ALADDIN (Tri Áudio / 1080p) – 1992

ANIMAÇÃO – AVENTURA – COMÉDIA
DIREÇÃO: Ron Clements, John Musker
ROTEIRO: Ron Clements, John Musker ( +18 )
IMDb: 8,0
http://www.imdb.com/title/tt0103639/

RMZ (TRI ÁUDIO /1080p) + VERSÃO REDUZIDA + TRILHA SONORA + GAMES + LIVROS

Postado por Don Costa

 

VERSÃO MAIOR
Formato: MKV
Qualidade: BRrip – 1080p (1920×1040) 1.85:1, AVC, 23976 fps, 7118 Kbps.
Tamanho: 5,95 GB
Duração: 90 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):
Português – completo;
Português – com músicas em inglês;
Português – só músicas;
Inglês – só músicas;
Inglês – completo.
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português RMZ – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 16 bits, 384 kbps.
Português RMZ (Mixagem de diálogos em português com músicas em Inglês) – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 16 bits, 384 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, DTS, 6 canais, 24 bits, 1509 kbps.
Servidor: Mega (dividido em 25 partes)
Remasterização, mixagem, legendas e postagem: Don Costa

VERSÃO REDUZIDA
Formato: MKV
Qualidade: BRrip – 1080p (1920×1040) 1.85:1, AVC, 23976 fps, 1500 Kbps.
Tamanho: 1,71 GB
Duração: 90 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):
Português – completo;
Português – com músicas em inglês;
Português – só músicas;
Inglês – só músicas;
Inglês – completo.
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português RMZ – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 16 bits, 384 kbps.
Português RMZ (Mixagem de diálogos em português com músicas em Inglês) – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 16 bits, 384 kbps.
Inglês – 48,0 KHz, AC3, 6 canais, 16 bits, 448 kbps.
Servidor: pCloud (dividido em 08 partes)

 

PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 25 PARTES): ALADDIN (VERSÃO MAIOR)

PASTA VERSÃO REDUZIDA (PCLOUD – 8 PARTES): ALADDIN (VERSÃO REDUZIDA)

Link: Trilha Sonora (M4A / MP3) (130MB)

Link: “As Mil e Uma Noites – Contos Selecionados” (PDF) (5,79MB)

Link: “Livro das Mil e Uma Noites” – 4 Volumes, (PDF e EPUB) (11,8MB)

Link: Games – Aladdin & the Carpet Racing e Aladdin (EXE) (18,1MB)

Senha para tudo: teladecinema.net

 

DOIS ANOS DE POSTAGENS NO TELA DE CINEMA!

Agosto de 2013. Estou pesquisando na internet por alguma postagem dublada do filme “Um Lobisomem Americano em Londres”, sem sucesso, quando entro, por acaso, em um blog chamado “Tela de Cinema”. Aparentemente um blog como outro qualquer, tinha o que poderíamos chamar de um organograma simples, com as capas dos filmes na página inicial levando à sua própria página de postagem onde encontrávamos suas informações, os links onde ele estava hospedado e uma área de comentários. Logo de cara a editoração me chamou a atenção. Todas as informações eram fáceis de serem encontradas, ficavam muito bem distribuídas e ainda contavam com algumas imagens para avaliarmos a sua qualidade. Surpreendeu-me, também, o fato de os links não terem aqueles desagradáveis protetores de links, onde você tem que registrar seu e-mail ou telefone para, somente depois disso, descobrir que o link está quebrado. Só esse fato em si já era, e continua sendo, uma raridade na rede. Mas o que mais gostei foi dos comentários existentes em cada página. As mensagens tinham um conteúdo agradável, onde mais informações eram adicionadas à postagem e às vezes partia para um debate sobre o filme, como em uma comunidade virtual de cinema. Melhor ainda foi o fato de eu ter encontrado o filme que buscava, numa brilhante remasterização de um tal de Lilbarby, que escrevia em um português esquisito, fruto de sua nacionalidade que, vim a saber depois, não era brasileira. O Tela de Cinema era, além de tudo, uma comunidade com colaboradores internacionais. Senti-me estimulado a também colaborar com alguma postagem, coisa que eu não fazia já há algum tempo, devido à alguns problemas com outros sites, pois discordava da metodologia deles.
Minha primeira postagem foi “Os Flintstones”, filme de 1994, cuja dublagem tinha desaparecido da internet com a queda do Megaupload. Por sorte eu já tinha este arquivo antes de ele se tornar raro, e aproveitei para fazer minha primeira contribuição. Foi muito boa a forma como fui recebido pelo administrador do site, inclusive me dando algumas dicas, e surpreendente a maneira como os fãs do filme agradeceram, tanto na quantidade de mensagens, quanto pelo conteúdo delas, pela postagem de um filme que, naquele momento, era raro.
Nas postagens seguintes o padrão se repetiu. Depois comecei a receber, por e-mail, dublagens raríssimas para remasterizar, que foram grandes presentes dos amigos que fiz no site. Sim, porque, contrariando as minhas próprias convicções sobre a internet, encontrei verdadeiros amigos aqui, que me ajudaram a garimpar arquivos, sanar dúvidas e corrigir problemas relacionados à este hobbie. Amizades, estas, que sempre se propõem a me ajudar nas remasterizações sem pedir nada em troca, sem nenhum interesse por trás e despidas de quaisquer preconceitos, pontos estes que tanto atrapalham a criação e manutenção das amizades no mundo real. Nenhum dos meus amigos cibernéticos, incluindo os daqui do Tela, sabem se sou branco, negro, asiático, cristão, ateu, palmeirense, corinthiano, PSDBista, PTista, brasileiro, russo ou um jupteriano de quatro cabeças, verde, com bolinhas amarelas, anarquista e torcedor do Arranca-Toco de Ganimedes. Ninguém sequer sabe se sou realmente um homem ou uma mulher que usa um pseudônimo. E o melhor de tudo é que nada disso importa. Para eles importam apenas as minhas idéias e atitudes nas mensagens e postagens, sejam elas nos e-mails ou no próprio site.
Esse relacionamento sadio que encontramos em algumas comunidades virtuais como o Tela, deveria ser a tônica de todo relacionamento, mas é cada vez mais utópico diante do crescente preconceito que a humanidade gera nela mesma, e que piora a cada geração. Descartamos a possibilidade de conhecer melhor as pessoas apenas devido à aparência delas, ou por estarem entrando ou saindo de um determinado templo religioso, ou por vestirem uma determinada camisa de time, ou ainda por estarem em uma manifestação pró ou contra um governo. Quem sabe a internet não venha a ajudar a resolver essa questão, pois dá a chance das pessoas serem conhecidas por seus pensamentos e ideias antes de mostrarem suas imagens e preferências do dia a dia.
Meus agradecimentos à todos os marujos do Tela, principalmente aos amigos que fiz e que continuo fazendo por aqui, por estes dois anos de convivência quase diária.
E que venham muitos mais.

Um grande abraço à todos.

Don Costa.

 

EM CASO DE ARQUIVO CORROMPIDO:

Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
Para executar essa recuperação faça o seguinte:
Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02 do arquivo menor.
Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed. Aldn1992BR1080TÁRMZDCVR.part2.rar”.
Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “Aldn1992BR1080TÁRMZDCVR.part2.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte com problemas novamente.
Abraços.

 

NOTA – Informações sobre os arquivos:

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 5,95 Gb e outro menor com 1,71 Gb. Ambos têm três áudios e as únicas diferenças entre eles são a bitragem de vídeo e as qualidades dos áudios em inglês. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição, principalmente devido à paleta de cores utilizada no filme, que cobre todo o espectro, do violeta ao vermelho. O fato de boa parte das ações ocorrerem à noite também colabora para que o resultado final das duas versões tenham qualidades mais distantes dos que os das duas versões nas postagens anteriores. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Apesar de possuírem três áudios, as dublagens em português são as mesmas. O áudio 2 é apenas uma mixagem com os diálogos em português do áudio1 com as músicas em inglês do áudio 3, atendendo à alguns pedidos dos marujos. Também envio as trilhas sonoras do filme (nacional, internacional e instrumental), dois pequenos games para PC com os personagens do filme, um livro com quatro contos selecionados da história original, incluindo Aladdin, e a obra “Livro das Mil e Uma Noites”, com a tradução direta do árabe para o português, da história completa das mil e uma noites, tal como ela foi escrita.

Nota: “As Mil e uma Noites” é o título de uma das mais famosas obras da literatura árabe, e é composta por uma coleção de contos escritos entre os séculos XIII e XVI.

O que deixa o leitor interessado em ler todos os contos é o fato deles serem interligados, isto é, são relatos que surgem entre si, ou seja, ao contar um, de repente surge outro e esse outro cria ainda outro conto, que termina o primeiro, como caixas fechadas com outras caixas. No primeiro, conta-se que o Sultão Schahriar descobre que sua mulher o traiu e a mata.

Acreditando que todas as mulheres são igualmente infiéis, ele ordena que seu vizir (ministro) consiga para ele uma nova esposa toda noite, geralmente filhas de seus cortesãos, e depois ordena matá-la pela manhã. Esse horrível costume é quebrado por Scherezade, filha do vizir (ministro). Ela cria um plano e o executa: se oferece como esposa do sultão e, na primeira noite, consegue surpreender o rei, contando a ele uma história. O Sultão se entusiasma com a história, mas ela interrompe o relato antes do amanhecer e promete o fim para a noite seguinte. Assim segue, durante mil noites. No final, ela dá a luz a três filhos e depois de mil e uma noites, o sultão cancela a sentença e vivem felizes (com o que se encerra a primeira história, da própria Scherezade).

As histórias que Scherezade conta são bem ecléticas e incluem contos, histórias de amor, tragédias, comédias, poemas, paródias e lendas religiosas muçulmanas. Algumas das histórias mais famosas de Sherezade circulam pela cultura ocidental, traduzidas como Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, Simbad o Marinheiro e Ali Baba e os Quarenta Ladrões; no entanto, Aladim e Ali Baba foram adicionados à coleção no século XVII por Antoine Galland, que as escutou de forma oral de um contador de histórias de Alepo, na Síria. Em muitas das histórias há gênios, espíritos fantásticos, magos e lugares lendários que são misturados a personagens e lugares reais; o histórico califa Harun al-Rashid é um protagonista comum. Às vezes, algum personagem nos contos de Sherezade começa a contar aos outros personagens uma história própria, e essa história pode introduzir outras histórias dentro dela, o que resulta em uma textura narrativa hierárquica.

Trilha Sonora:

Trilha sonora completa com as versões em inglês e português além da parte instrumental utilizada no filme. Os áudios estão no formato M4A (inglês e instrumental) e MP3 (português), podendo ser abertos na maioria dos players. Esta edição especial contém, ainda, duas músicas, em inglês, que foram cortadas da edição final do filme.

Games “Aladdin” e “Aladdin & the Carpet Racing”:

Lançado pela Sega em 1993, este jogo, do tipo arcade, segue, aproximadamente, o roteiro do filme em suas várias fases. Foram feitas versões para vários consoles, mas a versão que estou disponibilizando foi convertida para rodar em PC e não apresentou nenhum problema nos testes feitos aqui. Vai com manual em português feito para o Mega Drive, mas que serve para todas as versões. É um game pequeno e seu tamanho total não passa de 1,5MB. Está no formato EXE e deve ser instalado para jogar.

Já “Aladdin & the Carpet Racing” é um jogo feito direto para PC, e mostra os protagonistas disputando corridas com tapetes mágicos. Não encontrei o manual, mas o jogo é muito simples e os controles são intuitivos. O game não é muito grande e seu tamanho total é de 15MB. Está no formato EXE e deve ser instalado para jogar.

ATENÇÃO: POR SEREM ARQUIVOS AUTO EXECUTÁVEIS (.EXE) DEVE-SE TER EXTREMO CUIDADO AO INSTALÁ-LOS, POIS, DEPENDENDO DA CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA, PODEM CAUSAR PROBLEMAS EM SUA MÁQUINA.

Livro “As Mil e Uma Noites – Contos Selecionados”:

Em suas 104 páginas, o livro contém quatro dos contos mais famosos das mil e uma noites, em uma edição ricamente ilustrada. Os contos escolhidos são: O pescador e o gênio, Ali Babá e os 40 ladrões, Aventuras de Simbad, o marujo e Aladim e a lâmpada maravilhosa. Estas versões foram traduzidas a partir da edição inglesa do livro, e não são tão próximas aos originais quanto às dos outros livros que envio na postagem. Mas é uma edição mais curta bem interessante para quem quer conhecer as histórias originais. Está em português e no formato PDF.

O “Livro das Mil e uma Noites”:

O “Livro das Mil e uma Noites” é resultado de mais de uma década de trabalho de tradução direta do árabe para o português e produziu quatro volumes com o mais próximo que temos em nossa língua da história original deste clássico. O primeiro volume traz as 170 primeiras noites, com introdução de Mamede Mustafa Jarouche. Nela, o tradutor conta a história das supostas fontes em persa e sânscrito que teriam sido a base para a obra. Esta edição apresenta notas sobre aspectos linguísticos ou que explicam o cotejo entre manuscritos e edições árabe. O segundo volume completa a tradução do que, segundo convenção da crítica filológica, é chamado de “ramo sírio”. O ramo sírio é constituído pelos manuscritos que foram copiados, dos séculos XIV ao XVIII, na região árabe-asiática do Levante – que corresponde ao Líbano, Síria e Palestina. O terceiro volume, segundo as fontes originais, inicia o que se chama de “ramo egípcio” das histórias, sua parte mais tardia. O livro conta, ainda, com nota introdutória e posfácio a cargo do tradutor, com indicações das fontes. O quarto e último volume, enriquecido com notas e apêndices que ajudam a compreender a gênese e os aspectos mais complexos do texto, contém a versão original dos textos “Aladdin” e “Ali Babá”. Nas palavras do escritor Alberto Mussa, a tradução “tem o mérito de recuperar todo o sabor do original, livrá-lo de todas as censuras, restituir sua sabedoria, sua licenciosidade e, principalmente, o seu bom-humor”. São 1684 páginas no total, iniciada com o primeiro livro publicado em 2005 e encerrada com o quarto volume em 2012. Esta obra de arte foi vencedora dos prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Paulo Rónai (Fundação Biblioteca Nacional) e Jabuti de melhor tradução. O arquivo que mando contém todos os quatro volumes em PDF e também em EPUB, e recomendo à todos que tem alguma curiosidade sobre esta obra, que o baixem e leiam. Mas quem quer realmente uma experiência única, recomendo que comprem a caixa com os quatro volumes. Gosto de ler um livro fisicamente, segurá-lo nas mãos, virar as páginas, avançar ou retroceder rapidamente. E uma obra desta magnitude merece ser admirada dessa forma. Além disso, ela apresenta um aspecto interessante. Você tem, ao longo dos livros, a possibilidade de saltar entre as narrativas, alternando as noites da história, pois o autor não apresenta apenas a história literal, mas também aspectos do contexto na qual ela foi escrita, assim como dados históricos. Nos próprios livros as noites saltam para frente ou para trás a fim de acompanhar tais aspectos. É possível encontrar esses quatro volumes por menos de R$150,00 no total. Tenho os meus e valeram cada centavo.

 

Após o sultão ordenar que sua filha, a princesa Jasmine, ache um marido rapidamente, ela foge do palácio. Jasmine encontra um tipo meio malandro, Aladdin, que conquista seu coração. Porém ambos são achados pelos guardas de Jafar, o vizir do sultão. Jafar criou um feitiço para dominar o sultão, se casar com Jasmine e se tornar ele mesmo o sultão. Além disto finge que cometeu um engano e mandou decapitar Aladdin, que na verdade está vivo, pois Jafar precisa dele para conseguir uma lâmpada mágica, que é a morada de um poderoso gênio. Mas o plano de Jafar falha, pois Aladdin fica com a lâmpada graças a intervenção de um pequeno macaco, Abu, seu fiel mascote. Quando descobre que há na lâmpada um gênio poderoso, que pode se transformar em qualquer pessoa ou coisa e que lhe concederá três desejos, Aladdin planeja usá-los para conquistar Jasmine, sem imaginar que Jafar é um diabólico inimigo, que precisa ser detido.












 

Informações sobre o filme:

Aladdin’ é, obviamente, baseado na história de “As Mil e Uma Noites”, mas também se inspirou em “The Thief of Bagdad”, filme de 1940. Gênios e tapetes mágicos são comuns para o gênero, mas o filme também apresenta um sultão ingênuo, que é fascinado por brinquedos e acessórios, um jovem ladrão chamado Abu e um vizir maligno chamado Jaffar. Nos primeiros roteiros de “Aladdin”, havia dois gênios, um ocupando a lâmpada, outro num anel, e ambos os Gênios poderiam conceder um número infinito de desejos. Esses roteiros eram bem mais próximos da história original. Ainda nos primeiros projetos, Aladdin tinha três amigos chamados Babkak, Omar e Kassim. Na série animada “Aladdin” (1994 – 1995), Omar era o nome de um dos comerciantes. Em “Aladdin e Os 40 Ladrões” (1996), o nome de Kassim foi utilizado para o Rei dos Ladrões. Enquanto que a história base – Mil e Uma Noites – é definida como tendo ocorrido no Oriente Médio, o original “Aladdin”, na verdade, teve lugar na China.


“O Ladrão de Bagdá” (1940). Uma das inspirações para “Aladdin”.

Este filme tornou-se o 14º na história (e o primeiro filme de animação) a arrecadar mais de U$200.000.000,00 de dólares.

Originalmente, o mascate que introduz o filme se revelaria como o Gênio no final dele, antes das modificações no roteiro – daí o fato de Robin Williams ter dublado ele também. Observe as semelhanças na concepção dos dois personagens, especialmente as sobrancelhas, a barba e as mãos de quatro dedos (todos os outros personagens humanos têm cinco dedos), além das roupas azuis com faixas vermelhas nas cinturas de ambos.


As semelhanças nas concepções denunciam que os personagens foram criados para serem um só.

Durante o processo de dublagem, Robin Williams improvisava tanto que os estúdios tinham quase 16 horas de material para utilizar no filme. Também devido à essas improvisações, o roteiro foi rejeitado para uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. Robin Williams forneceu a voz para o Gênio, cobrando apenas a “union scale rate” (a menor taxa de remuneração legal que um estúdio pode dar à um ator), sob as condições de que sua voz não fosse utilizada para merchandising (ou seja, brinquedos, cds, etc), e que o personagem “Gênio” não ocupasse mais do que 25% do espaço de um cartaz, anúncio, quadro de avisos, ou trailer. Era a forma dele agradecer à Disney por toda a ajuda que a empresa lhe deu na carreira. Quando descobriu que essas condições não foram cumpridas, ele retirou seu apoio para a Disney e para a divulgação do filme. Como resultado, seu nome não foi incluído no livro “The Art of Aladdin” (que faz constantes referências à “a voz da Gênio”), e ele não participou da sequela “O Retorno de Jafar” ( 1994 – direto em vídeo) ou no seriado de TV “Aladdin” (1994 – 1995) (Dan Castellaneta, que dubla Hommer Simpson, deu a voz ao Gênio para essas produções). Em uma tentativa de fazer as pazes com Williams, o CEO da Walt Disney, Michael Eisner, pediu desculpas à ele enviando um presente: um quadro original de Pablo Picasso. Ainda irritado e sentindo-se traído pela Disney, Williams não iria aceitar o presente. E não o aceitou, até que o presidente da Disney Jeffrey Katzenberg fosse demitido e substituído por Joe Roth, mudança que fez com que Williams voltasse para a Disney. Através de Roth, um pedido público de desculpas foi dado, os erros cometidos foram corrigidos e Williams ficou tão tocado que ele voltou como o Gênio para a segunda sequência, “Aladdin e os 40 Ladrões” (1996 – direto em vídeo).


Improvisação, separação e reconciliação. A participação de Robin Williams na produção de “Aladdin” daria um filme à parte.

A cena de abertura com o mascate foi completamente improvisada. Robin Williams foi trazido para o palco de som e foi convidado a ficar atrás de uma mesa que tinha vários objetos sobre ela e um lençol cobrindo todos eles. Os animadores pediram-lhe para levantar o lençol, e, sem olhar, pegar um objeto da mesa e descrevê-lo como o personagem faria. O resultado ficou muito bom, mas grande parte do material gravado nessa sessão não era apropriado para um filme da Disney. Aliás, para nenhum filme liberado à menores de 18 anos.

Robin Williams gravou a maioria de suas cenas entre pausas das filmagens em “Hook: A Volta do Capitão Gancho” (1991) e “A Revolta dos Brinquedos” (1992). “Made you look” é a última fala do ator, tanto neste filme, como em “Bom Dia Vietnã” (1987), não incluindo a sua transmissão de rádio pré-gravada.

As celebridades imitadas pelo Gênio são (em ordem): Arnold Schwarzenegger, Señor Wences, Ed Sullivan, Groucho Marx, William F. Buckley, , Robert De Niro, Carol Channing, Arsenio Hall, Mary Hart, Ethel Merman, Rodney Dangerfield e Jack Nicholson. Algumas das imitações do Gênio foram cortadas do filme, incluindo John Wayne, George Bush, e Dr. Ruth Westheimer.


Arnold Schwarzenegger


Señor Wences


Ed Sullivan


Groucho Marx


William F. Buckley


Robert De Niro


Carol Channing


Arsenio Hall


Mary Hart


Ethel Merman


Rodney Dangerfield


e Jack Nicholson foram as celebridades imitadas pelo Gênio.


Já John Wayne, George Bush, e Dra. Ruth Westheimer ficaram de fora.

Durante as filmagens deste filme, Robin Williams frequentemente recebia ligações de Steven Spielberg, que na época estava trabalhando em “A Lista de Schindler” (1993). O filme tinha um clima bastante pesado e as cenas fortes, por vezes, abatiam elenco e produção. Spielberg colocava Williams no viva-voz para que ele pudesse contar piadas para o elenco e a equipe, a fim de animá-los. Parte do material que ele usou foi o que ele estava gravando para Aladdin.

Durante o roteiro e o desenvolvimento de storyboard, os roteiristas já estavam considerando Robin Williams para o papel do Gênio, mas não o tinham convidado, ainda, para o projeto. A fim de convencer Williams, Eric Goldberg fez uma animação de vários minutos com o Gênio fazendo um stand-up de Williams, incluindo partes de seu álbum ‘Reality… What A Concept’, e selecionados por ele. Williams ficou tão impressionado que assinou quase imediatamente.


Um dos principais animadores da Disney, Eric Goldberg deu uma força para convencer Williams a aceitar o papel.

O animador Eric Goldberg usou, como base para criar as linhas do Gênio, os desenhos do caricaturista Al Hirschfeld, que possui um estilo bem peculiar privilegiando curvas e geometria em seus trabalhos.


Al Hirschfeld, com uma caricatura do cantor Prince e uma auto-caricatura. Curvas utilizadas na criação do Gênio.

No período de 16 à18 de agosto de 2014, a Disney homenageou Robin Williams exibindo Aladdin em seus três canais infantis (Disney Channel no sábado, Disney XD, no domingo, e Disney Júnior na noite de domingo e segunda-feira de manhã), duas vezes em cada canal. No final do filme, pouco antes dos créditos, eles colocaram uma imagem que dizia: “Em memória de Robin Williams, que nos fez rir.” usando o tributo do animador Eric Goldberg para ele como pano de fundo.


Homenagem original do animador Eric Goldberg (no alto) é utilizada, também nos canais da Disney (acima).

Este foi o primeiro grande filme de animação que foi promovido a partir da força do nome de uma grande estrela do cinema, que dublaria um de seus personagens (Robin Williams como Gênio). A partir de “Aladdin”, esta ação se tornou a norma em grandes filmes de animação.

Robin Williams não foi o único cotado para a dublagem do Gênio. Martin Short, John Goodman, Albert Brooks, Matt Frewer, John Candy, Steve Martin e Eddie Murphy foram todos considerados em algum ponto para fornecer a voz do personagem.


De cima para baixo e da esquerda para a direita: Martin Short, John Goodman, Albert Brooks, Matt Frewer, John Candy, Steve Martin e Eddie Murphy.

Iago foi originalmente destinado a ser dublado por Danny DeVito, mas ele não estava disponível durante a produção. DeVito viria a estrelar um futuro personagem de animação da Disney como a voz de Phil em “Hércules” (1997). Joe Pesci também foi considerado para o papel de Iago.


Joe Pesci (esquerda) e Danny DeVito (centro) considerados para o papel de Iago. DeVito futuramente dublaria Phil (direita).

Inicialmente Jafar teria um temperamento explosivo, enquanto Iago seria um tipo britânico arrogante e calmo. Os animadores sentiram que se Jafar perdesse a paciência com muita facilidade ele ficaria muito menos assustador– fato comprovado posteriormente com o personagem Hades de “Hércules” (1997), cujo temperamento explosivo quase transformou o personagem em um alívio cômico involuntário.


Jafar (calmo) e Iago (irritadiço), com temperamentos trocados, deixariam o primeiro bem menos assustador, hipótese comprovada com Hades de “Hércules” (direita).

Jonathan Freeman diz que a voz de Jafar é uma mistura de Boris Karloff e Vincent Price. Conflitos de agenda com “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração” (1987 – 1994) forçaram Patrick Stewart a recusar o papel de Jafar. Ele já afirmou em várias entrevistas que este é o seu maior arrependimento no cinema. Tim Curry, Kelsey Grammer, John Hurt, Christopher Lloyd e Ian McKellen também foram considerados para o papel de Jafar.


Jonathan Freeman (esquerda), voz inspirada em Boris Karloff (centro) e Vincent Price (direita).


Da esquerda para direita e de cima para baixo: Patrick Stewart , Tim Curry, Kelsey Grammer, John Hurt, Christopher Lloyd e Ian McKellen, todos considerados para o papel de Jafar.

Andreas Deja baseou seu Jafar no projeto de Marc Davis para Maléfica (Maleficent) de “A Bela Adormecida” (1959). Os dois vilões compartilham mais do que a aparência: ambos carregam um bastão, usado para executar magia; ambos têm um pássaro capanga (o de Maléfica é um corvo, o de Jafar é um papagaio), e ambos se transformam em gigantescos répteis em batalhas no clímax de seus respectivos filmes – Maléfica em um dragão e Jafar em uma cobra. O site UltimateDisney.com destaca Maléfica e Jafar como os maiores vilões Disney no seu “Top Villain” com as posições 1 e 2, respectivamente.


Várias semelhanças marcam dois dos maiores vilões da Disney.

Sempre que Aladdin conta uma mentira vestido como príncipe Ali, a pluma em seu chapéu cai e cobre o rosto. É uma referência ao personagem Pinocchio, cujo nariz crescia cada vez que o personagem mentia.


A posição da pluma denunciava a honestidade (ou desonestidade) das palavras de Aladdin.

Para capturar os movimentos das calças baixas e corte largo de Aladim, o animador Glen Keane assistiu aos vídeos da estrela do rap MC Hammer. Os movimentos do cantor em seus vídeos também serviram de referência para os movimentos do personagem.


Estilo e movimentos do rapper.

Quando o filme foi lançado em VHS em Outubro de 1993, vendeu mais de 10,8 milhões de cópias em sua primeira semana e ultrapassou a marca de mais de 25 milhões no total. Este recorde durou apenas dois anos, quando foi batido pelo lançamento de “O Rei Leão” (1994).

Alguns personagens de outros filmes da Disney aparecem brevemente no filme. Pinocchio (Pinocchio – 1940) e Sebastião (A Pequena Sereia – 1989) aparecem em formas facilmente identificáveis. Já Fera (A Bela e a Fera – 1991) e Pateta aparecem de forma bem discreta, como um dos brinquedos do Sultão e um dos chapéus do Gênio respectivamente. Além deles, ainda aparecem várias referências ao Michey, no que já é uma brincadeira bastante conhecida dos animadores. A maioria destas referências é formada apenas por três círculos dispostos de uma forma peculiar, mas aqui ele também é introduzido em um único frame, durante a última transformação de Rajah. Esse “Michey” só é identificado vendo-se a cena quadro à quadro.


Pinocchio e Sebastião aparecem bem identificáveis.


Fera (em destaque) e Pateta surgem como objetos estilizados.


Enquanto Michey (rosto de Rajah) fica bem escondido em um único frame.

O desenhista de produção Richard Vander Wende concebeu um esquema de cores simples para o filme, inspirado pelo seu cenário desértico. Azul (água) significa bom, vermelho (calor) para o mal, e amarelo (areia) é neutra. Por exemplo, o vilão Jafar é revestido por roupas negras e vermelhas, assim como suas cenas tendem a ter a mesma cor, enquanto Jasmine veste um virtuoso azul. Outro exemplo está na Caverna das Maravilhas, onde a câmara da lâmpada é azul, enquanto o rubi que tenta Abu irradia um vermelho brilhante.

Nos exames de visualização para o filme, ninguém aplaudia depois dos grandes números musicais. Os animadores queriam aplausos e então alguém prendeu no Gênio um sinal luminoso de “Aplausos” no final de “Friend Like Me”. A piada funcionou e o sinal foi mantido no filme.


Piada interna funcionou tão bem que foi mantida no filme.

Muitas idéias foram criadas, mas descartadas do roteiro final. Jasmine originalmente deveria ser um pouco mais ativa. Em um ponto, ela deveria enfrentar o Sultão e com raiva declarar “Temos de conversar”, mas os animadores vetaram porque isso teria significado a concepção de um quarto totalmente novo para que a conversa acontecesse, e assim foram forçados a mostrar Jasmine simplesmente chorando sem desafiar o pai. Em outra mudança, quando Jasmine foi aprisionada na ampulheta, ela deveria usar a jóia em sua tiara para cortar o vidro e se libertar, mas isso foi mudado para um resgate de última hora por Aladdin. Jasmine também seria uma criança mimada que queria se casar com o mais rico de todos os príncipes, apenas tornando-se uma menina doce que aprende a ter humildade depois de se apaixonar por Aladdin. Uma canção chegou a ser escrita para essa versão mimada de Jasmine, intitulada ” Call Me a Princess “. A equipe de produção descartou esta personalidade, porque concluíram que o público poderia não gostar muito dela. Além disso, quando Jafar desejou governar Agrabah, a idéia original era que o passado seria alterado, de modo que tudo parecesse como se ele sempre fosse o sultão. As memórias de todos seriam alteradas, exceto as de Aladdin, Abu, e do Tapete Mágico, que ficariam preservadas porque o Tapete se enrolaria em torno deles e os protegeria da onda mágica. Isso foi considerado demasiado confuso, e foi recusado também. No primeiro roteiro Aladdin não é um órfão. Ele tinha uma mãe e foi criado um número musical para a cena em que ela aparece com a música “Proud of Your Boy”. Mas os produtores resolveram retirar todas as referências familiares do filme, tornando o personagem solitário. A música foi inserida na segunda versão da trilha sonora e está disponível para download na postagem.


Personagens importantes como a mãe de Aladdin foram suprimidas na versão final, que também teve várias idéias descartadas.

No total, oito outras canções foram escritas para o filme, mas foram removidas mais tarde. Algumas das canções originais, antes que a história fosse reescrita e metade dos personagens fosse cortada, são: “Proud of Your Boy” (cantada por Aladdin à sua mãe – mais tarde removida da história – enquanto ela estava dormindo); ” Call Me a Princess “; “Omar, Babkak, Aladdin, Kassim”; ” Humiliate the Boy ” (cantada por Jafar, que foi considerada demasiadamente cruel para o filme); “High Adventure” e ” Count on Me ” (que seria cantada por Aladdin para seus amigos e familiares, mas que foi trocada por “A Whole New World”).

O design original de Aladim era mais jovem, mais cartunesco, e vagamente baseado no ator Michael J. Fox. Mas Jeffrey Katzenberg queria que o projeto mudasse, temendo que Aladdin aparentasse jovem demais para a história. Assim, o projeto de Aladdin foi reformulado para ser menos Michael J. Fox e mais Tom Cruise. No entanto, a animação sobre o filme já tinha começado, então você pode ver os vestígios do antigo projeto de Aladdin durante a canção ‘Friend Like Me’.


Primeiros storyboards mostram uma versão mais “Michael J. Fox” de Aladdin.

A caracterização da princesa Jasmine foi baseada na atriz Jennifer Connelly, assim como na irmã de seu animador, Mark Henn. Beth Henn só ficou sabendo que seu irmão se inspirou nela para desenhar Jasmine depois que o filme já tinha sido lançado, mas aprovou o resultado, chegando a posar para fotos, caracterizada como tal.


No alto, a filhinha do animador ao lado da tia, fonte de inspiração, ambas caracterizadas como Jasmine. Acima, o animador, sua irmã (em foto que ele utilizou como referência) e a atriz Jennifer Connelly.

Na gravação original para a canção de abertura “Arabian Nights”, parte da letra originalmente era “where they cut off your ear, if they don’t like your face” (no Brasil – “vão cortar sua orelha para mostrar pra você”, como é bárbaro o nosso lar). Após o lançamento do filme, árabes americanos ficaram ofendidos com a letra, e ela foi mudada para “where it’s flat and immense, and the heat is intense” (no Brasil – “é uma imensidão, o calor e a exaustão”, como é bárbaro o nosso lar). Se você ouvir atentamente, poderá distinguir uma alteração no timbre de voz neste trecho, em inglês. Todos os lançamentos em vídeo e demais produtos subsequentes (teatro, discos, etc.) foram produzidos já com as novas letras. Mas a versão em português da trilha sonora postada aqui, mantém a letra original.

Apesar de ser um macaco cuja raça é difícil de ser identificada, Abu recebeu suas características físicas a partir de filmagens de macacos-prego feitas pelos animadores no jardim zoológico de Los Angeles.

Uma estranha brincadeira entre os cineastas de Hollywood é a introdução do chamado “Grito Wilhelm”, que é um grito característico cuja gravação original data de 1951 no filme Distant Drums, mas que desde que foi reutilizado em “Guerra nas Estrelas” (1977), aparece frequentemente em várias produções de todos os gêneros. Aqui, esse curto efeito sonoro é mostrado quando os moradores fogem aterrorizados no momento em que o Gênio (sob o controle de Jafar) levanta o palácio no ar.

O supervisor de layout Rasoul Azadani viajou para sua cidade natal de Ispahan, no Irã, em 1991 a fim de coletar imagens que serviriam de referências para o visual do filme. Ele trouxe cerca de 2.000 imagens de lá. Seu nome iria batizar o personagem de Jafar disfarçado, quando este engana Aladdin, retirando-o das masmorras, mas mudaram de idéia para que isso não se tornasse uma piada interna. No entanto, em “O Retorno de Jafar” (1994), o (aqui sem nome) capitão dos guardas foi nomeado “Rasoul” em sua homenagem.


O nome do Chefe da Guarda do Sultão homenageia Rasoul Azadani (direita) na sequência de 1994.

“Aladdin” avança em uma inovadora animação por computador, mais notavelmente no tapete mágico. A animação por computador ainda era uma técnica nova, assim o tapete é realmente um híbrido de animação desenhada à mão e computação gráfica. Randy Cartwright fez a animação desenhada à mão do tapete e o retângulo renderizado por computador foi colocado para coincidir com seus desenhos. O resultado foi um personagem que se movia como o resto do elenco do filme e contou com um desenho intrincado que teria sido impossível traçar em um quadro de cada vez. Esse foi o segundo filme de animação da Disney que usou fundos texturizados em CGI 3D, totalmente renderizada, movendo-se em combinação com a animação de personagens tradicionalmente animados, uma técnica que foi desenvolvida no curta de animação Disney “Off His Rockers” (1992) e, anteriormente, em “A Bela e a Fera” ( 1991). Isso levou à criação da “Deep Canvas”, uma técnica totalmente nova criada pela Disney que possibilitou produzir, sete anos depois, “Tarzan” (1999), permitindo que personagens desenhados à mão em 2D mesclassem perfeitamente em um ambiente totalmente criado em 3D.


Técnica desenvolvida em “Off His Rockers” (acima) é utilizada com sucesso em Aladdin.

Os dois homens no meio da multidão que Aladdin empurra são caricaturas dos dois diretores, John Musker e Ron Clements; o plano original era usar os críticos de cinema Gene Siskel e Roger Ebert, mas eles não conseguiram obter permissão.


John Musker e Ron Clements na época das filmagens (no alto à esquerda), em foto mais atual (no alto à direita) e suas caricaturas no filme (acima).

Já o “Louco Hakim”, vendedor de fertilizante que aparece cena de perseguição no início do filme, é uma caricatura do animador Tom Sito.


O animador Tom Sito também faz uma ponta.

Este foi o último filme da Disney em que o letrista Howard Ashman trabalhou. Ashman era apaixonado pelo personagem ‘Aladdin’ e inicialmente recusou-se a trabalhar em “A Bela e a Fera” (1991), para que ele pudesse começar a escrever canções para seu projeto de estimação. A idéia de adaptar a história de Aladdin como um musical de animação da Disney foi primeiramente proposto por ele, em 1988, no momento em que ele e Alan Menken ainda estavam trabalhando em “A Pequena Sereia” (1989) e antes de começarem a trabalhar em “A Bela e a Fera” (1991 ). Ashman escreveu um tratamento inicial para o projeto e colaborou em seis canções com Menken. Quando John Musker e Ron Clements terminaram as funções em “A Pequena Sereia”, eles voltaram sua atenção para escrever um primeiro rascunho do roteiro deste filme, e, eventualmente, tornaram-se seus diretores. O que ninguém sabia na época era que Ashman estava sofrendo de AIDS e estava correndo contra o tempo. Ele faleceu antes que pudesse terminar “Aladdin”. As letras restantes para as canções do filme foram escritas por Tim Rice. Ashman foi indicado ao Oscar postumamente pela segunda vez seguida, tendo vencido no ano anterior por “A Bela e a Fera”. Desta vez, Aladdin também venceu o prêmio, mas com as letras de Tim Rice, que prestou uma homenagem ao colega.


As letras de Howard Ashman tiveram grande colaboração no sucesso dos três primeiros filmes da nova “Era de Ouro” da Disney.

Quando Howard Ashman começou a trabalhar no filme, ele desenvolveu a história como uma aventura cômica de ritmo rápido sobre um garoto tentando provar seu valor para seus pais. Mas, após sua morte, o enredo foi reformulado para ser sobre um jovem adulto, Aladdin, buscando auto-respeito, em vez da aprovação dos outros.

Originalmente existia uma versão estendida da cena na Caverna das Maravilhas, quando Aladdin pega a lâmpada. Nela, Aladdin teria alcançado a lâmpada e, antes que ele a pegasse, olharia para cima e veria imagens de outras pessoas, incluindo Gazeem que aparece no início do filme, que tentaram tirar a lâmpada e foram mortos. Depois é mostrado que a lâmpada que ele estava tentando pegar era falsa e, por ser atraído para longe dela a partir da visão das imagens, teria sido concedido à ele o acesso ao local da lâmpada real.

Quando Iago puxa uma foto dele com Jafar para fora de sua gaiola ele diz a fala “And, uh, how about this picture? I don’t know, I think I’m making a weird face in it” . A fala foi improvisada por Gilbert Gottfried e Robin Williams não conseguia parar de rir quando ouviu isso.


As improvisações causavam gargalhadas em toda a equipe e, como na cena acima, também nos próprios atores.

Quando o Gênio veste Aladdin, a tela atrás deles contem dois retratos, um deles com o Gênio utilizando uma camisa, gravata e tapa-olho. Esta é uma referência a uma campanha de publicidade muito famosa criada por David Ogilvy, conhecida como “The Man In The Hathaway Shirt”.


O filme contém várias referências da época, inclusive publicitárias, como mostrado acima.

Quando Aladdin percebe que pode se tornar o próximo sultão ele se preocupa e o gênio tenta animá-lo, dizendo: “Aladdin, você acaba de ganhar o coração da princesa! O que você vai fazer a seguir”, direcionando-o para uma linha de campanha publicitária muito popular da Disney na época, “Eu estou indo para Disney World!”, resposta dada por muitos famosos que participaram da campanha. Aladdin não disse isso, mas nós ouvimos o tema musical da Disney ao fundo.


A Disney não perdoa nem os espectadores. Acima, introdução de campanha publicitária dentro do próprio filme.

A produção teve um grupo principal de animadores que coordenaram uma equipe de mais de 200 pessoas. Por isso existiam algumas “marcas” que serviam para guiar as várias equipes a fim de que minimizassem os erros de continuidade. Um exemplo de marca: Aladdin deverá estar descalço sempre que ele não estiver disfarçado como o príncipe Ali. Porém, o controle é bem mais complicado em questões menos óbvias como um determinado acessório em determinado lado do corpo. Assim, alguns pequenos erros passaram sem serem corrigidos, como: A flor no cabelo de Jasmine está no lado errado quando reflete no córrego; A sombra da grade da masmorra muda de inclinação na mesma cena; O acessório do braço de Jasmine está do lado errado em uma tomada da cena da ampulheta gigante. Mas nada disso diminui o valor do fantástico trabalho realizado pela equipe na produção desta extraordinária obra.


A flor no cabelo de Jasmine deveria estar do lado direito no reflexo do riacho (segunda imagem).


A sombra da grade, inclinada para a direita, inclina-se para a esquerda sem motivo aparente, apenas para inclinar-se novamente para a direita logo depois, na mesma cena.


O acessório de Jasmine muda de braço na mesma cena.

A equipe mágica responsável pela animação de Aladdin:


Os animadores.


Os desenhistas de layout e imagens de fundo.


Os arte-finalistas.


Os artistas de efeitos especiais e CGI.


Os animadores chefes, da esquerda para a direita: Randy Cartwright, Phil Young, Glen Keane, Dave Pruiksma, Eric Goldberg, Duncan Marjoribanks, Andreas Deja and Will Finn. (Mark Henn, o nono animador chefe, não está nesta foto, mas há uma imagem dele logo acima, junto com a foto de sua filha e de sua irmã).

As vozes por trás dos personagens:


Aladdin – Scott Weinger (diálogos) e Brad Kane (canções)


Princesa Jasmine – Linda Larkin (diálogos) e Lea Salonga (canções)


Gênio – Robin Williams


Abu e Rajah – Frank Welker


Sultão – Douglas Seale


Jafar – Jonathan Freeman


Iago – Gilbert Gottfried


Mascate – Robin Williams


Razoul – Jim Cummings


Guardas Reais – Frank Welker, Corey Burton, Jeff Bennett


Gazeem – Charlie Adler.


Principe Achmed – Corey Burton

E nossos dubladores brasileiros:


Aladdin – Marcus Jardym (diálogos) e Joseph Carrasso Jr.(canções)


Princesa Jasmine – Sílvia Goiabeira (diálogos) e Kika Tristão (canções)


Gênio – Márcio Simões


Sultão – Pietro Mário


Jafar – Jorgeh Ramos


Iago – Rodney Gomes


Mascate – Silvio Navas (diálogos) e Pedro Lopes (canção)


Razoul – Pádua Moreira


Guardas reais – Carlos Seidl, Isaac Bardavid, Sílvio Navas


Gazeem – Ionei Silva


Principe Achmed – Carlos Seidl

Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, brasilescola.com, saraiva.com.br, ahtishamkhurshid1.blogspot.com.br, filmywar.com, goldenagehorror.com, mash10.com, disney.wikia.com, adcglobal.org, fanpop.com, taddlr.com, doctormacro.com, UltimateDisney.com, blogs.disney.com, casadadublagem.com e dublanet.com.br.

 

 

# país: EUA
# duração original: 90 min.
# produção: Walt Disney Pictures…
# distribuidora: Buena Vista Pictures…

 

17 comentários para ALADDIN (Tri Áudio / 1080p) – 1992

  • @c3rvo  Disse:

    Parabéns pelo grande trabalho. Concordo contigo e faço minhas as suas palavras a respeito do Tela de Cinema. Um abraço.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, @c3rvo.
      O Tela de Cinema realmente é muito bom. Mas ele fica ainda melhor com os colaboradores e demais marujos que o frequentam. O site não pára de crescer, e parece que todos que entram tem o mesmo espírito de compartilhamento abnegado, o que mantém o bom nível da comunidade como um todo.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • Hiure  Disse:

    Muito bom cara. Talvez a fita que eu mais pedia pro meu pai pegar na locadora quando eu era criança. To com 28 agora rs tempos remotos… Valeu cara! Excelente trabalho, Abraços

    • Don Costa  Disse:

      Olá Hiure.
      Já passei um pouco dos meus 28 anos, mas sei bem o que é a alegria de poder rever aqueles bons filmes, desenhos e seriados de que gostava na infância. Aladdin eu já assisti no cinema quando adulto, pois sempre gostei das animações da Disney. O filme me surpreendeu pela beleza e pela animação mais dinâmica que as das produções anteriores, graças à incrível mesclagem entre animação por computador e animação tradicional. O resultado merece ser apreciado com a melhor qualidade possível.
      Que bom que gostou do resultado.
      Obrigado pelo cometário.
      Grande abraço.

      • Hiure  Disse:

        Sim amigo. Tb achava diferente e sem dúvida era a que mais gostava da Disney. As canções tb são ótimas. Ainda cantarolo aquela quando eles saem voando com o tapete heheh. Deve ter sido muito legal ver no cinema hein cara. Abraços e brigado mais uma vez pelo trabalho feito com dedicação e capricho.

  • Claus  Disse:

    Nossa Don Costa, fiquei emocionado vendo seu depoimento sobre o Tela, concordo com td que disse, tenho a mesma visão que VC, aqui somos acolhidos por praticamente todos sem distinção de raças, condições ou religiões.

    Quanto ao material divulgado, impecável como sempre. E as curiosidades que nos apresenta, simplesmente fantásticas, é sempre um prazer ver seus lançamentos, mesmo que eu não os baixe, mas só de ter acesso às informações já fico muito satisfeito rsrs. A parte que comenta sobre a mágoa de Robin Williams com a Disney eu não fazia ideia, mas agora faz sentido, pois foi bem nessa época que Katzenberg saio de lá e fundou com Steven Spielberg e David Geffen a DreamWorks.

    Muito obrigado por compartilhar seus tesouros, tanto material quanto informativo. Grande abraço 😉

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, Claus?
      Sei que os apaixonados por cinema apreciam esse material extra que aparecem nas postagens, por isso me dedico bastante na pesquisa e catalogação deles. E é um grande prazer para mim compartilhar o resultado com os amigos do site.
      Robin Williams estava longe de ser a melhor pessoa do mundo, mas tinha as suas virtudes. Entre elas, cumprir os seus acordos, mesmo que verbais. Era óbvio que ele ficaria indignado com a quebra da palavra da Disney. Mas Katzenberg estava extremamente pressionado pelo conselho administrativo da empresa. A Disney tinha acabado de emplacar dois sucessos seguidos, coisa que não acontecia há anos, e não queria sequer pensar em voltar para o seu período mais negro. Todo lançamento dalí para a frente deveria dar lucro. Até por isso Robin Williams foi contratado, pois a campanha de marketing seria enorme em cima dele, mesmo sem ter o papel principal. A tática de se gastar muito com a divulgação de um produto virou um procedimento tão comum que, nos dias de hoje, existem filmes que gastaram mais com a divulgação do que com a produção, numa inversão de valores absurda (vide “O Cavaleiro Solitário” – 2013). Assim, o presidente e demais diretores tomaram a decisão errada de quebrar o acordo feito com o ator e fazer uma divulgação maciça do filme, principalmente em cima de seu nome e do seu personagem. Provavelmente foi um movimento em vão, pois os críticos avaliaram que o filme obteria igual sucesso, mesmo com uma divulgação menor. A Disney se desculpou com o ator (o presidente foi destituído por causa de uma soma de vários fatores) e, até onde eu sei, a Disney nunca mais quebrou um contrato desta forma.
      Mas mesmo com todos estes problemas, Aladdin ainda é lembrado como uma das maiores produções da empresa.
      Obrigado pela mensagem, Claus.
      Abraços.

  • MARCOS F.  Disse:

    O QUE DIZER AMIGO DON, ALÉM DE CONCORDAR 100% COM SEU MANIFESTO, E REPETIR O QUE LHE DISSE POR E-MAIL:

    PARABÉNS PELO ANIVERSÁRIO DE 2 ANOS E OBRIGADÃO POR NOS HONRAR COM SUA COMPANHIA!!

    COMO DIZ O MEU IRMÃO DO PEITO SPARROW “VIVEMOS AQUI UMA UTOPIA” QUE SÓ É POSSÍVEL GRAÇAS A GENEROSIDADE E VIRTUDES, QUE INFELIZMENTE TORNARAM-SE RARAS NOS DIAS DE HOJE, DOS INTEGRANTES DESTA GRANDE FAMÍLIA TELA DE CINEMA!!!

    PARABÉNS PELA MAGNÍFICA POSTAGEM E UM FORTE ABRAÇO IRMÃO!

    • Don Costa  Disse:

      Pois é, amigo Marcos.
      A internet torna possível utopias como a comunidade Tela de Cinema, que atrai o que as pessoas tem de melhor. Não sou perfeito. Tenho muitas falhas. Porém me sinto muito bem interagindo nesta comunidade, a ponto de dedicar algumas horas por dia apenas em minhas remasterizações para postá-las, exclusivamente, aqui. O ambiente é muito agradável e eu aprendo muito sobre cinema, tecnologia e história da sétima arte, assuntos pelos quais sou apaixonado. Também expandi esses contatos para fora do Tela de Cinema, trocando e-mails e arquivos com amigos que conheci aqui. Foram dois anos muito bons. Remasterizar é uma terapia relaxante. Eu já fazia isso antes de postar no site, mas a forma como os marujos e visitantes acolheram as postagens, deixaram tudo ainda mais divertido.
      Meus agradecimentos à todos pelos agradáveis anos de convivência no Tela.
      Espero que venham muitos ainda.
      Obrigado por comentar, amigo Marcos, e um grande abraço.

  • Johnahex  Disse:

    Que legal Don,2 anos se passaram voando! Igualmente a você descobri o Tela de Cinema em 2014 por acaso quando procurava o desenho clássico da Marvel de 1966 Namor O Príncipe Submarino.Parabéns!

    • Don Costa  Disse:

      Passaram voando mesmo, amigo Johnahex.
      Parece que foi ontem que postei aqui pela primeira vez.
      Fico impressionado em ver como o acervo do Tela cresceu de lá para cá. É difícil eu procurar por um filme e não encontrar pelo menos uma de suas versões postada aqui.
      O número de colaboradores também cresce a cada dia, sem perder a qualidade que o site sempre apresentou, e colaboradores como você ajudam a manter essa qualidade num excelente nível.
      Que o Tela continue sempre assim.
      Grato pelo comentário.
      Abraços.

  • ruani  Disse:

    Ótimo post. Pra falar a verdade eu nunca assisti esse filme, mas após ler o post já puxei e até comprei o box com os livros Mil e uma noites que recomendou. ( esta com um ótimo preço na saraiva R$ 71,80 ).
    Obrigado pelos 2 anos de postagens. Eu conheço o Tela menos que isso e ainda estou Garimpando MUITA coisa boa aqui. E sempre aparece mais e mais! QUE BOM! 😉
    Não sou muito de postar comentários, mas realmente os colaboradores do site são realmente nota 10!
    Até eu já estou pensando em colaborar tb.
    Enfim, mas uma vez agradeço a postagem as dicas e a todos do TELA DE CINEMA. VALEU!!!

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite, Ruani.
      É exatamente este o objetivo que tento alcançar quando monto estas postagens cheias de informações sobre os filmes. Muitas vezes as sinopses ou os trailers não são o suficiente para nos cativarem á ponto de assistirmos ao filme em questão. Mas quando você conhece mais alguns detalhes da produção, dos bastidores, e até informações sobre os atores durante as filmagens, a obra fica bem mais interessante. Mesmo para quem já a conhece, passa a olhar a produção com outros olhos, quase como uma versão nova de um filme antigo.
      Outra coisa que sempre tento fazer é incentivar a leitura. Quando o visitante entra em minhas postagens, quase sempre se depara com alguma opção de leitura relacionada ao filme ou, como neste caso, ao tema em questão. O raciocínio é o seguinte: se a pessoa se interessa pelo assunto abordado no filme, há uma boa chance de que ela se interesse, também, por um livro, coleção ou quadrinhos relacionados ao mesmo tema. Geralmente dá certo, pois verifico que tais arquivos são baixados por uma quantidade razoável de marujos, levando-se em conta que este é um site de cinema e não de literatura. Eu incentivo, mas não sou radical.
      Eu sou totalmente contrário à máxima utilizada frequentemente por quem quer criticar, por exemplo, a baixa qualidade dos programas que passam na tv aberta atualmente dizendo: “_Prefiro ler um bom livro do que assistir à tv!”. Isso é um erro tão grande quanto abandonar a leitura para ficar só com a tv. Uma coisa não exclui a outra. Você não só pode, como deve ter espaço em sua vida para tv, cinema, literatura, teatro, música, esportes, e tudo o mais que puder transmitir alguma cultura, proporcionar diversão e trazer satisfação para a pessoa. Aqui eu tento unir, em um mesmo espaço, cinema e literatura. Às vezes com leituras mais simples, outras com obras mais sofisticadas como esta caixa que sugeri.
      Pela contagem da minha conta do 4shared, esse link do livro já foi baixado dez vezes e pelo menos você já o comprou a partir das informações obtidas nesta postagem. Somada à compra que eu fiz, quando descobri o livro enquanto pesquisava por informações para postá-las aqui, já são duas compras efetuadas a partir do compartilhamento disponibilizado pelo site Tela de Cinema que, desta forma, colabora, também, com o mercado literário.
      Por isso vou procurar manter esse padrão sempre que conseguir material extra para disponibilizar, e agradeço imensamente pela gigantesca paciência dos administradores do site, que entendem perfeitamente meu ponto de vista. Afinal, estas postagens gigantes exigem deles um tempo muito maior do que uma postagem padrão sem as informações extras. Mas eles tem a mesmíssima dedicação e cuidado em todas elas.
      Por isso, tenha a certeza de que será muito bem recebido pelos marujos do Tela se decidir colaborar com postagens.
      Muito obrigado por comentar nesta postagem.
      Um grande abraço.

      • ruani  Disse:

        Olá Don Costa.
        Realmente o que escreve é verdade devemos ter um olhar e aproveitar o que existe de bom em tudo que nos cerca. Seja um bom filme, livro, um programa de TV, musica etc. No mundo de hoje devemos ser pessoas ANTENADAS e todos esses meios são importantes com informações e como divertimento também. E vejo na internet um lugar que me “linka” com tudo isso. Através dela conheço novos cantores e cantoras ( o que me faz até adquirir produtos dos mesmos ), acesso a filmes que de outros países ( fora EUA) que também possuem produções excelentes. Enfim, uma coisa puxa a outra e é triste aquele que fica “amarrado” em apenas um.
        Como uma coisa puxa a outra, lendo o seu post fiquei sabendo das sequências de Aladdin (que saíram somente em home vídeo – O Retorno de Jafar e Aladdin e os 40 ladrões ).Deu trabalho, mas achei na internet e posso dizer que SÃO EXCELENTES também!. Você já assistiu? Caso não tenha posso te enviar.
        Grande abraço.
        Ruani.

        • Don Costa  Disse:

          Boa tarde Ruani.
          Eu tenho, sim, os dois outros filmes do Aladdin. Eles não foram postados juntos aqui pois sempre tento privilegiar os arquivos em alta definição, e os arquivos que eu tenho são de DVDrip. Recentemente eu até encontrei releases de “O retorno de Jafar” em HDTV, mas possuíam marcas d’água muito fortes que me incomodavam bastante. Vou continuar procurando os dois releases em alta definição com imagem limpa e, quando encontrá-los, atualizarei esta postagem com estes arquivos extras.
          Obrigado pela disposição.
          Grande abraço.

  • Uilian  Disse:

    Outro grande trabalho amigo Don Costa, gosto muito do Aladdin, muito obrigado por mais esse, e parabens pelo emocionante comentario do 2 anos do tela.

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, amigo Uilian?
      Se gosta deste filme então vai adorar o áudio mixado português – inglês. As músicas das maiorias das produções da Disney são maravilhosas e, a despeito das canções em português que são muito boas, ouvir as música na língua original sem precisar trocar o áudio dá um toque especial à obra. Diálogos em português com músicas em inglês me remetem aos antigos musicais que passavam na sessão da tarde em que as músicas nunca eram dubladas. De Julie Andrews com sua “Mary Poppins” (1964) à Dean Martin e Jerry Lewis durante “Ou Vai Ou Racha” (1956). Eu não sabia o que eles estavam cantando, mas cantava junto. Use esta opção de áudio com a legenda “inglês – só músicas” e faça como eu: mande a mulher e os filhos passarem o dia na casa da sogra (isso evitará que eles acabem com danos auditivos), ponha o filme no último volume e solte o Cauby Peixoto que existe dentro de você (para evitar danos na própria audição sugiro que use tampões de ouvido).
      Além de voltar aos bons tempos de criança assistindo à sessão da tarde cantando junto, essa terapia traz alguns benefícios extras. Quando pratiquei aqui, os gatos que faziam algazarras nos telhados desapareceram. Também tiveram alguns vizinhos chatos, com péssimo gosto musical, que colocaram as casas à venda.
      Mas voltemos às coisas que mais interessam, Esses dois anos postando aqui no Tela me trouxeram, não só satisfação, como algumas amizades, que pretendo manter por muitos anos mais. e comentários como o seu me ajudam cada vez mais na certeza e na solidez desta determinação.
      Muito obrigado pela mensagem.
      Um grande abraço pra você.

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