GRITO DE HORROR (Tri Áudio / 1080p) – 1981

THE HOWLING – 1981
HORROR
DIREÇÃO: Joe Dante
ROTEIRO: Gary Brandner, John Sayles (+1)
IMDb: 6,6
http://www.imdb.com/title/tt0082533/

RMZ (TRI ÁUDIO /1080p) – D. CLÁSSICA (HERBERT RICHERS) + VERSÃO REDUZIDA

“ATUALIZAÇÃO PARA TRI ÁUDIO”

Postado por Don Costa

VERSÃO MAIOR
Formato: MKV
Qualidade: BRRip – 1080p (1920*1032) 1.85:1, AVC, 24000 FPS, 5000 Kbps.
Tamanho: 4,35 GB
Duração: 91 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português RMZ (Dublagem Clássica Herbert Richers) – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192kbps.
Português RMZ (Dublagem Centauro) – 44,1 KHz, AC3, 2 canais, 128kbps.
Inglês – 48,0KHz, DTS, 2 canais, 1509kbps.
Servidor: Mega (dividido em 19 partes)
Crédito Áudio D. Clássica Herbert Richers: Johnahex
Remasterização e postagem: Don Costa & Johnahex

VERSÃO REDUZIDA
Formato: MKV
Qualidade: BRRip – 1080p (1920*1032) 1.85:1, AVC, 24000 FPS, 1500 Kbps.
Tamanho: 2,12 GB
Duração: 91 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português RMZ (Dublagem Clássica Herbert Richers) – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192kbps.
Português RMZ (Dublagem Centauro) – 44,1 KHz, AC3, 2 canais, 128kbps.
Inglês – 48,0KHz, DTS, 2 canais, 1509kbps.
Servidor: Copy (dividido em 9 partes)
Crédito Áudio D. Clássica Herbert Richers: Johnahex
Remasterização e postagem: Don Costa & Johnahex

PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 19 PARTES): GRITO DE HORROR (VERSÃO MAIOR)

PASTA VERSÃO REDUZIDA (COPY – 9 PARTES): GRITO DE HORROR (VERSÃO REDUZIDA)

PASTA VERSÃO REDUZIDA (LINK TEMPORÁRIO GOOGLE DRIVE* – 9 PARTES): GRITO DE HORROR (VERSÃO REDUZIDA) *OBS: LINK EXPIRA EM UMA SEMANA.

LINK – AMOSTRA DUBLAGEM HERBERT RICHERS

LINK – AMOSTRA DUBLAGEM CENTAURO

EM CASO DE ARQUIVO CORROMPIDO:

Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
Para executar essa recuperação faça o seguinte:
Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02 do arquivo menor.
Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed.GdH1981BR1080TÁRMZDC&JVR.part02.rar”.
Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “GdH1981BR1080TÁRMZDC&JVR.part02.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte problemática novamente.
Abraços.

NOTA – Informações sobre os arquivos:

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 4,35 Gb e outro menor com 2,12 Gb. Ambos têm três áudios e a única diferença entre eles é a bitragem de vídeo. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior.

Para esta remasterização foi utilizado um Bluray –rip alemão como base para o vídeo, um DVD-rip nacional de onde foi extraída a dublagem Centauro e o TV-rip do Johnahex contendo a dublagem da Herbert Richers. O áudio Herbert Richers do TV-rip estava em muito bom estado, embora ainda necessitasse de uma limpeza para eliminar os chiados comuns em sinal de TVs analógicas e em fitas VHS. Nos pontos onde havia cortes, um procedimento muito usado pelas emissoras a fim de adequar a duração do filme à sua grade de programação, o preenchimento foi feito com o áudio inglês original, exceto em dois curtos pontos que continham diálogos. Neles, foi necessária a utilização do áudio da dublagem Centauro para cobrir os pontos, mas nada que atrapalhe a exibição do filme. Também decidi manter a voz do locutor da TV quando começam os créditos finais, anunciando a próxima atração. Nostalgia para o público do Paraná. Já o áudio Centauro não precisou de nenhuma edição além da sincronização inicial.

Karen White, é uma jovem apresentadora de um telejornal, que vai atrás de uma entrevista com um assassino. Depois do encontro com o tal, Karen, fica traumatizada com os fatos chocantes que o assassino revela e começa a sofrer de amnésia traumática e viaja com seu marido. Longe da cidade, o casal se refugia em uma comunidade do interior. O grande problema é que os nativos dessa pequena aldeia tem algo a esconder.












Informações sobre o filme:

Na cena em que Terri chama Chris ao escritório do Dr. Wagner, vemos uma imagem de Lon Chaney Jr. na parede. Chaney interpretou o lobisomem em cinco filmes: “O Lobisomem” (1941), “Frankenstein Encontra o Lobisomem” (1943), “A Casa de Frankenstein” (1944), “O Retiro de Dracula” (1945) e “Abbott e Costello Às Voltas com Fantasmas” (1948). Ele é o único ator que interpretou um monstro da Universal no filme original e em todas as suas sequências.


Um jovem Lon Chaney Jr marca presença no filme, através de um retrato.

Rick Baker estava, originalmente, fazendo os efeitos especiais do filme, mas ele parou os trabalhos para fazer “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981), na Inglaterra, deixando a responsabilidade dos efeitos deste filme americano nas mãos de seu assistente, Rob Bottin. Tanto este filme quanto “Um Lobisomem Americano em Londres” foram lançados no mesmo ano e ambos receberam muitos elogios por seus trabalhos de maquiagem, sendo que o filme inglês foi premiado com o Oscar. Na imagem abaixo, Belinda Balaski recebe sua maquiagem diretamente das mãos de Bottin. Sua personagem em “Grito de Horror” recebeu o nome de Terry Fisher em homenagem à Terence Fisher, diretor de inúmeros clássicos da Hammer Films, incluindo “A Maldição do Lobisomem” (1961).  


Rob Bottin trabalhando em Belinda Balaski (no alto), e o resultado final (acima).

Robert Picardo tinha que se sentar por até oito horas para que o rosto e o peito recebessem toda a maquiagem e equipamentos de efeitos especiais. A equipe de Bottin passou o que era para ser o primeiro dia de filmagens com o personagem Eddie Quist, transformando Picardo nele, desperdiçando as filmagens do dia. Ele teve que dormir durante a noite com toda a maquiagem e o equipamento para que eles pudessem filmar no dia seguinte. Entre os artistas da equipe de Bottin estava um iniciante Greg Cannom, lendário artista de efeitos de maquiagem com trabalhos consagrados em filmes como “Os Garotos Perdidos” (1987), “Drácula de Bram Stoker” (1992), entre outros.


Greg Cannom com Robert Picardo e Belinda Balaski (no alto à esquerda), e vestindo as bexigas de ar antes das próteses serem aplicadas (direita).

Picardo e Bottin trabalharam juntos novamente em muitos projetos, incluindo “A Lenda” (1985), de Ridley Scott. Eles foram contratados porque Scott era um fã de “Grito de Horror”. Mas o desgaste deste primeiro trabalho foi grande. Houve momentos durante as filmagens em que  Picardo ficava muito desanimado com relação às horas que ele gastava para colocar e tirar a maquiagem. Na Edição Especial do DVD, ele observou: “Um dia, depois de passar seis horas e meia na cadeira de maquiagem, eu estava pensando… ‘estudei na Universidade de Yale, tive dois papéis principais na Broadway, e em meu primeiro papel como ator de cinema na Califórnia, meu rosto fica derretido em um filme de terror de baixo orçamento’. Tudo o que o pessoal da produção repetia para mim era, ‘Bob, da próxima vez leia o roteiro todo, detalhadamente, antes de aceitar o papel!’”


Robert Picardo e o contraste do “antes e depois” da aplicação da maquiagem “mais leve”.


A maquiagem mais pesada, aqui aplicada por Bottin, levava muito mais tempo.

Além da maquiagem, vários técnicas e vários tipos de tecnologias foram usados para dar vida aos lobisomens do filme. Animatrônicos, fantoches em tamanho real, filmagens em stop-motion, fantasias e, até, animação. No caso de uma das fantasias, ela aparece apenas parcialmente e brevemente no filme (quando Terry é atacada na cabana da família Quist), porque Dante achou que ela não funcionava bem e que parecia muito com um urso.


A fantasia de lobisomem (acima) foi pouco utilizada e aparece apenas parcialmente em cena.

A transformação do lobisomem no clímax do filme (quando Eddie se transforma para Karen) teve que ser feita inteiramente em close ups, porque o filme já tinha ultrapassado seu orçamento. Além disso, a cena teve de ser feita no escritório mesmo, porque eles não tinham dinheiro para criar outros cenários. Mesmo com todas estas limitações, o resultado impressiona.


A principal cena de transformação no filme utilizou maquiagem e animatrônicos (com Bob Bottin – no alto e Joe Dante – acima), filmada totalmente em close ups.


O técnico de efeitos especiais Jeff Shank dá o acabamento em um fantoche de lobisomem antes de colocá-lo em cena.


O diretor verifica os detalhes antes de rodar a cena.


A técnica de colocar dublês fantasiados (acima) chegou a ser utilizada em uma cena mais longa do incêndio no celeiro, mas ela foi cortada da montagem final.

O orçamento inicial do filme era ainda mais baixo, e muitas soluções encontradas para filmar as criaturas de maneira realista não obtiveram um bom resultado quando visto na tela. Em uma delas, o próprio Robert Bottin utiliza um fantoche com cabeça e braço de lobisomem para atacar a personagem de Belinda Balaski, na cena do consultório. Então, o diretor Joe Dante voltou à diretoria do estúdio, mostrou aquelas cenas prontas e pediu mais dinheiro para melhorá-las. Todas aquelas cenas foram refeitas. O resultado final deixa claro que o diretor estava certo. O filme foi muito elogiado, teve boa bilheteria e só não levou o “Oscar de Melhor Maquiagem” porque “Um Lobisomem Americano em Londres” apresentou um resultado ainda mais impressionante.


Bottin ataca Belinda Balaski com uma cabeça e um braço mecatrônicos, em cena que foi refeita após Dante conseguir aumentar o orçamento.

Dee Wallace estava muito desconfortável na cena do sex shop. O desconforto no rosto pode ser visto claramente. Em uma entrevista concedida mais tarde, ela disse que o pior momento foi atuar enquanto assistia àquele filme pornô que reproduzia um estupro, principalmente porque a locação era em um sex shop real, e muitos homens já tinham passado por aquela cabine, segundo ela, “_Fazendo sabe-se lá o quê”! Bom, na verdade ela sabia “o quê” eles estavam fazendo. Por isso o desconforto.


Em um filme de baixo orçamento, muitas locações são feitas em lugares reais, mesmo os desconfortáveis.

A obra foi filmada em, apenas, 28 dias, além dos 8 dias das refilmagens das cenas que seriam substituídas.

Robert Picardo improvisou a fala “Eu quero dar-lhe um pedaço da minha mente”, antes de retirar uma bala de sua cabeça. A frase foi muito comentada na época e remete à sociopatia do personagem enquanto  se adéqua à maneira de pensar totalmente doentia dos psicopatas reais.

Devido ao seu trabalho neste filme, Joe Dante e Michael Finnell receberam o convite de Steven Spielberg para fazerem o filme “Gremlins” (1984). Steven ficou muito impressionado com o resultado obtido em “Grito de Horror”, mesmo trabalhando com um orçamento tão limitado. “Gremlins” acabaria se tornando outro grande sucesso da década de 80.


Michael Finnell, Steven Spielberg, Joe Dante e “Gremlins”, outro grande sucesso dos aos 80.

O diretor de arte Robert A. Burns, já havia trabalhado nos sets de “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). De fato, muitos dos objetos utilizados neste filme eram hold-overs que vieram dos sets de “O Massacre da Serra Elétrica”, mais notavelmente o cadáver na poltrona visto na livraria de Walter Paisley.


O cadáver da poltrona na livraria é só um dos vários objetos vindos de “O Massacre da Serra Elétrica”.

Há várias referências à “lobos” no filme, inclusive na forma de  trocadilhos. As principais são:


O livro que Bill está lendo na cama é “”You can’t go home again” (Você não pode voltar para casa novamente), de Thomas Wolfe (soando como Wolf, que é Lobo em português).


Quando Terry está olhando a cabana na floresta, há uma lata de chili “Wolf” em cima da geladeira.


Na mesma cena, há uma imagem de um lobo sobre a prateleira.


Uma imagem de um lobo atacando um rebanho de ovelhas pode ser visto acima da cama de Karen e Bill.


O filme que é assistido por Fred e Terry quando recebem o telefonema de Karen é “O Lobisomem” (1941). Ele também aparece brevemente depois dos créditos finais.


Em uma cena, Sam Newfield (Slim Pickens) é visto comendo  uma lata de chili, novamente  da marca “Wolf”.


Há um livro perto do telefone durante a cena em que Terry liga para Fred chamado “Howl”, de Allen Ginsberg. “Howl” quer dizer “uivo”, e “The Howling” pode ser traduzido livremente como “O Uivo”.

O legista conta uma história sobre um “caso” chamado Stu Walker. Stuart Walker foi o diretor de “O Lobisomem de Londres” (1935), o primeiro filme de Hollywood sobre lobisomens da era do som.

Os seguintes diretores de filmes de lobisomens foram homenageados com nomes de personagens neste filme: George Waggner (O lobisomem – 1941), Roy William Neill (Frankenstein Encontra o Lobisomem – 1943), Terence Fisher (Maldição de Lobisomem – 1961), Freddie Francis (A Lenda do Lobisomem – 1975), Erle C. Kenton (A Mansão de Frankenstein – 1944), Sam Newfield (O Monstro Sinistro – 1942), Charles Barton (Abbott e Costello às Voltas com Fantasmas – 1948) e Jacinto Molina –  nome real do diretor Paul Naschy (La furia del Hombre Lobo – 1972).


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: George Waggner, Roy William Neill, Terence Fisher,  Freddie Francis, Erle C. Kenton, Sam Newfield, Charles Barton e Jacinto Molina.

Jack Conrad foi, originalmente, convidado para dirigir e escrever o filme, mas problemas com o estúdio obrigaram-no a deixar o projeto. Além disso, Terence H. Winkless estava escrevendo o script inicialmente, mas, quando a sua versão não foi considerada satisfatória, ele deixou a produção. O filme, finalmente, caiu no colo de diretor Joe Dante, que trouxe a bordo o roteirista John Sayles, com quem já havia trabalhado em “Piranha” (1978), para escrever o roteiro.

Dee Wallace (Karen) e Christopher Stone (Bill) estavam realmente casados na vida real quando o filme foi rodado. Eles haviam se casado em 1980, e o casamento durou até 1995. O casal tem uma filha, Gabrielle Stone, nascida em 1988, que também é atriz.


Christopher Stone, Gabrielle Stone e Dee Wallace em foto dos anos 90 (esquerda) e foto atual da filha do casal (direita). Os olhos da mãe?

Roger Corman, o famoso produtor de filmes B, que orientou o diretor Joe Dante, faz uma participação como o homem esperando para usar a cabine telefônica depois de Karen White. Quando Corman verifica o telefone público procurando por algumas moedas esquecidas, ele, na verdade, está fazendo uma referência à sua lendária fama de avarento, como uma piada interna entre a equipe da produção.


Roger Corman, dando uma olhadinha para ver se encontra moedas deixadas por usuários perdulários.

O colecionador Forrest J. Ackerman também faz uma ponta, como um cliente da livraria. Ele aproveita para fazer propaganda da sua revista, “Famous Monsters Of Filmland”, enquanto carrega uma cópia dela em cena.


Forrest J. Ackerman. Sem cachê, mas com propaganda.

John Sayles, o co-roteirista do filme, também ajuda a compor o elenco, como o assistente do necrotério.


Em filmes de baixo orçamento, todos os integrantes da produção ajudam.

Durante os créditos iniciais é mostrada uma imagem de TV com estática, tendo diálogos ao fundo. Estes conversas são trechos de diálogos que acontecem ao longo do filme.

The Howling é o primeiro filme de uma franquia que gerou seis continuações e um reboot, todos eles muito inferiores ao original, não chegando nem perto de repetirem o sucesso da produção de 1981.

Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, rustbeltflicks.blogspot.com, cinema.de, horror.wikia.com, coolasscinema.com, californiagara.tumblr.com, theburbs.wikia.com, fanmail.biz, findagrave.com, retrophilia.tumblr.com, arthur-conan-doyle.com e mubi.com.

Dee Wallace … Karen White
Patrick Macnee Patrick Macnee … Dr. George Waggner
Dennis Dugan Dennis Dugan … Chris
Christopher Stone … R. William ‘Bill’ Neill
Belinda Balaski … Terry Fisher
Kevin McCarthy … Fred Francis
John Carradine … Erle Kenton
Slim Pickens … Sam Newfield
Elisabeth Brooks … Marsha Quist
Robert Picardo … Eddie Quist
Margie Impert … Donna

# país: EUA
# duração original: 91 min.
# produção: AVCO Embassy Pictures…
# distribuidora: AVCO Embassy Pictures…

58 thoughts on “

GRITO DE HORROR (Tri Áudio / 1080p) – 1981

  1. Don amigão, conferi a amostra de video que você deixou aqui no post, mas nela não há falas, portando não tirei a dúvida que vou lhe perguntar agora: A dublagem é a mesma que passava no SBT ou seja da Herbert Richers? Ou é a redublagem do DVD que é da Centauro?

    • Oi Camilapic.
      Embora este estilo de filme não seja o seu preferido, talvez até você goste. Não é apenas mais um filme de lobisomens. Ele tem uma boa história. Ao lado de “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981) e “Bala de Prata” (1985) é considerado por boa parte dos amantes do gênero um dos três melhores filmes do cinema sobre lobisomens.
      Baseada no romance homônimo de Gary Brandner, o filme tem drama, suspense e pitadas de romance.
      Mas, talvez, o grande mérito do filme seja o extraordinário trabalho de maquiagem e efeitos especiais que marcaram a sua época. Tão bons quanto os de “Um lobisomem Americano em Londres”, lançado no mesmo ano, mesmo com um orçamento restrito.
      Isso não se deu por acaso. Ricky Baker, responsável pelos efeitos em “Um Lobisomem Americano em Londres” trabalhou por alguns dias em “Grito de Horror”, antes de ter de deixar as filmagens, pois havia se comprometido com John Landis em trabalhar em seu filme assim que fosse dado o sinal verde para sua produção. Ele só não esperava que a produção do filme de Landis fosse aprovada tão cedo. Mas, ao sair, deixou a continuação de seu trabalho nas mãos do igualmente talentoso Rob Bottin, responsável por outros trabalhos excelentes como em “Enigma de outro Mundo” (1982) de John Carpenter.
      Ricky Baker é creditado no filme como consultor.
      O elenco também dá um show à parte. Dee Wallace, Patrick Macnee, Robert Picardo e o saudoso John Carradine, só para citar alguns, garantem a qualidade das atuações.
      Enfim, é um clássico que marcou época e continua superior à grande maioria dos filmes atuais do gênero.
      Para quem gosta da estética dos filmes das décadas de 70 e 80, vale a pena assistir.
      Grande abraço.

    • Oi Alainstair.
      Esse filme só não foi postado em tri áudio por que eu cometi o erro de não pesquisar a fundo sobre essa produção. Eu sempre gosto de postar filmes com a maior quantidade de informações possível.
      Desta vez eu fiquei focado na qualidade da imagem, visto que a qualidade das imagens disponíveis na internet não eram tão boas, e não pesquisei a fundo a questão do áudio. Além disso todas as cópias que eu tinha encontrado possuía a mesma dublagem. Como eu tinha assistido à esse filme há muito tempo atrás, não consegui identificar que a dublagem que postei era a mais recente.
      Mas já estou procurando esta dublagem clássica. Até já encontrei um link que possivelmente teria esta dublagem, já que se tratava de um tvrip. Porém era do extinto megaupload e já estava fora do ar.
      Quando encontrar esta dublagem farei uma atualização nesta postagem.
      Caso algum amigo do Tela encontre esse áudio em algum lugar, não importando a qualidade, por favor avise-me. Terei imenso prazer em remasterizar novamente este filme em três áudios.
      Um abraço.

    • Olá amigo Gilberto.
      Lembra-se daquela música que estava tocando em algum momento importante da sua vida? Aquele maravilhoso amasso na primeira namorada (a primeira a gente nunca esquece), as primeiras aulas de direção com o pai ou o irmão mais velho, aquela viagem inesquecível…
      Pois é. A música nem era tão boa assim, mas marcou um momento muito importante na sua vida, e esse momento gostoso é revivido cada vez que você ouve tal música.
      Pois bem. Com alguns filmes acontece a mesma coisa. Alguns filmes também marcam a infância de muitos, pois foram assistidos em um período marcante na vida da pessoa. Ela assiste ao filme e revive este momento. Até por isso os remakes falham com parte do público.
      Pense comigo. Estamos em 1981. Você saiu do cinema em que assistiu Fúria de Titãs com seus pais, passou naquele shopping gigantesco que acabou de abrir (novidade na época) e ganhou o presente que tanto queria. Pronto. O filme, com todos os seus aspectos originais, estão gravados, para sempre em sua memória. E, com ele, estão gravadas todas as boas sensações daquela noite. Talvez o filme nem tenha sido tão bom assim, mas o conjunto daquele dia torna-o perfeito. Anos depois, um remake melhorado (há controversas) é lançado nos cinemas. Mesmo com todos os avanços da tecnologia o filme não consegue te conquistar. E nem poderia. Faltou o restante daquela noite inesquecível. Você já não é mais criança e as suas expectativas não são mais tão fáceis de serem alcançadas. O filme decepciona. Ele não chega nem perto daquela produção impecável dos anos 80 que será, para sempre (pelo menos pra você), a versão definitiva daquela história.
      Mas, assim como a música interpretada por outro cantor que não seja o original não tem o mesmo impacto, um filme sem aquela dublagem que marcou a época de quem assistiu, também não.
      Um caso bem significativo é o de Guerra nas Estrelas (1977). Muitos dos fãs do filme dizem que a dublagem original é muito inferior tecnicamente ao da redublagem (não sei se tem mais do que uma redublagem). Mesmo assim, eles preferem assistir sempre a dublagem original, pois estes filmes deixaram de ser simples filmes. São máquinas do tempo que remetem a pessoa à uma época que não existe mais. É o conjunto da obra, como uma válvula de escape onde ela relaxa e revive duas horas de um passado marcante.
      Para elas, a dublagem original é muito importante, assim como é gratificante para mim proporcionar-lhes estes momentos.
      Um dos filmes que postei aqui com dublagem clássico foi “Labirinto-A magia do tempo” – http://teladecinema.net/labirinto-a-magia-do-tempo-tri-audio-1986/. O áudio não estava 100%, mas veja os comentários da amiga Ihnatali sobre eles.
      Esse é um dos diferenciais do Tela de Cinema. Não é só postagem de filmes. É a divulgação de arquivos raros e originais, remasterizados ou não.
      Muitos dos filmes, séries e trilhas postados aqui podem ser encontrados facilmente em outros lugares. “Grito de Horror” também. Mas com as informações adicionais (dois, três ou mais áudios, remasterizações, curiosidades, etc) são poucos os lugares além daqui e dos blogs parceiros.
      Eu não sei a sua idade, mas tenho certeza de que, muito em breve, você se pegará procurando no youtube cenas daquela série, desenho, filme ou seriado de que gostava quando criança. Mesmo que seja apenas a introdução, com imagem ruim e tudo.
      Aí vai ser uma viagem, cara!
      E você vai gostar muito.
      Um grande abraço.

      • SENSACIONAL DON!!!!!…NESTE CASO, COMO P/ MIM ESTE FILME NÃO TÊM OU TEVE TODOS OS INGREDIENTES QUE VC CITOU, O MAIS IMPORTANTE NESTA POSTAGEM ESTA SENDO SEUS COMENTÁRIOS!!!!…INCRÍVEL SUA HABILIDADE COM AS PALAVRAS!!!…PARABÉNS!!…E PARABÉNS PELA POSTAGEM TMB..COM CERTEZA VOU CONFERIR O FILME QUE TE INSPIROU NESTE MOMENTO!!…ABRAÇÃO MARUJO IRMÃO!

        • Grato pelo apoio, Marcos.
          Mas o estilo de escrita reflete, apenas, a minha escolha em usar exemplos para explanar meus pontos de vista. Acho que sou compreendido mais facilmente dessa forma.
          Quanto ao filme em questão, referindo-se à Fúria de Titãs, a versão de 1981 pode ser conferida aqui mesmo no Tela.
          Ele já está na fila de remasterizações em HD nas quais estou trabalhando, porém sem previsão de postagem.
          Grande abraço.

          • VALEUU DON…FÚRIA DE TITÃS E UM DAQUELES FILMES QUE CONSIDERO MUITOOO E TENHO(QUE ME LEMBRO) UMAS 6 CÓPIAS AQUI ….”DE TODO TIPO DE PELO “….RSRSRSRS(EXPRESSÃO DA TERRA)…DVDR, DVDRIP, HD, FULLHD(RMZs)…NA REAL TENHO TODOS OS FILMES(QUE CONHEÇO) COM OS EFEITOS DO MESTRE DO STOP MOTION R. HARRYHAUSEN!!…ESPERO APENAS AS DUBLAGENS DE 2 DELES QUE CONFESSO NÃO TER CERTEZA SE ALGUM DIA AS CONSEGUIREI…O QUE É UMA PENA PQ COMO NO SEU TEXTO DIZ APENAS COM ESTAS DUBLAGENS A PASSAGEM ESTARÁ COMPLETA PRO TRANSPORTE NO TEMPO!!!…ASSIM COMO VÁRIOS OUTROS… E OUTROS QUE ESTÃO COMPLETOS E POR ISSO NÃO POSSO RECLAMAR PQ FREQUENTEMENTE FAÇO ESTAS VIAGENS NO TEMPO!!!…FILMES, SEM SOMBRA DE DÚVIDAS, NA VIDA DE UM CINÉFILO, MARCAM A LINHA DO TEMPO!!!!…ABRAÇÃO MARUJO IRMÃO!

    • Grande LeMMy.
      Recomendo que, quando tiver um tempinho, assista em sequência “Grito de Horror”, “Um Lobisomem Americano em Londres” e “Bala de Prata”. Todos disponíveis aqui no site.
      É incrível o que eles conseguiam fazer com tecnologia restrita e orçamento mais restrito ainda.
      Fico me perguntando se o avanço da tecnologia não acabou podando a criatividade dos realizadores. Só não generalizo porque filmes bem feitos como “Avatar” mostram que é possível, sim, unir tecnologia e criatividade.
      Abraços.

  2. Acredito que o mais importante é a forma de mostrar o trabalho esmerado dessa galera que remasteriza, Don foi perfeito nas palavras… Esse trabalho meticuloso que vcs fazem incluindo tres ou mais audios, legendas, imagens perfeitas, não tem preço! A felicidade realmente é imensa quando abrimos a pagina e vemos um filme que tanto gostamos, que foi lançado em blu ray apenas com audio original e aqui disponiblizam além do ingles, dois audios em portugues e legendas selecionaveis!!! Parabéns mais uma vez!

  3. este filme tem uma de-sincronia loa pelo meio, não estou reclamando so estou informando ao Don Costa, pois futuramente se ele for investir no trabalho novamente pra adicionar as outras duas dublagens vai ficar mais bacana ainda, olha a dublagem clássica é HERBERT RICHERS e no dvd da Flash Star existe a terceira e diferente da Centauro a qual não estou lembrando o estúdio agora.

    • Oi Ana.
      Muito obrigado pelo aviso.
      Às vezes esses erros acabam passando porque eu utilizo programas amadores para remasterizar. São programas limitados com poucos recursos automáticos, fazendo com que o processo seja feito todo manualmente, segundo à segundo. Como geralmente os áudios-base estão fora de sincronia e ainda possuem cortes, eles precisam ser ajustados em toda a sua extensão. Ao longo de duas horas de filme podem ocorrem falhas.
      Mas elas serão consertadas quando eu trabalhar nele novamente, como fiz em “O Feitiço de Áquila”.
      Estou em busca do áudio clássico e nem sabia deste terceiro.
      Assim que encontrá-los eu refaço toda a remasterização.
      Quem sabe até lá eu já tenha programas melhores.
      Grato pelo aviso e pela informação da existência do terceiro áudio.
      Um grande abraço.

  4. Olá Administrador do Site, quero agradecer antes de tudo pelo site sensacional de filmes, jóias raras do cinema. Estou tendo problema com este filme, baixei todas as partes mas elas aparecem como criptografadas, aliás isso acontece em todos os filmes do servidor Mega que estão postados neste site. Talvez eu seja novato e esteja fazendo algo errado… se puder dar uma ajuda ficaria agradecido ! Abraço !

    • denisricardo

      SÃO PARTES “RAR”, PRECISA TER O PROGRAMA WINRAR INSTALADO NA SUA MÁQUINA(PC). DEIXE TODAS AS PARTES, JUNTAS, NA MESMA PASTA.
      DEPOIS COM 2 CLIQUES EM UMA DAS PARTES VC ABRIRÁ PARA EXTRAIR O ARQUIVO (FILME). NA EXTRAÇÃO TERÁS QUE USAR A SENHA teladecinema.net

      OBS: VIA DE REGRA COLOCAMOS A SENHA, QUANDO EXISTE, LOGO ABAIXO DOS LINKS.

      BOA SORTE AMIGO, ABRAÇÃO!

  5. Se tava indeciso sobre o que ver nesse Halloween, agora não tô mais. A beleza da Dee Wallace, a genial maquiagem do Rob Bottin e a cartunesca direção do Joe Dante farão uma sessão mais que perfeita. E o melhor, tudo isso em HD e com dublagem clássica. Sem palavras pra agradecer. Valeu mesmo, Don e Johnahex!

    • Boa noite, Scarface!
      É o filme perfeito para a data que, embora não seja oficialmente comemorada no Brasil, é bastante conhecida do público costumado à assistir aos filmes e seriados americanos. Um filme de terror das antigas que, mesmo com baixo orçamento, cumpre bem com seu objetivo de assustar o espectador. Este filme entra, facilmente, em qualquer lista dos 10 maiores filmes de lobisomens de todos os tempos. Ainda mais com a dublagem clássica presenteada pelo amigo Jonhahex. É um arquivo que tem lugar cativo em qualquer videoteca.
      Muito obrigado pelo comentário.
      Grande abraço.

    • Como vai, Uilian.
      Todos os agradecimentos ao amigo Johnahex que conseguiu, para variar, mais uma raridade para compartilhar com os amigos do Tela.
      É incrível a qualidade das dublagens dos estúdios Herbert Richers. Digo, não apenas pelas vozes dos dubladores, mas também pela forma como eles interpretam os personagens nestas dublagens. Sim, porque às vezes nos esquecemos de que eles não estão simplesmente lendo um texto, e sim interpretando e passando todas aquelas sensações e sentimentos que assistimos na tela. É necessário muito talento para isso, talvez tanto quanto o possuído pelos atores. E os dubladores escalados pela Herbert Richers tem talento de sobra.
      Muito obrigado por comentar.
      Forte abraço.

  6. “The Howling é o primeiro filme de uma franquia que gerou seis continuações e um reboot, todos eles muito inferiores ao original, não chegando nem perto de repetirem o sucesso da produção de 1981.”
    Soh pra constar, HOWLING 2 não soh eh melhor como eh o filme que tem a melhor cena de créditos finais da historia do cinema.

    • Olá scheldon.
      Todas as informações que coloco em minhas postagens são resultados de extensas pesquisas que faço na internet ou em revistas, livros e jornais antigos que possuo. Minha opinião pessoal não é determinante. Uma das minhas postagens aqui no Tela, o filme “Inseminoid” (coincidentemente também de 1981), é considerado uma das maiores tosqueiras já produzidas no cinema e, apesar de gostar de um bom(?) filme trash, não me furtei em informar o que a crítica e o público acharam dele. Quando eu escrevi que “The Howling é o primeiro filme de uma franquia que gerou seis continuações e um reboot, todos eles muito inferiores ao original, não chegando nem perto de repetirem o sucesso da produção de 1981”, isso foi baseado em tudo o que foi escrito pela crítica e pelo público nos últimos 30 anos.
      Peguemos apenas dois sites como exemplo. No imdb.com, enquanto a pontuação de “The Howling” é 6,6, a de sua sequência é de 3,3. No rottentomatoes.com, enquanto a pontuação do filme de 1981 é de 66%, a do filme de 1985 é de 20%. Enquanto o filme original é elogiado há três décadas por duas gerações de cinéfilos e de críticos, todas as suas sequências, inclusive a primeira, quase não são citadas e, quando o são, sempre o fazem de modo negativo.
      Não fiz uma pesquisa muito profunda com relação às críticas do segundo filme, mas as poucas que encontrei de modo aleatório o classificam com palavras, no mínimo, pejorativas, salvando-se, somente, a presença do sensacional Christopher Lee, mas salientando que nem ele conseguiu salvar o filme.
      Algumas destas críticas, de profissionais e de amadores, podem ser encontradas nos seguinte links: http://filmcriticsunited.com/thehowling2.html, http://classic-horror.com/reviews/howling_ii_your_sister_is_a_werewolf_1985, http://www.tierhorror.de/tierhorror/modules/tierhorror/kunde/view.csp?id=311, http://www.popcornpictures.co.uk/howling-ii-1985/, http://fosteronfilm.com/horror/werewolves/howling2.htm, São sites e blogs de cinema de vários países e, não importa a região do mundo, é difícil encontrar palavras positivas relativas à essas sequências. As suas são as primeiras.
      Mas faça você mesmo suas próprias pesquisas e tire as suas próprias conclusões. Nós temos a tendência de rejeitarmos as críticas feitas aos filmes que adoramos. Eu mesmo não estou nem aí para as críticas aos meus filme favoritos. Simplesmente as ignoro. O que não podemos ignorar é a realidade. Se eu pudesse me transformar no Multi-Homem (lembra dos desenho “Os Impossíveis”?) eu garantiria milhões de opiniões positivas e criaria milhares de fã-clubes para tornar mais popular um filme que eu goste e que é bastante criticado, para, quem sabe assim, mudar a opinião geral à respeito dele. Mas eu sou apenas um e, apesar de não concordar, eu não posso mudar o pensamento da maioria.
      Portanto, não é uma questão de opinião e sim uma constatação, gostemos dela ou não: todas as sequências de “Grito de Horror” são muito inferiores ao original, não chegando nem perto de repetirem o sucesso da produção de 1981.
      Mas faça como eu e mande os críticos pastarem.
      Você curte o filme e isso é tudo o que importa.
      Muito obrigado por comentar em minha postagem.
      Abraços.

      • FAÇO O MESMO, E MAIS: MANDO OS CRÍTICOS PASTAREM CAPIM-ROSETA! kkkk
        EXCETO AQUELE(S) QUE SEJA(M) CAPAZ(ES) DE, NO MÍNIMO, FAZER IGUAL AO QUE CRITICA(M).

        DON E JOEL MEUS PARABÉNS AOS DOIS PELOS TRABALHOS QUE VOCÊS VÊM REALIZANDO!

        OBRIGADO E FORTE ABRAÇO AOS AMIGOS!!

        • Dependendo do crítico e da crítica que ele fez, Marcos, podemos adicionar urtiga e micro cactos neste pasto.
          Incomoda-me, principalmente, aqueles críticos agressivos, que não se contentam em analisar o filme técnica e artisticamente, fazendo ataques pessoais à obra e à seus realizadores. Quando estas atitudes partem de críticos amadores em seus blogs e páginas pessoais já é reprovável. Mas quando aparecem em portais de cinema mantidos por profissionais da área, diplomados e ganhando para fazer esse trabalho, é inaceitável.
          Então, capim-roseta neles.
          Agradeço muito pela mensagem.
          Forte abraço,

  7. Falando em filme criticado , um queria bem ver aqui no Tela era “O Resgate Do Titanic” de 1980 e o outro trata-se de um bem raro na net que é “Operação Cupido” (The Parent Trap) de 1961 com a Hayley Mills . Este último q citei não é criticado apenas raro 😉

    • Bom dia, Nanico.
      Não deixe de solicitar estes filmes na área de “Pedidos” do site. Por mais raro que eles possam ser, sempre existe a possibilidade de algum marujo tê-los em sua videoteca, ver o seu pedido e compartilhar estas raridades conosco.
      Faça seu pedido lá e boa sorte.
      Abraços.

  8. Postagem magnifica!!! Eu estava na torcida há tempos pra você atualizar essa rmz pra Tri audio! Amigo Don, vc comentou que usa o Audacity, ele parece ser bem mais leve que o audition, não? Como você importa o arquivo 5.1 nele?

    • Oi amigo Alainstair.
      Desculpe-me pela demora em te responder, mas fiquei alguns dias fazendo manutenção na carcaça. Não na carcaça do computador, mas na minha própria mesmo. Quando a idade passa dos 40 e poucos anos, o tempo que a gente passa em manutenção aumenta em progressão geométrica.
      E todos os agradecimentos ao amigo Jonhahex que conseguiu esta raridade que é a dublagem Herbert Richers. Mais um entre tantos presentes que o Joel tem mandado ao Tela.
      Quanto à sua dúvida, o Audacity é muito menor (23 MB) que o Audition (308 MB), e também é muito mais leve. Enquanto o Audacity utiliza pouco dos recursos de um computador modesto, o Audition consome a maior parte da memória mesmo em computadores com configuração mais robusta. Porém o Audition é muito mais completo e executa tarefas mais complexas que o Audacity. A minha opção pelo Audacity leva em conta a minha política de não envolver valores financeiros em meu hobby. Eu não cobro pelas minhas remasterizações e também não gasto um centavo com elas. Apenas tempo. Assim, todos os programas que utilizo são gratuitos.
      Ao instalar o Audacity, geralmente todos os plugins necessários são carregados junto. Porém, alguns plugins que tem atualização mais constante podem ficar de fora. Um destes plugins, o ffmpeg, é responsável pela importação e exportação de vários formatos de áudio para o programa, inclusive os formatos com vários canais. Caso, após a instalação, o programa não consiga importar áudios em 5.1, deve-se baixar este plugin manualmente. O próprio site da Audacity dispõe deste e de outros plugins. Uma vez que todos os plugins estejam carregados, basta ir na aba “ficheiro”, depois em “Importar”, seguido de “áudio” e procurar o filme na janela que abrir. Depois, basta clicar nele e, por último, clicar em “abrir”. Se o filme tiver um único áudio o carregamento é automático. Mas se ele tiver dois ou mais áudios, uma nova janela se abre para que você escolha quantos e quais áudios você quer carregar.
      Lembro-lhe que o programa importa, inclusive, áudios com formato DTS ou Dolby Digital, mas ele não exporta com estes formatos. Você deverá escolher entre os vários formatos disponibilizados pelo programa, entre eles o AAC e o AC3, que trabalham com multicanais, e converter o áudio à ser exportado.
      Uma última dica. Muitas vezes o programa não vem programado para exportar em multicanais. Neste caso você deve ir até a aba “editar”, depois em “Importar/Exportar” e no ítem “Ao exportar faixas para um ficheiro de áudio” selecione a opção “Usar mistura personalizada”.
      Espero ter esclarecido as suas dúvidas.
      Muito obrigado pela mensagem.
      Forte abraço.

        • Amigo Alainstair, a instalação deste plugin já deveria ter resolvido o problema.
          O programa está atualizado? Qual mensagem de erro aparece quando você tenta importar o arquivo? Você verificou se o plugin que baixou é o adequado para o seu sistema operacional (Linux, Windows 32 ou 64 bits)? Chegou a verificar se, após a instalação, o plugin foi reconhecido pela biblioteca do Audacity? Já tentou importar áudios de filmes em 2.0 canais para ver se acontece o mesmo problema? Qual tipo de arquivo você está tentando importar?
          Aqui o programa funciona bem com filmes mkv, avi e mp4, além dos áudios em AAC, AC3, Dolby Digital, DTS e MP3, mas eu não testei todos os codecs.
          Se possível, mande-me uma imagem com a captura de tela deste erro para o meu e-mail (doncosta10@gmail.com). Talvez eu consiga identificar algo na imagem que ajude a resolver a questão.
          Farei o possível para te ajudar a solucionar esse problema.
          Abraços.

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