A BELA E A FERA (V. Estendida / Tri Áudio / 1080p / Extras) – 1991

BEAUTY AND THE BEAST (Extended Version) – 1991
ANIMAÇÃO – FAMÍLIA – FANTASIA
PRODUÇÃO: Walt Disney Pictures
DIREÇÃO: Gary Trousdale, Kirk Wise
ROTEIRO: Linda Woolverton, Roger Allers ( +10 )
IMDb: 8,1 http://www.imdb.com/title/tt0101414/

RMZ – V. ESTENDIDA – TRI ÁUDIO + V. Reduzida + “A Bela e a Fera – O Natal Encantado” + “O Mundo Mágico de Bela” + Trilhas Sonoras

“NOVOS LINKS”

Postado por Don Costa

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ARQUIVO MAIOR
Formato: MKV
Qualidade: BR-rip 1080p Full HD (1920*1080) 16:9, AVC, 23976 fps, 5000 kbps
Tamanho: 4,47 GB
Duração: 91 min.
Legendas (SELECIONÁVEL):
Português – título
Português – só músicas
Português – completo
Português – com músicas em inglês
Inglês – só músicas
Inglês – completo
Áudios (SELECIONÁVEL):
Português (RMZ) – 48,0 KHz – A_AC3, 6 canais, 16 bits, 192 kbps
Português (com músicas em inglês – RMZ) – 48,0 KHz – A_AC3, 6 canais,16 bits, 320 kbps
Inglês – 48,0 KHz, DTS, 6 canais, 24 bits, 1509 kbps
Servidor: Mega (dividido em 24 partes)
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

ARQUIVO MENOR
Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: BR-rip 1080p Full HD (1920*1080) 16:9, AVC, 23976 fps, 1000 kbps
Tamanho: 1,93 GB
Duração: 91 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Conteúdo Idêntico ao Maior.
Áudios (SELECIONÁVEL): Conteúdo Idêntico ao Maior.
Servidor: Mega (dividido em 08 partes)
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

A Bela e a Fera – O Natal Encantado (Beauty and the Beast: The Enchanted Christmas) – 1997 – HDTV-rip 720p – Dual Áudio – RMZ
Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: HDTV-rip, (1600*816) 16:8.15, AVC, 23976 fps, 2000 kbps
Tamanho: 1,33 GB
Duração: 70 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Português / Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL): Português – RMZ / Inglês
Servidor: Mega (dividido em 07 partes)
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

O Mundo Mágico de Bela (Belle’s Magical World) – 1998 – DVD-rip – Dual Áudio – RMZ
Formato: MKV
Qualidade: Vídeo: DVD-rip, (720*574) 4:3, AVC, 25000 fps, 1319 kbps
Tamanho: 1,27 GB
Duração: 88 min.
Legendas (SELECIONÁVEL): Inglês
Áudios (SELECIONÁVEL): Português – RMZ / Inglês
Servidor: Mega (dividido em 06 partes)
Remasterizador, Encoder e Uploader: Don Costa

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NOTA – Informações sobre os arquivos (Don Costa):

Foram gerados dois arquivos para o filme principal desta postagem. Um maior (4,47 GB) e outro menor (1,93 GB). Os dois arquivos são iguais, tendo como única diferença a bitragem do vídeo. A diferença de qualidade do vídeo destes dois arquivos é pequena e só fica evidente quando ambos os vídeos são executados lado à lado em equipamentos de alta definição. O arquivo menor contempla os amigos que possuem internet lenta ou que queiram somente rever o filme. Mas para os fãs do filme e para aqueles que tem equipamentos de alta definição, eu recomendo que baixem o arquivo maior.

Apesar de possuir dois áudios em português, a dublagem é a mesma para ambos. O segundo áudio em português é apenas uma mixagem dos diálogos em português com as músicas em inglês.

Também envio as sequências “A Bela e a Fera – O Natal Encantado” e “O Mundo Mágico de Bela”, além das trilhas sonoras dos filmes em português e inglês, junto com as respectivas letras.

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PASTA DO ARQUIVO MAIOR (MEGA – 24 PARTES):
A BELA E A FERA (V. ESTENDIDA / MAIOR) – 1991

PASTA DO ARQUIVO MENOR (MEGA – 08 PARTES):
A BELA E A FERA (V. ESTENDIDA / MENOR) – 1991

A BELA E A FERA – O NATAL ENCANTADO – 1997 (MEGA – PASTA COM 07 PARTES)
O MUNDO MÁGICO DE BELA – 1998 (MEGA – PASTA COM 06 PARTES)
TRILHA SONORA – A BELA E A FERA (MEOCLOUD)
TRILHA SONORA – O NATAL ENCANTADO (MEOCLOUD)

Senha para tudo: teladecinema.net

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Em uma pequena aldeia da França vive Belle, uma jovem inteligente que é considerada estranha pelo moradores da localidade, e seu pai, Maurice, um inventor que é visto como um louco. Ela é cortejada por Gaston, que quer casar com ela. Mas apesar de todas as jovens do lugarejo o acharem um homem bonito, Belle não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e convencida. Quando o pai de Belle vai para uma feira demonstrar sua nova invenção, ele acaba se perdendo na floresta e é atacado por lobos. Desesperado, Maurice procura abrigo em um castelo, mas acaba se tornando prisioneiro da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela. Quando Belle sente que algo aconteceu ao seu pai vai à sua procura. Ela chega ao castelo e lá faz um acordo com a Fera: se seu pai fosse libertado ela ficaria no castelo para sempre. A Fera concorda e todos os “moradores” do castelo, que lá vivem e também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor, sendo que isto tem de ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair o feitiço não poderá ser mais desfeito.

Screens – A Bela e a Fera (Versão Estendida):

Screens – A Bela e a Fera – O Natal Encantado:

Screens – O Mundo Mágico de Bela:

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INFORMAÇÕES DO FILME:

“A Bela e a Fera” foi lançado em 13 de novembro de 1991 e custou US$ 30.000.000 para produzir. O filme foi um sucesso comercial e de crítica, arrecadando mais de US$ 424.000.000 em todo o mundo. Também foi um enorme sucesso em Home Vídeo, vendendo mais de 1 milhão de cópias de VHSs só nos EUA apenas no primeiro dia de vendas (30/10/1992). “A Bela e a Fera” foi o primeiro filme de animação a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme, e foi o único filme de animação a ter esta honra até 2009, quando as indicações ao Oscar de melhor filme passaram de cinco para dez, e o filme de animação da Pixar “Up” foi indicado. Também foi a primeira indicação ao Oscar de Melhor Filme para uma produção da Walt Disney Pictures desde “Mary Poppins” (1964), bem como a terceira indicação para a Walt Disney Company, depois Mary Poppins (1964) e “Sociedade dos Poetas Mortos” (1989). Depois vieram as indicações para “ O Informante “(1999), “O Sexto Sentido” (1999), “Up: Altas Aventuras” (2009), “Toy Story 3” (2010), “Histórias Cruzadas” (2011), “Cavalo de Guerra “ (2011) e “Lincoln” (2012). Venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme (Comédia ou Musical). Além desses prêmios, o filme foi o primeiro musical a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme desde “All That Jazz – O Show Deve Continuar” (1979) e o último até “Moulin Rouge: Amor em Vermelho” (2001), dez anos mais tarde. “A Bela e a Fera” foi o primeiro filme de animação a arrecadar mais de 100 milhões de dólares nos cinemas. No seu lançamento, em 1991, o filme ficou atrás somente de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” e de “Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões”.

Up! Dezoito anos depois, outra animação repete o feito de “A Bela e a Fera”.

“A Bela e a Fera” é o trigésimo filme de longa-metragem de animação da Disney. O filme é baseado no conto de fadas “La Belle et la Bête” de Jeanne-Marie Le Prince de Beaumont, (que foi baseado em uma história mais detalhada do mesmo nome e enredo, escrito por Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve) e usa algumas idéias a partir do filme de 1946 de mesmo nome.

Gabrielle-Suzanne (1740), Jeanne-Marie (1760) e o filme de 1946. Inspirações para os roteiristas.

O filme é o primeiro longa-metragem de animação da Disney totalmente roteirizado por uma mulher : Linda Woolverton. O filme marcou a primeira vez em que cada animador foi creditado na tela especificamente para o personagem que ele ou ela animou. Em 2002 a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos considerou o filme “culturalmente significativo” e o selecionou para a preservação no National Film Registry. Até 2013, apenas 625 filmes integravam este acervo. O filme inspirou um musical da Broadway que atingiu enorme sucesso comercial e ganhou vários prêmios Tony, tornando-se o primeiro de uma linha inteira de produções teatrais da Disney.

Linda Woolverton, pioneirismo na Disney. Já o selo de reconhecimento cultural é dado a poucos filmes.

O sucesso do filme logo produziu uma sequência: “A Bela e a Fera – O Natal Encantado” foi lançado em 1997 direto em vídeo. Ele foi seguido em 1998 por outra sequência, “O Mundo Mágico de Bela”, também direto em vídeo, e mais tarde por uma produção teatral e uma série de televisão “Sing Me a Story com Belle” (2002). Uma versão IMAX com uma edição especial do filme original foi lançada em 2002 tendo uma nova sequência musical de cinco minutos incluídos. Após o sucesso do relançamento em 3D de O Rei Leão em 2011, a Disney relançou o filme nos cinemas por um tempo limitado e em 3-D no ano seguinte. Em junho de 2014, foi anunciado que uma versão live-action do filme está em produção.

“Sing Me a Story com Belle” tv (2002) e musical na Broadway (1994). Derivados do filme também fizeram sucesso.

A Bela e a Fera foi o segundo filme produzido usando CAPS (Computer Animation Production System), um escaneamento digital e sistema de composição de software e hardware desenvolvidos para a Disney pela Pixar. O software permitiu uma ampla gama de cores, bem como sombreamento suave e efeitos de linha de cor para os personagens, técnicas perdidas quando o estúdio da Disney abandonou a pintura à mão em favor da xerografia no final de 1950. O CAPS também permitiu que a equipe de produção pudesse simular efeitos múltiplos, colocar personagens e / ou fundos em camadas separadas e movendo-as em distância da câmera no eixo Z para dar a ilusão de profundidade, bem como alterar o foco de cada camada. Além disso, o CAPS permitiu uma fácil combinação de arte desenhada à mão com imagens geradas por computador, que antes tinham que ser traçadas para as células de animação e pintadas tradicionalmente. Esta última técnica foi colocada em uso durante a sequência da valsa, em que Bela e Fera dançam através de um salão de baile gerado por computador , com os carrinhos de câmera girando ao redor deles no espaço 3D simulado. Os cineastas tinham decidido inicialmente contra o uso de computadores em favor da animação tradicional, porém mais tarde, quando a tecnologia melhorou, decidiram que poderia ser usado para a cena no salão de baile. O sucesso da sequência do salão ajudou a convencer os executivos dos estúdios a investirem mais em animações por computador. Porém, mesmo para essa cena, eles tinham uma estratégia de emergência, que eles chamavam de versão “Ice Capades” (Dança no Gelo), focando apenas um holofote sobre os dois personagens contra um fundo preto.

Cenário Digital. O sucesso do CAPS abriu as portas para a animação computadorizada na Disney.

A música “Human Again” foi retirada do filme antes de ser iniciada a animação deste trecho. Isso ocorreu devido ao fato de sua letra causar problemas na linha do tempo sobre a qual a história se passa. Isso exigiu que Ashman e Menken escrevessem uma nova música em seu lugar. “Something There”, em que Bela e Fera cantavam a predileção crescente de um para o outro, foi composta no final da produção e inserida no roteiro no lugar de “Human Again”. Menken viria a rever “Human Again” para inclui-la na versão de 1994 do filme na Broadway. Outra versão revisada da música foi adicionada ao filme com uma nova sequência criada para a edição especial do re-lançamento em 2002 . Essa versão estendida passou a ser a versão oficial do filme em todas as mídias desde então.

Cortada da versão final, “Human Again” pode finalmente debutar nos cinemas na versão de 2002.

Howard Ashman morreu de complicações relacionadas à Aids em 14 de março de 1991, oito meses antes do lançamento do filme. Ele nunca viu o filme terminado, e seu trabalho em Aladdin foi completado por outro letrista, Tim Rice. Um tributo ao compositor foi incluído no final dos créditos: “Para o nosso amigo, Howard, que deu à uma sereia sua voz, e à uma besta sua alma. Seremos eternamente gratos. Howard Ashman.:. 1950-1991”. No momento em que Alan Menken e Howard Ashman foram declarados vencedores do Oscar de Melhor Canção Original (para a música “Beauty and the Beast”), Menken e o ex-companheiro de Ashman, Bill Lauch, subiram ao palco e receberam o prêmio em seu nome.

Howard Ashman em 1990, ao lado de Menken no Oscar de 1991, e ausente no Oscar de 1992. Prêmio póstumo.

Uma versão pop da música ” Beauty and the Beast ” foi gravada por Céline Dion e Peabo Bryson, e exibida durante os créditos finais. Essa versão foi lançada como um single comercial da trilha sonora do filme, juntamente com um vídeo clipe. O single tornou-se um hit internacional, alcançando o Top Ten das paradas de singles nos Estados Unidos e no Reino Unido. Este foi o primeiro longa-metragem de animação da Disney que teve uma versão pop da principal canção do filme durante os créditos finais.

A história originalmente teria um começo muito diferente deixando-o mais próximo do conto original, onde Maurice era um comerciante falido, a família de Bela era forçada a mudar-se para uma fazenda, quase a perdendo devido aos impostos, e Maurice termina descobrindo o castelo da Fera depois de se perder enquanto procurava por um comprador para a caixa de música de sua falecida esposa. Esse começo foi cortado por pelo produtor Jeffrey Katzenberg, considerando-o muito obscuro e dramático.

Originalmente, quando Gaston chegasse ao asilo, seu interior seria mostrado com vários idosos em situações deploráveis. A cena foi cortada porque ela teria sido considerada muito perturbadora para o público infantil.

Também haveria uma cena em que Fera trazia um animal que foi abatido por ele na floresta ao castelo comendo-o de forma animalesca, mas foi cortada porque foi considerada forte demais.

Em outra cena cortada, Bela iria interagir com alguns funcionários na biblioteca da Fera, pouco depois de tê-la recebida como presente. A cena foi cortada devido ao escasso tempo para terminar o filme.

Em uma versão inicialmente proposta, Gaston iria esfaquear Fera uma segunda vez antes de cair no precipício. Além disso, numa versão ainda mais antiga da cena ele estava pronto para matar Festa com seu bacamarte, com Belle impedindo-o, batendo em sua cabeça com uma pedra. Gaston iria cair no chão e, em seguida, ser atacado pelos lobos que Bela e Maurice encontraram anteriormente. Uma versão dessa última cena foi utilizada em “O Rei Leão” (1994).

A maioria das esculturas vistas no castelo são versões anteriores do design do personagem Fera.

Opções de design descartadas viraram estátuas no filme.

Na década de 1930 e novamente na década de 1950, Walt Disney considerou tornar “A Bela e a Fera” um longa de animação, mas como não conseguia desenvolvê-lo de modo adequado, cancelou o projeto. Só após o estrondoso sucesso de “A Pequena Sereia” (1989) a equipe decidiu fazer uma terceira tentativa.

Sherri Stoner novamente foi usada como modelo para a personagem Bela. Poucos anos antes, ela fez o mesmo trabalho com Ariel, de “A Pequena Sereia” (1989).

As músicas ocupam 25 minutos do filme e apenas cinco minutos ficaram sem nenhum ponto musical.

A dança entre Bela e o príncipe no final é uma reutilização da animação da dança entre a princesa Aurora e o príncipe Phillip de A Bela Adormecida (1959). Isso foi feito porque eles estavam correndo contra o tempo durante a produção do filme.

Reaproveitamento de sequência. O recurso economizou valiosas semanas em um cronograma apertado.

Angela Lansbury, a voz da Sra Potts, imaginou que outro personagem seria mais adequado para cantar a musica ” Beauty and the Beast “, mas o diretor pediu-lhe para fazer pelo menos uma gravação para ter como um back-up, se nada mais funcionasse. Essa única gravação foi a que entrou no filme.

O nome verdadeiro de Bela é desconhecido, pois Bela é um apelido dado por seu pai. Já que a personagem não tem nome, a Disney a nomeou de Belle (beleza em francês e nome original da personagem na mesma língua).

Apenas após o filme estar pronto os produtores perceberam que o príncipe não tinha um nome. Como esse fato parece não ter impactado o sucesso da produção, optaram por manter esse mistério no restante da trilogia, fazendo com que seu nome jamais fosse mencionado. Já no jogo de CD-ROM “The D Show” e no musical da Broadway é informado que seu verdadeiro nome é Príncipe Adam.

Fim do mistério. Pelo menos para as demais mídias.

A janela de vitral que é visto no final do filme foi construída na Disney World após o lançamento do filme.

Das telas para o parque. Arte em vidro.

Rupert Everett fez o teste para o papel de Gaston, mas foi informado pelos produtores que ele não soava arrogante o suficiente. Lembrou-se disso antes do teste para o papel de príncipe encantado em Shrek 2. Acabou ganhando o papel.

Chip é o único membro do castelo da Fera (além da própria) que chama Bela pelo nome. Todos os outros a tratam por senhorita, garota, moça ou mademoiselle.

A fumaça vista durante a transformação da Fera para príncipe é realmente uma fumaça real e não uma animação. Ela foi originalmente usada em O Caldeirão Mágico (1985).

Julie Andrews foi considerada para o papel de Sra Potts.

Quando Maurice se perde na floresta e tenta ler as placas, uma delas aponta para Anaheim, que é o nome da cidade onde está localizada a Disneyland Resort. Os demais nomes indicados são Ramona, Saugus, Newhall e Valencia, todas cidades do sul da Califórnia,. Em Valencia se encontra o Six Flags Hurricane Harbor Los Angeles, um parque rival da Disney. Talvez por isso, no filme, o caminho para Anaheim é claro e limpo, enquanto o caminho para Valencia é escuro e sombrio.

Das cidades californianas indicadas nas placas Anaheim é clara enquanto Valencia é sombria. Provocação da Disney?

A primeira janela de vitral visto no prólogo tem a frase em latim “vincit qui se vincit ‘, o que significa, numa prefiguração sutil do arco de toda a história: ” Vence quem se vence”, ou “ Vence quem vence a si mesmo’. O significado claro é que muitos lutam contra o mundo, ignorando que o problema está neles. O maior adversário de cada pessoa é a própria pessoa.

Provérbio latino indicando a tônica do filme.

Glen Keane, o supervisor de animação da Fera, criou o seu próprio animal híbrido, combinando a juba de um leão, a estrutura da barba e a cabeça de um búfalo, as presas e o nariz de um javali, a testa musculosa de um gorila, as pernas e cauda de um lobo, e o corpo grande e volumoso de um urso. Ele também tem olhos azuis que é a uma característica física que não muda sendo ele Fera ou humano.

Glen Keane cria um personagem único

A voz de Robby Benson foi alterada com rugidos de leões e panteras reais de modo que ficou praticamente irreconhecível. É por isso que perto do final, quando a Fera se transforma em príncipe, sua voz muda significativamente. Sua voz também não é alterada nas músicas.

Conflitos de agenda com a pós produção e divulgação de “Jornada Nas Estrelas: A Nova Geração (1987)” e a pré-produção de “A Bela e a Fera” forçaram Patrick Stewart a desistir do papel de Horloge, para o qual havia sido convidado.

Chip inicialmente tinha apenas uma linha, mas os produtores gostaram tanto da voz de Bradley Pierce que diálogos extras foram escritos para o personagem.

O personagem “bonitinho” original do filme seria uma caixa de música, supostamente uma versão musical de Dunga de “Branca de Neve e Os 7 Anões” (1937). Mas, quando o papel do personagem Chip foi expandido, a ideia da caixa de música ficou esquecida. No entanto ela aparece por um breve momento em uma mesa ao lado de Lumière, pouco antes da luta entre os objetos encantados e os aldeões no castelo da Fera.

A caixa de música teria uma participação bem maior no roteiro original

Donny Osmond e Patrick Swayze foram considerados para o papel de Gaston. Osmond, mais tarde, iria interpretar Gaston na versão teatral de A Bela e a Fera.

O filme usa 1.295 fundos pintados e 120 mil desenhos. 370 pessoas estavam envolvidas diretamente na produção do filme, dos quais 43 eram animadores.

A Disney originalmente pensou em ter Jodi Benson, a voz de Ariel em “A Pequena Sereia” (1989), para também fornecer sua voz à Bela. No entanto, foi decidido que Bela precisaria de uma voz soando mais “européia”. Howard Ashman, lembrando-se de seus trabalhos com Paige O’Hara, sugeriu que ela fosse testada para o papel.

Muitas das pinturas nas paredes do castelo são versões undetailed de pinturas famosas de artistas como Vermeer, Rembrandt e Goya.

Foi o produtor executivo e letrista Howard Ashman, quem surgiu com a idéia de transformar os objetos encantados em criaturas vivas com personalidades únicas.

Este foi o primeiro filme de animação da Disney que usou um script totalmente desenvolvido antes da animação. As histórias nos filmes anteriores eram desenvolvidas através do uso de storyboards e recebiam modificações durante a animação. Uma possível explicação para isso é que vários filmes anteriores da Disney tinham estourado o orçamento muito acima do limite, quando animadores desperdiçavam muito tempo e esforço animando cenas que acabariam por serem excluídas da edição final do filme.

Todo o diálogo falado por Tony Jay (Monsieur D’Arque) ouvida no filme foi gravado durante a sua audição. Esta breve papel o levou a ser escalado como juiz Claude Frollo em “O Corcunda de Notre Dame” (1996).

Quase todo o elenco são estrelas de musicais da Broadway (mais notavelmente Angela Lansbury e Jerry Orbach), e a Disney fez dessa forma, esperando que um patrocinador e apoiador teatral poderia financiar uma futura versão do filme nos palcos.

O filme foi inspecionado no Festival de Cinema de Nova York, em setembro de 1991, em um formato de “trabalho em andamento”. Cerca de 70% das filmagens era de animação final. Os outros 30% eram de bobinas de storyboard, testes de lápis de animação em rascunho, testes de lápis de animação em linha final, e testes de animação por computador da sequência de salão. Isto marcou a primeira vez que a Disney tinha feito uma pré-visualização em larga escala de um filme inacabado. Houve alguma preocupação no estúdio, quanto ao que o público, que consistia apenas em adultos, pensaria dessa versão de “trabalho em andamento”. De acordo com o produtor Don Hahn o público deu ao filme uma forte e esmagadora ovação de pé.

Um cronograma apertado forçou uma pré-estréia inacabada. Mesmo assim, aplausos em pé.

Ron Clements e John Musker recusaram a chance de dirigir este filme citando a exaustão do trabalho em “A Pequena Sereia” (1989).

Na versão do cinema, quando Gaston mergulhou para a morte e seu rosto encheu a tela, dois quadros mostravam crânios em seus olhos. No VHS esses quadros foram alterados para remover os crânios. No entanto, nenhuma alteração foi feita para o lançamento do DVD e do Bluray. A Disney afirma que os crânios indicavam o destino de Gaston, não deixando dúvidas com relação à sua morte.

Um pequeno detalhe indica o destino de Gaston

Quando Paige O’Hara estava fazendo testes, um pouco de seu cabelo voou em seu rosto e ela tirou-o de volta. Os animadores gostaram deste gesto e o transformaram-no em um trejeito de Bela.

Uma mecha de cabelo no rosto de Paige O’Hara virou a marca registrada de Bela.

Jackie Chan dublou a Fera na versão chinesa do filme, não apenas nos diálogos, mas também nas músicas. O ator, um superastro do cinema mundial, é ainda mais cultuado na China, possuindo uma longa carreira como ator e cantor. Ele é constantemente chamado para dublar filmes americanos e europeus para cantonês, mandarim e japonês. Esse áudio é facilmente encontrado no youtube.

Antes de estourar no ocidente, Jackie Chan já era um superastro na China, atuando, cantando e dublando.

O diretor de arte Brian McEntee determinou uma gama de cores exclusiva para Bela, de modo que ela é a única pessoa em sua cidade que veste azul. Este é um símbolo de quão diferente ela é de todos ao seu redor. Mais tarde, ela encontra a Fera, outro desajustado socialmente, também vestindo azul.

Os designers de Bela também foram baseados em heroínas de filmes mais antigos. O vestido de camponesa de Bela foi vagamente baseado no traje de Judy Garland (Dorothy) de “O Mágico de Oz” (1939). Além disso, os movimentos de Bela também foram inspirados em Julie Andrews no filme “A Noviça Rebelde” (1965). A cena em que Bela corre para as colinas cantando é uma homenagem à cena de abertura do musical de 1965.

Homenagens às antigas heroínas dos musicais.

Segundo a roteirista Linda Woolverton, a atuação de Katharine Hepburn na adaptação de “As quatro irmãs” (1933) a inspirou na caracterização de Bela. Com essa informação, dois dos principais animadores da Disney, Mark Henn e James Baxter, se uniram para desenvolver Bela para o filme, imbuindo uma visão europeia na personagem e buscando inspiração nas atrizes Vivien Leigh e Audrey Hepburn.

Vivien Leigh e Audrey Hepburn. Inspirações para Bela.

O vestido de Audrey Hepburn em “A Princesa e o Plebeu” (1953) Também serviu de base para o vestido de gala de Bela. E, embora filmado em preto e branco, fotos publicitárias mostravam que o vestido de Hepburn era amarelo.

Detalhes do vestido indicam a inspiração em Audrey Hepburn.

Os animadores da Disney tem o hábito de brincar com a imagem do personagem Mickey Mouse, escondendo-o em todas as animações do estúdio, muitas vezes de maneira estilizada na forma de três círculos. Em “A Bela e a Fera” ele aparece em pelo menos duas ocasiões: na floresta em forma de três gotas de chuva e na biblioteca do castelo. Não há dados oficiais sobre quantas vezes esse recurso foi utilizado.

Estilizado e bem escondido, o simpático ratinho marca presença em todos os longas de animação da Disney

Outro hábito comum em filmes no ocidente é a participação de pessoas ligadas à produção como figurantes. No caso de “A Bela e a Fera”, caricaturas dos diretores, Kirk Wise e Gary Trousdale, podem ser vistas na cena em que Bela recebe um livro de presente. Eles são os dois homens do lado de fora da livraria.

Desde Alfred Hitchcock diretores, produtores e demais membros da produção dão um jeitinho de aparecerem nas obras.

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ALGUMAS VOZES POR TRÁS DOS PERSONAGENS:


Paige O’Hara


Robby Benson


Richard White


Jerry Orbach


David Ogden Stiers


Angela Lansbury


Bradley Pierce


Rex Everhart


Jesse Corti


Hal Smith


Jo Anne Worley


Mary Kay Bergman


Brian Cummings


Alvin Epstein


Tony Jay


Frank Welker


Kath Soucie


Bernadette Peters (A Bela e a Fera – O Natal Encantado)


Tim Curry (A Bela e a Fera – O Natal Encantado)


Jeff Bennett (A Bela e a Fera – O Natal Encantado)


Paul Reubens (A Bela e a Fera – O Natal Encantado)


Haley Joel Osment (A Bela e a Fera – O Natal Encantado)


Anne Rogers (O Mundo Mágico de Bela)


Kimmy Robertson (O Mundo Mágico de Bela)


Gregory Grudt (O Mundo Mágico de Bela)

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OS NOSSOS DUBLADORES BRASILEIROS


Ju Cassou


Garcia Júnior


Maurício Luz (canções)


Ivon Cury


Mauro Ramos (canções)


Isaac Schneider


Miriam Peracchi


Pietro Mário


Marco Ribeiro


Pedro Lopes (canções)


Maria Helena Pader


Geisa Vidal (canções)


Sandra Campos (como Maria da Penha)


Jorge Ramos


Márcio Seixas (narrador)

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PRÊMIOS:

OSCAR

Venceu
Melhor Trilha Sonora Original
Melhor Canção Original – “Beauty and the Beast”

Indicado
Melhor Filme
Melhor Som
Melhor Canção Original – “Belle”
Melhor Canção Original – “Be Our Guest”

GLOBO DE OURO

Venceu
Melhor Filme – Comédia/Musical
Melhor Trilha Sonora Original
Melhor Canção Original – “Beauty and the Beast”

Indicado
Melhor Canção Original – “Be Our Guest”

ANNIE AWARDS

Venceu
Melhor Animação

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Fontes: disney.wikia.com, fanpop.com, imdb.com, rouen-histoire.com, elfilm.com, listal.com, aveleyman.com, showbizchicago.com, fanpix.famousfix.com, voicechasers.com, behindthevoiceactors.com, imgkid.com e dublanet.com.br.

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25 comentários para A BELA E A FERA (V. Estendida / Tri Áudio / 1080p / Extras) – 1991

  • MARCOS F.  Disse:

    MAIZAAAA MARUJO DON, QUE BELEZA DE POSTAGEM!! FICO FELIZ DE VER SUA DISPOSIÇÃO E GENEROSIDADE PRA OFERECER O MÁXIMO A CADA COMPARTILHAMENTO. COM CERTEZA BAIXAREI O PACOTÃO COMPLETO.

    NÃO FAÇO ISSO AGORA PQ TENHO UM PROJETO(RMZ) AQUI, EM ANDAMENTO, E GERO MUITOS GBs EM TESTES…ENQUANTO MONTAVA SUA POSTAGEM LIBEREI UNS 70 GB PORQUE TAVA CRÍTICO O NEGÓCIO 😀 …E “VIAJEI” MUITO NAS INFORMAÇÕES QUE COLOCASTE SOBRE ESTA MEGA PRODUÇÃO DA DISNEY!

    VALEUUU IRMÃO, OBRIGADO E UM GRANDE ABRAÇO!!

  • Don Costa  Disse:

    Grande amigo Marcos.
    Quando coloquei esta remasterização na fila, ainda no ano passado, não existia nenhum arquivo dublado em 1080p para baixar na net. Hoje eles são facilmente encontrados. Por isso, achei adequado incrementar a postagem para justificá-la.
    Duas coisas me chamaram muito a atenção durante as pesquisas para a confecção desta postagem: a enorme quantidade de dados e informações sobre a produção do filme e a escassez quase total de informações sobre os dubladores no Brasil.
    O primeiro ponto já é bastante conhecido. Produções dessa magnitude registram cada passo do processo, disponibilizando essas informações para todos que quiserem, até como uma forma de marketing. A quantidade de informações que encontrei nestas últimas semanas dariam para escrever um livro. Coloquei apenas as premiações e as curiosidades menos conhecidas.
    Já o segundo ponto reflete a pouca importância que damos aos profissionais do cinema brasileiro que não são famosos. São aqueles que ficam nos bastidores e que ninguém reconhece nas ruas, apesar de serem tão importantes para as obras quanto os próprios atores. Profissionais com décadas de carreira não possuem um único site, ou blog, ou fã clube. Alguns não possuem uma única foto na rede.
    Você notará que a lista de dubladores brasileiros que coloquei na postagem é menor que a dos dubladores originais. Alguns sequer foram registrados como dubladores no filme. Isso, apesar da dublagem brasileira ser uma das melhores do mundo. Portugal, por exemplo, que não tinha o hábito de dublar seus filmes, utilizava a dublagem brasileira para as animações Disney até fazer a primeira própria em “O Rei Leão” (1994), passando a redublar as animações antigas apenas depois dessa data. E isso não acontece apenas com os dubladores. Alguns filmes brasileiros não creditam nem os seus dublês, importantíssimos para resguardar a integridade física dos atores, enquanto nos EUA eles possuem até premiações tão pomposas quanto o Oscar.
    Aqui no Tela é frequente os pedidos para filmes com dublagens clássicas, antigas ou de determinado estúdio. Isso demonstra a importância desses profissionais no sucesso de cada obra.
    Recentemente, ouvi dublagens muito fracas feitas por “celebridades” como Luciano Huck e Preta Gil. Se as distribuidoras querem alguém famoso para dublar um personagem, que sejam atores como Fernanda Montenegro – “Nem Que a Vaca Tussa” (2004) ou Selton Mello – “A nova onda do imperador” (2000). Dublar é muito mais do que ler palavras em um papel e sincronizá-las com os movimentos de um filme. Dublar é colocar sentimentos, é passar emoções, é atuar.
    Nossos profissionais de dublagem merecem muito mais respeito do que isso.
    Obrigado pela presença, amigo Marcos.
    Boa sessão e um grande abraço.

  • Scarface  Disse:

    Podem acusar a Disney do que for, mas o pioneirismo do estúdio e a genialidade dos muitos profissionais que passaram por ele é inegável. O que dizer de uma companhia que vem encantando e moldando gerações há quase 100 anos? E num mundo cada vez mais cínico e autoconsciente, o valor dessas obras dobram. A Bela e a Fera e O Rei Leão, principalmente, sempre farão parte das minhas memórias mais afetivas.

    Muito obrigado por mais uma inestimável contribuição, Don!

    Abraço!

    • Don Costa  Disse:

      Olá amigo Scarface.
      De fato. A Disney estabeleceu um padrão de qualidade que é insuperável até hoje. Numa época em que ninguém sequer pensava em investir num longa de animação para competir com o cinema convencional, a Disney investiu pesado em profissionais talentosos e tecnologias exclusivas para lançar nos cinemas “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937). Tinha, em seu estafe, gênios do naipe de Al Taliaferro e Carl Barks, cujo sucesso nos quadrinhos impulsionaram a Disney a investir naquele tipo de linguagem sequencial de storyboards não apenas em curta-metragens, mas também nos longas.
      Depois do primeiro longa vieram um sucesso atrás do outro, sempre seguindo o padrão determinado pelo primeiro.
      As escolhas das histórias, dos roteiros, das técnicas, tudo passa por um exigente crivo de profissionais que garantem esse padrão altíssimo.
      O sucesso da Disney se confunde com o sucesso, e porque não, com o domínio do seu país natal sobre o resto do mundo. É, injustamente, considerada como um símbolo do imperialismo americano. Se ela fosse norueguesa ou suíça todos exaltariam somente a sua excelente qualidade.
      Muitos não conseguem separar arte de política. É um erro.
      Mas fiquemos apenas na parte boa da discussão.
      As obras de arte com que a empresa nos presenteou no último século foram realmente sensacionais.
      Obrigado pela mensagem.
      Grande abraço.

  • Alecs  Disse:

    Obrigado por disponibilizarem as sequências, O Natal Encantado tem uma cena musical linda sobre os livros de Bela.

    • Don Costa  Disse:

      Boa noite Alecs.
      É raro uma sequência de um filme de grande sucesso conseguir uma qualidade tão boa. Principalmente se for lançada diretamente em vídeo. “A Bela e a Fera – O Natal Encantado” surpreende, não só pela boa qualidade gráfica, mas também pelo roteiro interessante e pela bela trilha sonora. A música à que se refere, “Stories”, ganha destaque logo no início da projeção, e, apesar de essa trilha sonora não ter sido composta pelos mesmos músicos do filme original, a Disney contratou gente tão talentosa quanto. As músicas são de Raquel Portman, vencedora do Oscar de melhor trilha sonora pelo filme “Emma” (1996) – sendo a primeira mulher a receber este Oscar – e as letras são do também vencedor do Oscar por “A História de Elsa” (1967) Don Black, que possui um extensa lista de trabalhos premiados ao longo de cinco décadas.
      Esse é mais um exemplo de que o padrão Disney de qualidade se mantém em todos os seus produtos.
      Grato pela presença.
      Abraços.

  • FX  Disse:

    Como todos os filmes da disney são inesquecível,magnifico trabalho dessa trilogia! mas uma vez muito obrigado marujo Don Costa!!!

    • Don Costa  Disse:

      Olá FX.
      A Disney talvez seja uma das maiores responsáveis por manter viva a memória de vários contos de fadas no século passado. A imagem que vem á cabeça quando ouvimos falar de contos como “Branca de Neve e os Sete Anões” ou “A Bela Adormecida” é a criada pela empresa.
      Esses filmes conseguiram conquistar a imaginação de gerações, mais até do que os contos originais. Isso devido à qualidade ímpar que conseguiram imprimir aos filmes produzidos ao longo desses anos. E “A Bela e a Fera” é um dos melhores exemplares desses filmes.
      Obrigado pelo comentário.
      Grande abraço.

  • Léo Play  Disse:

    Beleza Don!!! Primeiro quero parabenizá-lo pela postagem…nota 10!!!

    Peço por gentileza que verifique o arquivo 24 da postagem maior, pois está informando sobre “indisponibilidade”.

    Valeu!

    • Don Costa  Disse:

      Oi Léo.
      O Mega está passando por grande instabilidade nos últimos meses, com arquivos sendo deletados aleatoriamente, queda repentina de conexão com o site e variações constantes de velocidades. Além disso, é frequente a indisponibilidade temporária de um ou outro link, prejudicando o arquivo inteiro. Esse é o caso deste link específico. Ele não foi deletado. Ele continua lá, mas está temporariamente indisponível. Geralmente isso se resolve em menos de 24 horas. Mas há certos casos em que o link fica indisponível por dias. Sugiro que você copie esse link da parte 24 para um gerenciador de downloads como o JDownloader 2. Ele ficará tentando baixar esse link a cada 5 minutos até conseguir baixá-lo. Quando o link for liberado o gerenciador fará o download imediatamente.
      Vou ficar monitorando por aqui também. Caso esse link volte ao normal até depois de amanhã, tudo bem.
      Caso contrário vou ter que reupá-lo e substitui-lo na postagem. Após a troca, basta baixá-lo na mesma pasta onde baixou as outras 23 partes, já que as partes serão compatíveis.
      Mas farei isso somente se a parte citada não voltar ao normal em dois dias, já que a minha internet é lenta e fica praticamente todo o tempo ocupada com downloads e uploads simultâneos.
      Assim que conseguir baixar essa parte, por favor avise.
      Obrigado pela informação.
      Abraços.

      • maddogbr  Disse:

        Parabéns por este post, estou tendo problemas na parte 24 do arquivo maior também.

  • Léo Play  Disse:

    Bom dia Don!

    Agradeço por toda a atenção e pela dica! Já consegui baixar agora pela manhã…bem cedo.Rssss!

    Mais uma vez parabéns pelo magnífico trabalho! Serviço de relojoeiro!!! NOTA 10!!!

    Aguardando mais um filmaço!!! Abração!!!

  • maddogbr  Disse:

    Tb consegui!! mais uma vez parabéns!!

  • Camilapic  Disse:

    Postagem completona dessa clássico!! Valeu!

  • Christian  Disse:

    Olá!!!_A Parte 7 do “O Mundo Mágico de Bela”, hospedado no 4shared, vê que existe o arquivo de 115,801 KB. Mas logo após passar os 20 segundos, automaticamente surge uma outra página do 4shared que não têm nada haver com o arquivo…
    Obrigado e Parabéns pelo Site…

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde Christian.

      Segue o novo link para a parte 7 de “O Mundo Mágico de Bela”:

      http://www.4shared.com/rar/GUg22kEFba/ABFOMMB1998Dpart7.html

      O link já foi testado e funciona perfeitamente com as demais partes.
      Solicito aos amigos administradores do site que, por favor, substituam o link da parte 7 pelo novo link informado agora.
      Obrigado pelo aviso.
      Abraços.

      • Wagner S.  Disse:

        Link substituído marujo irmão Don.

        Aproveito e agradeço por compartilhar essa obra-prima da disney em altíssima qualidade.

        Abração! 🙂

        • Don Costa  Disse:

          Como sempre, a equipe do Tela de Cinema transbordando eficiência.
          Muito obrigado, amigo Wagner.
          Grande abraço.

  • Bru_araujo  Disse:

    Olá pessoal boa noite!
    Primeiramente gostaria de agradecer imensamente o trabalho de vcs!!
    Simplesmente amei os filmes *-*
    porém o mundo mágico da Bela, as partes 2 e 3 estão com problemas!
    Poderiam colocar esses novamente?
    muuuuuuuito obrigada!
    bjs

    • Don Costa  Disse:

      Boa tarde, Bru_araujo (seria Bruna?).
      O 4shared indisponibilizou os arquivos sem motivo aparente. Esse servidor vem apresentando problemas desde o ano passado e isso já aconteceu algumas vezes com arquivos meus. Por esse motivo eu estou deixando de utilizá-lo em minhas postagens. Eu não tenho mais as partes de “O Mundo Mágico de Bela”, que foi onde ocorreu a falha. Então terei de compactar e reupar o filme novamente e isso vai levar alguns dias. Infelizmente, os novos arquivos não serão compatíveis com as partes que você já baixou e terá de baixá-los todos novamente. Sinto pelo incômodo, mas são situações que fogem ao nosso controle. Assim que eu reupar os arquivos a postagem será atualizada. Fique de olho na página inicial do site.
      Muito obrigado por avisar-nos sobre o problema.
      Abraços

      • Bru_araujo  Disse:

        Olá Don, boa tarde!
        (Isso mesmo Bruna rsrs)
        Ah que pena!!! Sem problemas entendo o ocorrido!
        Obrigada pela resposta e atenção. Vou ficar de olho no site e quando estiver disponível faço o download novamente!
        Abraços! 🙂

      • Bru_araujo  Disse:

        Don muuuuuuitissimo obrigada por reupar os arquivos do Mundo mágico da Bela!!!
        Agora tenho minha coleção completa *-*
        Além desses, já baixei mais filmes e todos de ótima resolução…até salvei o site nos favoritos!
        Simplesmente maravilhoso!!
        Abraços.

        • Don Costa  Disse:

          Muito boa noite, Bruna.
          Sou eu quem te agradeço por prestigiar o nosso site.
          O Tela de Cinema é composto por marujos que são apaixonados pelo cinema e pela tv. São pessoas que compartilham seus filmes, suas dublagens e suas remasterizações pelo puro prazer de compartilhar. Por isso o site é tão bom.
          E fica melhor ainda com visitantes como você, que também se mostram apaixonados pela sétima arte.
          Seja bem vinda ao Tela de Cinema.
          Forte abraço.

  • TUPAK  Disse:

    Simplesmente sensacional esse post.
    Só as informações da remasterização e do filme em si
    já é demais.
    Parabéns por essa beleza toda.
    A criançada aqui de casa vai pular de alegria.
    Obrigado grande marujo Don.

    • Don Costa  Disse:

      Muito boa tarde, marujo Tupak.
      Que bom que a postagem trouxe toda esta alegria para a sua criançada. São fatos como este que tornam o ato de compartilhar ainda mais agradável e especial.
      Mas espero que agrade, também, a criança que ainda existe dentro de você. Essa não deve ser esquecida nunca. Ano passado fizemos uma pequena fogueira aqui do lado de casa para comemorar o São João com os vizinhos, e os que mais se divertiram foram as crianças com mais de 25 anos. Sabe como é, né? Depois da segunda caneca de quentão todo mundo fica com dez anos de idade. Alguns até menos. Vamos tentar repetir este ano.
      Muito obrigado pelo comentário, marujo.
      Grande abraço.

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