A PEQUENA SEREIA (1080p / Tetra Áudio) – 1989

THE LITTLE MERMAID (EUA) – 1989
ANIMAÇÃO LONGA-METRAGEM – FAMÍLIA – FANTASIA
DIREÇÃO: Ron Clements, John Musker
IMDb: 7,6 http://www.imdb.com/title/tt0097757/

BR-rip – Full HD – 1080p – RMZ – Tetra-Áudio + 1080p – Dublado (Tamanho Reduzido)

Postado por Don Costa

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VERSÃO TETRA ÁUDIO:

Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: BR-rip, 1080p (1920*1080) Full HD, 16:9, AVC, 23.976 fps, 5000 kbps.
Áudio: Português – VHS-rip – 48,0 KHz, A_AC3, 2 canais, 16 bits, 192 kbps.
           Português – BR-rip, 48,0 KHz, A_AC3, 6 canais, 16 bits, 640 kbps.
           Português/Inglês (Mix)– BR-rip, 48,0 KHz, A_AC3, 6 canais, 16 bits, 640 kbps.
           Inglês – BR-rip, 48,0 KHz, A_AC3, 6 canais, 16 bits, 640 kbps.
Tamanho: 4,06 GB
Duração: 82 min.
Legendas: 1 – Título (automático)
                2 – Português (completo)
                3 – Português (só músicas)
                4 – Português (com músicas em inglês)
                5 – Inglês (completo)
                6 – Inglês (só músicas) – selecionáveis
Áudio: 1 – Português, RMZ, VHS-rip, dublagem clássica.
           2 – Português, BR-rip, redublagem.
           3 – RMZ de mixagem de diálogos em português com músicas em inglês, utilizando o BR-rip da redublagem e o áudio original americano.
           4 – Inglês, BR-rip
Servidor: Mega (dividido em 21 partes)

VERSÃO DUBLADA:

Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: Bluray-rip, 1080p (1920*1080) Full HD, 16:9, AVC, 23.976 fps, 2000 kbps.
Áudio: Português – VHS-rip – 48,0 KHz, A_AC3, 2 canais, 16 bits, 192 kbps.
Tamanho: 1,25 GB
Duração: 82 min.
Legendas: S/L
Áudio: Português, RMZ , VHS-rip, dublagem clássica.
Servidor: Mega (dividido em 7 partes)
Remasterização, legendas e postagem: Don Costa

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Versão Tetra Áudio: Pasta com os arquivos: A PEQUENA SEREIA

Versão Dublada: Pasta com os arquivos: A PEQUENA SEREIA

Trilha Sonora Nacional e Internacional: A PEQUENA SEREIA

Conto original “A sereiazinha” de Hans Christian Andersen: A PEQUENA SEREIA

SENHA PARA TUDO:
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Ariel é a filha caçula do Rei Tritão, comandante dos sete mares, que está insatisfeita com sua vida. Ela deseja caminhar entre os humanos para conhecê-los melhor, mas sempre é proibida por seu pai, que considera os humanos como sendo “bárbaros comedores de peixe”. Até que ela se apaixona por um jovem príncipe e, no intuito de conhecê-lo, resolve firmar um pacto com Úrsula, a bruxa do reino, que faz com que ela ganhe pernas e se torne uma verdadeira humana. Porém, Úrsula também tem seus planos e eles incluem a conquista do reino de Tritão.

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Rene Auberjonois … Louis (voz)
Christopher Daniel Barnes … Eric (voz)
Jodi Benson … Ariel / Vanessa (voz)
Pat Carroll … Ursula (voz)
Paddi Edwards … Flotsam / Jetsam (voz)
Buddy Hackett … Scuttle (voz)
Jason Marin … Flounder (voz)
Kenneth Mars … Triton (voz)
Edie McClurg … Carlotta (voz)
Will Ryan … Seahorse (voz)
Ben Wright … Grimsby (voz)
Samuel E. Wright … Sebastian (voz)

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IMAGENS DO FILME:






INFORMAÇÕES DO ARQUIVO:

Foram utilizadas três fontes para gerar os arquivos. O Bluray nacional, o Bluray-rip importado e o VHS nacional. O áudio do VHS estava em estado razoável, embora a introdução da fita, no ponto anterior ao do início do filme, estivesse estragada de tal maneira que tive de cortá-la da remasterização.

Apesar do arquivo ter três áudios em português, apenas o “áudio 1” e o “áudio 2” possuem dublagens diferentes. O “áudio 3” é uma mixagem contendo os diálogos em português do “áudio 2” com as músicas em inglês do “áudio 4”.

Foram criados dois arquivos. Um tetra áudio com 4,06 GB e um dublado com 1,25GB. Ambos tem resolução de 1080p Full HD, porém o arquivo dublado possui uma bitragem bem mais baixa. A diferença de qualidade da imagem só é perceptível por quem está muito acostumado a assistir TV e filmes HD ou quando os arquivos são assistidos ao mesmo tempo lado à lado.

Também envio o Conto original “A sereiazinha” de Hans Christian Andersen e as trilhas sonoras nacional e internacional do filme, com suas respectivas letras.

INFORMAÇÕES DO FILME:

– A Pequena Sereia foi lançado em 17 de Novembro de 1989 e é amplamente reconhecido como sendo o filme que marcou o início do renascimento da Disney.

-Na cena de abertura, quando o Rei Tritão chega à arena, pode-se ver na multidão a presença de Mickey, Pateta e Donald.

– O Rei e o Duque de Cinderella são convidados na cena do casamento da Pequena Sereia.

– Na mitologia grega, Poseidon é o Rei dos Mares. Tritão, no entanto, é um de seus filhos.

– A caverna de tesouros de Ariel inclui a pintura “Magdalene With The Smoking Flame” pintada pelo artista do século 17 Georges de La Tour.

– Os nomes das irmãs de Ariel são Aquatta, Andrina, Arista, Attina, Adella e Alana. O nome completo de Sebastião é Horacio Thelonius Ignatius Crustatious Sebastian.

– Para “A Pequena Sereia”, cerca de um milhão de desenhos foram feitos durante a produção e 1000 cores diferentes foram utilizadas em 1100 cenários.

– O conto original “A sereiazinha” de Hans Christian Andersen é bem diferente da história da Disney. A bruxa não é totalmente má, o príncipe se apaixona e se casa com outra mulher por opção dele, sem ser hipnotizado e a sereiazinha (ela não tem um nome no conto) morre no final. Isso era comum naquela época. A maioria dos contos de fadas originais não tinham finais felizes. Eram utilizados como metáforas do mundo real, preparando as crianças para a vida adulta.

– A escolha do cabelo ruivo da personagem deu-se porque ela passava vários momentos do filme em cenários escuros, o que inviabilizava um tom amarelo ou preto (predominante entre as heroínas da Disney). A cor da cauda da sereia foi batizada de “Ariel”, pois o tom verde-azulado foi criado exclusivamente para ela.

– O visual de Ariel foi baseado na esposa do animador Glen Keane e nas atrizes Alyssa Milano e Sherri Stoner, além de uma pintura de uma sereia de 1901, pintada por John William Waterhouse.

-Já a personagem Ursula foi levemente inspirada em uma Drag Queen famosa nos anos 80 chamada Divine.

– Para ajudar na criação dos movimentos de Ariel, os animadores da personagem usaram como modelo real a atriz e escritora Sherri Stoner. Stoner atuou em diversas cenas do filme submergida em um grande tanque. Ela voltaria a fazer a mesma função para a Disney alguns anos depois, servindo de referência para a personagem Bela de “A Bela e a Fera” (1991). Apesar da prática de usar modelos reais como inspiração ser comum desde os tempos de “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), nem todos os animadores aprovavam o procedimento. Glen Keane, supervisor de animação de Ariel, disse em uma entrevista que um animador preferiu largar o projeto ao trabalhar com referências de atores reais.

A atriz Sherri Stoner serviu de referência para os animadores tanto fora…

– Outra fonte de inspiração foi a escultura da Pequena Sereia criado pelo escultor dinamarquês Edvard Eriksen.

– O vestido rosa de Ariel foi diretamente inspirado por três princesas Disney anteriores. Seus ombros bufantes tem o mesmo design do vestido de Branca de Neve. A linha dos ombros e mangas longas vêm de Aurora de “A Bela Adormecida” (1959). Em seguida, o corte do busto, a saia grande e a sobreposição de tecidos nas laterais são do vestido de baile da Cinderela. A cor-de-rosa suave foi escolhida não do vestido de Aurora, mas do vestido rosa original de Cinderela.

– O vestido azul que Ariel usa para ir à cidade com Eric também é uma mistura de outros vestidos usados pelas princesas anteriores. A metade de cima foi feita a partir da roupa casual de Aurora, o comprimento da saia é o mesmo que o da Branca de Neve, e a linha do decote além do esquema de cores azuis veio de Cinderela.

– A ideia de deixar Ariel com o ar mais moderno possível acabou por tornar o vestido de noiva muito datado, principalmente devido às mangas bufantes gigantes (puro anos 80, ao lado das terríveis ombreiras). Ainda tinha alguns itens emprestados de Aurora, mais notadamente a guarnição lacing na cintura e, mais uma vez, as mangas compridas.

-Apenas o vestido brilhante com o qual sai da água é todo original.

– No Brasil, o filme foi relançado em VHS em 1998 e no ano 2000 em DVD, porém com quase todas as canções alteradas. Apesar de uma petição feita pelos fãs, a Disney Brasil não lançou o DVD Edição Especial de 2006 com ambas as versões, contendo apenas a redublagem.

– O filme marcou o “renascimento” da animação da Disney, após alguns filmes com baixas bilheterias, como a de “O Caldeirão Mágico” (1985). “A Pequena Sereia” faturou cerca de 84 milhões de dólares nos Estados Unidos e 99 milhões de dólares no resto do mundo. Em 1997 o filme foi relançado, arrecadando mais 27 milhões de dólares nos Estados Unidos.

-A cena final do filme foi a primeira de um longa-metragem da Disney a usar sistema de colorização por computador (Computer Animation Production System – CAPS).

– Uma adaptação para a Broadway foi lançada em 2007.

– Quando lançado em vídeo em 1990, vendeu cerca de oito milhões de cópias.

– Assim como “A Bela e a Fera”, “A Pequena Sereia” é um projeto antigo dos estúdios Disney. No final da década de 30, o próprio Walt Disney considerou transformar “A Pequena Sereia” em um filme de animação. A história seria parte de um longa-metragem contendo diversos segmentos inspirados em contos de Hans Christian Andersen. O artista e ilustrador Kay Nielsen, responsável pelos visuais dos segmentos “Night on Bald Mountain” e “Ave Maria” de “Fantasia” (1940), preparou um grande número de rascunhos da história em pastéis e aquarelas para o filme.

Quando a produção de “A Pequena Sereia” foi cancelada, o trabalho de Nielsen foi colocado nos arquivos Disney, onde ficou até ser redescoberto pelos artistas do estúdio nos anos 80, que estavam prestes a começar o trabalho em sua versão da história. Os desenhos de Kay Nielsen serviram de grande inspiração para os artistas, tanto que ele recebeu um crédito de “desenvolvimento visual” no filme.

– Quando Ben Wright conseguiu o papel de Grimsby, o mordomo do Príncipe Eric, o pessoal que trabalhava na Disney na época não sabia que ele já havia trabalhado para o estúdio em outra ocasião, sendo a voz de Roger de “101 Dálmatas” em 1961.

– Um dos personagens cortados do filme foi Clarence, uma tartaruga que seria o professor de música de Ariel.

– “A Pequena Sereia” foi o filme Disney a conter a maior quantidade de efeitos especiais desde “Fantasia” (1940). Devido ao fato de boa parte da trama acontecer embaixo d’água, cerca de 80% do filme precisava de algum tipo de efeito. A seqüência da tempestade, que dura apenas dois minutos na tela, ocupou 10 artistas de efeitos especiais durante quase um ano até ser completada.

– Os diretores insistiram que cada uma das milhares de bolhas no filme fosse traçada à mão nas células, e não simplesmente copiadas via Xerox. O trabalho manual requerido para esta tarefa levou a Disney a terceirizar a maior parte do trabalho de desenhar bolhas para a Pacific Rim Productions, uma firma chinesa localizada em Beijing.

– Este foi o último filme de animação da Disney a ser produzido utilizando o tradicional processo de câmeras analógicas e células pintadas à mão, usados desde a época de “Branca de Neve e os Sete Anões”. Também foi o último a usar o processo xerográfico de transferência de desenhos para células, inventado por Ub Iwerks (criador do Mickey), utilizado desde “101 Dálmatas” (1961). A partir da próxima animação do estúdio, “Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus” (1990), todos os filmes seriam compostos e coloridos utilizando uma nova tecnologia de computação chamada CAPS. O programa foi testado pela primeira vez na cena final de “A Pequena Sereia”, que foi colorida utilizando o sistema CAPS.

– Um grande cuidado foi tomado com o uso de cores no filme, especialmente com a compensação de tons de pele e cores de cabelo nos diferentes ambientes e fontes de luz. Foram criados 32 modelos de cor apenas para Ariel e suas inúmeras trocas de roupa (da cauda de sereia ao vestido maltrapilho, passando pelo vestido de noiva). O laboratório de tintas da Disney até inventou uma nova cor apropriadamente chamada “Ariel” para a tonalidade verde-azulada de sua cauda.

– Um rumor espalhado nos anos 90 era de que o padre do casamento de Eric e Vanessa estava tendo uma ereção durante a cena. Na verdade, o que está se movendo sob a túnica do padre são seus joelhos, como é possível comprovar em um dos planos seguintes. Ainda assim, isso não impediu moralistas furiosos de protestarem abertamente (e ao menos um processo foi movido contra o estúdio).

– Apesar dos protestos de alguns dos artistas que trabalharam no filme original, “A Pequena Sereia” foi um dos primeiros longas-metragens da Disney a inspirar sua própria série animada em 1992, um prática que viria a se tornar comum nos próximos anos. Com 31 episódios, a série se passava antes dos acontecimentos do filme e contava as aventuras de Ariel no fundo do mar antes de se tornar humana. Em 2000, “A Pequena Sereia” ganhou uma continuação de baixo orçamento lançada diretamente para o vídeo, chamada “A Pequena Sereia 2 – O Retorno Para o Mar”. Criticada pela animação abaixo da média e pelo roteiro reciclado do primeiro filme, a sequência conta a história de Melody, a filha adolescente de Ariel, que sonha em se tornar uma sereia. Tanto a série quanto a continuação contaram com o retorno de uma boa parte do elenco original, como Jodi Benson (Ariel), Samuel E. Wright (Sebastião) e Pat Carrol (Úrsula no original e no seriado, e a irmã Morgana na seqüência) Em 2008 foi lançado a segunda sequência, “A Pequena Sereia 3: A História de Ariel” diretamente em vídeo.

ALGUNS ROSTOS POR TRÁS DAS VOZES:

E OS NOSSOS DUBLADORES BRASILEIROS:

PRÊMIOS:

OSCAR:

Ganhou: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original – Under the Sea
Indicação: Melhor Canção Original – Kiss the Girl

GLOBO DE OURO:

Ganhou: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original – Under the Sea
Indicações: Melhor Filme – Comédia/Musical e Melhor Canção Original – “Kiss the Girl”

GRAMMY:

Ganhou: Melhor Canção – Filme – “Under the Sea”

Fontes: toonzone.tumblr.com, fanpop.com, animatoons.com.br, disney.wikia.com, aveleyman.com, casadadublagem.com

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19 comentários para A PEQUENA SEREIA (1080p / Tetra Áudio) – 1989

  • @c3rvo  Disse:

    Fantástico esse seu material, Don. Se a própria Disney se dispusesse a apresentar os seus produtos da mesma forma como foi apresentada aqui, e não empurrassem “goela abaixo” aquilo que elas acham que você deve ver e ouvir, elas poderiam estar um pouquinho mais ricas do que já estão. O mesmo digo à Fox quanto ao Star Wars. Parabéns, meu amigo!

    • Edfilmes  Disse:

      Primeiramente parabéns Don pelo excelente trabalho de sempre (postagens com tais níveis já viraram marca registrada sua).
      Então amigo acervo entendo sua insatisfação (mas no quésito da dublagem), já que independente das distribuidoras falharem com os videos mal remasterizados e colorações bizarras (as vezes rsrsrsrs..), mas quero focar na dublagem.
      Até um tempo atrás eu ficava muito P!@%¨&** da vida com as dublagens que essas empresas lançavam em DVDs, Blurays coisas do tipo e tal, porém lendo um artigo que infelizmente não lembro de que local foi (pois poderia lhe passar para você ler também) vi como funciona essa questão de “direitos de dublagem”. Assim como o filme em si tem direitos, licenças e etc…, a dublagem também vai pelo mesmos caminho e logo mais a seguir vem os principais fatores: (OBS: Aqui só é um dos fatores pela falta da dublagem original nas obras, além de que as vezes o motivo maior é má vontade).

      Fator 1: Como já deve ser de conhecimento de todos que algumas dublagens já se deterioraram com o tempo e nos dias atuais já não é possível o uso da mesma, isso também vale para uma grande leva de filmes que não se adaptam bem em versões remasterizadas já que ocasionam diversos erros de exibições (falhas tanto no áudio quanto no video).

      Fator 2: Como falei acima infelizmente existe a questão de “direitos de exibição” (tanto da parte dos linceciados quanto pelo familiares) veja bem:
      Algumas dublagens são feitas para determinadas mídias (como por exemplo TV, Mídias Online, DVD, Bluray etc…) muitas delas são compartilhadas entre si (nesse caso é quando chegam em um acordo com o detentor dos direitos) e outras são exclusivas de qualquer uma dessas acima. As vezes sai mais caro pagar os direitos do que refazer uma nova dublagem (então ai dá para entender a causa de tanta redublagem no mercado, já que refazendo uma nova dublagem a mesma fica sendo exclusiva sua ou compartilhada com outras mídias (desde que lhe paguem para poderem usá-las), ai também acrescenta-se o fator de que uma grande parte do público de uma certa forma, prefere o áudio 5.1 sendo redublagem do que o áudio 2.0 ou 1.0 dublagem clássica) mais ai já é outra historia…
      A grande parte das dublagens são de direitos das TVs, então as vezes a mesma libera o compartilhamento com outras mídias (pagando os direitos) e quando isso não aconteçe a redublagem é inevitável.

      Na questão da família (me referi aos familiares do dubladores mortos) por exemplo: Grande parte das dublagens do SBT eram feitas pela “MAGA” que era uma empresa do Marcelo Gastaldi (dublador famoso que era o oficial do personagem “Chaves”) só que com a morte dele em 95 o SBT começou a sofrer com vários pocessos na justiça referentes a não pagamentos de direitos aos familiares, então não sei como funciona esse acordo entre eles, mas o certo é que de lá para cá as dublagens clássicas da mesma quase que sumiram (tantos da MAGA, como da Elenco e Croma que eram empresas da mesma época do Marcelo Gastaldi). Para quem acompanha o canal fechado “TCM” sabe que muitos filmes que o SBT exibia com sua dublagem original, no TCM está redublado (deve ser pelo fato do TCM ter menos dor de cabeça mandando redublar do que pagar direitos) há quem diga que o SBT se defez de todas as dublagens dessas empresas citadas e já outros dizem que ainda as possuem e só não exibem pela questão dos direitos.

      Último Fator: Diretamente falando é a má vontade ou “burrice” mesmo, pois eu vejo dessa forma: Se lançam filmes dos anos 40 até os de 80, o público alvo é o do pessoal que acompanharam tais obras e logo então todo esse pessoal que acompanhou inicialmente já estão familiarizados com a dublagem original, mas as distribuidoras muita das vezes tem a possibilidade de lançar com a velha e boa dublagem e optam pelo áudio novo da redublagem em 5.1 (claro que não estou dizendo que todas as dublagens antigas sejam superiores as de hoje, já que tem muitos filmes que gosto da redublagem ao invés da clássica, mas de um modo geral na minha ótica elas ainda são superires e são as que vimos inicialmente na infância e juventude) e por consequência se tornaram “oficiais” em nossas mentes rsrsrsrs…

      Com tudo isso, espero que tenhamos um pouco mais de respeito das distribuidoas de nosso país, você vê nos EUA lá tem uma tecnologia de ponta e ainda lançam vários filmes em VHS, ou seja ainda mantém vivo o legado de outras mídias mais antigas, já aqui no Brasil que não tem a mesma tecnologia de lá, cultuamos o “novo” tudo que é da década passada já passou e não devem ser mais apreciados.
      É a vida, cultura e entedimento de cada um, mas enquanto há vida continuaremos com esperança de dias melhores por parte dessas distribuidoras, um grande abraço amigo @c3rvo!

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigos @c3rvo e Ed.
      Obrigado pelas mensagens.
      Também não entendia o motivo de redublarem os filmes. Do meu ponto de vista, isso dilapida uma obra de arte que, uma vez exibida ao público, jamais deveria ser modificada. Eu nem imagino alguém colocando uma nova camada de tinta na Mona Lisa, deixando-a com cores mais vivas e preservando melhor a tela. Ou ainda, dando-lhe uma característica 3D. Isso é inconcebível.
      Acontece que, como acabei me dando conta conforme pesquisava o assunto, do ponto de vista dos produtores um filme não é, nunca foi e nunca será uma obra de arte. Ele é simplesmente um produto. E um produto que gera outros subprodutos (licenciados), sendo que a somatória de todos os produtos (filme + licenciados) devem ser lucrativos o suficiente para que se justifique a criação de mais produtos (filmes) semelhantes. Caso contrário, muda-se o foco dos produtos (filmes). Ou seja. Se um filme de um determinado tema não dá lucro, dificilmente aquele tema volta para as telas num curto prazo. Estou até hoje esperando a continuação de “A Bússola de Ouro” (2007). Então, tudo o que faz parte de um filme segue o mesmo principio de se ganhar o máximo de dinheiro possível. Incluindo as dublagens mundo afora.
      E isso tem a ver com todos estes itens que o Ed já explanou em seu comentário.
      No caso de “A Pequena Sereia” dois pontos pesaram para a redublagem.
      O primeiro parece ser técnico, já que o filme inteiro foi redublado e se utilizaram os mesmos dubladores anteriores. Com uma exceção. E essa exceção é o nosso segundo ponto. Mudança de estratégia comercial.
      Nós sabemos que essas empresas gigantes tem divisões locais que auxiliam nas estratégias de lançamentos de uma forma que só os especialistas locais conseguem. Por exemplo. Quando o segundo filme da nova trilogia de Star Wars foi lançada por aqui, em 2002, o personagem de Christopher Lee se chamava “Conde Dooku”. Informada pela divisão local de que esse nome poderia virar uma piada pela sonoridade de forte conotação sexual, a Fox alterou o nome do personagem no Brasil para “Conde Dookan”. Apenas os nativos poderiam identificar esses pequenos detalhes como trocadilhos.
      Por isso as divisões locais são levadas muito em conta na hora de tomada de decisões.
      E a mudança da intérprete original de Ariel nas canções foi uma decisão tomada pela divisão da Disney do Brasil. Ela seguia a sugestão de um estudo que indicaria que uma voz mais madura para a sereia nas músicas seria melhor comercialmente. E não estamos falando apenas do filme em si. Há dezenas de produtos licenciados, que vão da trilha sonora à roupas, brinquedos, acessórios, não deixando escapar nem capas de cadernos escolares. Muitos destes produtos não são dirigidos às crianças, mas sim às adolescentes. E toda adolescente quer se sentir mais velha (segundo o estudo). A voz mais adulta seria, então, mais vendável para as adolescentes do que a dublagem anterior. Isso ajudaria as adolescentes a se identificarem ainda mais com a personagem.
      Afinal, Ariel não era uma princesa como as outras. Ela inaugura uma era de princesas Disney que são mais independentes e modernas. Ela não está à espera de um príncipe encantado para salvá-la. Ela é uma rebelde que desafia o pai, foge de casa, procura uma bruxa por conta própria e parte para um mundo totalmente estranho para conquistar o homem que ama na marra. Ela sai para conquistar, ao invés de esperar para ser conquistada.
      Por isso essa nova dublagem com uma voz mais madura viria de encontro ao novo público alvo dos subprodutos do filme. Uma decisão, portanto, comercial.
      E existem ainda muitos mais pontos, complexos pra cacete, que justificariam as redublagens. Tão complexos que às vezes as decisões não dependem da vontade nem dos produtores, nem dos atores, nem dos dubladores e sim da legislação. Mas isso fica para outro comentário.
      Para nós, resta a possibilidade de montar nossos próprios filmes enquanto existirem estes arquivos disponíveis e enquanto deixarem. Vamos ver as movimentações na rede depois da aprovação do Marco Civil da Internet.
      Se nos deixarem em paz, tudo bem.
      Um grande abraço aos dois.

  • Uilian  Disse:

    Espetacular post Don Costa, trabalho sensacional, os classicos da disney sempre serão bem vindos, e esse filme é otimo, muito obrigado brother, se puder postar os outros classicos da disney com essa qualidade e dublagem classica ia ficar muito grato

    • Don Costa  Disse:

      Amigo Uilian.
      Vou postando esses clássicos assim que for conseguindo as dublagens. Mas serão à conta gotas. Todas estas dublagens estão em VHS. E o problema é que os VHSs tem uma taxa de frames por segundo diferente dos blurays. 25,000 contra 23,976. Fazer a sincronia de dois arquivos assim é bastante trabalhoso e demorado. Só essa postagem levou quase três semanas para ficar pronta, entre conseguir as dublagens, remasterizar tudo e a postagem final no site.
      Mas já tenho mais duas na fila para o mês que vem.
      Por enquanto, espero que divirta-se com essa.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

  • hinotojr  Disse:

    PARABÉNS!
    Não baixei ainda, mas pelo que li aqui no post inteiro (informações, curiosidades, elenco original de dublagem,…) e já amei. Muito bom o trabalho mesmo. Muito bom o pessoal que compartilha esse tipo de material. Tem alguns materiais que andam na internet com um dono só e o pessoal não compartilha. A minha intenção é compartilhar tudo que eu tenho também, porém guardo alguma coisa para “trocar” com o pessoal de um dono só.
    Muito bom, parabéns, e sucesso.
    Abraço!

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigo hinotojr.
      Eu já não critico mais os colecionadores por dificultarem o acesso aos seus tesouros. Afinal são eles os responsáveis pela conservação de grande parte dos arquivos raros encontrados na rede, e que nos possibilitam essas remasterizações.
      Acredito até que a maioria já pensa como você. Quer disponibilizar tudo o que tem, mas mantém algumas cartas na manga para poder adquirir outros arquivos raros. Depois que conseguirem, dividem tudo. Vai chegar uma hora que não existirão mais arquivos raros na rede. Isso sim, seria bom.
      Obrigado por prestigiar meu trabalho.
      Abraços.

  • maxwadson  Disse:

    Olá pessoal, eu baixei a versão dublada de 1GB, mas só contem um áudio, alguém poderia reupar os outros áudios faltante pra mim pra que eu possa adicionar na minha versão? Eu ficaria muito grato!!!

    • Don Costa  Disse:

      Oi maxwadson.
      Eu postei a versão dublada somente para os amigos do site que procuram apenas a dublagem clássica e possuem uma internet lenta demais para baixar a versão tetra áudio.
      Os outros 3 áudios tem seis canais e 640 kbps cada um. O tamanho total desses três áudios é de quase 1,2 GB e se eu os mantivesse na versão dublada, reduzindo apenas a imagem, não obteria um arquivo reduzido o suficiente que justificasse a sua postagem. Lembre-se de que ele está ocupando o lugar de um outro arquivo que eu poderia ter hospedado no Mega.
      Também não adiantaria te enviar só os áudios, pois sempre há a necessidade de pequenas correções na sincronia quando estes são anexados aos filmes.
      Sugiro que descarte esses arquivo dublado e baixe a versão tetra-áudio da postagem.
      Vai demorar um pouco mais, mas você terá o arquivo completo sem nenhuma dor de cabeça extra.
      Apenas descompactar, assistir e guardar.
      Abraços.

  • MARCOS F.  Disse:

    QUE BELEZA DE DESENHO ANIMADO. EXCELENTE TRABALHO AMIGO DON, TANTO NA RMZ QUANTO NA POSTAGEM, COM INFORMAÇÕES QUE APRESENTAM MUITO BEM E NOS PREPARA PRO ENTRETENIMENTO.
    AGRADEÇO SUAS POSTAGENS E VC MARUJO IRMÃO!
    UM GRANDE ABRAÇO!

    • Don Costa  Disse:

      E eu agradeço sua passagem por aqui, Marcos.
      Sempre gostei muito das animações Disney. E os bastidores deixam claro o grau de profissionalismo necessário para atingir tamanha qualidade. Gosto de saber as histórias por trás de cada filme e é um prazer dividir o resultado de minhas pesquisas com vocês. Casos bem documentados como o da produção desse filme não são muito comuns. Então, quando encontro algo assim, tenho quase que uma obrigação de mostrar na postagem.
      Que bom que tem agradado à todos.
      Enquanto vocês não se encherem dessas postagens, eu vou mandando. Mas depois que se encherem, eu… mando também, só pra contrariar.
      Obrigado pela mensagem.
      Grande abraço.

  • claudiocardoso  Disse:

    A Pequena Sereia é um dos filmes mais importantes da Disney, e mesmo que não se compare com outros clássicos animados como O Rei Leão e A Bela e a Fera, o filme da sereiazinha ficou na história pelo fato de ser o grande divisor de águas do tradicional estúdio,Anos antes tivemos um dos clássicos mais bobinhos da Disney (O Ratinho Detetive), e anos depois fomos presenteados com uma das maiores obras primas do mundo animado. Além disso, o filme marca o início de uma Disney mais leve e menos sobrecarregada, usando de uma técnica para contar suas histórias ainda mais mágica para conquistar o público, com canções mais animadas e uma paleta de cores mais variada.Um grande filme que todos os que amam o cinema deve conferir.Assim irei baixar esse clássico com qualidade sensacional, Obrigado ao amigo Don Costa que realizou um excelente trabalho.Obrigado !!!

    • Don Costa  Disse:

      Amigo Cláudio Cardoso.
      De fato o filme indicou uma mudança de visão da Disney para as suas produções dali em diante. A aventura e a comédia ganharam mais espaço, o drama diminuiu um pouco (exceções feitas à “O Rei Leão” (1994) e “Pocahontas” (1995) – bastante pesados e dramáticos em algumas passagens), e a parte musical ficou mais alegre [Vide “A Bela e a Fera” (1991), “Aladdin” (1992) e “Hércules” (1997)].
      E a música é uma das maiores responsáveis pelo sucesso do desenho. Alegres e com letras divertidas, completam com maestria o show de imagens, efeitos e cores do filme. Não é por coincidência que duas delas competiram ao mesmo tempo pelo Oscar daquele ano.
      Obrigado pela mensagem.
      Abraços.

      • vini98  Disse:

        Don Costa, sera que voce poderia postar o VHSrip que usou ?? seria muito nostalgico ver o video com a imagem e dublagem do vhs da epoca..

  • Alainstair  Disse:

    Nossa!! Ótima essa postagem, Don, vc sempre inovando! Parabéns por essa iniciativa com as animações!

  • MarcelloQuintela  Disse:

    A foto do dublador Dario Lourenço:
    dublador Dario Lorenço

    • Wagner S.  Disse:

      Obrigado Marcello!

    • Don Costa  Disse:

      Amigo Marcello, muito obrigado pelo envio desta raríssima imagem completando a postagem.

      É inacreditável a forma como as empresas ligadas ao cinema concedem tão pouco valor à estes profissionais que dão uma enorme contribuição para o sucesso dos filmes estrangeiros em território nacional.

      Dublar não é fácil. É uma forma de arte e os dubladores tem uma importância tão grande quanto os atores por eles dublados. Uma dublagem ruim pode destruir a experiência de se assistir à um bom filme, enquanto uma excelente dublagem consegue deixar mais agradável até o pior dos roteiros.

      É com muita satisfação que atualmente vejo as empresas adicionando os nomes dos dubladores ao final dos créditos finais em alguns longas, assim como a narração de todo o elenco de dublagem ao final dos episódios de alguns seriados. É o mínimo de respeito que estes profissionais merecem.

      Pena que, para alguns, este reconhecimento tenha chegado tarde demais. Mas agora, graças à sua contribuição, qualquer um que entrar nesta postagem poderá ver a foto de Dario Lourenço, a imagem por trás de uma das vozes mais conhecidas da dublagem nacional.

      Obrigado, também, ao Wagner pela pronta atualização da postagem com esta imagem.

      Um forte abraço à ambos.

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