robert de Boron, o cálice é descrito como um objeto divino sem forma. Somente alguém puro e casto poderia tocá-lo.”””

Para o filme, os produtores utilizaram como base uma versão do Santo Graal descrita nas histórias do lendário Rei Artur com as seguintes características:

Tem o formato de um cálice;

Foi utilizado por Jesus Cristo na última ceia;

Recolheu o sangue de Cristo durante a crucificação;

Foi guardado por José de Arimatéia.

Desaparecido por séculos, ele foi reencontrado pelos Cavaleiros da Távola Redonda durante a primeira cruzada.

Possui propriedades milagrosas de cura.

Dá à quem beber dele, poderes sobrenaturais, inclusive da imortalidade.

Notemos que o filme utiliza personagens e fatos históricos e fictícios, misturando tudo e criando sua própria mitologia, com o intuito único de cumprir com o seu principal objetivo que é o entretenimento. Com isso a produção tem a liberdade de brincar com a história e até contestá-la, como no caso da imortalidade dada à quem bebe do cálice, pois somos informados no filme posterior, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), que não só o próprio Indy envelheceu, como seu pai, Henry Jones Sênior, havia falecido anos antes.

INFORMAÇÕES DO FILME:

Sean Connery foi sempre a primeira escolha de Steven Spielberg para interpretar o pai de Indiana Jones, como uma piada interna significando que James Bond é o pai de Indiana Jones. Se Connery não aceitasse, Gregory Peck e Jon Pertwee seriam as próximas escolhas para o papel.

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Spielberg sempre quis fazer um filme de 007, então fez Indiana Jones como um tipo de personagem inspirado em James Bond. Seguindo essa linha, o filme possui vários atores que participaram da franquia do espião britânico: John Rhys-Davies (General Pushkin – 007 Marcado Para a Morte – 1987), Alison Doody (Jenny Flex – 007 Na Mira dos Assassinos – 1985), Julian Glover (Aris Kristatos – 007 Somente Para Seus Olhos – 1981), Stefan Kalipha (Hector Gonzales – 007 Somente Para Seus Olhos – 1981), Pat Roach [Lippe – 007 Nunca Mais Outra Vez – 1983 (filme não oficial)] e Vernon Dobtcheff (Max Kalba – 007 O Espião que me Amava – 1977).

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Para a cena no comício nazista em Berlim (onde Indy confronta Elsa e rouba de volta o diário), Steven Spielberg (judeu praticante e cineasta supersticioso) pediu para que todos os extras que fizeram a saudação nazista “Sieg Heil” também colocassem seus outros braços atrás das costas e cruzassem os dedos.

Para filmar as cenas com os ratos, os produtores consultaram sua seguradora com relação à algum empecilho jurídico devido ao risco de doenças, acidentes, ou simplesmente porque eles se recusariam a segurar. Esta foi uma questão delicada, pois cada dia perdido de filmagem pode custar centenas de milhares de dólares, mas os especialistas chegaram à um consenso que agradou à todos. Eles pediram ao diretor para que utilizasse o menor número de ratos possível. Dois mil ratos foram criados para a produção (que tiveram de ser criados especialmente para a cena, estando, portanto, totalmente livres de doenças). Nesta cena, a atriz Alison Doody sofreu um pouco menos do que as atrizes anteriores que tiveram de enfrentar cobras e insetos, pois ela não tinha medo de ratos, embora trechos da cena em que os ratos puxavam seus cabelos a deixaram um pouco tensa. Amanda Redman, por exemplo, foi convidada para o papel de Elsa, mas recusou por causa de seu pavor de ratos. Nenhum deles foi morto ou ferido nas filmagens. Na cena em que a rede de galerias é incendiada, eles foram substituídos por mil modelos de plástico e animatrônicos. Para ajudar a alcançar o som de milhares de ratos, o designer de som Ben Burtt utilizou gravações mais agudas de milhares de galinhas.

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Harrison Ford recomendou River Phoenix para interpretar o Indiana adolescente após Phoenix ter interpretado seu filho em “A Costa do Mosquito” (1986). Ao descrever como se preparou para interpretar o papel, Phoenix explicou que ele realmente não baseou sua interpretação no personagem de Indiana Jones, mas sim no próprio Ford. Então, ele observava Ford fora do set, no dia a dia, antes de gravar suas cenas. Sua performance foi muito elogiada pela crítica e pelo publico. O jovem ator vinha de excelentes trabalhos e tinha um futuro promissor, mas acabou falecendo precocemente em 1993 por overdose de drogas. Tinha apenas 23 anos.

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Harrison Ford cortou o queixo em um acidente de carro no norte da Califórnia quando ele tinha cerca de 20 anos. No filme, esta cicatriz é explicada pelo jovem Indiana Jones cortando acidentalmente seu queixo com um chicote. Parodiando o seu próprio personagem aventureiro, o veterano ator também já sofreu uma queda com seu helicóptero particular na década de 90 e, recentemente, também caiu com seu avião de pequeno porte logo após decolar (ele pilota suas próprias aeronaves). Em todos os acidentes ele sofreu ferimentos de moderados à graves, recuperando-se plenamente meses depois.

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A maioria dos uniformes usados ​​pelos nazistas na cena de queima de livros em Berlim são uniformes autênticos WW2 e não fantasias. Um cache de uniformes antigos foi encontrado na Alemanha e obtido pela figurinista Anthony Powell para ser usado no filme.

Na cena em que Indy tem de escolher qual a taça é o Graal, ele escolhe o caminho certo, dizendo: “Esse é o cálice de um carpinteiro”. A Bíblia informa que Jesus – assim como seu pai José – era carpinteiro. Curiosamente, quando as dificuldades iniciais o fizeram desistir da carreira de ator na década de 70, Harrison Ford usou um livro sobre carpintaria da biblioteca para começar a fazer biscates e ganhar a vida. Um desses trabalhos foi feito na casa de George Lucas. O ator só retomaria a carreira de modo acidental em “Guerra nas Estrelas” (1977), onde estava prestando um serviço de carpintaria para o estúdio e foi chamado por George Lucas para completar um grupo para os testes de cena. Acabou sendo o melhor do teste e convencido por Lucas à voltar a atuar.

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Henry Jones Sênior tinha, de acordo com materiais de bastidores, mas não mencionado no filme, nascido na década de 1860 e foi professor em uma universidade escocesa antes de emigrar para Utah, onde Indy nasceu. Ele teria cerca de 75 anos de idade em 1938. Sean Connery tinha, apenas, 58 anos na época das filmagens (e é apenas 12 anos mais velho que Harrison Ford). Por isso a caracterização com barba e roupas de idoso foram necessárias para deixa-lo mais velho. Indy, representando um lorde escocês no Castelo Brunwald, foi um aceno para esta história de fundo não citada explicitamente no filme.

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Sean Connery e Harrison Ford não usavam calças durante as filmagens da seqüência no interior do dirigível. Inicialmente, Ford achou estranho o fato de Connery estar usando somente bermudas e chinelos, apesar de ter o figurino completo da cintura para cima. Connery respondeu que era uma forma de diminuir o suor e aumentar o conforto enquanto gravavam em um estúdio bastante quente e abafado. Ford resolveu imitar o colega e verificou que, realmente, o conforto aumentava significativamente. Mais um truque aprendido com o veterano ator, mostrando que a experiência não ajuda apenas na maneira de atuar.

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Laurence Olivier foi convidado para interpretar o cavaleiro do Graal, mas ele estava muito doente para se comprometer com o papel que ficou com Robert Eddison. Meses depois, Olivier veio a falecer por insuficiência real depois de lutar por mais de 20 anos contra vária doenças contraídas com a idade avançada.

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A fachada do templo mostrada no final do filme existe, mas não em Alexandretta. É em Petra, na Jordânia. No entanto, não há nada dentro dele – a porta que pode ser vista na tela é enorme, oito ou nove pessoas colocadas ombro à ombro podem facilmente caminhar através dele. Isso leva a um enorme vazio no formato de uma sala quadrada esculpida com a altura de dois andares. Da mesma forma, eles não seriam capazes de se “perderem” no vale pois o caminho até o portal se estende por quase dois quilômetros e não há outro caminho para entrar ou sair. As filmagens em Petra foram visitadas pela Rainha Noor da Jordânia e seus filhos. A Rainha, nascida nos EUA e quarta esposa do Rei Hussein ibn Talal, é fã de cinema, principalmente americano.

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John Williams insere o tema da Arca da Aliança de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), quando Indy e Elsa se deparam com uma representação da Arca em uma parede nas catacumbas abaixo de Veneza. Todos os filmes de Indiana Jones possuem referências à Arca da Aliança, exceto “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984), que se passa cronologicamente, antes dos acontecimentos do filme anterior.

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No início do filme, quando Indiana Jones está dando aula, ele diz: “… Se você está procurando a verdade, a aula de filosofia do Dr. Tyree é no fim do corredor à direita.” Esta é uma referência ao próprio professor de Ford (Ford tem formação em filosofia), Dr. William E. Tyree, que lecionou filosofia de 1950 à 1983 no Ripon College, em Ripon, Wisconsin.

O personagem denominado “Fedora” nos créditos (interpretado por Richard Young) estava no roteiro originalmente como Abner Ravenwood, pai de Marion Ravenwood e seria o mentor de Indiana que foi mencionado em “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Por isso suas roupas são parecidas com as de Indiana quando adulto. O arqueólogo teria se espelhado em seu mentor e moldado sua própria personalidade e imagem à partir dele. Inclusive, o inseparável chapéu de Indy seria o mesmo que ele ganhou de Fedora/Ravenwood no início do filme, motivo pelo qual ele sempre tenta recuperá-lo quando o perde, inclusive colocando sua integridade em risco. As cenas em que haveria mais referências à Ravenwood foram eliminadas, assim como várias outras, para encurtar um pouco o filme, que já tinha quase duas horas. Assim, Ravenwood foi renomeado como Fedora e não voltou a ser mencionado no filme.

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Quando o Professor Jones Sênior assusta as “gaivotas” para voarem e pararem o avião, elas são de fato pombos, já que gaivotas não podem ser treinadas. Olhando de perto também se pode ver que há um número de gaivotas “artificiais” na areia, que não se movem mesmo com a aproximação do ator. Depois é feita uma montagem com gaivotas reais voando em direção à aeronave e a cena é completada.

Denholm Elliott e John Rhys-Davies fazem suas últimas aparições da franquia Indiana Jones como Marcus Brody e Sallah, respectivamente. Eles foram trazidos de volta neste filme, a fim de dar-lhe um tom mais leve, em contraste com o tom sombrio do filme anterior “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984), bem como as suas ausências neste filme. No entanto, ambos os personagens são mencionados em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Denholm Elliott tinha sido diagnosticado com AIDS, pouco antes do início das filmagens, e estava seriamente doente em vários dias da produção. O ator viria a morrer em 1992, de pneumonia e insuficiência respiratória aos 70 anos. No filme de 2008, aparece em uma participação “post morten” como uma estátua no colégio onde Marcus e Indy lecionavam, já que seu personagem, assim como o de Henry Jones Sênior, também morreu.

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Assistindo Indiana lutar com um nazista, o soldado no periscópio diz a seus companheiros de equipe, em alemão, “Os americanos! Eles lutam como meninas!”.

Ao filmar em Veneza, eles foram autorizados a ter o controle total do Grand Canal durante sete horas totais, sendo uma hora por um dia.

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Durante o resgate no Castelo Brunwald, o Dr. Jones Sênior expressa consternação com Indy por ele, inadvertidamente, ter trazido o diário para as mãos do inimigo, dizendo que ele “deveria ter enviado por correio para os Irmãos Marx”. Harpo Marx revelou em sua autobiografia que ele, realmente, tinha contrabandeado um diário de documentos importantes para fora da Rússia, uma vez, a fim de evitar que caíssem em mãos inimigas.

Dois dos vilões do filme – Michael Sheard como Hitler e Julian Glover como Donovan tinham sido, anteriormente, vilões em um filme de George Lucas estrelado por Harrison Ford – “Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca” (1980), como o Almirante Ozzel e o General Veers respectivamente.

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Kevork Malikyan (Kazim) perdeu o papel de Sallah em “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) para John Rhys-Davies, mas foi lembrado por Steven Spielberg para este filme. Seu personagem teria uma importância ainda maior se o roteiro não fosse encurtado. Em uma cena deletada, Kazim morre nos braços de Elsa, que olha para suas mãos sujas com o sangue do protetor do Graal e, em seguida, encara raivosamente os nazistas. Um curto diálogo nesta cena indicaria que ela, no fim do filme, escolheu o cálice errado de propósito para se vingar de Donovan pelas mortes dos protetores da relíquia.

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A igreja de San Barnaba, em Veneza, é uma igreja comum. A enorme biblioteca mostrada no seu interior, foi filmada nos estúdos.

Harrison Ford e Sean Connery tiveram três oportunidades subsequentes para trabalharem juntos novamente, mas não conseguiram. Connery aceitou um papel em “Caçada Ao Outubro Vermelho” (1990), enquanto Ford recusou o papel de Jack Ryan, que foi para Alec Baldwin em seu lugar. Ford aceitou mais tarde, o papel em “Jogos Patrióticos” (1992). Ambos declinaram dos papéis de Alan Grant e John Hammond, respectivamente, em “Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros” (1993) de Spielberg. Já Connery se recusou a voltar para o papel de Henry Jones Sênior em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008).

O salto de Indy do cavalo para o tanque foi realizada pelo já lendário dublê britânico Vic Armstrong. O dublê foi muito utilizado em toda a trilogia, principalmente devido à sua semelhança física com Ford. A produção teve dois tanques para a cena de perseguição; um deles era feito de alumínio. Toda a perseguição levou cerca de 10 dias para ser filmada, em vez dos dois dias previstos.

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A sequência da perseguição do tanque no deserto era um pouco mais longa e incluía uma perigosa cena mostrando Indy saltando do tanque antes dele despencar do penhasco, agarrando-se nas raízes das plantas que pendiam da borda. Mas os diretores não conseguiram encontrar um ângulo para gravar que os deixassem satisfeitos com o resultado, e a cena foi retirada da montagem final.

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Quando Indy está sendo arrastado ao longo da parede preso ao cano do canhão do tanque, nenhum dublê foi usado. Harrison Ford fez a cena, inclusive com a equipe de produção utilizando pás para derrubar a sujeira e barro sobre ele a partir do barranco.

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De acordo com o endereço no pacote que ele recebeu da Itália, Indy leciona na Faculdade de Barnett. O nome da escola foi adotado e usado com destaque mais tarde nas demais mídias da franquia, como livros, games e graphic novels.

Indiana observa que em latim, o Nome do Senhor começa com um “I”, não um “J”. Isto é bastante correto, especialmente tendo em conta que o cavaleiro que recuperou o Graal adquiriu-o durante a Primeira Cruzada. A Primeira Cruzada terminou em 1099. No tempo do Império Romano, “J” era apenas uma variante de um “I”, daí a semelhança entre as suas formas minúsculas “i” e “j”. A pronúncia original é muito parecida com um “I” ou “Y”. Seu uso como uma forma de som semelhante à “g” não apareceu antes do século XV.

Depois de Indy e Elsa se beijarem e irem para a cama, Indy olha para cima e diz: “Ahh, Veneza”, que é uma homenagem ao autor Thomas Mann, que escreveu a frase em seu livro de 1912, “Morte em Veneza”.

O diretor Steven Spielberg incluiu as cenas de abertura como um tributo à suas próprias experiências como um escoteiro.

As dificuldades apresentadas pelo piloto do tanque em manobrar o veículo foram bem realista. O tanque Mark I – ou de fato, qualquer tanque da 1ª Guerra Mundial – era tão pesado que seus fabricantes correram para produzir uma atualização; o Mark IV ficou pronto apenas um ano após o lançamento do Mark I.

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Os quatro cavalos usados ​​nas cenas finais fora do templo foram emprestados para o filme pelo Rei Hussein da Jordânia em pessoa. Assim como sua esposa, a Rainha Noor, o Rei também era fã de cinema americano e ficou muito feliz em colaborar com as filmagens.

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Harrison Ford (Indiana Jones) e Pat Roach (oficial da Gestapo) são os únicos atores que aparecem em todos os três filmes da trilogia original. Roach interpretou o gigante Sherpa e o mecânico de aviões em “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), além do chefe da guarda em “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (1984). A cena foi filmada com Indiana derrubando-o e deixando-o inconsciente a bordo do Zeppelin, estendendo uma piada da série onde o personagem de Ford derruba um personagem de Roach em cada filme. No entanto, a cena não foi utilizada na edição final. Então, a única imagem remanescente de Roach no filme é a cena em que ele corre atrás de Vogel para entrar no dirigível. “Indiana Jones e a Última Cruzada” é também o último filme da franquia com Roach, que faleceria em 2004.

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Depois de fugirem do Castelo Brunwald e se livrarem dos soldados nazistas em motocicletas, Indy e seu pai chegam à uma bifurcação na estrada com um sinal indicando à esquerda (Norte) para Berlim e à direita (Sul) para Veneza. A terceira cidade é pouco visível no mesmo sinal, apontando para a direção de onde os Jones vieram, e indica a estrada para Garmisch-Partenkirchen, que sediou os Jogos Olímpicos de Inverno de 1936.

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Vários atores gravaram participações vivendo personagens que acabaram não sendo aproveitadas na montagem final. Apesar de todas as cenas que envolvem o personagem do ator Frederick Jaeger terem sido cortadas , ele ainda pode ser visto em uma rápida cena, filmada no interior do aeroporto de Berlim. Seu personagem é um “Ás da Primeira Guerra” que seria um dos perseguidores de Indiana Jones na cena do combate aéreo. Os atores Billy J. Mitchell e Jerry Harte, apesar de terem seus nomes creditados no fim do filme, também tiveram suas cenas cortadas da edição final. Jerry Harte é creditado com o papel de Professor Stanton e Billy J. Mitchell é creditado como Dr. Mulbray. Curiosamente Jerry Harte e Billy J. Mitchell também participaram de outra franquia de George Lucas: StarWars.

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Este foi o último filme do veterano diretor de fotografia Douglas Slocombe, responsável pela fotografia de filmes como “O Grande Gatsby” (1974) e “Rollerball – Os Gladiadores do Futuro” (1975). o premiado diretor morreu em 2013 aos 102 anos. Também foi o último filme de Paul Maxwell para o cinema. O ator, com uma filmografia que incluem “Sahara” (1983) e “Aliens, O Resgate” (1986), viria a falecer em 1991.

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Ronald Lacey aparece brevemente neste filme, sem ser creditado, interpretando Himmler na parada nazista em Berlim. Ele é visto atrás de seu amigo Michael Sheard que interpreta Adolf Hitler. Lacey atuou, anteriormente, em “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), com o personagem Toht.

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O ator Alex Hyde-White interpreta o Dr. Henry Jones em 1912. O rosto de Hyde-White nunca é mostrado e suas falas são dubladas por Sean Connery. Apesar de ter participado de vários filmes para o cinema, entre eles “O Fantasma da Ópera – O Filme” (1989) e “Uma Linda Mulher” (1990), o ator tem a carreira mais voltada para o teatro e para a tv com dezenas de participações em filmes e seriados desde os anos 60, como em dois episódios de “Galactica: Astronave de Combate” (1978 – 1979).

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A esposa do personagem Donovan é interpretada pela própria esposa de Julian Glover, a atriz Isla Blair. Nos créditos finais ela é creditada como “Sra Glover” interpretando “Sra Donovan.”

A arma usada para disparar contra o personagem de Sean Connery é uma Walther PPK, o mesmo modelo utilizado pelo James Bond de Connery.

O verdadeiro nome de Indy é finalmente revelado neste filme: Henry Jones, Jr. Nos dois filmes anteriores (e neste filme, até o minuto final), ele só tem sido chamado como “Indiana Jones” e suas variações (“Dr. Jones”, “Indy”, etc.). O nome “Indiana” veio de um cão, tanto no filme quanto na vida real: um cão malamute do Alasca de George Lucas, que viveu na década de 1970. Outro cão desta raça é visto no filme, quando o jovem Indy (River Phoenix) retorna para casa com a cruz em sua mão, tendo seu nome adotado pelo personagem.

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A sequência da morte de Donovan por envelhecimento rápido foi o primeiro composto de cena totalmente digital do cinema. Em filmes anteriores envolvendo computadores gerando efeitos visuais (como em “O Enigma da Pirâmide” (1985) ou “Willow – Na Terra da Magia” (1988)) os elementos de computação gráfica foram filmados separadamente e adicionados à cópia final do filme utilizando-se impressoras ópticas. Para “Indiana Jones e a Última Cruzada” a ILM digitalizou várias tomadas da transformação de maquiagem filmadas da “morte de Donovan” e mesclou todos os elementos juntos digitalmente. Ao fazer isso, o filme foi digitalizado, manipulado digitalmente, e voltou para filmar os vários elementos da cena, em vez de providenciar os elementos do filme separadamente com uma impressora ótica. Demorou uma semana para se filmar esta cena.

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No desafio Palavra de Deus, “Jeová” é usado como o nome de Deus, mas o nome “Jeová” foi criado para a Bíblia King James no início do século XVI e era uma corruptela linguística do hebraico “Yhwh.” ou “Yahweh”. Não teria sido usado por um cavaleiro do século XI. No roteiro original, ao errar a primeira letra, Indiana pisa no “J” e o piso cede, liberando uma tarântula que ataca o arqueólogo. Assim como outras cenas deletadas, essa foi trocada por uma mais simples, em que Indy quase cai no abismo, para não alongar demais o filme, mas foi mantida na HQ lançada pela Marvel e disponibilizada aqui na postagem.

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Indiana Jones vai para Berlim, em 1938, de acordo com o filme. Lá, ele vê a “queima dos livros.” Infame de fato, a queima dos livros na Bebelplatz pelos nazistas ocorreu em maio de 1933. Certamente, todos os livros condenados pelos nazistas teriam sido há muito tempo confiscados e destruídos em 1938. Nesta cena Indy usa um uniforme onde pode ser vista a fita da condecoração “Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro de 2ª Classe” – mas a instituição deste prémio só ocorreria um ano após os acontecimentos do filme.

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No castelo quando a lareira gira, uma mulher dá ordens aos outros soldados. Porém, na década de 1930, nem o exército alemão nem a SS tinham mulheres em posições de comando.

Quando Marcus Brody é capturado pelos nazistas e colocado em um caminhão, a porta do caminhão que se fecha atrás dele tem a insígnia do Afrika Korps (uma palmeira sobre uma suástica). A ação acontece em 1938. O Afrika Korps, força expedicionária do exército alemão atuante no norte da África, não foi formado até 1941, extinguindo-se em 1943.

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O selo azul no envelope da carta sobre a mesa na casa de Henry Jones Sênior comemora o 100º aniversário da criação do estado do Texas: 1945.

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As cenas iniciais do filme são filmadas no Arches National Park (que é, como se afirma, em Utah), e a tropa desmonta no Double Arch. Indy leva a cruz de Coronado de uma caverna perto desse arco. No entanto, não havia nenhuma linha de trem por quilômetros em qualquer direção no momento em que se passa a história. A linha ferroviária presente na área hoje foi construída durante a década de 1950 para atender à uma usina de processamento de urânio em Moab. A ferrovia mais próxima na época da história ficava à 70 kilômetros ao norte. Ainda no início do filme, no mesmo Arches Park, é mostrada a formação geológica chamada “Balanced Rock” – mas a rocha equilibrada menor conhecida como “Chip Off the Old Block “, que fazia parte da formação até 1975, não aparece. Ela caiu em algum momento na temporada de inverno de 1975/1976.

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Na sala de aula, onde Indy mostra a Cruz de Coronado para Marcus Brody, alguns livros são visíveis sobre a mesa. Um em particular, “Living Egypt”, foi publicado pela primeira vez em 1969, 31 anos após os eventos do filme.

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O mordomo no castelo diz “… e se você é um lorde escocês, então eu sou Mickey Mouse”, mas sua boca diz “… então eu sou Jesse Owens”. A fala foi alterada na pós-produção porque consideraram que a maioria do público não saberia quem era Jesse Owens (Ele foi um atleta e líder civil norte-americano que participou dos Jogos Olímpicos de Verão de 1936 em Berlim, Alemanha, onde se tornou conhecido mundialmente por ganhar quatro medalhas de ouro nos 100 e 200 m rasos, no salto em distância e no revezamento 4×100 m).

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Na época da Alemanha Nazista, a SS e o exército tinham uma grande rivalidade. Mas em pelo menos uma cena, o oficial da SS Vogel é referido como ‘Herr Oberst “(Coronel), enquanto suas insígnias de lapela são as de um Standartenführer (SS equivalente ao coronel). Um oficial da SS teria odiado ser chamado por um posto do exército.

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No saguão do aeroporto, duas pessoas estão lendo jornais alemães datadas de 1918, vinte anos antes dos acontecimentos do filme. Porém, desta vez, não se trata de um erro, adequação ou liberalidade da produção. Segundo consta, trata-se de uma piada interna, porém de significado não revelado pelos produtores.

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Pouco tempo depois de escapar das catacumbas de Veneza, Indy e Marcus olham para a inscrição que Indy rabiscou a partir do escudo do Cavaleiro e menciona a cidade de Alexandretta. Indy, mais tarde, menciona que “a atual (1938) cidade de Iskenderun foi construída sobre as ruínas”, o que implica que Alexandretta era o nome antigo da cidade e Iskenderun o nome atual. Na realidade, a cidade ainda tinha o nome de “Alexandretta” em 1938, e não mudou seu nome oficialmente para “Iskenderun” até o ano seguinte. Anteriormente, Indy estava com o rascunho do escudo feito por seu pai no bolso, ao entrar nas catacumbas, porque ele o separou do diário para mostrar à Marcus durante o vôo para Veneza. Esta cena também foi retirada do filme.

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Henry Jones Sênior foi descoberto facilmente por Vogel, dentro do Zepelim, devido à um detalhe peculiar: ele estava lendo o jornal de cabeça para baixo.

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A cena com o mordomo no castelo era mais longa e mostrava Indiana pegando o mordomo, depois de socá-lo, e colocando-o dentro do sarcófago que, numa piada tipicamente Spielberguiana, tinha a imagem idêntica ao do próprio mordomo.

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Uma das cenas gravadas e descartadas do filme mostrava a chegada dos Jones à Iskenderun, onde Júnior apresenta seu pai à Sallah. Nesta cena, ele ouviria pela primeira vez Indiana ser chamado de Júnior, deixando-o curioso sobre o significado dessa palavra. Finalmente, nas últimas cenas do filme, ele resolve questioná-los sobre ela.

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Após a sequência da perseguição do tanque, sem o mapa e sem um ponto de partida, como os Jones, Marcus e Sallah encontraram a direção para o “Desfiladeiro da Lua Crescente”? A resposta está em outra cena retirada do filme. Os alemães utilizaram bombas para explodir a entrada do caminho e a explosão guiou os Jones até a passagem.

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Uma das últimas cenas do filme, e também uma das mais belas, mostra Indy saltando no vazio e sendo amparado por uma “ponte invisível”. A cena utilizou três técnicas distintas. A filmagem com fundo Chroma key, filmagem de pinturas 3D e filmagem de maquetes. O resultado final fecha com chave de ouro o filme e a trilogia de uma das mais cultuadas franquias do cinema.

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Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, bfi.org.uk, mundoestranho.abril.com.br, brasilescola.com, jamesbond.wikia.com, softonic.com, sega-brasil.com.br, indianajones.wikia.com, dailymail.co.uk, indianajonestheexhibition.com, learnnc.org, lucasfilm.com, starwars.wikia.com, bbc.com, filmvorfuehrer.de, explore.bfi.org.uk, snipview.com, fanpix.famousfix.com, en.battlestarwiki.org, wikiwand.com, peopleofgaming.com e worthpoint.com.

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21 comentários para INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA (1080p/Tri Áudio) – 1989

  • FernandoH  Disse:

    Até quem enfim… eu estava mesmo na espera do último, muito obrigado Don Costa por esse e pelos anteriores, você está fazendo um maravilhoso trabalho.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Fernando.
      Realmente, este demorou um pouco mais que o esperado. Não a remasterização em si, mas a montagem da postagem. É impressionante a quantidade de informações sobre os bastidores deste filme. O que eu postei aqui é apenas a ponta do iceberg de tudo o que existe disponível sobre a produção. Existem, literalmente, centenas de sites contendo informações sobre a trilogia e as curiosidades informadas ali dariam para preencher um livro. Aliás, vários livros. Um deles, “A Ciência de Indiana Jones , Do Santo Graal ao Culto de Kali, a verdade científica por detrás das aventuras” esclarece, cientificamente, várias dúvidas que os fãs têm com relação à alguns aspectos da trilogia, da Arca da Aliança aos Thuggees, além de informar sobre a origem de alguns ícones da trilogia, como o chapéu de feltro e o chicote. Este livro em particular já tem a sua versão em português, embora ainda não esteja disponível em versão eletrônica.
      Vale a pena conferir
      Grato pela mensagem.
      Grande abraço.

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Grato, farra4ever.
      É um prazer compartilhar filmes com vocês.
      Obrigado por comentar.
      Abraços.

  • Uilian  Disse:

    Adoro essa trilogia Indiana Jones, e como sempre mais um excelente trabalho do nosso amigo Don Costa, gosto d+ dos seus trabalhos aqui no tela brother, sempre resgantando e nos presenteando com esses classicos em grande qualidade, muito obrigado, valeu.

    • Don Costa  Disse:

      Obrigado pelo apoio, amigo Uilian.
      A trilogia Indiana Jones é um marco do cinema e trouxe de volta um gênero que estava meio esquecido no cinema. Acredito que Indiana Jones fez para o gênero “aventura” o mesmo que Star Wars fez para o gênero “ficção científica”. Resgatou a credibilidade nas produções destes estilos tornando-os rentáveis com excelentes histórias e personagens marcantes.
      Hoje são justamente estes gêneros, ou até a mistura deles como em Transformers (que, apesar da enorme bilheteria, eu detestei) , que sustentam a gigantesca indústria cinematográfica americana. Spielberg e Lucas demonstraram como se fazer bons filmes e obter lucro com eles.
      Obrigado pela mensagem.
      Um abraço.

  • Julian  Disse:

    Um filme tão incrível, aliás como todos os outros do Indiana Jones, merecia mesmo um post assim tão completo e especial. Obrigado pela excelente postagem, por todos os bônus e curiosidades acompanhando o filme. Que trabalho fantástico, Don Costa. Parabéns! 🙂

    • Don Costa  Disse:

      Olá Julian.
      A primeira trilogia de Indiana Jones ultrapassou os limites existentes entre a sétima e as demais artes. Alguns fundamentos de uma boa história, conhecidas e propagadas desde a época de Homero, são aplicados à risca aqui. Personagens fortes, profundos e com personalidade, história sedutora e criativa, além de um roteiro agradável, consistente e que flua sem atropelos ou grandes lapsos. E o personagem, neste caso, ficou maior que seus filmes, sendo mais fácil você se lembrar do seu nome do que o nome dos filmes que ele protagonizou. Até por isso, o primeiro filme teve o nome alterado em seu lançamento em DVD e Bluray. Passou de “Caçadores da Arca Perdida” para “Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida”, num raríssimo caso de alteração de título de um filme de sucesso.
      Há menções sobre o personagem e seus filmes em todas as outras artes, inclusive as mais distantes do cinema, como pintura e escultura. Sua popularidade é tamanha que ele é identificado mesmo sem estar fisicamente presente. Assobie o tema principal e qualquer um conseguirá identificá-lo. Mostre um chapéu e um chicote para alguém e, possivelmente, este alguém fará a conexão. Somente grandes clássicos do cinema como “O Poderoso Chefão” ou personagens muito mais antigos como “Superman” conseguem tais feitos. Indiana Jones há muito tempo já se encontra no mesmo patamar.
      Para um clássico destes, não poderia ter feito uma postagem menos do que especial.
      Grato pelo comentário e um grande abraço.

      • Julian  Disse:

        Com certeza, Don Costa, os filmes são ‘pacote completo’, rsrs… Sou da geração que assistiu aos filmes de Indiana Jones na mesma década que foram lançados, A Última Cruzada creio que vi no cinema (eu era criança, não lembro com clareza), e eram simplesmente fascinantes… Nas incontáveis exibições na Globo eu sempre os revia e sempre adorava. É um personagem atemporal e carismático cujas aventuras agradam a crianças e adultos, é cinema da melhor qualidade, creio que a isso se deve todo o sucesso e o status de ícone que ele conquistou. Mesmo as novas gerações, que assistem nos dias de hoje aos filmes de Indiana Jones pela primeira vez vão se entreter e se fascinar com o personagem e com histórias tão ricas e empolgantes, que não envelheceram em nada. E o mesmo ocorre conosco ao rever pela enésima vez… Isso sim que é personagem e isso que é o melhor do cinema. Abraço. 🙂

  • djrickjk  Disse:

    Aeeewwww, postou o último com a dublagem clássica!
    Muito obrigado! o/

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, djrickjk?
      Demorou, mas saiu.
      Eu não poderia deixar de postar o último filme fechando a trilogia. Ela, completa e com a dublagem clássica, merece estar guardada com carinho na videoteca de cada fã. Afinal é uma das maiores e mais cultuadas franquias do cinema.
      Meus agradecimentos pelo comentário.
      Abraços.

  • @c3rvo  Disse:

    Don, elogiar as suas postagens é redundância. Parabéns e muito obrigado por compartilhar seus excelentes trabalhos conosco . Um abraço.

    • Don Costa  Disse:

      Grande @c3rvo.
      Eu é que agradeço à todos por me deixarem fazer parte desta grande família que é o Tela de Cinema.
      Como disse antes, minhas postagens são apenas retribuições pelos excepcionais arquivos que encontrei aqui no site. Filmes raros, áudios mais raros ainda, remasterizações únicas, seriados, desenhos, trilhas…
      Tenho que comprar 1 HD por ano para comportar tudo. Inclusive com vários arquivos postados por você, amigo.
      E todo dia tem novidade com lançamentos sensacionais.
      Então, novamente, minhas postagens são minha forma de agradecer pelo excelente trabalho de vocês, desde a época do blog.
      Que continuem assim por anos e anos.
      Agradeço pela mensagem.
      Um grande abraço para você..

  • snake  Disse:

    até q fim chegou… mt obrigado pela postagem: Don Costa
    já vai criar raíz no meu HD..
    zo/

    • Don Costa  Disse:

      Promessa é dívida, Snake!
      Ainda mais em se tratando desta fantástica trilogia.
      Deu bastante trabalho, e montar a postagem foi bem difícil. Não a montagem em si, mas parar de procurar por informações sobre a produção. Chegou uma hora em que eu já tinha mais de cem tópicos para catalogar e não tinha visitado nem um décimo dos sites que eu tinha relacionado, Cada um mais interessante do que o outro. Foi difícil a decisão de parar de procurar por mais informações e trabalhar com o que eu já tinha baixado. Ou eu fazia isso, ou a postagem iria demorar mais um mês, ficando gigantesca. Vou te contar. Essa trilogia tem histórias de bastidores para preencher horas de documentários.
      Grato por comentar.
      Abraços.

      • snake  Disse:

        nossa.. só imagaino a santa paciência pra vc procurar td isso… Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…
        cara, eu gostaria de perguntar uma coisa, tem previsão para postar a trilogia do pestinha nesse qualidade?

        • Don Costa  Disse:

          Olá Snake.
          O site Tela de Cinema possui uma estrutura descentralizada, onde cada colaborador é responsável por suas próprias postagens e somente elas. Já os administradores também não são responsáveis pelo que cada colaborador posta e não há um cronograma de postagens pré-definido. Assim, cada colaborador posta os filmes com os quais possuem mais afinidade, aumentando assim a qualidade das postagens, uma vez que quanto mais gostamos de algo melhor o resultado do trabalho executado com ele.
          Minhas predileções no tocante ao cinema ficam restritas aos gêneros ação, aventura, ficção científica, animação e terror, embora grandes clássicos do cinema de todos os gêneros façam parte da minha videoteca. São raríssimas as comédias que fazem parte do meu acervo, que não inclui a trilogia “O Pestinha”. Por isso, eu pessoalmente não tenho nenhuma previsão para postar esta trilogia.
          Comédias, em geral, não me agradam. Mas há vários colaboradores do site que costumam postar comédias de todas as épocas para nós. Faça seu pedido na área de “Pedidos” aqui do site para que algum marujo que tenha esta trilogia poste-a na referida qualidade. Também pode fazer o pedido na página do filme que foi postado aqui no Tela em DVD-rip. Há uma boa chance de que quem postou o filme faça uma atualização para alta definição.
          É pedir e aguardar. Com um pouco de sorte, alguém postará essa trilogia em alta definição.
          Abraços.

  • djrickjk  Disse:

    Don Costa, você tem “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” com áudio inglês DTS?
    Eu tenho em 1080p, mas está sem o áudio DTS, aliás, nem sei se esse BluRay foi lançado com DTS, achei em trackers gringos com TRUE-HD.
    Se você tiver, poderia postar?
    Aí completa a quadrilogia com essa qualidade maravilhosa! 😀

    • Don Costa  Disse:

      Djrickjk, boa noite.
      Eu, sinceramente, não gostei deste último filme de Indiana Jones feito em 2008. Pelo menos não a ponto de comprar o Bluray como fiz com a trilogia original. Portanto, eu não o tenho aqui para upar para os amigos.
      Mas pode baixar esse áudio True-HD (aliás Dolby True-HD) que você encontrou, sem problemas, pois ele é superior ao DTS.
      Eu explico. As opções de áudio utilizados nos discos blurays são as seguintes:
      Dolby TrueHD compressão sem perdas (lossless) 5.1, 6.1 e 7.1 (máximo 14) 48kHz/20 bits e 96kHz/24 bits (máximo 192kHz/24 bits em 5.1) 4.7Mbps (máximo 18Mpbs);
      Dolby Digital Plus compressão com perdas (lossy) 5.1, 6.1 e 7.1 48kHz/20 bits 1.7Mbps (máximo 6Mbps);
      DTS-HD Master Audio compressão sem perdas (lossless) 5.1, 6.1 e 7.1 48kHz/20 bits e 96kHz/24 bits (máximo 192kHz/24 bits em 5.1) 6.2Mbps (máximo 25.4Mbps);
      DTS-HD High Resolution compressão com perdas (lossy) 5.1, 6.1 e 7.1 48kHz/20 bits (máximo 96kHz/24 bits) 3Mbps (máximo 6Mbps);
      Linear PCM (multicanal/BD) nenhuma compressão 5.1, 6.1 e 7.1 48kHz/16 bits (máximo 48kHz/24 bits) 4.6Mbps;
      DTS compressão com perdas (lossy) 5.1, 6.1 e 6.1 (ES) 48kHz/20 bits (máximo 96kHz/24 bits) 754kbps (máximo 1.5Mbps);
      Dolby Digital compressão com perdas (lossy) 5.1 e 6.1 (EX) 48kHz/20 bits 384kbps (máximo 640kbps).
      Fonte: http://revistahometheater.uol.com.br/.
      Note que os formatos HD sem perdas (DTS-HD MA e Dolby TrueHD) são muito superiores aos demais, atingindo mais de 10 vezes a bitragem de um DTS comum, como o utilizado nesta postagem.
      A tendência é que os futuros blurays saiam cada vez mais com estes codecs de áudio de alta qualidade.
      Espero ter ajudado.
      Grande abraço.

  • Leonardo Nunes  Disse:

    obrigado baixei a ver. reduzida…e a dub.clássica perfeito ainda

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