DE VOLTA PARA O FUTURO 3 (Dublado) – 1990

BACK TO THE FUTURE PART III – 1990
AVENTURA – COMÉDIA – FC
DIREÇÃO: Robert Zemeckis
ROTEIRO: Robert Zemeckis, Bob Gale
IMDb: 7,2
http://www.imdb.com/title/tt0099088/

DUBLAGEM CLÁSSICA – Rede GLOBO

Agradecimento muito especial ao amigo Hinotojr que fez o upload do arquivo.

Dados do arquivo:
Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 751 MB
Duração: 108 min.
Legendas: S/L
Áudio: Português
Servidor: 4Shared (dividido em 4 partes)
Uploader: Hinotojr

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Parte 01: DE VOLTA PARA O FUTURO 3
Parte 02: DE VOLTA PARA O FUTURO 3
Parte 03: DE VOLTA PARA O FUTURO 3
Parte 04: DE VOLTA PARA O FUTURO 3

SENHA: teladecinema_blog

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Sinopse: Após de receber uma carta de Doc (Christopher Lloyd) datada de 1885, Marty (Michael J. Fox) viaja ao Velho Oeste, no dia 2 de setembro do mesmo ano, tendo apenas cinco dias para salvar a si e aos seus amigos e voltar para o futuro.

– Este é o 3º de 4 filmes em que o diretor Robert Zemeckis e o ator Michael J. Fox trabalharam juntos. Os demais foram De Volta para o Futuro (1985), De Volta para o Futuro 2 (1989) e Os Fantasmas de Scrooge (2009);
– O editor do jornal de Hill Valley chama-se M.R. Gale, uma homenagem a Bob Gale, um dos roteiristas da trilogia “De Volta Para o Futuro”;
– Entre os produtores executivos de De Volta Para o Futuro 3 está o diretor Steven Spielberg;
– De Volta Para o Futuro 3 é o terceiro filme de uma série de 3 filmes baseados nos personagens Marty McFly e Doc Brown. Os demais são De Volta Para o Futuro (1985) e De Volta Para o Futuro 2 (1989);
– As filmagens de De Volta Para o Futuro 2 e De Volta Para o Futuro 3 ocorreram simultaneamente, com os dois filmes sendo lançados nos cinemas com uma diferença de apenas 6 meses.



Elenco:
* Michael J. Fox (Marty McFly / Seamus McFly)
* Christopher Lloyd (Dr. Emmett “Doc” Brown)
* Elisabeth Shue (Jennifer Parker)
* Richard Dysart (Barbwire Salesman)
* Mary Steenburgen (Clara Clayton)
* Thomas F. Wilson (Buford “Mad Dog” Tannen / Biff Tannen)
* Lea Thompson (Maggie McFly / Lorraine Baines McFly)
* Matt Clark (Atendente do Saloom)
* James Tolkan (Xerife Strickland)
* Hugh Gillin (Prefeito)
* Mark McClure (Dave McFly)
* Wendie Jo Sperber (Linda McFly)
* Jeffrey Weissman (George McFly)
* Bill McKinney (Engenheiro)
* Todd Cameron Brown (Jules)
* Flea (Needles)

Ficha técnica:
# título nacional: De volta para o futuro 3
# país: EUA
# título original: Back To The Future Part III
# gênero: Ficção Científica
# duração: 1 hr 57 min
# ano: 1990
# site oficial: http://www.bttf.com
# estúdio: Universal Pictures / Amblin Entertainment
# distribuidora: Universal Pictures
# direção: Robert Zemeckis
# roteiro: Robert Zemeckis e Bob Gale
# produção: Neil Canton e Bob Gale
# música: Alan Silvestri
# fotografia: Dean Cundey
# direção de arte: Margie Stone McShirley e William James Teegarden
# figurino: Joanna Johnston
# edição: Harry Keramidas e Arthur Schmidt
# efeitos especiais: Industrial Light & Magic

Crítica
(contém spoilers)

Fechando a magnífica trilogia dirigida por Robert Zemeckis, “De Volta para o Futuro 3” não decepciona, entregando tudo que a série tem de melhor em forma de homenagem a um gênero clássico do cinema norte-americano. O roteiro inteligente, as excelentes piadas, as ótimas atuações e o sentido de aventura aparecem com força total neste ótimo filme, que garante uma despedida digna para esta trilogia que marcou a geração dos anos oitenta.

Marty McFly (Michael J. Fox) decide voltar ao velho oeste para evitar a morte de Doc (Christopher Lloyd) quando ambos descobrem o túmulo dele após ler a carta escrita pelo cientista em 1885. Ao chegar ao velho oeste, Marty terá apenas cinco dias para evitar que Doc se apaixone por Clara Clayton (Mary Steenburgen) e morra nas mãos do temível bandido Tannen (Thomas F. Wilson).

Logo na introdução, “De Volta para o Futuro 3” revela a principal característica da trilogia, ao apresentar um momento decisivo do filme anterior e imediatamente fazer a conexão com a narrativa que será desenvolvida pelo excepcional roteiro de Robert Zemeckis e Bob Gale. Além de constantemente fazer referências às características marcantes dos personagens, como a reação intempestiva de Marty ao ser chamado de covarde, o roteiro revela ainda diversas ações que refletiriam no futuro das famílias da cidade, como quando Doc e Clara conversam sobre a geografia da lua, o que inspiraria o nome do cachorro do doutor muitos anos depois. O roteiro está ainda repleto de alívios cômicos, como quando Doc diz “ainda bem que não fui parar na Idade Média”, pois lá ele seria queimado na fogueira ou na divertida piada sobre o que é produzido no Japão. Ainda podemos citar a piada sobre a origem do “frisbee”, a origem da ravina “Clayton” que se transforma em ravina “Eastwood” e o
final de Tannen que remete aos filmes anteriores.

Escrito como uma homenagem ao western, “De Volta para o Futuro 3” apresenta todas as características mais marcantes do gênero desde a primeira cena no velho oeste, com o conflito entre homens brancos e índios. Temos, por exemplo, o saloon, com as prostitutas no primeiro andar e o tradicional uísque servido para os homens mal encarados no térreo, homens andando de cavalo, carroças, a ferrovia, um roubo de trem e, logicamente, o duelo entre o mocinho e o vilão. Zemeckis aproveita ainda para fazer diversas referências a filmes clássicos como “Taxi Driver” e “Impacto Fulminante” (quando Marty brinca com a arma na frente do espelho) e, principalmente, ao astro Clint Eastwood e ao western spaghetti (repare como o travelling que revela a cidade de Hill Valey remete ao mesmo movimento de câmera de Sergio Leone que revela a cidade de “Era uma Vez no Oeste”), além de também fazer referências à cultura pop, como a dança de Marty no salão claramente inspirada em Michael Jackson. O diretor mostra talento também na criação de momentos sutis e simbólicos, como no plano em que McFly brinca com seu bisavô, ainda bebê, enquanto Seamus McFly conversa com sua esposa. O futuro da família McFly dependia da sobrevivência daquela criança e Marty sabia disto, como fica evidente quando diz para Seamus “cuidar bem do bebê”. Quando Marty informa Doc que o Deloren estava sem combustível, o close no rosto do cientista expõe a gravidade da situação e, ao mesmo tempo, revela a imagem de Marty no espelho, agora bastante preocupado. E finalmente, Zemeckis conduz com perfeição a emocionante seqüência da volta ao futuro na ferrovia, alternando entre os planos que mostram Marty aflito dentro do Deloren, Doc tentando chegar ao carro e Clara tentando alcançar Doc, numa ótima cena que conta também com os efeitos especiais da Industrial Light & Magic, que, por exemplo, permitem que o vôo final de Doc pareça verossímil.

Zemeckis conta também com a montagem de Harry Keramidas e Arthur Schmidt para imprimir um ritmo acelerado, que sempre funciona bem em aventuras, além de fazer transições divertidas, como quando Doc diz que terá que explodir uma mina e em seguida vemos a explosão ou quando Doc diz para Marty que “aqueles índios nem estarão lá” e, na cena seguinte, vemos Marty gritando “Índios!”. Keramidas e Schmidt participam ainda de maneira decisiva na construção do clímax, ao balancear muito bem as cenas que antecedem o duelo, com a chegada de Tannen ao saloon, Marty acordando e partindo em busca de Doc, Doc divagando sobre o futuro no bar e Clara partindo no trem. O longa conta ainda com um ótimo trabalho de ambientação que nos joga pra dentro do clima do velho oeste, começando pela direção de fotografia de Dean Cundey, que emprega o tom sépia característico do western e, em conjunto com os planos gerais de Zemeckis, explora com competência as belas paisagens da região. A excelente direção de arte de Margie Stone McShirley e William James Teegarden e os figurinos de Joanna Johnston também ajudam a ambientar o espectador, através da estrutura de madeira dos imóveis da cidade, do tradicional saloon, dos chapéus e botas dos homens, dos vestidos impecáveis das mulheres e do próprio trem que percorre a ferrovia. Vale destacar a referencia ao personagem de Eastwood nos westerns através do figurino de Marty, especialmente na cena dentro do bar em que ele levanta o chapéu, momentos antes do duelo com Tannen. Além disso, a maquete que detalha o plano para voltar ao futuro é rica em detalhes e reforça a qualidade do cuidadoso trabalho de McShirley e Teegarden. E finalmente, observe a simetria de algumas construções da cidade com aquelas que vimos nos filmes anteriores, como o relógio em construção que mantém o exato formato que viria a ter no futuro. Aliás, é apropriado que o objeto que conecta os três filmes seja um relógio, já que a trilogia trata exatamente do tempo e de seus efeitos em nossas vidas. Vale destacar ainda o bom trabalho de som ao captar com precisão os cavalos galopando, os tiros, a máquina de Doc trabalhando e o trem em alta velocidade, e a empolgante trilha sonora de Alan Silvestri, que mantém as referências ao western e colabora com o clima de aventura.

Entre o elenco, Christopher Lloyd continua à vontade no papel do cientista “Doc”, com suas expressões exageradas que caracterizam muito bem a ansiedade constante do Dr. Emmett. A novidade é que neste filme seu personagem vive o drama central da trama, o que lhe garante mais espaço na narrativa, e encontra um amor, o que permite ao ator viver também momentos românticos e dramáticos – e Lloyd se sai bem nestes momentos também. Michael J. Fox novamente dá um show interpretando Marty com a leveza de sempre e de quebra vivendo Seamus, o patriarca da família McFly. A dupla, aliás, mantém a empatia dos filmes anteriores e se sai muito bem nas cenas em que atuam juntos, como quando Clara chega à oficina de Doc e ambos demonstram a ansiedade que sentem diante daquela presença. Doc, apaixonado, se mostra inquieto, enquanto Marty, preocupado com a provável descoberta do Deloren, também se mostra ansioso e procura esconder a miniatura do carro atrás das costas. E fechando os destaques, Thomas F. Wilson também repete o bom desempenho, agora como o cruel bandido Tannen, transmitindo através do olhar cerrado e da voz firme a confiança do personagem, que mandava e desmandava na cidade até a chegada de McFly.

Quando vemos o veículo que transportou nossos sonhos sendo completamente destruído, a sensação de tristeza é inevitável. O fim do Deloren simboliza também o fim da trilogia e, neste momento, a nostalgia toma conta do espectador. Nem mesmo o final alegre, com a feliz volta de Doc e Clara, evita esta sensação. Por outro lado, nos sentimos realizados por poder acompanhar três filmes com tamanha qualidade, que jamais caem na repetição batida de fórmulas, buscando se reinventar de diversas maneiras. Com muita criatividade e inspiração, Zemeckis e seu elenco nos deram um verdadeiro presente que, ao contrário do Deloren, jamais poderá ser destruído.

Por Roberto Siqueira
Fonte:
http://cinemaedebate.com/2010/12/02/de-volta-para-o-futuro-3-1990/

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19 comentários para DE VOLTA PARA O FUTURO 3 (Dublado) – 1990

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