A CONQUISTA DO OESTE (Dual Áudio 1080p) – 1962

HOW THE WEST WAS WON – 1962
FAROESTE
DIREÇÃO: John Ford, Henry Hathaway (+2)
ROTEIRO: James R. Webb
IMDb: 7,1
http://www.imdb.com/title/tt0056085/

RMZ – DUBLADO – DUAL ÁUDIO + VERSÃO REDUZIDA + TRILHA SONORA + HQ + TRADUÇÃO DO LIVRO

Postado por Don Costa

VERSÃO MAIOR
Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*660) 2,909:1, AVC, 24000 FPS, 4000 Kbps.
Tamanho: 5,90 GB
Duração: 164 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):
Português – automático (músicas e trechos sem dublagem)
Português completo
Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português RMZ – 48,0 KHz, AC3, 1 canal, 512kbps.
Inglês – 48,0KHz, AC3, 6 canais, 640kbps.
Servidor: Mega (dividido em 25 partes)
Crédito Áudio Dublado: Murilo Ribeiro
Remasterização e postagem: Don Costa

VERSÃO REDUZIDA
Formato: MKV
Qualidade: BR-rip – 1080p (1920*660) 2,909:1, AVC, 24000 FPS, 1500 Kbps.
Tamanho: 2,31 GB
Duração: 164 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):
Português – automático (músicas e trechos sem dublagem)
Português completo
Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português RMZ – 48,0 KHz, AC3, 1 canal, 512kbps.
Inglês – 48,0KHz, AC3, 6 canais, 640kbps.
Servidores: Pcloud/Uptobox (dividido em 10 partes)
Crédito Áudio Dublado: Murilo Ribeiro
Remasterização e postagem: Don Costa

NOTA (Don Costa):

Agradecimentos especiais ao marujo Murilo Ribeiro que forneceu o raríssimo áudio dublado para esta remasterziação.

PASTA VERSÃO MAIOR (MEGA – 25 PARTES): A CONQUISTA DO OESTE (VERSÃO MAIOR)

PASTA VERSÃO REDUZIDA (10 PARTES): PCLOUD – UPTOBOX

LINK – TRILHA SONORA (MP3) (217MB)
LINK – HQ (CBR) (6,03MB)
LINK – LIVRO (RTF) (983KB)

AMOSTRA DUBLAGEM:

EM CASO DE ARQUIVO CORROMPIDO:

Atualmente eu envio meus arquivos com dados para recuperação embutidos nos mesmos, para poderem ser recuperados em caso de erros durante o download. Esse sistema de recuperação repara pequenos erros em arquivos corrompidos, deixando-os em condições de serem descompactados.
Para executar essa recuperação faça o seguinte:
Abra somente a parte corrompida no winrar. Digamos que seja, por exemplo, a parte 02 do arquivo menor.
Clique na aba “Ferramentas” e depois em “Recuperar arquivos”.
Selecione o local para salvar o arquivo e clique em “Ok”.
Aguarde o final do processo. O programa criará um arquivo recuperado com um nome semelhante à esse: “fixed.OL1941BR1080TÁRMZDCJVR.part2.rar”.
Exclua a parte 02 original com problemas, renomeie esse arquivo recuperado para “OL1941BR1080TÁRMZDCJVR.part2.rar” e coloque-o na mesma pasta com as demais partes.
Descompacte normalmente. Geralmente essa ação resolve o problema..
Quando tiver algum problema com arquivos compactados no futuro, tente recuperá-los dessa forma. Lembrando que esse método de correção só funciona se o arquivo for criado com esses dados de recuperação embutidos e se os problemas com os arquivos forem pequenos.
Caso o problema persista, faça novamente o download dessa parte, evitando utilizar a internet para qualquer outra coisa durante o download. Se mesmo assim o erro persistir, avise-nos que eu upo a parte com problemas novamente.
Abraços.

NOTA – Informações sobre os arquivos:

Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 5,90 Gb e outro menor com 2,31 Gb. Ambos têm dois áudios e a única diferença entre eles é a bitragem de vídeo. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Também envio a trilha sonora do filme, a HQ lançada na época de sua estréia, em inglês, e a tradução do livro com a novelização do filme.

Trilha sonora:


Disco duplo com as 58 músicas apresentadas no filme. O arquivo ainda vem com um pequeno encarte com algumas informações sobre o filme e a trilha (em inglês). As músicas estão no formato mp3 e podem ser abertas em qualquer player ou computador. O tamanho total do arquivo é de 217 MB.

HQ “How The West Was Won”:


Lançada na mesma época do filme, esta HQ também servia como forma de divulgação da obra, num procedimento comum até a década de 80. O roteiro era fiel ao filme e a arte era a mesma utilizada nos quadrinhos de western, muito populares até hoje. Está em inglês e no formato CBR, sendo necessário um programa específico para abrí-la. Seu tamanho é de 6,03 MB.

Tradução do livro “A Conquista do Oeste”:


A Obra de Louis L’Amour foi lançada e traduzida na mesma época do filme, a partir da versão portuguesa, e possui uma linguagem coloquial bastante peculiar para os dias atuais. Mas isso só deixa o texto ainda mais interessante pois, tal qual o filme, nos remete à um passado que é ao mesmo tempo longínquo e familiar. Aqui eu não trago o próprio livro digitalizado, mas sim apenas o texto traduzido, apresentado em um formato .rtf que pode ser aberto por qualquer editor de texto. Seu tamanho é de, apenas, 983 KB.

Filme épico que narra os 50 anos da expansão americana rumo ao Oeste, entre 1830 e 1880, vistos através das experiências das famílias Prescott e Rawlings, passando pelo isolamento dos sítios construídos pelos pioneiros, pela corrida do ouro, pela guerra civil americana e, finalmente, pela construção das estradas de ferro.

Segue os Prescotts, uma família imigrante do Leste, por quatro gerações, do Canal Erie, por volta de 1830, até meio século depois, quando efetivamente se estabelecem. Pelo caminho encontram piratas fluviais, escapam com a ajuda do caçador de peles Linus Rawlings (James Stewart), cruzam planícies juntos em um trem de passageiros, ganham e perdem fortuna…












O processo Cinerama:

Cinerama é o nome de um processo cinematográfico de widescreen que trabalha com imagens projetadas simultaneamente por três projetores de 35 mm, sincronizados para uma tela de proporções gigantescas e extremamente curva, com um arco de 146°. Sua denominação combina as palavras cinema e panorama, já que o objetivo do processo era dar ao amante do cinema uma “visão panorâmica” do que se passava na tela, fazendo com que o espectador se sentisse participante do processo. Foi o primeiro de uma série de processos introduzidos nos anos 1950, época da reação do Cinema ao avanço da Televisão.


No alto, a construção de um cinema Cinerama na Espanha. Ao centro, o Interior do Cine Comodoro em São Paulo e seu esquema de operação (acima).

O sistema original envolvia três câmeras sincronizadas dividindo um único disparador. O Cinerama foi inventado por Fred Waller e comercialmente desenvolvido por Waller e Merian C. Cooper. Foi o resultado de longos anos de pesquisa. Um precursor do processo foi a filmagem da sequência final do filme mudo “Napoléon”, feito em 1927 por Abel Gance, onde a tela é triplicada. De qualquer forma, o clássico de Gance era considerado perdido nos anos 50 e Waller não poderia tê-lo visto. Waller inicialmente desenvolveu um sistema de projeção chamado “Vitarama” para a indústria petrolífera e apresentada na Feira Mundial de Nova Iorque em 1939, com 11 projetores. Uma versão com cinco câmeras foi usada durante a Segunda Guerra Mundial.


Parte estrutural de uma câmera restaurada que utilizava o sistema Cinerama é mostrada acima.

Nos cinemas, os filmes em Cinerama eram projetados de três cabines de projeção, postas na mesma disposição que as câmeras, em uma tela extremamente curva. Cada uma delas projetava um terço da imagem total que compunha a cena. O processo, no entanto, nunca conseguiu eliminar totalmente as “emendas” que ficavam aparentes no ponto onde as imagens se alinhavam. Ainda hoje, em alguns lançamentos em DVD de filmes executados neste processo, pode-se perceber essa falha. Devido à esse fato, já que as 2 linhas divisórias que separam os 3 projeções separadas não poderiam ser totalmente editadas em uma imagem sem emendas, os diretores habilmente utilizavam técnicas de camuflagem para disfarçar as linhas. Alguns dos objetos utilizados para este fim eram árvores, postes de iluminação, bordas de janelas, grades de varanda, cantos de construção, portas e caixas de madeira que foram posicionados nestes pontos. Com o advento do Ultra Panavision 70 e do Technirama 70, que utilizavam uma película de 70mm em uma única câmera, esse problema foi resolvido. Mas nenhuma versão de “A Conquista do Oeste” foi filmada com câmera comum simultaneamente à versão Cinerama, resultando na inexistência de uma versão totalmente limpa (sem as linhas) para cinema, vídeo, TV e DVD. O mesmo problema ocorreu com o outro filme Cinerama, “O Mundo Maravilhoso dos Irmãos Grimm” (1962). Ambos eram filmes da MGM.


Mesmo com a restauração para o bluray é possível identificar tênues linhas de junção (no alto), problema diminuído com a escolha precisa de ângulos e cenários (acima).

Outro problema do Cinerama: os atores que, devido à curvatura da tela, claramente faziam contato olho no olho a partir de lados opostos da imagem, pareciam estar olhando em direções estranhas quando o filme era projetado em telas planas. Isso, também, teve de ser corrigido na recente restauração.

Em adição ao impacto visual das imagens, o Cinerama foi também um dos primeiros processos a usar multiplos canais de som. O sistema, desenvolvido por Hazard Reeves, um dos investidores do Cinerama, tinha sua trilha sonora gravada em 6 (posteriormente 7) canais e depois reproduzida através de cinco autofalantes colocados atrás da tela. Um “canal surround” (depois dois) jogava o som por trás através de auto-falantes instalados na platéia.


Acima, esquema mostrando o sistema de áudio e vídeo do processo Cinerama.

Os equipamentos eram tão grandes e complexos que um intervalo na exibição era necessário para permitir que os projetistas tivessem tempo suficiente para recarregar os três projetores com os filmes e sincronizar o som de todos eles.


Os projetores que já eram bem grandes na década de 60…

…ficaram gigantescos na versão Cinerama…

…ocupando dois andares em três pontos das salas.

Os primeiros filmes lançados comercialmente na técnica Cinerama eram documentários de longa duração, alternando imagens de diferentes pontos turísticos do Mundo (principalmente dos EUA) e algumas sequências com experiências feitas com o processo. O primeiro destes filmes, “This is Cinerama” (1952), que no Brasil chamou-se “Isto é Cinerama”, abria com uma sequência gravada como se a câmera estivesse sentada no carrinho de uma montanha-russa e o espectador fosse essa câmera. A ideia era presentear a platéia com uma experiência similar à real.

Os custos crescentes da produção de filmes widescreen com a técnica das três câmeras fez com que o Cinerama parasse de fazer filmes na sua forma original depois do primeiro release de “A Conquista do Oeste”. O uso do “Ultra Panavision 70” para certas cenas (como a sequência das corredeiras, no início do filme), depois passadas para a técnica das três câmeras, mostrou que uma imagem widescreen razoavelmente satisfatória podia ser obtida sem o uso das três câmeras. Então, o Cinerama descontinuou o processo de três câmeras e passou a utilizar o Ultra Panavision 70.


Trabalhando com uma extravagante película de 70mm, o Ultra Panavision 70 conseguia uma boa imagem widescreen utilizando uma única câmera.

Assim, “A Conquista do Oeste” foi a segunda – e também a última – produção fictícia (não documentário) filmada pelo processo Cinerama com as três câmeras. O Cinerama continuou pelo resto da década de 1960 como uma marca utilizada, num primeiro momento, com o processo widescreen Ultra Panavision 70. No entanto, embora este e outros formatos de ecrã panorâmico fossem anunciados como Cinerama, eles não tinham a mesma profundidade que era possível com as filmagens periféricas usando o verdadeiro processo Cinerama com três lentes.


Nenhum outro processo de imagem panorâmica conseguia a mesma profundidade (direita) que a câmera de três lentes (esquerda).

A área marrom em destaque na foto do set (no alto) dá uma idéia do ângulo de captura da cena (acima) pelo processo Cinerama.

O Cinerama também necessitava de uma tela profundamente curva para que a imagem fosse projetada ou então esta imagem resultante iria sofrer forte distorção. Portanto, não é realmente possível fazer uma versão “widescreen” de um filme Cinerama adequado para visualização em uma tv, a menos que alguma forma de correções para eliminar a distorção fosse aplicada. A proporção de tela Cinerama é de aproximadamente 2.60:1. Qualquer transferência para o vídeo resultaria em uma cópia de redução anamórfica (esticada ou alongada) em 35 milímetros e, portanto, com uma proporção de 2.35: 1. Com a restauração feita para bluray, foi possível diminuir consideravelmente as distorções da curvatura da imagem sem alongá-la ou esticá-la, mas a proporção de tela ficou em incríveis 2.91:1, sendo impossível eliminar as faixas pretas inferior e superior mesmo em tvs com proporção de 2.40:1 (as mais próximas do cinema atualmente). Para exibição nas antigas tvs comuns, simplesmente cortaram as laterais das cenas, deixando de mostrar quase 50% da imagem.


Única forma de se transferir uma imagem curva para uma base plana mantendo-se a proporção causa fortes distorções na imagem real. Acima, o ator ficou mais alto e magro do que é na realidade.

Para exibição na tv (no alto – transmissão da TNT) foi necessário o corte das laterais, perdendo-se quase 50% da imagem.

A restauração para o bluray diminuiu as distorções causadas pela curvatura, embora tenha deixado a proporção de imagem bastante larga.

Mesmo com a restauração do bluray, ainda é possível identificar os pontos onde o ângulo muito agudo das três câmeras causa a sensação de se assistir ao filme através de uma lente “olho-de-peixe”.


Na cena do estouro de búfalos temos um ângulo mais leve com distorção mínima (no alto) e outro mais agudo com forte distorção (acima).

Uma vez que as três lentes da câmera Cinerama fixavam-se em ângulos entre si sobre a própria câmera, foi muito problemático para atores filmarem as cenas como se estivessem em frente à uma câmera comum. Quando as imagens foram projetadas nos três painéis da tela curva Cinerama, averiguou-se que os atores estavam focando ou ligeiramente acima da tela ou ligeiramente abaixo dela, e não diretamente em seus colegas atores. Isso é muito evidente em algumas cenas do filme em Cinerama anterior, “O Mundo Maravilhoso dos Irmãos Grimm” (1962). No entanto, no momento em que o filme entrou em produção, este problema começou a ser resolvido. A fim de compensar os ângulos das lentes, os atores teriam que procurar um ponto entre um terço do caminho em direção à câmera e a posição real dos outros atores, e fingir que eles estavam olhando para seus colegas de cena. Assim, quando as imagens foram projetadas na tela Cinerama, conseguiu-se o efeito como se estivessem olhando um para o outro. Foi um processo muito difícil para os atores, que é uma das razões para o abandono do processo Cinerama em filmes narrativos depois que este foi lançado.


O gigantesco equipamento com a cúpula cobrindo as três lentes ainda exigia um malabarismo dos atores para compensar a curvatura da imagem.

Um dos motivos de o filme ter um elenco recheado de estrelas foi o fato de que vários atores consultados antecipadamente ficaram muito intimidados pela câmera de três lentes Cinerama e sentiram que tinham de elevar o seu desempenho para algo próximo à forma como se apresentam no teatro, ao contrário do estilo mais sutil de atuar normalmente exigido na frente de uma câmera. Isso exigiu um elenco mais experiente. Por isso, vários atores estavam interpretando personagens bem mais jovens.


Apenas astros mais experientes como Carroll Baker (acima) encararam o desafio do processo Cinerama.

Principalmente quando os diretores eram tão exigentes quanto John Ford.

O Cinerama era tão expansivo que realmente não poderia ser configurado para close-ups. O mais próximo que se conseguiu foi colocando um ator-chave na moldura central e tentando chegar tão perto quanto possível. Isto atrapalhava bastante a concentração dos atores, pois a câmera (um enorme aparelho sob um capuz preto com três lentes) ficaria, literalmente, em seu rosto – 40 centímetros de distância, para ser exato.


O enorme equipamento muito próximo do rosto atrapalhava a concentração dos atores.

Mesmo um close em tomada ao ar livre era complicado.

Outra limitação era que o estoque de filmes era tão caro que todos os atores foram orientados a decorarem as suas falas e as suas marcas tão completamente quanto possível, a fim de reduzir o número de tomadas.


Das falas ao posicionamento. Tudo era repassado várias vezes antes de se acionarem as câmeras.

A grande área de captura de imagem desse sistema de gravação também criou situações inusitadas. John Ford tinha o hábito de sentar-se sempre ao lado da câmera enquanto ela estava filmando, para que ele pudesse ver a ação atentamente. Infelizmente, por causa da lente tripla da câmara Cinerama, ele ficava constantemente aparecendo em cena, até que o diretor de fotografia Joseph LaShelle teve a idéia de construir uma plataforma que permitiu à Ford sentar-se acima da câmera.


Ford dirige a cena sentado em plataforma criada por Joseph LaShelle.

O filme aproveitou cenas de outras obras em Cinerama. A marcha dos soldados mexicanos veio de “O Álamo” (1960), uma cena da batalha da Guerra Civil fazia parte de “A Árvore da Vida” (1957) e a abertura através das Montanhas Rochosas assim como as cenas finais da vida moderna foram exibidas anteriormente no documentário “Isto é Cinerama” (1952). Uma das imagens finais deixa clara a inserção das cenas do documentário no filme. Ela mostra rapidamente o trem de pouso do helicóptero que está fazendo a filmagem. Se esta imagem não representa problema em um documentário – até porque ajuda a trazer ao público a sensação de vôo – em um filme de ficção ela seria considerada uma falha e jamais se manteria na edição final, principalmente com diretores exigentes como os de “A Conquista do Oeste”.


Introdução de imagens de documentário (acima) fica clara com a visão do trem de pouso do helicóptero (em destaque).

Informações sobre o filme:

“A Conquista do Oeste” é um filme de Faroeste Épico que conta a história de quatro gerações das famílias Prescott e Rawlings, e contempla 50 anos de história – de 1839 a 1889.

O roteiro tenta mostrar o progresso que ocorreu com o deslocamento em massa dos pioneiros, do oeste do estado de Nova York até a costa do Oceano Pacífico. Os pioneiros começaram a usar o Canal Erie, que saía do Rio Hudson, sobre Albany e se dirigia diretamente aos Grandes Lagos.

O filme foi dividido em cinco segmentos: três foram dirigidos por Henry Hataway –Os Rios, As Planícies e Os Fora-da-lei; John Ford dirigiu o segmento da Guerra Civil e George Marshall, A Ferrovia. Os principais cineastas eram todos veteranos diretores de westerns. As seqüências de transição entre os segmentos foram dirigidas por Richard Thorpe, contudo seu nome não aparece nos créditos. Thorpe já tinha feito um trabalho sem créditos semelhante para as cenas da galera de escravos em “Ben-Hur”, também da MGM, quatro anos antes. Todos os quatro cineastas foram vencedores do Oscar. A narração foi feita por Spencer Tracy, que teria um papel no filme, mas que teve de recusá-lo devido à seus problemas de saúde.


Da esquerda para a direita: Henry Hataway, John Ford, George Marshall, Richard Thorpe e Spencer Tracy.

A fonte inicial da história de “How the West Was Won”, que traçou a saga de uma família pioneira na colonização do oeste ao longo do século 19, foi um ensaio fotográfico com o mesmo nome na revista Life, publicado em 1959. A publicação do ensaio foi seguida pelo lançamento de um disco LP duplo homônimo com canções interpretadas, principalmente, por Bing Crosby e Rosemary Clooney . Muitas das músicas deste álbum também foram utilizadas na trilha sonora do filme, como “What Was Your Name In The States?”.


Ensaio fotográfico da revista Life inspirou o filme.

Raymond Massey, que fez praticamente uma carreira inteira interpretando Abraham Lincoln no teatro e no cinema, fez o 16º presidente pela última vez neste filme.

John Wayne, que interpretou o general William Tecumseh Sherman, também já havia interpretado o mesmo personagem antes, em um episódio do seriado “Caravana” (Wagon Train – 1957/1965).

A filmagem levou um ano. O filme custou US $ 15.000.000,00, um orçamento enorme para uma produção na época. Já o seu faturamento alcançou US $50.000.000,00. De acordo com a publicidade lançada na premiere, o elenco total incluía 12.617 extras. Entre eles estavam 350 índios americanos de cinco tribos diferentes. O filme viria a inspirar uma mini-série de TV da rede ABC com o mesmo nome “How the West Was Won” em 1976, que depois se transformou em série regular de 1977 – 1979, com um total de 25 episódios.


Mini-série e seriado baseados no filme também obtiveram grande sucesso.

O dublê Bob Morgan ficou gravemente ferido, e quase morreu, durante a gravação de uma cena. Perto do final do filme há um tiroteio em um trem em movimento entre o xerife e uma gangue de ladrões. Morgan foi um dos dublês que interpretavam os ladrões e estava agachado ao lado de uma pilha de toras em um flatcar. As correntes que prendiam o conjunto de toras se soltaram antes da hora, e Morgan foi fortemente atingido pelas toras que caíram. Apesar de serem de fibra de vidro, o peso total era considerável e o ângulo com que a tora o atingiu foi o suficiente para causar vários ferimentos e esmagar sua perna, que teve de ser amputada. Ele levou cinco anos para se recuperar até o ponto onde voltaria a ser capaz de se mover sozinho e caminhar sem ajuda. Neste período, sua esposa, a atriz Yvonne de Carlo, também diminuiu o ritmo da carreira para cuidar do marido. A tomada da cena do acidente foi retirada do filme.


Bob Morgan, Yvonne de Carlo e o filho do casal.

O filme teve estréia mundial no final de 1962 em Londres, Inglaterra, mas não foi lançado na América até fevereiro 1963, sendo um dos poucos filmes americanos que teve a sua estreia inicialmente fora dos EUA. Ele recebeu o Oscar de melhor roteiro original de James R. Webb, melhor edição e melhor som. Também foi indicado para melhor filme, direção de arte, direção de fotografia, figurinos e música.

Devido à riqueza de detalhes que teria sido mostrado através do processo Cinerama, as roupas tiveram de ser costuradas à mão, em vez de com uma máquina de costura, uma vez que todas as roupas da época eram feitas desta forma.

Em 1997 o filme foi escolhido para ser preservado na United States National Film Registry, pela Library of Congress, por ser “cultural, histórica e esteticamente significante”.

O papel de Linus Rawlings tinha sido oferecido à Gary Cooper, mas ele morreu pouco antes do início das filmagens. James Stewart, então, aceitou esse papel, apesar de se sentir inadequado para interpretá-lo. A questão é que, embora seu personagem tivesse em torno de 30 anos, Stewart já tinha 54 anos na época das filmagens.


James Stewart, Debbie Reynolds e Carroll Baker. Vários atores interpretaram personagens bem mais jovens.

James Stewart se ofereceu para interpretar seu próprio corpo morto na história da guerra civil, mas foi recusado por John Ford, que resolveu usar um dublê que não tinha qualquer semelhança com Stewart. Quando George Peppard imita a voz de Stewart durante a história sobre o urso que o pai enfrentou, ele foi repreendido por Ford, mas gritou de volta dizendo que ele queria que o público se lembrasse de que Stewart interpretou o seu pai.


George Peppard, John Ford e Claude Johnson conversam na locação.

Debbie Reynolds e George Peppard são os únicos membros do elenco que aparecem em três das cinco sequências no filme. De acordo com Reynolds, em uma entrevista para o documentário “Cinerama Adventure” (2002), sua personagem Lilith, originalmente, deveria ter se afogado no rio. No entanto, foi decidido que seria melhor Lilith amarrar as quatro gerações dos Prescotts, permanecendo na história e se tornando uma senhora idosa na conclusão do filme. Apesar dos riscos envolvidos, Debbie não utilizou dublês na cena do rio. Toda a sequência das corredeiras levou sete dias para ser filmada.


Mergulhador ajuda Debbie Reynolds a sair do rio após cena em que ela dispensou o uso de dublê.

Reynolds também tinha passado por um drama pessoal dois anos antes ao se divorciar de Eddie Fisher, após este a abandoná-la, juntamente com os dois filhos, para casar-se com Elizabeth Taylor, num dos mais escandalosos casos extraconjugais de Hollywood. Apesar de já estar novamente casada na época das filmagens, foi nos filhos que ela encontrou alento para seguir trabalhando, fato que explica a presença constante de ambos nos sets de todos os filmes que fez nos anos seguintes. As crianças, Carrie Fisher e Todd Fisher seguiram carreira em Hollywood e fizeram sucesso, apesar de não terem conseguido atingir o mesmo estrelato da mãe.


Debbie Raynolds com sua mãe Maxine e os filhos Carrie e Todd nos sets do filme (esquerda) e em evento anos depois (direita).

Durante o ataque indígena que foi filmado em Lone Pine, Califórnia, uma carroça cai em uma ribanceira. A fim de criar a ilusão de o público estar dentro da carroça caindo, uma pista foi construída na encosta de uma pequena colina e a parte superior de uma carroça, sem as rodas, foi acoplada em uma mesa junto com um mecanismo que iria rolar a carroça, descendo a colina. A câmera Cinerama, por sua vez, foi anexada à uma extremidade da mesa para que pudesse filmar diretamente através do vagão virando junto com os dublês, incluindo Loren Janes, caixas, barris, cobertores e outras cargas. Demorou mais de dois dias para preparar a cena e vários outros para completá-la. No corte final, esta cena não dura mais do que cinco segundos na tela. Toda a seqüência em que os índios atacam o comboio levou seis semanas para ser filmada.


Câmera acoplada ao mecanismo (no alto) cria sensação de proximidade com o publico na cena (acima).

Entre as estrelas que foram convidadas para participar do filme, mas que não puderam aceitar, estavam Marlon Brando, Kirk Douglas, Doris Day, Cary Grant, Audrey Hepburn, James Cagney, Bing Crosby, Frank Sinatra, Burt Lancaster, Shirley MacLaine e Kim Novak. Gary Cooper aceitou o papel de Linus Rawlings, mas veio a falecer antes do início das filmagens.


Da esquerda para direira e de cima para baixo: Marlon Brando, Kirk Douglas, Doris Day, Cary Grant, Audrey Hepburn, James Cagney, Bing Crosby, Frank Sinatra, Burt Lancaster, Shirley MacLaine, Kim Novak e Gary Cooper

A estação de trem no filme em “Gold City” foi filmada em Perkinsville, Arizona, e ainda está de pé, embora em um estado de abandono. Agora é um ponto de parada turística do Verde Canyon Railroad Scenic. A estação de trem, a sinalização da cidade e vários outros edifícios menores ainda existem.


Estação de Perkinsville hoje (no alto e acima) e em plena atividade na década de 60 (ao centro).

Hope Lange foi escalada para interpretar o interesse amoroso do personagem de George Peppard, mas suas cenas foram cortadas da versão final do filme junto com toda a sequência que contava este trecho da história. Ela retratou a jovem Julie Stuart, a filha do personagem de Henry Fonda, Jethro Stuart. Depois que as cenas de Lang foram apagadas do filme, a personagem Julie surgiu já bem mais tarde, casada e com os filhos, interpretada por Carolyn Jones. Segundo os produtores, esse corte foi necessário para diminuir a duração do filme, que já ultrapassava duas horas e meia. Como não haveria mais um Julie Stuart jovem, grande parte das cenas de Henry Fonda também foram cortadas. Mais informações sobre a personagem de Hope Lange podem ser encontradas na novelização de Louis L’Amour do filme (enviado na postagem).


Para diminuir a duração do filme, toda a participação de Hope Lange (acima) foi retirada da montagem final.

Henry Hathaway era famoso por sua linguagem inadequada, sempre com muitos palavrões. Debbie Reynolds aceitou o desafio proposto pelos colegas de tentar conter os excessos do diretor, conversando bastante com ele e intermediando as orientações. Mas havia uma condição – toda vez que ele se excedesse e soltasse um palavrão, ela teria que colocar algumas moedas dentro de um frasco disponibilizado apenas para isso. Reynolds acabou desistindo do desafio após duas semanas e um frasco cheio de moedas.


Debbie Reynolds (com a xícara nas mãos) perde desafio e assume que ninguém conseguiria segurar Henry Hathaway.

Durante sua narração no início do filme, Spencer Tracy refere-se aos nativos americanos como “homem primitivo”. Esta declaração ainda está na versão em bluray, embora possa ser considerada racista hoje.

Algumas cenas foram deletadas do filme apenas para reduzirem seu tamanho, mas sem que houvesse alterações no rumo dos personagens. Uma delas acontece logo após o xerife Ramsay (Lee J. Cobb) confrontar Zeb Rawlings (George Peppard) no celeiro. Ramsay está lá para impedir Rawlings de entrar no trem para enfrentar os bandidos. Há um momento tenso, onde Ramsay está pronto para sacar sua arma contra Rawlings, mas no final da cena Rawlings parece convencer Ramsay da validade da sua missão, e a cena acaba. A próxima vez que vemos Ramsay, no entanto, ele está no trem, e agora tem um curativo na testa! O filme não explica por que o curativo está lá, e alguns sites de cinema gostam de apontar o erro aparente. No entanto, a explicação é que a cena continuou até o ponto onde Zeb foi forçado a golpear Ramsay na cabeça com a coronha do rifle, a fim de derrubá-lo (para que ele pudesse passar por ele e chegar ao trem). Ramsay se recupera evidentemente a tempo de também chegar ao trem com seu ajudante, e todos chegam à um acordo para esperarem a chegada dos bandidos. Na HQ lançada junto com o filme (também postada aqui), a cena é mantida.


Trecho da HQ explica curativo na testa de personagem.

Outra cena deletada do filme mostrava o jovem Zeb Rawlings na batalha de Shiloh, durante a guerra civil, em uma cena que teria ocorrido pouco antes de o vermos tropeçar até o riacho sangrento para tomar um pouco de água. A cena também mostraria o corpo de Linus Rawlings, ali próximo ao filho, mas que passaria sem ser notado por ele. A cena teria sido cortada por ser considerada violenta demais em sua montagem final. Os ferimentos visíveis do corpo, assim como a perna praticamente arrancada do soldado socorrido por Zeb ficariam muito impressionantes no processo Cinerama.


Cenas com imagens fortes como a acima foram retiradas na montagem final.

A cena bucólica abaixo, que também foi deletada, aconteceria, cronologicamente, antes do assalto ao trem, enquanto eles ainda estão na cidade mineira, e mostra um piquenique da família Rawlings: Zeb e a esposa Julie (Carolyn Jones) estão em uma mesa de piquenique com sua filha Eva, e um dos meninos está pendurado em uma árvore próxima. Há uma cena muito semelhante descrita no livro de Louis L’Amour, embora o piquenique fosse feito no chão, e não em uma mesa.


Rara imagem colorida de uma cena deletada do filme.

No roteiro inicial, consta uma cena, quase no fim do filme, em que um grupo de cavaleiros acompanha Zeb, Julie, Lillith, e as crianças, disparando suas armas para o ar e gritando, dando-lhes uma despedida barulhenta e mostrando o seu agradecimento pelo papel de Zeb na vitória sobre os bandidos no trem. Se olharmos para o trailer do filme (como mostrado na versão do DVD), veremos uma parte dessa cena.


Cena deletada mostra a cidade se despedindo dos Rawlings.

Também no trailer aparecia uma cena por apenas alguns segundos, que mostrava uma locomotiva se movendo em direção ao acampamento da estrada de ferro. Nós vemos vários homens inclinam-se para fora da janela e disparando contra os índios que atacavam a cavalo. Esta cena também foi cortada do filme.


Cena deletada mostra ataque dos índios à acampamento da ferrovia.

Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, news.moviefone.com, daveswarbirds.com, benitomovieposter.com, cinearchive.org, dvdclassik.com, setcelebs.com, doctormacro.com, lifemagazineconnection.com, dukewayne.com, widescreenmuseum.com, trainweb.org, travelwithkevinandruth.com, sharlot.org, headquarterswest.com, here4now.typepad.com e snipview.com.

Carroll Baker … Eve Prescott
Lee J. Cobb … Marshal Lou Ramsey
Henry Fonda … Jethro Stuart
Carolyn Jones … Julie Rawlings
Karl Malden … Zebulon Prescott
Gregory Peck … Cleve Van Valen
George Peppard … Zeb Rawlings
Robert Preston … Roger Morgan
Debbie Reynolds … Lilith Prescott
James Stewart … Linus Rawlings
Eli Wallach … Charlie Gant
John Wayne … Gen. William Tecumseh Sherman
Richard Widmark … Mike King
Brigid Bazlen … Dora Hawkins
Walter Brennan … Col. Jeb Hawkins

# país: EUA
# duração original: 164 min.
# produção: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)…
# distribuidora: Cinerama Releasing Corporation…

39 comentários para A CONQUISTA DO OESTE (Dual Áudio 1080p) – 1962

  • C,TaxiDriver  Disse:

    Don. Excelente postagem, Épico dos épicos, ainda mais dublado e com excelente qualidade de imagem e som, Obrigado a você pelo grande remaster e ao Murilo Ribeiro pelo áudio raro, Valeu !!! 🙂

    • Don Costa  Disse:

      Como vai, amigo Cláudio?
      Pois é. Eu fico me perguntado como é que um clássico destes não é lançado dublado no Brasil. Sim, porque, apesar da imagem do bluray no início da postagem, o disco lançado no Brasil tem três dublagens, mas nenhuma delas em português. Eu quase fui induzido ao erro quando cliquei em comprar esse bluray no site Submarino (afinal o título estava em português), até que, por curiosidade, fui verificar as informações técnicas. Encontrei dublagens em espanhol, italiano e francês, mas nada de português. Por piores que sejam as negociações nesta questão dos direitos autorais sobre dublagens, o que impedem a utilização delas em novos lançamentos, acho que este filme merecia, pelo menos, uma redublagem em seu lançamento aqui no Brasil. Não é o ideal, mas já seria uma opção melhor do que colocar só o título em português e vender como um produto nacional.
      Mas é para isso que estamos aqui. Resgatar esses arquivos raros e compartilhá-los com os amigo do site.
      E todos os agradecimentos ao Murilo Ribeiro que nos presenteou com este raro áudio dublado.
      Muito obrigado pelo cometário.
      Forte abraço.

  • Loganbr  Disse:

    “Eita” é usado para exaltar algo que chama muito atenção… daí apareceu alguém e fez a seguinte frase: Eita, quem disse eita?

    Pois é! Eitaaaa… Cara você botou pra quebrar.

    Obrigado

    • Don Costa  Disse:

      Eiiiiiiitttttta nóóóóóis!!!
      Já ouvi muito esse termo, desde pequeno. Hoje ele se encontra até nos dicionários e é um legítimo símbolo da força que um povo tem em alterar e revolucionar a linguagem, evoluindo junto com ela. A língua portuguesa mostra-se vivíssima, sendo uma das que mais se transformam ao longo do tempo, fruto da formação eclética de nossa população. É difícil encontrar um país onde tantos povos diferentes convivem (mais ou menos) pacificamente e contribuem, também, culturalmente com a evolução da nação, inclusive linguística.
      Aqui a gente bota pra quebrar e detona tudo.
      Eita povão porreta , sô!!
      Grato pelo comentário, Loganbr.
      Grande abraço.

  • Gabriela T.  Disse:

    Perfeito. Muito obrigada.
    Don, vc faz RMZ por prazer, conforme seu comentário no outro poster. Eu faço, (estou aprendendo – engatinhando) também por prazer.Herdei do meu pai. No momento estou acabando minha 1 faculdade, trabalho, e faço um curso de informatica ( Comp. Graf.).
    Quase não tenho tempo, mas ano que vem terei mais tempo, ai certamente farei tipo vc.
    Alem da RMZ, vc busca ao máximo de conhecimento sobre o post, Em grau bastante elevado.
    Fantástico.

    • Don Costa  Disse:

      Muito boa tarde, Gabriela.
      Fico muito feliz em ver pessoas com grande vontade de aprender, de evoluir, de se aperfeiçoar, de viver. Chamou-me a atenção o fato de você citar que está acabando sua primeira faculdade, o que dá à entender que pretende fazer mais outras. Além disso também faz outros cursos, além do trabalho. Parabéns pela sua determinação em se tornar uma pessoa cada vez melhor, estudando sempre. Mas cuidado para não se envolver demais com essa tarefa, deixando de lado algumas coisas das quais pode sentir falta nos anos seguintes. A vida social também é muito importante fora dos mundos acadêmico e profissional, e os anos passam pela nossa vida com uma velocidade tão grande que você só se dá conta disso quando várias décadas já se foram. A vida também cobra um preço, a ser pago na velhice, então aproveite-a bem durante a juventude.
      Fazer algo por prazer é o primeiro passo para se atingir, como resultado, um trabalho bem feito. Quando você se diverte com o que faz acaba nem vendo as horas passarem, enquanto aprimora mais e mais o objeto fruto do seu trabalho. Indo por esse caminho você colherá sempre grandes resultados.
      Sou um apaixonado pelo cinema e, portanto, muito curioso sobre a história desta arte a das produções em si. A primeira coisa que faço quando recebo um áudio presenteado pelos amigos do Tela, e eles são muitos, é verificar se já assisti ao filme. Em caso negativo, o assisti imediatamente, mesmo legendado, para pegar a minha primeira impressão. Depois, ao mesmo tempo em que vou remasterizando, começo a pesquisar tudo sobre aquela produção, sua origem, os bastidores, os profissionais envolvidos, etc. Por mais simples que seja a produção, sempre terá uma rica história por trás dela e, hoje, é possível encontrar fragmentos destas histórias através dos milhares de sites e blogs sobre a produção, sobre os profissionais que participaram dela ou sobre o cinema em geral. É incrível como aprendemos coisas novas pesquisando na rede. Até esta postagem eu não fazia idéia do que era o processo Cinerama, muito menos de que existiu algo assim no Brasil, e achei o assunto fascinante. Sou fã de “Guera nas Estrelas”, mas nunca pesquisei mais à fundo sobre a vida dos atores daquela produção e, vejam só, me deparo com a mãe de Carrie Fisher protagonizando um épico tão grande quanto a produção estrelada pela filha.
      A história do cinema é fantástica e renderia, facilmente, livros e livros sobre ela. O que trago aqui é somente um pequeno esboço do que existe por trás e ao redor desta indústria de sonhos.
      Agradeço o seu comentário.
      Sucesso pra você e um grande abraço.

  • MARCOS F.  Disse:

    DOWNLOAD E EXTRAÇÃO 100% DA VERSÃO “OVER SIZE” 😀
    SHOW DE REMASTER GRANDE AMIGO DON, PARABÉNS E MUITÍSSIMO GRATO À TI E AO MURILO!
    AGORA VOU PRA SESSÃO CORUJA COM ESTA PÉROLA, VALEUUU, FORTE ABRAÇO E ÓTIMA SEMANA AMIGOS!!!

    • Don Costa  Disse:

      Grande amigo Marcos!
      É apenas uma restauração amadora, longe da qualidade alcançada pelas suas e pelos demais trabalhos realizados por grandes remasterizadores do site. Além disso, a maior parte da sincronização e correção das partes cortadas já vieram prontas, num excelente trabalho executado pelo marujo Murilo Ribeiro. Só fiz alguns ajustes e passei alguns filtros para diminuir o ruído de fundo.
      Rapaz, você mandou essa mensagem de madrugada e encarou um filme de quase três horas!!! Tô achando que essa sessão coruja foi até o café da manhã.
      Muito obrigado pela mensagem.
      Um grande abraço pra você.

      • MARCOS F.  Disse:

        HEHEHE
        PIOR QUE MINHA INTENÇÃO ERA ESTA MESMO DON, MAS COMO ASSISTI COM A PATROA NO QUARTO, USAMOS O “INTERMISSION” E A PIPOCA DO INTERVALO FICOU POR CONTA DO “MORFEU”rsrs
        E NO DIA SEGUINTE ASSISTIMOS ATÉ O FIM, QUE BELEZA DE FILME!
        A PRIMEIRA VEZ QUE ASSISTI FOI COM MEU PAI, NOVAMENTE MEU MUITÍSSIMO OBRIGADO AOS AMIGOS!!

        OPS, EM TEMPO: NÃO “NO DIA SEGUINTE”, NO MESMO DIA, SÓ QUE À NOITE! 😀

  • farra4ever  Disse:

    Obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde farr4ever!
      Bom saber que também aprecia um faroeste das antigas.
      Obrigado por comentar aqui e um grande abraço.

  • vandrigues  Disse:

    muito bom, nao vejo a hora de começar a baixar para por na minha coleçao.

    • Don Costa  Disse:

      Olá Vandrigues!
      Este filme é, realmente, digno de se colocar na coleção e assistir várias e várias vezes, não só pela história em si, mas também pela raridade que ele representa, sendo um dos dois únicos filmes produzidos pelo processo original tri-lentes Cinerama. Mesmo levando-se em conta apenas a produção, reunir tantos astros e diretores talentosos em um único filme também é um fato raro.
      Filme histórico em todos os sentidos.
      Obrigado pela mensagem e um grande abraço.

  • Johnahex  Disse:

    Espetacular!!Um super clássico do faroeste!!Presentaço Don!!A gente tem uma idéia da bravura dessa gente em encarar uma nova terra,ainda mais com família sabendo dos perigos na frente.Pro meu acervo djá!!

    • Don Costa  Disse:

      Grande Johnahex!!!
      Pior que boa parte daquelas famílias não tinham a mais pálida idéia dos perigos que iriam encontrar naquela viagem. Assim como acontecia em boa parte do mundo, inclusive no Brasil, eles iam atrás da perspectiva de uma vida melhor, desbravando terras virgens em troca da posse do terreno. O governo ganhava a ocupação do território sem necessitar implantar nenhuma estrutura no curto prazo e os colonos ganhavam as terras. Era vantajoso para ambos, principalmente porque grande parte dos colonos não tinha outra opção. Aquele povo já tinha passado o diabo durante semanas na travessia do oceano para chegar em uma terra onde deveriam começar uma civilização “do zero”. Colonizar o oeste do país era só mais uma etapa da tarefa Foram necessários o trabalho e o sofrimento de gerações para que o país chegasse aonde está hoje. O Brasil tem quase a mesma idade, com quase a mesma extensão territorial, com muita terra fértil, poucos problemas naturais (furacões, vulcões, terremotos), um povo mesclado que adquiriu conhecimento de várias nações e culturas, muita gente honesta e trabalhadora, além de um clima temperado e estável.
      Não entendo o que deu errado por aqui!.
      Mas, façamos a nossa parte para tentar melhorar. Ainda dá tempo. Que estas fantásticas obras cinematográficas nos sirvam de inspiração para atingir estes objetivos.
      Obrigado por comentar na postagem.
      Um grande e forte abraço.

  • FX  Disse:

    Dom!!! Você tem o Dom e a graça por nos brindar com esse magnifico clássico do western…Um grande obrigado a você e ao Murilo Ribeiro pelo pela dublagem!!!

    • Don Costa  Disse:

      Obrigado pela gentileza, FX.
      Uma das coisas que mais me chamam a atenção neste filme é sua bela trilha sonora. Acredito que ela é responsável por boa parte do sucesso alcançado pelo filme ao longo dos anos. Não me lembro da última vez em que o assisti antes da remasterização, e provavelmente foi na década de 70, mas assim que começou a tocar a música tema a reconheci imediatamente. Bonita, forte e marcante, como uma boa música tema deve ser. Assim como o restante da trilha sonora, merece ser guardada com carinho e apreciada de tempos em tempos.
      Grato pela mensagem.
      Abraços.

  • Edson  Disse:

    Prezados amigos: Simplesmente sensacional essa postagem clássico do cinema, parabéns pelo trabalho de vocês já baixei, qualidade de imagem e sincronização perfeita. Eu faço RMz e sei o quanto da trabalho, Hum abraço a vocês e mais uma vez trabalho perfeito. Obrigado.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite Edson.
      De fato, quanto mais longo o filme mais trabalhosa a remasterização, principalmente de um áudio retirado da tv.
      Mas um clássico como este merece um cuidado todo especial, pelo seu caráter artístico e histórico.
      A maior parte do trabalho foi feito pelo próprio Murilo, que sincronizou quase todo o áudio e preencheu os trechos em que a dublagem em português estava ausente.
      Um grande presente para o acervo do Tela.
      Muito obrigado pela mensagem.
      Forte abraço.

  • sadboar  Disse:

    eu Murilo ribeiro só colaborei um pouco pois já pedi dois filmes aqui e fui atendido com toda a qualidade que poderia esperar áudios raros como este tenho alguns e agora encontrei um parceiro nota 1000 que é o don costa em breve estaremos postando outros pois fiquei muito grato pelos elogios a minha pessoa um desconhecido atrás de uma tela de computador podendo compartilhar com outros desconhecidos mas que até parece que somos todos velhos amigos.
    obrigado a todos.

    • Don Costa  Disse:

      Pois é, Murilo.
      Já comentei aqui outras vezes que o Tela de Cinema se tornou uma grande comunidade virtual, composta por pessoas amigáveis e abnegadas. Ninguém se conhece, mas todos colaboram em prol dos objetivos da comunidade, que é o resgate e compartilhamento de arquivos de áudio e vídeo, muitos deles raros e exclusivos. Todos participam mandando arquivos, sugestões e comentários, movidos apenas pela paixão pelo cinema, sem pedir nada em troca. Em tempos em que cada vez mais as pessoas do mundo real se preocupam apenas consigo mesmas, criando ilhas sociais onde o individual fica acima do coletivo, comunidades virtuais como o Tela de Cinema me dão a esperança de que o mundo ainda não está totalmente perdido.
      Podemos começar a mudá-lo por aqui mesmo, onde a comunidade é virtual, mas a amizade é verdadeira.
      Novamente muito obrigado pelo áudio dublado, que foi um grande presente aos amigos do site.
      Um grande abraço.

  • Rai  Disse:

    Novamente Don Costa nos dando um presente de natal antecipado, cara sou seu fâ, também agradeço ao Murilo Ribeiro por disponibilizar o áudio ao Don para fazer a mágica de sincronizar com o filme, eu ainda agradeço por (1492 A CONQUISTA DO PARAÍSO) pois foi um belo trabalho já vi umas duas vezes e colegas meus ficaram espantados e maravilhados com o áudio em português e agora esta maravilha de FAROESTE, realmente outro grande filme. E digo a você e Murilo de todo coração OBRIGADO por compartilhar no tela, um grande abraço.

    • Don Costa  Disse:

      Olha o Rai de volta!!!
      Como vai, amigo!
      Na verdade, somos todos fãs destes colecionadores que não pensaram duas vezes antes de nos presentear com estes áudios raríssimos para que compartilhássemos com os amigos do site. Afinal, sem áudio, sem postagem.
      Então, todos os nossos agradecimentos vão para o Murilo Ribeiro (A Conquista do Oeste) e para o Johnahex (1492 – A Conquista do Paraíso) que tornaram possíveis estes e outro projetos.
      E fique de olho, Rai, que vem mais por aí.
      Obrigado por, novamente, comentar em minha postagem.
      Abraços.

  • Reizinho Peixoto  Disse:

    Don este filmaco e demais obrigado mesmo parabens

    • Don Costa  Disse:

      Clássico do cinema, Peixoto! Daqueles que você vê e revê ao longo da vida.
      Esse épico, com certeza, entra no rol permanente de qualquer videoteca, não só pela excelente história e produção, como pelo seu elenco recheado de estrelas, todos no auge de suas carreiras.
      Agradeço muito o seu comentário.
      Abraços.

  • Buzao  Disse:

    Olá Caro Don,
    está ocorrendo um erro para baixar no pcloud.
    No Jdownloader (erro de plugin desatualizado)
    Tento fazer via pcloud e recebo a mensagem de cota ultrapassada.
    Mais familiarizado com o pcloud, você pode me dar uma luz ?
    Parece que esse sistema de nuvem, tem manhas que desconheço.

    Grande Abraço

    • Don Costa  Disse:

      Olá Buzao!
      Até agora eu não tinha tido notícias sobre limitações de download no pcloud. Mas nenhum servidor de hospedagem é 100% confiável, e eles ficam mudando os parâmetros de prestação de serviços à todo momento sem aviso prévio.
      Os links estão todos online, como pude conferir.
      Como tenho várias contas no pcloud e todas elas estão registradas no JDownloader2, estes limites não aparecem para mim, e os arquivos são baixados normalmente. Também comecei a baixar os links diretamente do pcloud, mas sem logar na conta, e também funcionou normalmente.
      Tente desconectar da internet, aguarde 5 minutos, conecte novamente e tente baixar diretamente do pcloud. Com o novo IP ele deve funcionar.
      Se ainda não funcionar, sugiro que faça o seguinte. Abra várias contas no pcloud (duas ou três devem ser o suficiente – ele pede um e-mail diferente por conta), cadastre-as no JDownloader 2 (vá em opções, contas de utilizador e adicionar) e reinicie o download.
      Se mesmo assim não funcionar, espere um período de 24 horas e tente novamente. Geralmente neste período os limites de download são zerados.
      O que posso garantir para você é que os links estão funcionando.
      Em último caso, se nada mais funcionar (espero que funcione), você ainda tem a opção do arquivo maior. Ele tem quase três vezes o tamanho do arquivo menor, mas a qualidade do filme compensa.
      Avise-nos se conseguir baixar com as minhas recomendações.
      Grande abraço.

  • Jefferson k.  Disse:

    Opa Blz Don Costa, Teria como Upar o arquivo Menor(Versão Reduzida) Também no Mega ou UptoBox… Ficaria Grato se Pudesse….

  • Jefferson k.  Disse:

    Muito Obrigado pelo Link UptoBox 🙂

  • PAULO  Disse:

    olá Don Costa, eu adoro filmes de faroeste das antigas! baixei as 25 partes do filme A CONQUISTA DO OESTE no meu PC então converti o formato MKV pra MP4, No pc os dois formato roda bem! Mais quando eu joguei pro meu HD pra assistir na TV o filme não roda de jeito nenhum,Fala que este tipo aquivo não é suportado,tanto o MKV como MP4, e também baixei as 10 partes do UPTBOX e aconteceu a mesma coisa.

    • Don Costa  Disse:

      Como vai Paulo?
      Deixa eu te passar algumas informações sobre as minhas postagens.
      A grande maioria das minhas postagens são de arquivos em alta definição, alguns deles retirados diretamente dos blurays sem nenhuma compressão. O único trabalho que eu faço no vídeo é diminuir a sua bitragem para que ele alcance um tamanho menor comprometendo o mínimo possível da sua qualidade. Dessa forma, os codecs presentes nos vídeos são os originais. Vale lembrar que os “formatos” apresentados nas postagens (avi, mkv, mp4) não são codecs e sim containers que abrigam todos os dados de áudio, vídeo, codecs e legendas daquele arquivo, Assim, não adiantaria converter de mkv para mp4 sem alterar os codecs e resoluções dos vídeos em questão, pois estes continuariam iguais e são eles que impedem algumas tvs de reconhecerem tais arquivos.
      Acontece que estes vídeos em alta resolução utilizam, entre outros, o codec “MPEG-4 AVC” (descrito ali nas informações da qualidade do vídeo resumidamente como “AVC”), também conhecido como “H.264”, que não são reconhecidos pela maioria das tvs, mesmo as mais recentes, que costumam trabalhar com os codecs “X-VID” e “DIV-X”. Alguns modelos de tv em alta definição reconhecem o padrão “H.264”, Verifique no manual da sua tv se este é o caso.
      Além do codec, a resolução (formato de tela) é um outro problema, e este filme em particular possui uma resolução bem peculiar “(1920*660) 2,909:1”, tornando-o muito mais largo que a maioria dos filmes. A maioria das tvs também tem problemas para reproduzir diretamente alguns formatos mais incomuns.
      Mesmo as tvs mais modernas dificilmente vem com decodificadores internos que possam fazer a leitura desses arquivos diretamente do seu HD externo ou pen drive que estejam conectados nela. O ideal é que você conecte o seu pen drive ou HD externo em um bluray player ou notebook e utilize os processadores e programas destes aparelhos para decodificarem os arquivos antes de enviá-los para sua tv. Neste caso a tv funcionará apenas como um monitor, recebendo os dados já decodificados pelo bluray player ou pelo notebook. Para preservar a qualidade da imagem, é essencial que a conexão com a tv utilize cabos “HDMI”. Se a sua tv não tiver esta entrada, ela não poderá reproduzir toda a qualidade que a imagem possui.
      Uma outra alternativa seria converter os arquivos alterando o seu códec para “X-VID” ou “DIV-X” e alterando a resolução para uma que seja suportada pela sua tv. Porém essa conversão diminuirá significativamente a qualidade da imagem e não há garantias de que manterá as legendas.
      Como existem uma infinidade de aparelhos de tv, blurays, players, codecs, programas e afins, eu resolvi postar os filmes, sempre que possível, com suas configurações de vídeo originais, não só para preservar a sua qualidade, mas para criar postagens padronizadas, onde os arquivos possam ser reproduzidos em computadores utilizando um player padrão. Mas é impossível criar arquivos em alta definição que possam ser lidos em todos os aparelhos de tv. Para fazer algo próximo disso, só fazendo grandes alterações que comprometeriam muito a sua qualidade.
      Espero ter esclarecido as suas dúvidas.
      Obrigado pela mensagem.
      Grande abraço.

  • Gilson Silva  Disse:

    Boa noite pessoal eu baixei este classico do cinema pelo mega versao maior 25 partes porem no momento que vou desconpactar
    pede a senha e nao sei se foi por falta de atenção minha nao encontrei a mesma no topico do filme,podia me passar por favor agradeço muito
    Muito obrigado por compartilhar este classico.
    Aqui neste site que revivo e vivo todos os momentos maravilhosos do cinema muito obrigado.

    • Wagner S.  Disse:

      Bom dia Gilson, algumas imagens estavam ausentes do post, incluindo a imagem contendo a senha para descompactar. Dê uma conferida, pois elas já foram restauradas.

      Grande abraço!

  • PAULO  Disse:

    Então Don conseguir vê o filme através do dispositivo DLNA quê reproduz vídeo do notebook pra tv mais desde já agradeço pela ajuda.

    • Don Costa  Disse:

      Não conhecia este sistema DLNA, Paulo. Fui buscar informações e achei bastante interessante.
      Note que, neste caso, a tv funcionou como um monitor e toda a decodificação foi feita pelo notebook.
      Foi bom conhecer este sistema. É uma opção à mais para os amigos do site poderem reproduzir os filmes baixados.
      Muito obrigado pela informação.
      Forte abraço.

  • PauloPS  Disse:

    Maravilhoso Post! Muito Obrigado. Por favor poderia postar Da Terra Nascem os Homens 1080P ( The Big Country) 1958.

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Paulo.
      Eu não tenho os arquivos do filme que pediu, mas talvez algum outro marujo do site tenha.
      Por favor, faça a sua solicitação na área de “Pedidos” do site (uma das abas verdes ali no alto da página), pois ela será vista por um número bem maior de marujos e as chances de encontrar alguém que tenha este filme aumentam consideravelmente.
      Muito obrigado pela mensagem.
      Grande abraço.

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